quinta-feira, 14 de março de 2019

Uma MP contra o golpe do STF

A Lava Jato depende do pacote anticrime para reverter o golpe do STF.

Como essa parte do pacote não trata propriamente de questões de direito penal, porém, talvez ela possa ser implementada desde já por meio de Medida Provisória, registra O Antagonista.

Para sanar os danos causados pelo Supremo, Sergio Moro tem de levar imediatamente uma MP a Jair Bolsonaro.

A esperança para a Lava Jato está no pacote anticrime

Procuradores da Lava Jato depositam no pacote anticrime de Sergio Moro a esperança para manter na Justiça federal ou estadual os casos de corrupção atrelados ao caixa 2, diz O Antagonista.

A proposta enviada ao Congresso inclui a separação dos crimes, para que a Justiça Eleitoral julgue somente delitos eleitorais, deixando as demais infrações para as varas criminais.

Com a tendência do STF de mandar tudo para a Justiça Eleitoral, um dos ministros que ainda não votou teria um argumento já usado por colegas para pedir vista: deixar o Legislativo decidir a questão.

quarta-feira, 13 de março de 2019

A depressão de Lula

O PT, o STF e a imprensa estão em campanha pela prisão domiciliar de Lula.

Segundo O Globo, o chefe da ORCRIM está deprimido:

“Um amigo que o visita regularmente disse à coluna que o ex-presidente está descrente. Lula é católico. Montou um altar com imagens de santos dentro da cela. No pequeno espaço colocou um buda, um orixá, um crucifixo.

Familiares, amigos e advogados acompanham preocupados a tristeza do líder do PT. O receio é de que possa se transformar em algo mais grave e crônico. Na última sexta-feira, a filha Lurian visitou o pai na cadeia. Acompanhada das filhas e de um neto, tentou animá-lo. Lula, normalmente alegre e brincalhão com quem se aproxima, está recluso. Deixou as piadas de lado.”

Na cadeia, ele deixou também a roubalheira de lado.

segunda-feira, 11 de março de 2019

O OBJETIVO DOS LIBERAIS NO GOVERNO

O governo Bolsonaro deve ser defendido.
A melhor maneira de defendê-lo é criticá-lo.
Ninguém melhora sem a crítica constante, racional, embasada e sincera.

No governo Bolsonaro há todo tipo de gente, desde reacionários empedernidos até idealistas libertários.

Certamente, há coletivistas estatistas em todos os escalões do governo, são esses que Bolsonaro precisa neutralizar.

Não é hora de abandonar o governo, mesmo que ele incorra em erros e frustre as expectativas de quem acha que seria fácil diminuir o Estado paquidérmico para transformá-lo em uma jaguatirica ágil e dócil.

A coisa é demorada. Eu mesmo estou angustiado. Mas o governo é um transatlântico e não um jet ski. As manobras são lentas e leva tempo para dar a volta de 180 graus que esperamos.

Não é hora de deixar o governo na mão, mas de apoiá-lo e criticá-lo esperando que a crítica sirva de contribuição para que o rumo tomado se mantenha em direção do que achamos certo.

Não é hora de isentões, esses que aplaudem incondicionalmente sem mostrar ao governo quais os erros que ele vem cometendo. Nem é hora de chutar o balde infantilmente como quem só brinca se puder ditar todo o contexto.

Existem forças ocultas e forças explícitas lutando pelo controle e hegemonia dentro do governo, restará aquele que está de olho no longo prazo, coisa que liberais estão acostumados pois esperaram décadas para verem suas ideias serem finalmente consideradas.

É possível até que ao final, pouco ou nada seja obtido em termos práticos, mas ter as ideias e ideais liberais no cardápio, é algo que até pouco tempo atrás era impensável.

Liberais não são isentões. Nós liberais defendemos o indefensável há gerações.

Quando somos ouvidos, a sociedade prospera.
Quando somos desdenhados, a sociedade empobrece.

A história prova que eu estou certo.
Liberais não são revolucionários que querem mudar o mundo por decreto.
Nossa revolução é capitalista, logo ela é pacífica.

Queremos que o governo se retire gradualmente para que a sociedade se organize espontaneamente.

Cabe ao governo apenas manter a lei e a ordem. Não leis subjetivas ou positivistas. Tampouco a ordem de cima para baixo.

Cabe ao governo apenas proteger os indivíduos para que eles interajam num ambiente de livre mercado, ou seja, o mercado livre da violência.

A Inglaterra levou séculos entre a Carta Magna e a Revolução Industrial. Foi necessário criar uma cultura individualista para a qual contribuíram pensadores como John Locke, entre inúmeros outros.

Os Estados Unidos levaram séculos entre a formação das 13 colônias e a Declaração de Independência. Lá, foi decisiva a participação de gente como Thomas Jefferson, John Adams e James Madison. Pensadores que mesmo divergindo em muita coisa, defendiam acima de tudo a liberdade individual e a propriedade privada. Divergiam mas tinha um ponto em comum, a construção de uma sociedade de indivíduos livres e independentes.

Os avanços no Brasil só serão possíveis quando o espírito coletivista estatófilo for mitigado e os indivíduos tiverem reconhecidos seus direitos inalienáveis.

Não existe o que se conservar atualmente no Brasil. É preciso antes, mudar o ambiente hostil às ideias liberais.

Quando as pessoas se conscientizarem que quem move o mundo é o empreendedor criativo e inovador e que o governo nada cria, sendo seu papel o de proteger da violência quem empreende e quem cria, então podemos bater nas costas dos conservadores para dizer-lhes, tomem a frente, agora há o que ser conservado.

Para finalizar, não confundam as ideias liberais que forjaram o desenvolvimento anglo-americano com as que vingaram na França a partir do pensamento rousseauniano e racionalista enciclopédico.

A diferença entre essas duas escolas é abissal. Quem quiser transitar de uma para a outra, como se não houvesse diferença entre elas, cairá no abismo que as separa.

O Brasil sempre foi influenciado pelo pensamento continental europeu. Aqui, os intelectuais e filósofos sempre tiveram Paris como Meca. Péssima escolha.

Precisamos nos familiarizar com as escolas filosóficas que deram certo.

Esse deve ser o grande objetivo dos liberais no governo, arejar as mentes e transformar o ambiente no Brasil para que possamos concretizar nosso desejo de viver em uma sociedade civilizada e próspera de fato.

Artigo de Roberto Rachewsky, pensador.

domingo, 10 de março de 2019

Jovem magistrada expõe com clareza o alcance da atitude de Bolsonaro ao expor o vídeo

A exposição nua e crua do estado de degradação moral de um povo é meio legítimo e eficiente de elevação do nível de consciência coletiva, na medida em que escancara as entranhas carcomidas do ambiente cultural em que estamos inseridos.
Nos processos judiciais, a prova documental (vídeos, gravações, etc.) tem muito maior poder persuasivo do que a mera prova testemunhal. A oitiva de uma testemunha leva o juiz para a cena do crime de forma indireta, enquanto um vídeo é capaz de transportá-lo diretamente para lá.
Expor a realidade ao grande público pela via visual faz com que haja um deslocamento da posição estratégica do povo no processo de tomada de consciência de sua condição histórica: de mero receptor inerte de discursos políticos ou morais, passa a ser testemunha ocular dos fatos.
É possível despir-se de discursos ideológicos, mas não do ambiente, imagens e influências estéticas a que se é exposto todo o tempo. Os engodos progressistas sobrevivem assim, pois não se trata da adesão racional a uma DOUTRINA, mas da atuação afetiva e profunda em uma CULTURA.
Nesse processo, evidencia-se correta a afirmação de Olavo de Carvalho quando diz que a guerra não é ideológica, mas sim, cultural. O processo de simples persuasão racional, ou seja, o simples discurso ideológico é absolutamente impotente para lidar com tais fenômenos.
Lutar contra o estado de coisas tem menos a ver com convicções e crenças do que com a linguagem, não somente a verbal, mas também a pictórica - a comunicação através de imagens - que domina sonhos e imaginação. Nessa esfera profunda do imaginário atua a guerra cultural.
Por isso, torna-se essencial deslocar a questão do campo da guerra ideológica (persuasão racional ou argumentativa), para o da guerra cultural, mostrando cabalmente a realidade nua e crua, sem tarjas, em vez de apenas discursar sobre ela de forma elegante, polida e aristocrática.
(Texto de Ludmila Lins Grilo. Juíza de Direito)

Encenação de Zé de Abreu é a continuação da patifaria iniciada por Jean Wyllys

"Eles" não tem um ditador, então irão inventar o que puder para provar que estavam certos em ter medo de Jair Bolsonaro.
Esse artista vai provocar o presidente para ser preso e poder usar isso para espalhar a mentira da ditadura brasileira. Assim como o político que fugiu do país mentindo que estava sendo ameaçado por ser gay e por ser oposição.
E depois reclamam que Bolsonaro prejudicou a imagem do Brasil para o mundo expondo a baixaria no carnaval?
Hipocrisia hein... Há anos o país é ridicularizado por tudo o que eles defendem.
Sabem qual o suprassumo da satisfação da esquerda? É que Bolsonaro fosse Maduro.
Porque é tão fácil atacar Maduro, difícil é encontrar motivos de defendê-lo, como o PT faz...
"Eles" fingem que convencem, o povo finge que acredita e a vida vai passando. Dois meses de governo, reformas importantes engatilhadas, mudanças nos diretores das escolas, rigorosidade com os reitores de universidades, investigação aberta no Ministério da Educação.
Dólar estável, gasolina baixou, Petrobrás dando lucro, líderes de facções presos sem regalias e visitas, a Força Nacional acalmou as represálias dos bandidos inconformados com as transferências dos chefes, sem matar ninguém.
Nenhum negro voltou pra senzala. Nenhum gay voltou pro armário. Nenhuma mulher voltou pra cozinha.
texto de Raquel Brugnera, Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político - Universidade Estácio de Sá - RJ.
(via Jornal da Cidade Online)

A vitória da Mangueira é a vingança do tráfico!

Acabou o carnaval. As escolas campeãs já são conhecidas. Maravilha!
Lentamente, o Brasil sai da ressaca e começa a andar. Não assisti os desfiles. Não tenho mais paciência… Só vi pequenos pedaços mostrados em telejornais.
Em São Paulo, vi Jesus levar uma baita surra de satanás. Ficou por isso mesmo. Da CNBB, nenhuma palavra em sua defesa. Nossos bispos nem parecem cristãos. O assunto não é com eles. Será que Cristo realmente existiu?
Quando lhes convém, nossos bispos permanecem quietos. Sua omissão tem sabor de concordância. Pobre, mas sempre esperta, igreja católica…
A mim me chocaram as cenas mostradas pela campeã carioca. A comissão de frente já revelava o que viria a seguir. Transformava algumas de nossas importantes figuras históricas em anãos.
Logo depois, Caxias era tratado como um carniceiro, provavelmente numa crítica à sua participação na Guerra do Paraguai. Convém relembrar, só de passagem, que naquele conflito morreram simplesmente cerca de sessenta mil brasileiros.
Pouco depois, em um dos carros, lia-se “ditadura assassina”, em alusão ao período dos presidentes militares. O alvo, obviamente, era o Exército.
Fiquei imaginando tratar-se de uma reação ao governo recém-empossado, até surgir na tela a figura da viúva de Marielle.
Caiu a minha ficha. Marielle defendia traficantes; as Forças Armadas foram mandadas a intervir no Rio em 2018, atrapalhando o milionário negócio do tráfico; e como o tráfico patrocina as escolas de samba… Eureka! Vinguemo-nos dos milicos!
E nada melhor do que um desfile de escola de samba para a vingança ser completa. É um crime perfeito. Afinal, trata-se de uma manifestação cultural. Ai de quem criticá-la.
Quem não concordar terá contra si todos os intectualóides tupiniquins, toda a imprensa amestrada, todo o meio artístico, além da classe média carioca, cujos filhos dependem do fornecimento de crack, de cocaína, de maconha e de outros quetais.
Pensando bem, creio que a CNBB tem um pouco de razão…
Enquanto isso, os bombeiros continuam procurando corpos em Brumadinho. Mas deixa prá lá. Nossos heróis são outros.
(Texto de Hamilton Bonat. General de Brigada)
publicado originalmente no Jornal da Cidade Online

sábado, 9 de março de 2019

Gleisi, além de mentirosa, é picareta

A deputada petista Gleisi Hoffmann é realmente uma pessoa humana de péssima qualidade, desprovida de caráter, idoneidade e o mínimo de lisura, registra o Jornal da Cidade OnLine.
Recentemente, a pilantra - é assim que ela deve ser tratada - ingressou com uma infame e descabida ação indenizatória por danos morais contra o Jornal da Cidade Online.
A dissimulada e execrável figura alegava que uma notícia publicada no Jornal da Cidade Online a respeito do atentado contra o presidente Jair Bolsonaro, era falsa.
Em audiência conciliatória as partes fizeram um acordo. Sem que houvesse a análise do mérito da ação, o Jornal da Cidade Online concedeu a Gleisi o Direito de Resposta, uma prática comum em qualquer veículo de comunicação democrata.
Em contrapartida, Gleisi desistiu da ação e dos pedidos de indenização e retratação.
Não houve julgamento. Não houve vencedor na contenda judicial.
As partes fizeram uma composição, uma conciliação.
Entretanto, demonstrando o quanto é "picareta" e "sem vergonha", a deputada fez postagens nesta quinta-feira (7) propagando que havia vencido o Jornal da Cidade Online na ação judicial.
Mentira deslavada. Gleisi nunca ganhou nenhuma ação do Jornal da Cidade Online. Mero Fake News desta senhora repugnante.
O Jornal da Cidade Online agora vai ingressar com ação judicial contra esta infame parlamentar.
Gleisi terá que pagar por sua pilantragem e indecência. Também terá que se retratar.
Aguardem!
Abaixo a sentença do acordo, que desmente a narrativa da deputada mentirosa:



texto de José Tolentino, Jornalista. Editor do Jornal da Cidade Online.

O sindicato de pelegos e o fim da farra

Antes eram conhecidos como sindicatos de ladrões, retratados no filme que conta a história de Johnny Friendly, gangster e diretor do sindicato dos operários das docas de Nova York e assassino confesso de um concorrente com medo dele delatar a corrupção existente no sindicato para a Comissão do Crime, outra associação corrupta e também criminosa.
Magistralmente interpretado por Marlon Brando, o filme narra a história desse assassinato mostrando o medo dos trabalhadores com os capangas de Johnny e a luta de Brando para derrubar a liderança sindical da época. Dirigido por Elia Kazan, o filme foi considerado como o envolvimento da Máfia com os sindicatos americanos, muito embora alguns o tenham como a luta de um homem contra o “poder” instituído pelos sindicatos e pelos seus dirigentes.
No Brasil, os líderes sindicais não são conhecidos como gângsteres, mas sim como pelegos, termo que significa, na gíria operária, capacho, espécie de gente dominada por outras para fazer coisas contra a sua própria vontade. Tampouco são conhecidos como ladrões, com exceção de uma minoria, que, embora dominante, não chega a generalizar.
A palavra pelego, a partir do seu sentido figurado, teve início na década de 1930, com o surgimento da Lei da Sindicalização. Na época os pelegos passaram a ser conhecidos como os líderes sindicais a serviço do governo, servindo como elo de ligação entre este e as entidades. Na ditadura passaram a atuar contra os trabalhadores, servindo-se dos sindicatos como instrumento de subsistência para si e suas famílias, ganhando sem trabalhar.
Com a chegada do PT ao poder, essas entidades se multiplicaram tanto que passamos a ser considerado uma república sindicalista, graças ao esquema montado por Zé Dirceu e alguns notórios pelegos, com apoio de gente como Roberto Jefferson, do PTB e Paulinho da Força, este último conhecido como o maior pelego do país depois de Zé Dirceu.
Em um país com as relações trabalhistas e sindicais fortemente controladas pelo estado – reflexo do fascismo de Getúlio Vargas, criador da Lei da Sindicalização (1931) e da CLT (1943) – a criação de sindicatos aumentou continuamente nos últimos anos.
De acordo com o Ministério do Trabalho, temos neste momento 16720 sindicatos com registro ativo, sendo 11478 de trabalhadores e 5242 de empregadores, fora confederações, federações e centrais sindicais. Somente em 2017 foram abertos 289 novos sindicatos no país.
Esse excessivo volume de entidades pelegas era sustentado pela “contribuição” (imposto) sindical, recolhida obrigatoriamente pelos empregadores no mês de janeiro e pelos trabalhadores no mês de abril de cada ano – e extinta pela reforma trabalhista que entrou em vigor no dia 11 de novembro de 2016. Os sindicatos receberam nesse ano R$ 3,5 bilhões dos trabalhadores. Em 2017, a soma chegou a R$ 3,54 bilhões.
Com a chegada de Bolsonaro ao poder uma enorme esperança surgiu. O pacote anticrime de Sérgio Moro e a medida provisória que aboliu a contribuição sindical obrigatória podem inibir a corrupção e destruir de vez a república sindicalista.
Segundo o site Auditoria Cidadã de Dívida, a dívida pública federal brasileira fechou 2018 com R$ 5,52 trilhões de prejuízo, apesar do pagamento de R$ 1,066 trilhão de juros no mesmo ano. A cada dia pagamos R$ 2,9 bilhões da dívida. Se não fizermos nada, essa dívida vai explodir.
Bolsonaro fez bem em acabar com a farra dos sindicatos e com a absurda renda da pelegada. De agora em diante, caso essa decisão seja mantida, a pelegada, para sobreviver, só tem um jeito: trabalhar.
texto de Luiz Holanda, advogado e professor universitário

Parlamentares receberão mais de R$ 13 mil por 12 dias de "folga" no Carnaval

O site Congresso em Foco informa que, nessa quinta-feira, 7, dos 594 deputados e senadores, apenas 21 marcaram presença no Congresso. Isso porque a grande maioria resolveu emendar o recesso de Carnaval e totalizar 12 dias sem votações nas casas legislativas.
"Os parlamentares recebem R$ 33.763 mil por mês, considerando o salário bruto, sem descontos. Apenas em vencimentos, cada congressista ganha R$ 1.125,43 por dia, mais que um salário mínimo, que é de R$ 954. Pelo feriado prolongado de 12 dias sem trabalhos legislativos, cada congressista deve embolsar R$ 13.505,46."
Segundo estimativa da ONG contas abertas, o custo da semana não trabalhada será de aproximadamente R$ 207,12 milhões aos pagadores de impostos.

“Gilmar não tem nenhuma condição de se manter mais como ministro do STF”

Modesto Carvalhosa apresentará ao Senado na próxima semana um novo pedido de impeachment de Gilmar Mendes.

O jurista usará como base o pedido de impedimento do ministro feito pela Lava Jato, e obtido em primeira mão por O Antagonista na última quarta-feira.

Em vídeo, Carvalhosa diz que “a promiscuidade do ministro Gilmar Mendes com os réus que são beneficiados com suas concessões de habeas corpus fica mais uma vez evidente”.

E acrescenta:

“O ministro Gilmar Mendes não tem nenhuma condição de se manter mais como ministro do Supremo Tribunal Federal.”

sexta-feira, 8 de março de 2019

Silêncio na magistratura

Até a tarde desta quinta-feira (07), nenhuma entidade representativa ligada ao Judiciário veio a público se manifestar sobre o pedido da força-tarefa da Lava Jato para afastar Gilmar Mendes de ações relacionadas a Paulo Vieira de Souza e Aloysio Nunes no STF.

Questionadas por O Antagonista, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) silenciaram.

Seus dirigentes aguardam os próximos capítulos do caso. Cabe à PGR a decisão sobre pedir ou não ao STF o impedimento ou a suspeição do ministro. O órgão informou, por meio de sua assessoria, que a representação da força-tarefa será analisada.

terça-feira, 5 de março de 2019

Guaidó pede que militares detenham ‘coletivos’

Em seu retorno à Venezuela, Juan Guaidó fez um apelo para que o Exército do país detenha os chamados “coletivos” –grupos paramilitares que apoiam a ditadura chavista, publica O Antagonista.

Segundo a publicação, esses grupos tiveram papel central na repressão à tentativa de entrada de ajuda humanitária no país, em 23 de fevereiro.

Guaidó chamou os “coletivos” de “última linha de defesa” de Nicolás Maduro. Com isso, o líder da oposição evita atribuir responsabilidade direta pela repressão às Forças Armadas, de cujo apoio ele ainda precisa.

Jair Bolsonaro defende ‘Lava Jato da Educação’

Jair Bolsonaro passou a manhã desta segunda defendendo, no Twitter, mudanças na educação, inclusive com investigação dos órgãos do governo sobre a aplicação dos recursos públicos na área.

“Em 2003 o MEC gastava cerca de R$ 30bi em Educação e em 2016, gastando 4 vezes mais, chegando a cerca de R$130 bi, ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA)”, postou o presidente.

“Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União, criaram a Lava-Jato da Educação.”

“A agenda globalista mira a divisão de classes. Pessoas divididas e sem valores são facilmente manipuladas. Mudar as diretrizes ‘educacionais’ implementadas ao longo de décadas é uma de nossas metas para impedir o avanço da fábrica de militantes políticos para formarmos cidadãos.”

Bancada sindical não desiste

Irritados com a MP de Jair Bolsonaro que proíbe a contribuição sindical, deputados da ‘bancada sindical’ preparam reação, segundo registro do O Antagonista.

Eles pretendem incluir no texto a chamada “contribuição negocial”, autorizando que sindicatos possam aprovar em assembleia a cobrança dos trabalhadores.

Também querem criar um ‘Conselho Nacional de Autorregulação Social’.

A dança do aparelhamento

O ex-ministro Osmar Serraglio quer ser diretor jurídico de Itaipu, mas terá de tirar do cargo Cezar Ziliotto, apadrinhado de Gilmar Mendes, informa a Crusoé.

Quem vencerá essa briga? Aguardem os próximos capítulos.

A vida nababesca dos filhos da ‘elite bolivariana’

Enquanto cidadãos comuns comem lixo na Venezuela, María Gabriela Chávez, filha de Hugo Chávez, esconde uma fortuna de US$ 4 bilhões em bancos americanos e europeus, segundo a Forbes.

Os exemplos se repetem na ‘elite bolivariana’:

– Rosinés, a caçula, estuda em Sorbonne e posta nas redes sociais fotos com celebridades e carros de luxo. Numa delas, exibia um ‘leque de notas de dólar’, lembra o Estadão.

– Huguito, único filho de Chávez, passa o tempo com amigos em ilhas do Caribe, para onde viaja em aviões do Estado.
– Daniella Cabello, filha de Diosdado, um dos homens mais importantes do chavismo, é socialite. Enquanto Nicolasito, filho de Nicolás Maduro, se elegeu deputado, mas prefere coordenar uma escola de cinema e uma agência de propaganda ligada à vice-presidência.
– Os enteados de Maduro, Yoswal e Walter Flores, gastam com viagens, carros e motocicletas.

segunda-feira, 4 de março de 2019

Mais de 100 militares no 2º e 3º escalões do governo Bolsonaro

Levantamento feito pelo Estadão mostra que pelo menos 103 militares ocupam cargos comissionados de ministérios, bancos federais, autarquias, institutos e estatais no governo Jair Bolsonaro.

Os militares terão como desafio gerir áreas que estão além daquelas associadas a eles, como infraestrutura, ciência e tecnologia.

No Turismo, por exemplo, o ministro Marcelo Álvaro Antonio foi orientado pelo Planalto a nomear um militar da Marinha para o posto de corregedor e um coronel do Exército para o Departamento de Política e Ações Integradas.

domingo, 3 de março de 2019

Lula não merece o respeito de ninguém (veja o vídeo)

Na primeira saidinha desde que foi preso em abril de 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva descumpriu o acordo que fez com a Justiça, segundo registro do Jornal da Cidade.
O compromisso acordado era de que não haveria nenhuma manifestação política.
É evidente que Lula descumpriu.
No vídeo abaixo, o respeitado jornalista Políbio Braga conta detalhadamente como tudo ocorreu.
Veja o vídeo:

A natureza do cínico...

Cínico não sente a nossa dor. Não conhece o amor. Não respeita fronteiras, medidas ou limites.
Não se importa com nada que não seja do seu interesse.
É um amoral que afronta ostensivamente e sem limites éticos todas as convenções e conveniências de honra, integridade ou nobreza sociais.
O cínico é um frio!
Indecoroso, indiscreto, desonesto.
Não conhece a integridade. É um doente. E como tal deve ser tratado. Com respeito humano incondicionalmente! Mas sem flexibilização nos seus atrevimentos ou anistia das suas má-condutas pessoais.
Sempre que pode, ou quando pode, o cínico revela seu mau caráter. Pouco importa a hora ou o lugar!
Não podemos dar autoridade para que esse “tipo” nos tire o sentimento de humanidade ou a nobreza de amar ao próximo.
artigo de Luiz Carlos Nemetz, Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.

Bolsonaro repete padrão estratégico que confunde os inimigos e o fez chegar onde chegou

Por que o presidente escreve nas palmas das mãos?
Bolsonaro repete um padrão estratégico que confunde os inimigos e o fez chegar onde chegou. Eu explico:
Numa entrevista dada à uma emissora de TV, Bolsonaro escreve algo em sua mão, possivelmente um tema que ele gostaria de abordar, nada de mais, coisa comum, mas como tudo o que ele faz gera polêmica, isso virou manchete nos sites: "a cola de Bolsonaro".
Perspicaz, na outra semana aconteceria uma sabatina no Jornal Nacional, o que ele fez?
Previsível, não é? Hoje entendemos que sim.
Ele escreve na mão 3 palavras porque sabia que a internet especularia o assunto.
No dia seguinte vimos a foto da mão rabiscada em todos os sites e podemos ler o que ele tinha escrito, opositores questionaram quão burro é um homem que escreve nas palmas das mãos para não esquecer, mas a pergunta era outra: "quão burro é um homem que ajuda a espalhar a propaganda política de seu opositor?".
DEUS - FAMILIA - BRASIL
Era o que estava escrito na palma de sua mão.
É tipo a Pepsi tentar fotografar a fórmula secreta da Coca-Cola e encontrar escrito "Todos os ingredientes que a Pepsi não usa."
Vemos esse padrão de comportamento novamente se repetindo depois de eleito.
Ele sabe que todas as suas atitudes serão potencializadas e replicadas até chegarem aos olhos e ouvidos do resto do mundo, então mais uma vez Jair "escreve na palma da mão" e a imprensa espalha que o presidente deu super poderes para o ministro Sérgio Moro, mas quando recebeu críticas de seus eleitores quanto uma nomeação feita pelo ministro, o presidente mandou o ministro exonerar.
De que forma o mundo interpreta isso?
Temos brasileiros fora do país dando entrevistas cercado de seguranças, fazendo o teatro de "exilado político" com medo da ditadura militar que está instaurada no Brasil. Como assim "ditador"?
Já viram um ditador convidar um membro da oposição para o diálogo?
Já viram um ditador voltar atrás quando a decisão não é bem aceita pelo povo?
Ditadores não se rendem à pressão popular!
A imprensa e a oposição estão perdidos no dilema "Bolsonaro é DITADOR ou é REFÉM DAS REDES SOCIAIS?" ainda não sabem como conceituá-lo e do que irão acusá-lo, porque os dois conceitos num homem só é impossível.
Não conseguem perceber o básico:
Bolsonaro quer manter o apoio popular que lhe rendeu milhões de votos. Ele não tem obrigação de agradar a oposição e a imprensa, ele só quer agradar quem o fez chegar ao poder, os demais ele conquista aos poucos, provando que tudo o que falaram dele era só um temor político.
DEMOCRACIA - PODER - POVO
É o que ele tem escrito nas palmas das mãos.
Espalhem!
artigo de Raquel Brugnera, Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político - Universidade Estácio de Sá - RJ.

sábado, 2 de março de 2019

Gilmar telefonou para Lula no velório

Gilmar Mendes telefonou para Lula neste sábado para prestar condolências pela morte do neto Arthur, diz a Folha.

Segundo o jornal, Lula e o ministro do STF choraram a ponto de a conversa ter de ser interrompida.

“Um dos amigos do petista, que estava ao lado dele, pegou o telefone e terminou a conversa com Mendes”.

"O ENIGMA BRASIL"

Em artigo no Estadão, o cientista político Murillo de Aragão afirma que é necessário desvendar “o enigma Brasil” para atrair investidores e visitantes ao país.

“A imensa maioria nada sabe sobre o País ou se informa apenas pelo noticiário, que quase sempre é negativo. Na linha tradicional de que good news are bad news. Basicamente porque o Brasil quase nada faz para divulgar – de forma consistente – o que se passa aqui. Não temos uma estratégia de contato com formadores de opinião internacionais nem damos o devido valor à criação de uma rede de informações sobre o País. Países como a China e a Rússia, por exemplo, têm estruturas permanentes de divulgação sobre o ambiente de investimentos em seu território (…).

Assim, além do aprofundamento do processo de reformas, temos de desvendar o enigma Brasil para investidores e visitantes. E se não soubermos contar nossa história, alguém a contará por nós, e quase sempre de maneira negativa. Para tal, a questão da imagem do País deve ser abordada de forma estratégica. Sem esconder nossos problemas. Mas mostrando a realidade de nossos avanços.”

Congresso paga viagens e parlamentares emendam Carnaval

Embora o feriado prolongado de Carnaval só comece amanhã, ao menos dez deputados e senadores emendaram ou pretendem emendar os dias de folga com viagens ao exterior pagas com dinheiro público, revela reportagem publicada nesta sexta-feira (1º) pelo jornal "O Estado de S.Paulo". O principal destino foi Barcelona, na Espanha, um dos locais mais turísticos da Europa.

A cidade recebeu, até ontem, o Mobile World Congress, evento sobre tecnologia que atraiu o interesse de nove parlamentares. Entre eles o senador Espiridião Amin (PP-SC) e a mulher dele, a deputada federal Ângela Amin (PP-SC). Nas redes sociais dela é possível assistir a um vídeo do senador se divertindo com óculos de realidade virtual durante o evento.
Câmara

Senado e Câmara pagaram todos os gastos da viagem do casal. Os valores do ingresso para participar do evento variavam de 799 euros a 4.999 euros. Uma passagem de Brasília a Barcelona não sai por menos de R$ 2,5 mil.


A assessoria de imprensa do senador justificou a viagem com o fato de ele integrar a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e que sua participação no congresso “oportuniza o aprofundamento dos debates sobre a evolução e o futuro de importante setor na conjuntura nacional e internacional”. Já a dela afirma que a deputada faz parte da Comissão de Tecnologia e Inovação da Câmara. 

O senador nem a deputada têm projetos relacionados ao tema do evento.

Justiça autoriza Lula a deixar a prisão para ir ao velório do neto em SP

A Justiça Federal autorizou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ir ao velório do neto. Arthur Lula da Silva, de 7 anos, morreu nesta sexta-feira (1º) vítima de meningite meningocócica, em São Paulo, segundo registro do portal G1.

Em nota, a Justiça Federal informou que a íntegra da decisão não será divulgada:

"Foi autorizada a participação de Lula no velório e que, a fim de preservar a intimidade da família e garantir não apenas a integridade do preso, mas a segurança pública, os detalhes do deslocamento serão mantidos em sigilo".

O processo de execução penal do ex-presidente está sob sigilo. Mais cedo, o Ministério Público Federal deu parecer favorável à saída.

O velório do corpo de Arthur teve início por volta das 22h no Cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo.

O pedido feito pela defesa citava o artigo 120 da Lei de Execução Penal, que diz que "os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão".

Na petição, a defesa de Lula se compromete "a não divulgar qualquer informação relativa ao trajeto que será realizado". O velório ocorre a partir da noite desta sexta no cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo (SP).

Ida de Lula para enterro do neto é ‘questão da Justiça’, diz Mourão

Hamilton Mourão disse que a liberação de Lula para participar do enterro do neto é “uma questão da Justiça”, segundo registro do site Metrópoles.

“É uma questão da Justiça, e devemos aguardar que decidam.”