quarta-feira, 1 de abril de 2020

A esquerda é perversamente mais letal do que o coronavírus

Embora estejamos compreensivelmente preocupados com a pandemia do coronavírus, há outras preocupações que deveríamos ter em mente nesse momento, e isso tendo em vista o futuro.
Dentre essas preocupações eu mencionaria os danos que podem ser causados pelos incansáveis oportunistas da esquerda, uma vez que o prejuízo que eles são capazes de causar sobre a economia é maior do que o estrago que o coronavírus vai causar sobre a saúde.
A letalidade da esquerda sempre foi mais assustadora do que qualquer doença. O socialismo, ao longo do século XX, exterminou mais vidas do que qualquer vírus.
Por exemplo, no “Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão” (1999), encontramos que os regimes comunistas ceifaram brutalmente em torno de 100 milhões de vidas ao longo do século XX (alguns propõem números ainda mais elevados). Como é colocado no livro, “os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo".
Por outro lado, quando analisamos a terrível “gripe espanhola”, talvez a mais devastadora doença do século XX, vemos que ela perde vergonhosamente para o comunismo.
Embora os dados variem, sendo que é justamente difícil obter dados precisos de países socialistas (os quais são fechados e ocultam, mascaram seus dados – vide o que fez a China recentemente quanto aos dados do coronavírus, o que agravou mortalmente a situação), a gripe espanhola teria afetado metade da população mundial nos anos 1918/19, causando em torno de 20 milhões de mortes.
Em verdade, regimes socialistas são eficientes em exterminar vidas. Não apenas isso, seus prosélitos são ou “idiotas úteis” ou perversamente ardilosos.
Embora a maioria de seus adeptos possa ser enquadrada na categoria “idiota útil”, creio que devemos temer uma minoria perversamente ardilosa, a qual frequentemente se intitula “social democrata” (de esquerda).
Por que devemos temê-los?
Ora, porque eles ocupam posições relevantes no meio artístico, na política, no judiciário, na grande mídia e, claro, em nossas universidades. Portanto, suas ações não são inócuas: são terrivelmente lesivas para a sociedade. E ainda há um agravante: eles se apresentam sempre como “justiceiros sociais” preocupados com as pessoas e com a sociedade.
Recentemente, por exemplo, muitos desses oportunistas têm se aproveitado do atual estado de coisas para, ao invés de se unir à sociedade em uma luta para mitigar os efeitos do coronavírus (na saúde e na economia), levar adiante suas pautas, especialmente sua guerra contra o atual governo federal.
Não apenas contra o atual governo, mas sobretudo contra alguns dos pilares da civilização ocidental, dos quais destaco a ‘liberdade econômica’. Sim, a liberdade econômica está sob intensa ameaça nesse momento (na verdade, ela nunca esteve segura, carecendo continuamente de proteção – nesse momento mais do que nunca).
Primeiramente, cabe destacar que a esquerda tem em uníssono utilizado de todos os acontecimentos para demandar o fim do governo Bolsonaro, um governo, segundo eles, “neoliberal”, “conservador”, etc. Na verdade, trata-se de um governo que resiste heroicamente aos ataques da esquerda, ataques que se intensificaram desde 2018, ocasião em que Bolsonaro mostrou que era realmente uma ameaça à agenda da esquerda no Brasil.
Portanto, não surpreende que essa mesma esquerda siga (assim como seguirá) tentando desestabilizar o governo, ainda que com prejuízos terríveis para a sociedade.
E esse é um ponto a ser observado: a esquerda adota uma postura sempre destrutiva. Como disse recentemente um deputado do Psol (em uma festa do PT, com a participação dos partidos mais representativos da esquerda brasileira), “temos que destruir o governo Bolsonaro”.
Portanto, não se enganem: a esquerda não está preocupada com a saúde pública ou com a economia. Eles estão diuturnamente tramando estratégias para usar da maneira mais eficiente e destrutiva essa pandemia. E isso com o propósito, aqui no Brasil, de “destruir o governo Bolsonaro”.
Logo, para eles quanto maior o número de mortos, tanto melhor. Quanto maior o dano à economia, tanto melhor. Por essa razão um de seus ungidos do meio acadêmico recentemente disse em entrevista que, “se essa crise tiver como efeito colateral a corrosão, a destruição, a redução a pó dessa direita populista, ela não terá sido totalmente perdida”.
Eis a perversidade, a malignidade da esquerda: para seus prosélitos não importa quantos morrerão, quantos sofrerão. O que importa é destruir seu inimigo (nesse caso, o governo Bolsonaro).
Stalin, Pol Pot, Mao Tsé-Tung, ficariam muito orgulhosos de seus herdeiros. Afinal, eles ainda seguem diligentemente o projeto de seus “heróis”.
Nesse sentido, gostaria de destacar apenas duas notícias advindas de minha lânguida ‘alma mater’ (UFPEL), as quais indicam em que medida devemos, sim, nos preocupar com coisas ainda piores do que o coronavírus, coisas mais perniciosas que o próprio vírus (cuja letalidade é baixa).
Em primeiro lugar, vemos nossas universidades usando da atual pandemia para criticar o fato de o MEC estar reduzindo as bolsas oferecidas às universidades (aos seus programas de pós-graduação), as quais já possuem, cabe notar, orçamentos bilionários. Segundo nossos gestores, bem como sindicatos (e considerável parte da comunidade acadêmica), é uma “incoerência” o MEC “ampliar corte de bolsas no momento em que o país mais precisa de investimentos em pesquisa”.
Aqui temos alguns dos dogmas da esquerda. O primeiro deles é o de que o ensino em nossas universidades públicas é “gratuito”. O segundo é o de que “dinheiro dá em árvores”, de tal forma que é sempre possível demandar mais recursos, os quais seriam, segundo seu discurso, ilimitados (inexiste escassez na Utopia esquerdista).
Desse último dogma vem seu uso ineficiente dos recursos. Afinal, se não há escassez não há razão para contingenciarmos gastos, certo? Somente quando nossos recursos são limitados é que os usamos inteligentemente.
Além disso, temos o dogma de que a sociedade civil depende de nossas universidades, das pesquisas que são realizadas nelas. Portanto, caberia ao Estado um dispêndio cada vez maior em “pesquisas” realizadas em nossos Campi.
Ora, tal dogma é refutado de forma indisputável pelo Professor Terence Kealey, especialmente em duas obras: “The Economic Laws of Scientific Research” (1996) e “Sex, Science and Profit” (2008).
A leitura dessas obras nos mostra, dentre outras coisas, que:
1. A ciência na maior parte das vezes não precede o desenvolvimento tecnológico: Em geral é o contrário;
2. O investimento de recursos públicos (tomados dos pagadores de impostos) em pesquisas não supera a eficiência do investimento privado.
Por mera ignorância ou perversa má fé nossos gestores insistem em demandar mais recursos, e isso mesmo no atual contexto de pandemia, sendo que eles pouco (ou nada) têm contribuído no combate a essa pandemia (estariam eles dispostos, por exemplo, a ceder 20% de seus proventos para que esses recursos sejam investidos na luta contra o coronavírus? Imagino que saibamos a resposta. Ou seja, se o governo tomar essa medida – a meu ver acertada - certamente ouviremos muito choro e ranger de dentes).
Mesmo assim discursam como se, ao receberem mais alguns milhões do MEC, fossem desenvolver a vacina contra o coronavírus. Diante do atual estado de coisas, por exemplo, Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul e uma empresa de bebidas refrigerantes se uniram, em Pelotas/RS, para produzir álcool gel. Agora, me pergunto: será que é para isso que investimos bilhões de nossos impostos em instituições de ensino superior? Para que produzam alguns litros de álcool gel? O mercado não se encarregaria, por si só, de perceber sua demanda e, então, o produzir (com bons preços na medida em que houvesse concorrência)? E não surpreende que nesse mesmo contexto vejamos nossos gestores afirmando que “venceremos a pandemia de coronavírus através da ciência e tecnologia ... o investimento nestas áreas deve ser contínuo ... A ciência vai nos salvar, mas para que ela nos salve de futuras pandemias precisamos que o investimento seja cada vez maior” (sim, vão vencer a pandemia produzindo alguns litros de álcool gel).
Novamente, aqui é altamente recomendável a leitura dos livros de Kealey. A afirmação citada acima não é apenas falaciosa, mas demanda do Estado um investimento que seria mais eficientemente aplicado se oriundo da iniciativa privada. No caso do coronavírus, ainda não há vacina, mas nesse instante a corrida está em andamento, tendo à frente indústrias farmacêuticas como a alemã CureVac e o Galilee Research Institute (Migal), situado em Israel.
Em segundo lugar, ainda há aqueles que aproveitam para demandar mais Estado mediante a atuação do SUS. Aproveitando a “onda” de estatizações de hospitais privados que vem ocorrendo em países afetados pelo coronavírus, alguns de nossos ungidos aqui na UFPEL recentemente voltaram a entoar seus mantras quanto ao nosso SUS. Inicialmente, sempre atribuem os problemas do SUS à corrupção e ao mau uso dos recursos, nunca cogitando que os SUS pode ter problemas que lhes são inerentes, alguns dos quais visíveis para aqueles que a ele recorrem, como filas, estrutura precária, falta de aparelhos e medicações, etc. Mas, de acordo com nossos “justiceiros sociais” o SUS é um sistema igualitário: oferece “gratuitamente” acesso à saúde àqueles que mais necessitam.
Bom, em primeiro lugar “não existe almoço grátis”. Tal como ocorre com nosso ensino “gratuito”, o SUS tem um custo bilionário. E, diferentemente do que afirmam nossos “justiceiros sociais”, são os mais pobres que pagam mais tanto pelo ensino “gratuito” quanto pelo acesso “gratuito” à saúde. E isso por uma razão simples: dado nosso problemático sistema tributário são os mais pobres que mais pagam impostos (relativamente aos seus proventos). E, vejam a “gratuidade” da educação e da saúde: Em Dezembro/2019 o Senado aprovou (para 2020) 95 bilhões para a educação e 125.6 bilhões para a saúde. Esses bilhões não surgirão por geração espontânea: sairão dos proventos dos pagadores de impostos, especialmente dos menos aquinhoados.
Portanto, não há “justiça social” aqui. O que temos é uma situação em que os mais pobres subsidiam sistemas de ensino e saúde bilionários. E quanto ao sistema de saúde, os mais saudáveis (independentemente de seu status social/econômico) pagam pelos menos saudáveis (independentemente de seu status social/econômico).
Na verdade, a maior parte da população dificilmente precisa recorrer ao sistema de saúde, embora continuamente pague (mediante impostos) muito por ele. Portanto, se houvesse a intenção de realmente lidar com a pobreza, a solução seria aquela que se mostrou efetiva empiricamente: assegurar a liberdade (econômica) e o afastamento do Estado (e das altas cargas tributárias consequentemente). Isso significa o Estado deixar o monopólio da saúde, permitindo a livre concorrência, ou seja, não regulando o mercado da saúde.
Conforme autores tais quais Milton Friedman e Mises perceberam, dentre as consequências perversas do monopólio estatal na saúde, temos que as instituições caritativas (privadas) foram perdendo espaço conforme o Estado foi assumindo o monopólio da saúde. E tais instituições foram, e algumas ainda o são, essenciais para a resolução de problemas sociais referentes à saúde (e elas o fazem alocando da forma mais racional os recursos, para evitar desperdício e falta).
O Estado, por sua vez, gasta muitíssimo para oferecer um serviço péssimo. Isso ocorre por algumas razões, dentre as quais está o fato de que para o SUS qualquer tratamento implica em gastos, ao passo que para a iniciativa privada qualquer tratamento implica em uma forma de se obter receita (lucro).
Daí o interesse em oferecer o melhor serviço com o menor custo, isto é, o uso racional dos limitados recursos disponíveis. Mas do ponto de vista dos nossos “justiceiros sociais”, a oferta dos serviços de saúde é “gratuita”, o que acaba por engendrar a ilusão de que serviços oferecidos pelo SUS são “infinitos”. Sim, pois se os recursos são ilimitados (não há escassez), então os serviços podem ser ilimitados, não é mesmo? Essa é uma das falácias centrais dos defensores do SUS. Mas a realidade acaba por mostrar que a escassez existe. Não vivemos em Utopia. E esse é um ponto em comum entre os defensores do SUS e aqueles que demandam recursos ilimitados para nossas universidades. Eles não acreditam na escassez. Além disso, ao insistirem que a saúde é um “direito”, eles criam a ilusão de que a oferta de serviços na área da saúde é ilimitada, que podemos ter acesso a qualquer serviço que desejemos. (Aqui eu recomendaria uma palestra de Mises, proferida em abril de 1950 na University Club of New York, intitulada “Políticas conciliatórias levam ao socialismo”, a qual esclarece o que estou dizendo). Mas qual a razão de uma economia de livre mercado, mesmo no que concerne à saúde, ser mais eficiente? Ora, porque ela atua a partir de um sistema de preços, o qual fornece informações quanto à demanda e disponibilidade de um serviço. Mas dentro de um “modelo socialista de saúde” vige o caos e a confusão. A ilusão do serviço gratuito e ilimitado leva muitos, por exemplo, a procurarem o SUS sem uma real necessidade (em uma demanda irrestrita). Um dos efeitos desse fato é o surgimento de longas filas de espera e na alocação irracional de recursos. Vejam: a falsa ideia de “gratuidade” leva, inevitavelmente, a um uso irresponsável do serviço supostamente gratuito. Isso ocorre na educação e na saúde.
Em verdade, não há “modelo socialista de saúde” que tenha dado certo. Pensemos, por exemplo, no Canadá. Segundo um estudo de 2014, do Fraser Institute, “Ministros da Suprema Corte do Canadá afirmaram que os pacientes do país estão morrendo em decorrência das listas de espera utilizados para os serviços de saúde universalmente acessíveis”. E quanto aos britânicos? Em uma reportagem da BBC foi revelada uma carta subscrita por 68 médicos britânicos, a qual foi enviada para a então primeira-ministra, na qual eram detalhadas as condições desumanas que se tornaram comuns no National Health Service (o SUS dos britânicos). E quanto a Cuba? Basta uma visita ao site ‘The Real Cuba’, administrado por George Utset, para que tenhamos uma ideia da tragédia cubana. Em suma, em qualquer modelo socialista a miséria é a regra. Nele a demanda é sempre ilimitada, ao passo que a realidade sempre se impõe mostrando um fato inescapável, qual seja, o fato da escassez. Se, por exemplo, acreditarmos que nossos recursos são ilimitados, iremos inevitavelmente à falência, pois a fatura ao final do mês vai nos mostrar a realidade, a saber, que nossos recursos são limitados (e que fizemos um uso irracional e irresponsável deles). Por isso, dada a escassez, o sistema de saúde precisa de critérios objetivos para alocar seus limitados recursos, e tais critérios são oferecidos pelo mercado.
Além disso, esse modelo socialista se estende para os planos privados, uma vez que o Estado, se espraiando para além do SUS, impõe inúmeras regulamentações para os planos privados de saúde, coibindo a livre concorrência. Sim, o mercado dos planos de saúde é profundamente regulado pelo Estado, o que impede a livre concorrência. Se vigesse livre concorrência no âmbito dos planos de saúde, as seguradoras com melhores planos e condições para seus profissionais prosperariam inevitavelmente. Mas muitas vezes, em virtude da intervenção estatal que coíbe o livre mercado, planos privados são quase tão ruins quanto o SUS, o que tem levado muitos médicos a se descredenciarem desses planos. Como o Estado decide quem entra no mercado, ele acaba por impedir a livre concorrência.
Em suma, um burocrata do Estado não é o melhor gestor em educação e saúde.
Outro ponto que caberia mencionar se refere à responsabilidade, algo inerente dentro de um modelo liberal. Dada a responsabilidade, caberia ao indivíduo decidir pelo seu próprio plano, escolhendo aquele mais em acordo com seus interesses e necessidades. Advém dessa liberdade de escolha a responsabilidade. Na verdade, isso ocorre sempre que compramos qualquer outra coisa: por exemplo, quando escolhemos um determinado plano de internet, um carro, etc. Diante das ofertas existentes fazemos uma escolha e somos responsáveis por ela. O mesmo deveria ser a regra no plano da saúde.
Vemos, então, que boa parte de nossos males advém do Estado e daqueles que demandam cada vez mais Estado. E sua perversidade e letalidade estão, nesse momento, afloradas: estão usando de uma tragédia mundial para alcançar seu propósito. Nesse sentido, quanto maior for a tragédia, quanto maior o número de mortos, doentes, falidos e desempregados, tanto será melhor para eles. No entanto, por maior que seja essa tragédia causada pelo coronavírus, ela certamente não poderá ser comparada com a tragédia que enfrentaremos caso os perversamente ardilosos logrem sucesso em seu projeto de pôr fim à liberdade.
(Texto de Carlos Adriano Ferraz. Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com estágio doutoral na State University of New York (SUNY). Foi Professor Visitante na Universidade Harvard (2010). Atualmente é professor da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) na graduação e no Programa de Pós-Graduação em Filosofia, no qual orienta dissertações e teses com foco em ética, filosofia política e filosofia do direito)
fonte: Jornal da Cidade On Line

segunda-feira, 9 de março de 2020

Bolsonaro faz convocação para o dia 15 e oposição, amedrontada, desta vez fica em silêncio

A encenação da jornalista Vera Magalhães teve efeito contrário. Inflamou o povo.
Parece notório que o presidente da República tem maciço apoio popular.
E Bolsonaro tem sentindo isso pessoalmente. Reiteradamente ele tem se arriscado no contato direto com a população.
Contra o presidente atualmente, apenas a classe política, a extrema-imprensa e a militância de esquerda. É só.
Sentindo todo esse apoio, o próprio Bolsonaro fez neste sábado (7) a convocação do povo para as manifestações do próximo dia 15 de março.
A oposição não se manifestou. Manteve o mais completo silêncio.
Percebeu que qualquer manifestação tem efeito contrário.
A própria Revista Época informa que na tarde de sábado, inúmeros líderes de oposição se reuniram e chegaram a um consenso.
É melhor ficar calado…
Já perceberam a força monumental de um presidente realmente popular.

por Otto Dantas, articulista 
fonte: Jornal da Cidade On line

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

A ideia de tirar a segurança de Moro jamais será efetivada, é só mais uma “pegadinha” de Bolsonaro

Durante o governo Bolsonaro diversas ideias foram levantadas.... e nenhuma efetivada.

Sabe porque? Porque Bolsonaro trata políticos como é tratado: enrola, promete e não cumpre.

Com a ideia de tirar do Moro a segurança pública não é diferente.

Mais do que isso: ele sabe que mexer com o Moro é mexer com seus eleitores.

Bolsonaro, mais uma vez está fazendo os ratos saírem da toca pra mostrar quem realmente está preocupado com os números impressionantes da segurança pública.

Bolsonaro pode ser tudo, menos burro.

(Texto de Flavia Ferronato. Advogada. Coordenadora do Movimento Advogados do Brasil)

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Paulo Guedes dá show em frente a líderes mundiais e Hang comemora

O ministro da Economia Paulo Guedes participou do Fórum Econômico Mundial em Davos na Suíça nesta terça-feira, 21, e simplesmente deu show em seu discurso em frente a jornalistas e líderes de todo o mundo.
Com um inglês fluente e muito bem colocado o ministro fez várias afirmações sobre a atual economia mundial e brasileira.
Guedes reiterou que a base de uma economia positiva é a educação desde o seu estágio inicial e falou sobre as transformações que estão sendo feitas no país e os resultados positivos alcançados.
O empresário, Luciano Hang (Havan) demonstrou todo o seu orgulho com o ministro Paulo Guedes em suas redes sociais.
“Guedes fez bonito e foi aplaudido por quem acompanhava. E você, também torce e contribui pelas grandes mudanças no nosso país?”, escreveu Hang.
Confira:
fonte: Jornal da Cidade On Line

Bolsonaro detona Folha de S.Paulo: “Credibilidade abaixo do esgoto, no pré-sal do chorume”

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar ferozmente o jornal Folha de S.Paulo, nesta quinta-feira (23).

Desesperada, a Folha descolou uma matéria com uma pesquisa feita por uma ONG que aponta o Brasil com o índice de corrupção igual aos anos anteriores.

A tal pesquisa, teoricamente feita pela ONG Transparência Internacional, ainda mostrou que o país caiu uma posição em relação há 2018.

“Sob Bolsonaro, Brasil repete pior nota em ranking de percepção do combate à corrupção”, diz a manchete da Folha.
Veja a manchete:

Bolsonaro não poupou palavras para descrever sua indignação com o jornal, mormente quando atravessou todo o primeiro ano de gestão sem nenhuma denúncia de ilicitude no âmbito do governo.

“É a credibilidade do jornal abaixo do esgoto, no pré-sal do chorume”, escreveu o presidente.
Ultimamente as extremas mídias recorrem até às ONGs para criticar Bolsonaro, são incansáveis em tentar desestabilizar o atual governo.

Confira a publicação:



fonte: Jornal da Cidade On Line

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

A origem “desconhecida” do senador DPVAT

O senador Randolfe Rodrigues, que ultimamente tem sido tratado nas redes sociais como “Randolfe DPVAT”, em razão de sua investida contra os interesses da população no caso do abominável seguro obrigatório, tem um passado que parece justificar as suas ações nefastas.

O parlamentar em questão é autor da ação impetrada junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) que impediu a extinção do DPVAT.

O senador é representante do Amapá, juntamente com Davi Alcolumbre e Lucas Barreto.

Randolfe foi candidato pela primeira vez pelo PT, partido pela qual iniciou sua carreira política, quando foi eleito deputado estadual, em 1998.

Pelo mesmo PT, Randolfe DPVAT foi reeleito deputado estadual em 2002.

Em 2005, aproveitou o Escândalo do Mensalão e deixou o PT para ingressar em seu ‘puxadinho’, o PSOL.

Mais tarde, abandonou o PSOL para ingressar na REDE, num "sonho de uma noite de verão" de ter Marina Silva como presidente.

Dizia-se defensor da Operação Lava Jato, mas tão logo o pseudojornalista Glenn Greenwald começou a revelar as mensagens roubadas e manipuladas, abraçou o ‘picareta’, participando ativamente de sua blindagem, referendada pelo ministro Gilmar Mendes.

Nas planilhas da Odebrecht foi identificado com um sugestivo codinome: Múmia.

Pois é, Randolfe é cria do PT e sua última proeza jamais será esquecida, ele atuou decisivamente pela manutenção do DPVAT, em confronto ao interesse de toda a sociedade, para atender tão somente uma minoria que se enriquece às custas do malfadado seguro obrigatório.

fonte: Jornal da Cidade On Line

domingo, 12 de janeiro de 2020

Para baixar o preço do gás, Bolsonaro quer criar centrais de enchimento nos estados

Na tarde desta sexta-feira, 10, o presidente Jair Bolsonaro, anunciou - através de suas redes sociais - uma grande iniciativa ao povo brasileiro, visando a diminuição do valor final do gás ao consumidor.

“Como alternativa determinei estudar (urgente) a possibilidade criar locais especializados para se encher botijões de gás”, escreveu o presidente.
Bolsonaro afirmou que, atualmente no Brasil, existem poucas empresas engarrafadoras de gás, inclusive tem estado que não tem uma sequer. O botijão "anda" centenas de quilômetros para ser enchido e, depois, mais uma centena até o consumidor, fazendo o preço elevar de forma desnecessária.

A idéia do presidente é criar dezenas de centrais de enchimento nos estados e mais empresas com o intuito de auxiliar as centrais. Fazendo assim, acabar com essa verdadeira “viagem do botijão” e consequentemente, preços mais competitivos.

Como em todas as outras grandes iniciativas, Bolsonaro terá grande dificuldades e enfrentamentos para implementar a proposta.

“- Nessa guerra o inimigo a ser derrotado serão os burocratas (sem dificuldade da minha parte), e os "especialistas", que se dividem em 2 grandes grupos: os idiotas úteis que gostam de aparecer nas TVs e os lobistas (graneiros)”, concluiu Bolsonaro.
A esperança e confiança da nação brasileira está em alta!

Confira a postagem:


fonte: Jornal da Cidade On Line

O absurdo “erro jurídico” de Dias Toffoli, a sua inaptidão para o cargo e a "fraude" na posse

Não queria mais me pronunciar sobre esse assunto, mas a decisão do Toffoli reformando uma (decisão) liminar prolatada monocraticamente por um desembargador de Tribunal de Justiça, como nesse caso do Porta dos Fundos, é TOTALMENTE ERRADA, pois ele não está sequer autorizado a decidir, já que não cabe recurso para Tribunal Superior enquanto não for esgotada a jurisdição no tribunal inferior.

No caso, trata-se de uma decisão liminar, proferida no início da tramitação do recurso que ainda será julgado pelo Tribunal do RJ.

Os demais desembargadores sequer analisaram o recurso ainda; portanto, não pode o caso “saltar” direto para o STF.

Dá para escrever um tratado sobre esse erro crasso, absurdo, infantil, que é típico de quem não tem a menor ideia sobre como funciona o sistema processual nacional e a recorribilidade das decisões judiciais.

Já que se fala tanto sobre “liberdade de expressão”, quero dizer, aqui, que o Presidente do STF, Dias Toffoli, decidiu assim como decidiu porque não conhece bem Direito Processual Civil, e que, com certeza absoluta, um entendimento como o dele, de ter admitido decidir um caso local, sem que o tribunal de origem tenha ainda se pronunciado, não só estarrece os magistrados do país como faz com que seja ele, Toffoli, motivo de chacota no meio (com exceção, talvez, do STF, que não liga para reputação de seus membros).

Quero dizer, também, que a própria posse de Toffoli como juiz do STF foi feita de forma fraudulenta, “para inglês ver”, já que ele não possui os requisitos do notável saber jurídico e da reputação ilibada exigidos aos membros da Corte pelo art. 101 da Constituição Federal, uma vez que, antes da aprovação de seu nome pelo Senado Federal, não tinha passado, por duas vezes, na prova para juiz federal, e não tinha sequer um mero artigo jurídico de sua autoria publicado em livros e periódicos de Direito, além de ter sido condenado judicialmente a restituir valores aos cofres públicos, recebidos como advogado contratado pelo Governo de um Estado da Federação, onde houve vícios e ilegalidades.

Por fim, quero dizer que Toffoli jamais pode me processar pela minha declaração aqui manifestada, já que, além de eu não ter mentido, pois todos os fatos (públicos) são verdadeiros, estou no meu direito de liberdade de expressão, que, segundo ele, é absoluto.

Se existe liberdade de expressão para escarnecer e achincalhar, também existe para falar a verdade sobre um juiz da Suprema Corte que jamais deveria estar lá, por ser um indivíduo inapto para o cargo que ocupa.

Guillermo Federico Piacesi Ramos, advogado

fonte: Jornal da Cidade On Line

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

GloboNews tem menor audiência dos últimos 3 anos e já perde para inúmeros vídeos do YouTube

Na próxima sexta-feira (10) a Rede Globo deve viver uma complicadíssima e inédita situação.

Um ato de protesto de funcionários contra mudanças em planos de saúde, demissões e cortes feitos e ou anunciados pela emissora.

Em um grupo formado por funcionários da Globo, está circulando a seguinte mensagem:

“Os funcionários da TV Globo vão fazer história! No dia 10/01/2020 faremos uma paralisação geral. Fecharemos as duas entradas da TV Globo São Paulo para reivindicar nossos direitos.”
Paralelamente, os números para a gigante da comunicação são cada vez piores.

A GloboNews, canal de notícias da TV por assinatura da Rede Globo, fechou 2019 com a pior audiência desde 2016.

Além da baixa média de audiência durante todo o ano, o canal desabou no mês de dezembro.

A média em 2019 ficou na casa de apenas 0,53 pontos. Em dezembro caiu vertiginosamente para 0,40 pontos.

O Discovery Kids, canal por assinatura que lidera a audiência no país, teve média de 0,85 pontos, mais do que o dobro da GloboNews.

Para uma empresa do porte do Grupo Globo, a performance é assustadora.

Cada ponto equivale a 101 mil domicílios, o que significa que a audiência da GloboNews é menor do que muitos videos no Youtube.

A situação é dramática.

fonte: Jornal da Cidade On Line

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

O mundo chorou a morte de milhares de inocentes nas guerras do Oriente Médio...

Quem não lembra das crianças sírias vítimas dos terroristas?
Milhões fugiam dessa situação....
Trump fechou as portas...
A esquerda mundial se revoltou!
Achou cruel...
Hoje vemos o caos que está a Europa pós abertura das fronteiras....
Os EUA continuam tranquilo...
Agora Trump ataca os principais financiadores do terrorismo e da guerra do Oriente para acabar com tudo isso.
O Irã, país mais machista e homofóbico do mundo, se sentiu desrespeitado... afinal, ele pode matar mulheres, homossexuais, inocentes a torto e a direito.
A esquerda se posiciona.... fica do lado contrário de Trump.
Movimentos LGBTs, feministas e que pedem a paz mundial condenaram o ataque.
Esse é o maior exemplo que esse povo usa um discurso politicamente correto, bonito pra caramba, mas o que eles fazem é diferente do que pregam.
O que eles querem é dominar o mundo! Acabar com a democracia para o mundo ficar nas mãos deles.... nem que pra isso precisem se aliar a ditadores sanguinários, seja em Cuba, na Venezuela ou no Irã....
(Texto de Flavia Ferronato. Advogada. Coordenadora nacional do Movimento Advogados do Brasil)
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Carta a um esquerdista

Donald Trump será reeleito em 2020, e Jair Bolsonaro será reeleito em 2022.

E eu lamento por você, militante de esquerda. Na sua ótica, a sua ideologia tem a hegemonia da virtude, e o mundo, para você, é um lugar injusto.

Mas perceba de uma vez por todas que nós, os conservadores, estamos pavimentando a estrada; estamos desbravando o caminho para um mundo melhor - até para você.

Na verdade, o Conservadorismo vai salvar o mundo. No futuro, todos reconhecerão nosso trabalho. Você, esquerdista, vai ver por si só o que acontecerá em um futuro próximo.

Ou não. Pode ser que não enxergue, mesmo.

Não precisamos de reconhecimento. Não temos vaidade. Conhecemos as Escrituras: “Vanitas vanitatum et omnia Vanitas" (Vaidade das vaidades, tudo é vaidade). Isso está em “Eclesiastes 12:8”.

Temos ciência que somos passageiros, nesse punhado de terra que nos une e que temos que defender. Sabemos que possuímos uma missão e um trabalho a ser feito.

Mas, por outro lado, sabemos também que você, caro esquerdista, nunca mais se dignará a ditar as regras e achar que manda em algo. Você, nobre militante de esquerda, pertence a um local de onde nunca mais sairá: o OSTRACISMO.

Portanto, passe bem.

Adeus, e até nunca mais.

texto de: Guillermo Federico Piacesi Ramos, advogado

fonte: Jornal da Cidade On Line

Rede Globo atinge situação dramática, funcionários se rebelam e marcam protesto

As mudanças na Rede Globo que resultaram em demissões e cortes de gastos estão gradativamente alcançando todos os setores da empresa.

Um fato inédito está sendo planejado e deve acontecer no próximo dia 10 de janeiro, em São Paulo. Um ato de protesto de funcionários contra mudanças em planos de saúde, demissões e cortes feitos e ou anunciados pela emissora.

Jornalistas também estão protestando, principalmente com relação à modificações no regime de contratação.

Em grupo de funcionários da Globo, está circulando a seguinte mensagem:

“Os funcionários da TV Globo vão fazer história! No dia 10/01/2020 faremos uma paralisação geral. Fecharemos as duas entradas da TV Globo São Paulo para reivindicar nossos direitos.”
Segundo o colunista Ricardo Feltrin, especialista em bastidores de TV, há dois grupos de insatisfeitos com a emissora: aqueles que querem discutir apenas as mudanças nos planos de saúde; e os que reivindicam, além disso, a reabertura da convenção coletiva - que eles afirmam que a emissora vem travando desde 2018.

A Central Globo de Comunicação nega que as mudanças contratuais em planos de saúde irão prejudicar funcionários ou causar interrupção ou mudança em tratamentos.

O fato notório é que a crise parece ter chegado a todos os setores da emissora. A Globo efetivamente entrou em parafuso.

fonte: Jornal da Cidade On Line

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Aliança Pelo Brasil ultrapassa 100 mil apoiadores

A Aliança Pelo Brasil (APB) declarou em suas redes sociais, que já ultrapassou 100 mil apoiadores. Uma marca significativa e que demonstra força.
Para se tornar um partido, será necessário atingir no mínimo 500 mil assinaturas e mais uma série de requisitos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A APB tem como sua principal liderança o presidente Jair Bolsonaro, que desligou-se do Partido Social Liberal (PSL).
O partido em formação, salientou em seu site que o apoio é diferente da filiação à legenda e que não representa ainda o total de assinaturas. Porém caminha a passos largos para que isso aconteça!
No site da APB tem um espaço para quem deseja apoiar a legenda.
Veja a postagem:
fonte: Jornal da Cidade On Line


domingo, 29 de dezembro de 2019

ADI contra “juiz de garantias” cai para ministro Luiz Fux: “In Fux we trust”

ADI 6298, da Associação dos Magistrados Brasileiros, protocolada no STF, objetivando o reconhecimento da inconstitucionalidade dos artigos da Lei 13.964/2019 (“lei anticrime”), que tratam da criação da figura do “juiz de garantias”.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade foi distribuída por sorteio ao Min. Luiz Fux, um verdadeiro PROCESSUALISTA, oriundo da magistratura, como juiz de carreira, concursado.

Estamos (a sociedade de bem) com sorte. Podem aguardar a decisão favorável de Fux. Esse tal “juiz de garantia” vai virar História e ser descartado na lata do lixo tão rápido quanto foi criado.

E no final nós diremos, igual o bardo inglês, “much ado about nothing”.

E seguiremos com nossas vidas e nosso foco, com a mesma determinação de antes, mas com nosso filtro moral, para percepção de desleais entre nós, mais aguçado ainda.


Guillermo Federico Piacesi Ramos, Advogado

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Bolsonaro diz que caso alguém seja prejudicado por alguma decisão dele, sairá “imediatamente” da vida pública

Na última quinta-feira, 26, o presidente Jair Bolsonaro, fez uma postagem em suas redes sociais onde disse que caso alguém seja prejudicado com alguma ação dele, ele deixará a vida pública.

“- Caso, de concreto, você seja prejudicado por qualquer decisão minha, eu mesmo saio da vida pública imediatamente”, afirmou Bolsonaro.
Bolsonaro fez o post junto com um vídeo de Augusto Heleno, dizendo que o primeiro ano de governo é de aprendizado e que a burocracia limita as decisões do presidente.

“- Por 28 anos estive na Câmara. Agora coloco em prática o que vi e aprendi para o bem do nosso País. [...] - Um abraço a todos!”, reiterou o presidente.
A declaração veio depois das críticas à decisão do presidente de ter mantido a figura do juiz de garantias no Pacote Anticrime, ignorando o pedido do ministro Sérgio Moro para vetar o trecho inserido pelos deputados.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Traíra por todo lado: vira casacas invadem o país no final do ano

O Brasil é mesmo um país cheio de surpresas.

Neste finalzinho de 2019, um personagem tão velho quanto a humanidade acabou virando celebridade com direito até a top trend no twitter: O traíra.

É traíra pra todo lado.

Quase sempre, os chamados traíras são recompensados por aqui com ziguillhões de seguidores nesta ou naquela plataforma das redes.

Traíras tem vídeos traírando no YouTube, sucesso absoluto, ou mandando ver em textões no facebook.

Tem traíra de todo tipo.

Tem até a traíra, espécie de personificação feminina daquela que, antes grudada no saco do chefe para obter favores e poder, agora o ataca.

Curiosamente, foi apelidada de pepa, personagem infantil singelo e roliço.

De João Doria, outrora agarrado no mesmo saco que pepa, até Frota, que esteve agarrado em muitos, tem traíra pra todos os gostos.

Alguns querem muito mais do que trinta moedas de prata, como o traíra antigo, aquele mesmo - lembram? - que traiu Jesus por trinta moedonas reluzentes de prata.

Querem a presidência em 2022, como Wilson Witzel, peso pesado governador do Rio.

Tem traíras inexplicáveis, um mistério, como nando qualquer coisa, youtuber que despeja asneiras como sempre pra todo lado, ou Lobão, talvez desculpável pela leseira e conturbação mental que sempre o caracterizou.

Tem traíras duvidosos, como Kataguiri ou mamãe falei, que ninguém sabe direito em que lado estão.

Traíras no jornalismo também não faltam, como o ególatra Reinaldo Azevedo, que não se conforma em não ser ele o rei do conhecimento universal.

Tem até traíras em grupo, como "os traíras do PSL", denunciados por Bolsonaro.

Bolsonaro que, diga-se de passagem, também é acusado de trairagem por cabeças de bagre de todos os naipes.

Comemorando enviesadamente o Natal que passou agora, dezenas de "formadores de opinião" se empenharam burramente em surfar na onda do "Bolsonaro traidor" graças ao caso do "juiz de garantias" que o presidente não vetou.

Interessados - claro - em promover a discórdia e separar Moro de Bolsonaro (sonho dourado da esquerdalha) se esqueceram do enorme benefício social do pacote anticrime, dos 25 vetos do presidente, e focaram no único que poderia render polêmica.

E rendeu, apesar da medida - a implantação do juiz de garantias - ser uma abstração que dificilmente poderá ser implementada num país em que apenas 40% da comarcas possuem um único juiz de instrução.

Para ser colocada em prática, seria preciso que o Congresso aprovasse o jabuti e ainda por cima inventasse uma fonte de recursos plausível para a contratação de milhares de juízes.

Vão tirar dinheiro de onde?

Do cofrinho do Freixo, socialista que inventou o imbróglio pra encher o saco do Moro?

Ou da pasta da Saúde?

A evidente estratégia do presidente, que tem compulsoriamente que conviver com o Congresso - como reza a cartilha da democracia - ao entregar um jabuti abstrato ao Congresso em troca da aprovação de pontos realmente importantes, como o de progressão de regime de criminosos, é ignorada pelos esbravejadores indignados.

Eles cacarejam, cheios de razão: "Bolsonaro brigou com Moro! Bolsonaro brigou com Moro"!

Ou, pior ainda, criam narrativas estapafúrdias como a de que o presidente teria mantido o tal juiz de garantias, que causaria enorme confusão no sistema judiciário de todo o país, apenas para proteger o filho, Flavio.

Isso publicamente, "desafiando" um ministro, Moro, que é a base de seu governo.

Ora, fosse Bolsonaro venal ou corrupto, bastaria, na calada da noite, fazer o que fizeram tipinhos como Lula, Dilma ou Temer.

Bastaria comprar o juiz e voilá!

Estaria resolvido.

Afinal, não foi assim que o catador de merda de elefante (filho do pulha de Garanhuns) virou milionário da noite para o amanhecer?

Pois é.

De traíras este final de ano está cheio.

E de idiotas úteis igualmente.

Mas, como a esperança é a última a falecer, vamos esperar que resista mais alguns dias, até 2020.


texto de Marco Angeli Full, artista plástico, publicitário e diretor de criação

Fonte: Jornal da Cidade On Line

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Mais um golpe na Lava Jato: Câmara articula 2ª instância só para casos futuros

Mais um golpe mortal na Lava Lato vem sendo articulado nos bastidores do Congresso.

Destas vez o políticos estão pensando em uma fórmula capaz de ressuscitar a regra derrubada pelo Supremo Tribunal Federal sem apertar a o nó que roça o pescoço de políticos que aguardam na fila como condenações esperando para acontecer.

A estratégia prevê dois movimentos. Num, planeja-se estender o entendimento sobre segunda instância da área criminal para todos os ramos do Direito. Assim, além dos veredictos de prisão, passariam a ser executadas no segundo grau sentenças cíveis, tributárias e trabalhistas. Noutro lance, deseja-se empurrar para dentro da PEC um artigo prevendo que a novidade será aplicada apenas nos processos iniciados após a promulgação da emenda constitucional.

Ficariam de fora, por exemplo, os processos já instaurados no âmbito da Lava Jato —entre eles as nove ações penais estreladas por Lula. Imagina-se que, assim, será possível reunir os 308 votos necessários à aprovação da PEC..

Sem dúvida nenhuma a população não vai aceitar essa situação. É preciso imediatamente dar um fim nessa famigerada proposta.

Fonte: Jornal da Cidade On Line
Josias de Souza, UOL conteúdo