segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

POR QUE MARCO AURÉLIO MELLO FEZ O QUE FEZ?

Sei que essa é a resposta premiada do fim de ano e não tenho a pretensão de arrematar o troféu. Tratarei apenas de demonstrar que as razões enunciadas pelo ministro em suas alegações para decidir fazem parte do conjunto das respostas erradas.
No texto da espantosa decisão ele afirma:
“Tempos estranhos os vivenciados nesta sofrida República! Que cada qual faça a sua parte, com desassombro, com pureza d’alma, segundo ciência e consciência possuídas, presente a busca da segurança jurídica. Esta pressupõe a supremacia não de maioria eventual – conforme a composição do tribunal –, mas da Constituição Federal, que a todos, indistintamente, submete, inclusive o Supremo, seu guarda maior”.
E, mais adiante:
“Em época de crise, impõe-se observar princípios, impõe-se a resistência democrática, a resistência republicana. Fixadas tais balizas, tem-se a necessidade de nova análise do tema em processo objetivo, com efeitos vinculantes e eficácia geral, preenchendo o vazio jurisdicional produzido pela demora em levar-se a julgamento definitivo as ações declaratórias de constitucionalidade, há muito devidamente aparelhadas e liberadas para inclusão na pauta dirigida do Pleno”.
Os tempos estranhos a que se refere Marco Aurélio Mello são produto da impunidade, do compadrio, da corrupção, da bandidolatria e do democídio, do soberano e lucrativo crime organizado, do livre agir de bandidos cujos processos habilitam-se ao Alzheimer dos idosos, ou seja, à anistia da prescrição. O ministro fala que “cada qual faça a sua parte”, como se não integrasse um colegiado. Exige segurança jurídica para, num suposto ato de vontade pessoal, contanto que ausentes algumas características em cada condenado, soltar até 166 mil bandidos cumprindo pena nos presídios brasileiros e na carceragem da Polícia Federal de Curitiba. Desqualifica, por ser eventual (como se, nas sociedades livres, houvesse maioria permanente), a decisão colegiada que manteve a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Assume-se, contra toda divergência, como leitor intérprete e aplicador perfeito da Constituição. Afirma que em épocas de crise impõe-se a resistência democrática, a resistência republicana, aparentemente esquecido de que em qualquer colegiado, 6 x 5 define resultado democrático e republicano, e que, se ouvidos, se consultados, se cheirados, 99 em cada 100 democratas desta república anseiam pela manutenção do entendimento definido pelo STF. Com sua calamitosa decisão, viveram, todos, momentos de pavor que os manterão alertas até o dia 10 de abril, quando na agenda de Toffoli, o tema retornará ao plenário da Corte. Não é apenas ao ministro e sua toga que alcança o direito de resistência republicana, mormente quando a realidade é expulsa do recinto e a sensibilidade não encontra lugar nos poderes de Estado.
Aliás. suponhamos que na “assentada” do dia 10 de abril, o colegiado delibere, por maioria de 6x5, pelo fim da possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. No dia seguinte, já em 11 de abril, se tivessem serventia os tais princípios e critérios de Marco Aurélio Mello, qualquer dos cinco colegas vencidos na votação, poderia repetir seu ato tresloucado e manter presos todos os criminosos, para serviço do tão desconsiderado bem comum.
O ministro Marco Aurélio Mello é uma pessoa inteligente. Não foi pelos motivos dados que ele fez o que fez, como fez, em hora canônica, à véspera do recesso. Seu discurso não fica em pé. As frases que redigiu falam contra seu próprio ato. Então, certamente, suas razões foram outras. A patrociná-las, fossem quais tenham sido, a conhecida vaidade do ministro, uma espécie de mãe coruja de si mesmo.

artigo de Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, arquiteto, empresário e escritor.

Bolsonaro e a roupa suja

Ontem, a assessoria de Jair Bolsonaro divulgou fotos do presidente eleito lavando e estendendo roupas, em Marambaia.

Até blogs do PT divulgaram a foto.

Há muita roupa suja a ser lavada, Bolsonaro.

Reportagem sem-vergonha de ex-executiva da Abril culpa Veja que enfrentou a Orcrim pela decadência da editora

Uma das centenas de ex-executivos da Abril que passaram anos ganhando gordos salários sem fazer nada de relevante publicou uma reportagem sobre a decadência da editora para a revista Piauí, cujo dono é herdeiro de um dos bancos credores da Abril, publica O Antagonista.

Segundo a publicação, a ex-executiva ouviu o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, notório antro petista-cutista.

Eles disseram que “parte da crise é global e impactou a imprensa do mundo inteiro. Outra parte deve-se ao fato de a Abril ter perdido o contato com a pluralidade de opiniões e se afastado da diversidade que caracteriza população brasileira”.

A ex-executiva da Abril também ouviu de um ex-diretor da “Superinteressante” o seguinte: “A editora esqueceu de que precisava falar com todo mundo. Embarcou na canoa furada de ter um projeto político e usar suas capas para fazer campanha de ataque a reputações. A ironia é que, quando percebeu e tentou mudar de rumo, foi vítima de suas próprias  criações (…) A direita irracional, cultivada pela Veja, passou a acusá-la de petismo, e abandonou-o também”.

A Veja nunca teve tantos leitores como no anos em que enfrentou praticamente sozinha a organização criminosa comandada por Lula. A Veja nunca faturou tanto como nos anos em que enfrentou praticamente sozinha a organização criminosa comandada por Lula. A Abril, igualmente, nunca faturou tanto, embalada pela credibilidade da Veja.  Ao final, o julgamento do mensalão e a Lava Jato provaram que a revista acertou.

Culpar a Veja dessa época pela decadência da Abril é uma mentira descarada de petistas. É como se a revista estivesse errada quando vendia um milhão e duzentos mil exemplares e ganhava dinheiro — e certa quanto perdeu leitores e receita. A Veja da primeira década dos anos 2000 apenas não se rendeu à chantagem dos governos do PT, que em retaliação à independência da revista retiraram a propaganda governamental de todas as publicações da editora, o que chateou vários dos então executivos da Abril que viviam às custas da Veja — mas que perderam a boquinha estatal suplementar que lhes ajudava a mascarar a própria incompetência editorial.

A ex-executiva da Abril que viveu às custas da Veja e o ex-diretor da Superinteressante que viveu às custas da Veja deveriam ter vergonha da sua desonestidade. Mas essa gente não sabe o que é ter vergonha.

Nem vale citar o nome deles. O que importa é mostrar a falsidade da narrativa, diz ainda O Antagonista.

Regulamentações sem retorno ao cidadão serão revogadas rapidamente, diz Jair Bolsonaro

Nesta segunda-feira (24), o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que regulamentações “que só servem para arrecadação e entraves de desenvolvimento, sem nenhum retorno prático ao cidadão” serão revogadas rapidamente em seu governo, publica o Conexão Política.
Uma das principais promessas de sua campanha foi de “desregulamentar e desburocratizar” a economia.
Pelo Twitter, Bolsonaro publicou:
“Inúmeras regulamentações em todos os setores que só servem para arrecadação e entraves de desenvolvimento, sem nenhum retorno prático ao cidadão, irão ser revogadas rapidamente em meu governo. Menos interferência do estado significa melhores condições de vida ao brasileiro.”

Eduardo Bolsonaro diz que a avaliação de risco da posse de Bolsonaro é a maior da história

O filho do presidente eleito e deputado federal mais votado por São Paulo, Eduardo Bolsonaro, comentou nesta segunda-feira (24) sobre o esquema de segurança para a cerimônia de posse de Jair Bolsonaro, registra o site Conexão Política. 
No Twitter, Eduardo publicou que “a segurança para a posse de Jair Bolsonaro é inédita pois certamente a sua avaliação de risco é a maior da história”.
O deputado também atribuiu tal risco “ao fato de um psolista ter esfaqueado” Jair Bolsonaro ainda na campanha eleitoral.
“A segurança para a posse de Jair Bolsonaro é inédita pois certamente a sua avaliação de risco é a maior da história. Isso se deve ao fato de um psolista ter esfaqueado o presidente durante a campanha eleitoral.”
 Na tarde deste domingo (23) foi realizado o primeiro ensaio para a posse, utilizando o veículo tradicionalmente utilizado no percurso pela Esplanada dos Ministérios, o Rolls Royce. 

Ainda não há decisão sobre se Bolsonaro desfilará no carro aberto, por questões de segurança.


Por que o Natal de Lula seria diferente?

Lula passará o Natal sozinho, em sua cela, sem direito a ceia especial, noticiam os jornais.

Em seu primeiro Natal preso, o presidiário não terá nenhum privilégio na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. Não são permitidas visitas nem de familiares em feriados na PF.

O ex-presidente condenado não terá uma ceia e o cardápio será o padrão, com arroz, feijão, salada e um tipo de carne.
É um preso que cumpre sentença, assim como outros milhares de cidadãos brasileiros. Por que seria diferente?

Não se trata de perversidade, ao contrário do que fazem crer, mas de uma circunstância criada por ele próprio.

A debandada dos advogados de Cabral

Sérgio Cabral quer fazer delação premiada, para entregar juízes de tribunais superiores.

O advogado João Bernardo Kappen conduziria a negociação em nome do ladrão, mas desistiu de fazê-lo, segundo O Globo.

Rodrigo Roca, outro dos advogados de Sérgio Cabral, também desistiu de representar Cabral, que já acumula 197 anos de condenação à prisão.

domingo, 23 de dezembro de 2018

Bolsonaro: faz um “golaço” caindo fora do pacto das migrações da ONU

Foi-se o tempo em que o mundo podia confiar de “olhos fechados” nas decisões e “recomendações” da Organização das Nações Unidas (ONU), conforme as diretrizes de fundação dessa organização, escritas em 24.10.1945, em São Francisco/CA, logo após o término da 2ª Guerra Mundial, na CARTA DAS NAÇÕES UNIDAS, com o objetivo central declarado de promover a cooperação internacional.
Mas a ONU não está mais pisando em cima somente do seu estatuto de nascimento, mas hoje também na própria DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, aprovada em 10.12.1948.
O recente “Pacto Global sobre Migrações”, assinado por 164 países “puxa-sacos” da ONU, inclusive com a aderência do Governo Temer, para “unificação segura, ordenada e regular” das migrações internacionais, assinado em Marrakech, Marrocos, em 10 de dezembro de 2018, com referendo previsto na AG da ONU de 19.12.18, sem dúvida está colocando na lata de lixo as soberanias dos países pactuantes.
Além de outros, deixaram de assinar o referido pacto a Hungria, a Áustria, Israel e os Estados Unidos.
Em declaração sobre o referido pacto, o futuro Ministro das Relações Exteriores do Brasil, no Governo Bolsonaro, Chanceler Ernesto Araújo, afirmou: “a imigração não deve ser tratada como questão global, mas sim de acordo com a realidade e soberania de cada país”. Sábias palavras.
Existe um inteligente brocardo popular pelo qual “gato escaldado tem medo de água fria”.
Sem dúvida o futuro Governo do Brasil se “antenou” para os absurdos transformados em lei, na chamada “Lei das Migrações” brasileiras, de 24 de maio de 2017, homologada pelo Presidente Temer, contumaz seguidor das diretrizes governamentais do PT, que é muito mais “bondosa” com a “bagunça” das migrações do que o próprio Pacto das Migrações da ONU.
Por tal motivo, o novo Governo não só deverá abandonar o “Pacto das Migrações” da ONU, como também fazer esforços para revogar essa lei brasileira ,que dá muitos mais direitos aos “invasores” clandestinos estrangeiros do que aos próprios brasileiros.
E cada vez fica mais claro as espúrias ligações da ONU, não só com a esquerda, mas também com as diretrizes da chamada “Nova Ordem Mundial”, integrada pelo multibilionário George Soros, e mesmo pelos “gangsters” do poderoso “Clube de Bilderberg”, que concentra em torno de si grande parte dos poderes políticos e econômico mundiais.
Certamente os países que caírem nessa “armadilha” da ONU passarão a ter os seus territórios equiparados ao “CU DA MÃE JOANA”, que tem o seu melhor significado traduzido como “um ânus solto, sem dono, onde todo mundo manda”; alguma coisa onde “todos interferem”; onde “todo mundo mexe”.
Um lugar de “bagunça, em resumo”. “Coincidentemente”, esse é o clima preferido do PT “et caterva”.
Ora, assim como existe o “eu individual”, também existe o “eu nacional”. O direito dos povos nacionais em preservar os seus territórios é equivalente ao direito que tem as pessoas à privacidade e individualidade nos seus respectivos lares. O território de um país é o “lar” do respectivo povo. Ninguém tem o direito de invadi-lo sem que PREVIAMENTE seja autorizado ou convidado.
A migração não pode ser regulada pela compaixão ou pelo coração. Os seus motores devem ser a razão, e os eventuais interesses nacionais. Imigrantes que não “somam” não devem ser tolerados.
Mas nas regras de migração pretendidas pela ONU, e já adotadas pelo Brasil com a sua “Lei das Migrações”, bastará a vontade de migrar, com livre escolha do destino. Naturalmente, os “preferidos” não serão os países mais pobres, porém os mais ricos, onde os migrantes não terão que participar com o próprio esforço para “construir” nada. Tudo já estará “prontinho”, construído por cada povo. Mas para essa política “assistencialista” predatória de povos e nações, ”usufruir” é muito melhor e mais fácil que “construir”.
Por que será que os Estados Unidos são o destino preferido dos migrantes? Como tirar a razão de Trump de colocar um basta nesses abusos “migratórios”? Será que o povo americano teria obrigação de repartir com os outros o que ele construiu com seu trabalho e esforço? Por que os países mais desenvolvidos sempre são os preferidos? Essa gente não quer trabalhar para ajudar a construir o próprio bem-estar? Quer tudo “prontinho”? Só para usufruir?
Para que se compreenda bem o que tenho em mente, exemplifico com uma hipótese. Se se desse aos “sem teto”, ou aos moradores em precárias condições, o direito de INVADIR livremente as propriedades ou moradias dos outros, como pregam muitos, PT e seus comparsas, quais as moradias que seriam as “preferidas”? Seriam as mais “simples”?
E é exatamente essa a política que está sendo adotada pela ONU, não tendo chegado “ainda” às moradias individuais, cingindo-se, por enquanto, às moradias “nacionais”.
artigo de Sérgio Alves de Oliveira, Advogado, sociólogo,  pós-graduado em Sociologia PUC/RS.
(via Jornal da Cidade)

Gabriela Hardt e Carolina Lebbos: o verdadeiro empoderamento feminino

Duas mulheres fantásticas.
Inteligentes, corajosas e cumpridoras de seus ofícios.
As juízas federais Gabriela Hardt e Carolina Lebbos não se intimidaram ante as ameaças e provocações da poderosa Organização Criminosa, publica o Jornal da Cidade.
Devem sim ser reverenciadas.
Infelizmente, as catrefas do “#EleNão” e do “Ninguém Solta a mão de ninguém” são incapazes de aplaudi-las.
De qualquer forma, a sociedade brasileira, às pessoas de bem, todos aqueles que realmente querem o fim da corrupção e da bandidagem, reconhecem o valor dessas verdadeiras mulheres empoderadas.

Advogado de Adelio debocha de operação da PF

Zanone Manuel de Oliveira Júnior, um dos advogados de Adélio Bispo de Oliveira - o homem que tentou matar o presidente eleito Jair Bolsonaro -, debocha da operação da Polícia Federal realizada na última sexta-feria, 21, em seu escritório em Belo Horizonte, na tentativa de achar pistas que indiquem irregularidades relativas ao financiamento da defesa.Em entrevista ao Estadão, Zanone ri e faz afirmações como:
“Estou surfando em águas havaianas”
"O que eles querem saber é se foi o Lula que pagou a defesa, se foi o PSOL, o Jean Willys”.
“Estou totalmente tranquilo. Podem procurar que não vão achar uma agulha aqui. Eu me cuido."
O advogado disse ainda que a PF não irá descobrir quem é o responsável pelo pagamento da primeira fase da defesa, exceto se o "mandante" desejar revelar-se. Além disso, Zanone declarou que veículos de comunicação financiaram as viagens da defesa para Campo Grande (MS).
Zanone pode dizer estar tranquilo, mas um dia a casa cai.

Vergonha alheia: petistas lançam canção de Natal para Lula

Os petistas realmente gostam de passar vergonha usando o dinheiro dos outros. Os simpatizantes do presidiário petralha organizam uma vaquinha virtual para custear a viagem dos petistas até Curitiba.
Lá, os vermelhos pretendem organizar, na frente da Polícia Federal, festas de Natal e Ano Novo para homenagear Lula. A festa contará com ceias, vigílias com exposições de cartazes risórios com frases como “O fim do ano se aproxima e Lula permanece aprisionado pelos poderosos. Mas Lula não estará sozinho no Natal”, também entregarão cartas à PF “aos cuidados de Luiz Inácio Lula da Silva”, além de canções como a do vídeo abaixo, que contou com a "participação especial" dos petistas Paulo Pimenta, Benedita da Silva e Paulo Teixeira, registra o Jornal da Cidade. 
Veja o vídeo:

sábado, 22 de dezembro de 2018

Esse ano pode ser a última "saidinha" de von Richthofen e Jatobá

Jair Bolsonaro prometeu, em sua campanha, que no que depender dele e se o Congresso aprovar, não haverá mais progressão de pena nem saídas temporárias de presos. Assim como milhares de outros presos brasileiros, as detentas Suzane Von Richthofen e Anna Carolina Jatobá deixaram a prisão na manhã deste sábado (22) em Tremembé (SP), por serem beneficiadas pela saída temporária de Natal e Ano Novo.
Ao que tudo indica, uma vez que o presidente eleito vem cumprindo o que prometera durante sua campanha eleitoral, esse ano realmente pode ser a última "saidinha" de von Richthofen e Jatobá da cadeia. É melhor "Jair" se acostumando.
fonte: Jornal da Cidade

O plano de Toffoli

O plano para soltar Lula em 10 de abril se tornou mais complicado depois do golpe de Marco Aurélio Mello.

Diz a Crusoé:
“A alternativa que vem sendo construída pelo próprio Toffoli é a de que o STJ seja a última instância antes do cumprimento da pena. Gilmar é simpático à ideia, mas os outros ministros não deram pistas se irão aderir. Se prevalecer esse entendimento, as chances de Lula deixar a prisão diminuem. O relator da Lava Jato no STJ, Felix Fischer, já rejeitou um recurso do petista. Essa decisão aguarda uma análise definitiva da 5ª Turma da corte. A tendência é que o entendimento de Fischer seja mantido. A alternativa para Lula seria, então, um novo recurso ao STF. Até lá, ele seguirá na cadeia.”

Na quarta-feira, o STF percebeu que a sociedade vai reagir furiosamente à soltura do criminoso. Os ministros vão acabar tramando outro caminho.

Os convidados da posse de Bolsonaro

Aproximadamente 140 nomes estão na lista de convidados pessoais do presidente eleito, Jair Bolsonaro, para a cerimônia de posse, em 1º de janeiro. AAgência Brasil apurou que entre os esperados em Brasília estão antigos parceiros de pescaria e líderes religiosos.
A família de Bolsonaro comparecerá em peso. A mãe, Olinda Bolsonaro, de 89 anos, Renato, único irmão do presidente eleito, filhos, noras, cunhados, netos e sobrinhos. Também estão na lista os pastores evangélicos Silas Malafaia, Valdemiro Santiago, fundador da Igreja Mundial do Poder de Deus e presidente da Igreja Batista Atitude Central da Barra, pastor Josué Valandro, frequentada pela futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário da TV Record, bispo Edir Macedo, também está na lista.

Convites

A distribuição de convites começou no último dia 10 e ainda não foi concluída, alguns são entregues via Sedex, outros em mãos. No total, somente para a cerimônia de posse no Congresso Nacional, serão distribuídos 2 mil convites.
Para a recepção no Itamaraty, são previstos outros mil convidados. Na lista protocolar estão autoridades de primeiro escalão do governo, militares de alta patente, chefes de Estado, diplomatas, parlamentares e governadores eleitos ou reeleitos de estados.

Estrangeiros

A expectativa é de que 60 delegações estrangeiras prestigiem a posse. As presenças já confirmadas são de presidentes de países vizinhos, como Maurício Macri (Argentina), Sebastián Piñera (Chile), Mario Abdo Benítez (Paraguai), Tabaré Vázquez (Uruguai), Iván Duque Márquez (Colômbia) e Marín Vizcarra (Peru).
Também vão desembarcar em Brasília, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeu, além do presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa.
Fonte: Agência Brasil

CRIMES DO COMUNISMO CUBANO QUE A ESQUERDA NÃO CONTA

O que foi a Primavera Negra de Cuba. Uma história que acompanhei de perto e nunca lhe foi narrada.
Percival Puggina, escritor e pensador.




Assista ao vídeo

Deslize de advogado pode identificar “misterioso personagem” do atentado a Bolsonaro

Um deslize crucial cometido pelo advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior pode elucidar a questão sobre quem é a figura enigmática que está pagando os honorários da defesa do criminoso Adelio Bispo de Oliveira, autor do atentado contra o presidente eleito Jair Bolsonaro.
Em depoimento no inquérito sobre o caso, o advogado confirmou que teve um encontro com o cidadão que está lhe pagando os honorários, o tal protetor de Adelio, em seu escritório em Contagem (MG).
Essa revelação foi preponderante para a deflagração da ação de busca e apreensão nos endereços do advogado.
Com relação ao escritório de Contagem, os policiais pretendem apreender para checagem todas as gravações do circuito interno do local.
Com isso acreditam que conseguirão identificar o dito cujo.
A Polícia Federal entende que o êxito desta operação será fundamental para se chegar ao eventual mandante do crime.
O cerco vai apertar, principalmente após o dia 1º de janeiro, quando Sérgio Moro assumirá o Ministério da Justiça.

Com 14 procedimentos criminais, Renan perde 1ª batalha, mas ainda briga para presidir o senado (Veja o Vídeo)

Uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) garante o voto aberto para a presidência do Senado Federal.
Lasier Martins, autor do mandado de segurança que garantiu a decisão, comunicou o fato ao atual presidente da casa, Eunício de Oliveira.
Incontinenti, Renan fez uso da palavra para protestar contra a liminar e defender o voto secreto, “em nome da democracia”, registra o Jornal da Cidade.
Renan sabe que com o voto aberto, a eleição está perdida. Os demais senadores terão constrangimento e vergonha de declarar o seu voto no senador alagoano.
Entretanto, numa votação secreta, Renan tem todas as condições de negociar um apoio bem mais robusto e assim entrar com boas chances na disputa.
Eunício, que no próximo ano nem mais será senador, anunciou que o Senado irá recorrer da decisão.
Renan na presidência do senado será algo extremamente negativo para o novo governo.
Por sua conhecida má índole, irá fatalmente atravancar tudo que for do interesse do governo, com a firme disposição de exercer a política do ‘toma lá, dá cá’.
Renan na presidência do Senado é a mais evidente representação da velha política numa casa que necessita mudar.
Veja o vídeo:

Toffoli tem em mãos nova decisão bombástica

Situação extremamente difícil a ora enfrentada pelo cidadão José Antonio Dias Toffoli, na condição de presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Não virou bom moço repentinamente, com certeza, mas tem uma carreira pela frente e sabe que presentemente não pode cometer atitudes de insensatez como nas vezes em que soltou velhos amigos petistas, como Paulo Bernardo e José Dirceu, registra o Jornal da Cidade.
Marcos Valério ingressou com pedido de prisão domiciliar, sustentando que sua vida está em risco, no presídio.
A delação de Valério, ainda mantida sob sigilo, revela a ligação de um partido político com uma facção criminosa e trás de volta a tona o caso Celso Daniel.
Para esse partido, acusado de envolvimento com o crime organizado, seria providencial que a tal facção encerrasse a delação, a seu modo.
A decisão do ministro dará a segurança que o delator necessita e fatalmente irá contrariar os interesses de inúmeros ex-companheiros.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

General vai gerenciar hospitais universitários federais

O general da reserva Oswaldo Ferreira será nomeado presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, ligada ao MEC, informa o Estadão.

Criada em 2011, a empresa tem como principal atribuição o gerenciamento de hospitais universitários federais.

Ferreira foi um dos principais conselheiros da campanha de Jair Bolsonaro e comandou, juntamente com Augusto Heleno, o chamado Grupo de Brasília, que reunia militares aliados do hoje presidente eleito.

Ele era o mais cotado para assumir o Ministério da Infraestrutura, mas não aceitou o convite, alegando questões pessoais. O cargo ficará com Tarcísio Gomes de Freitas, ex-diretor do DNIT.

“A Folha de SP continua a fazer um jornalismo sujo e baixo nível”, diz Jair Bolsonaro

Nesta sexta-feira, 21, o presidente eleito do Brasil Jair Bolsonaro voltou a contestar às reportagens do jornal Folha de S. Paulo.
Por meio do seu perfil no Twitter, Bolsonaro desmentiu qualquer acepção na escolha da futura equipe ministerial.
“A Folha de SP continua a fazer um jornalismo sujo e baixo nível. Agora insinuam falta de representatividade das regiões Norte e Nordeste nos ministérios, como se nascer em uma região se traduzisse em competência e não nascer significasse descaso e abandono. Vão quebrar a cara!”, escreveu.
Em suas últimas entrevistas, Bolsonaro assegurou que o critério para escolha dos ministros seria completamente técnica.

Cassação do mandato da petista Fátima Bezerra pode se tornar irreversível

O PT é sempre o PT, aqui e acolá, ontem, hoje e sempre. O partido das falcatruas, cheio de coisas erradas e repleto de esquemas para distribuir dinheiro para a ‘companheirada’.

Tudo indica que uma empresa foi criada em Natal (RN), em plena campanha eleitoral, apenas para abocanhar os recursos do fundo partidário e distribuir para a galera petista.

O nome da empresa: Brasil de Todos Comunicação, bem sugestivo. O contrato social foi registrado na Junta Comercial do Rio Grande do Norte em 21 de agosto deste ano, a dois meses do pleito.

A tal “Brasil de Todos’, já no dia 24 de agosto, portanto três dias após o seu registro, recebeu a bagatela de R$ 350 mil da governadora eleita. Foi a empresa que mais recebeu verbas de Fátima Bezerra durante a campanha, com sócios sem residência no Rio Grande do Norte e sem qualquer comprovação dos serviços prestados.

No total a Brasil de Todos recebeu R$ 1,9 milhão, tudo dinheiro público, sem qualquer comprovação de sua capacidade operacional.

Se a investigação prosseguir, fatalmente a governadora não resistirá.

Isso é o PT.

É Gópi !


texto de Otto Dantas, articulista e repórter

(publicação original do Jornal da Cidade)

A sarcástica alegria, que durou pouco, de Gleisi, Pimenta e Vanessa

A absurda decisão do ministro Marco Aurélio Mello – que pelo visto Gleisi já sabia antecipadamente, assim como os advogados de Lula – deu margem a muita comemoração por parte dos petistas, notadamente daqueles que tiveram participação mais ativa nos ‘trabalhos’, caso de Gleisi Hoffmann e Paulo Pimenta.
Em Curitiba, pouco antes do momento em que imaginavam que fossem ver ‘Lula Livre’, Gleisi e Pimenta deram entrevista entusiasmados, sorridentes, com o ar de vitória e a certeza de que a chicana tinha dado certo.
Vanessa Grazziotin, a senadora comunista, ainda em Brasília, esparrava a novidade pelas redes sociais, gabando-se de que o autor da ação era o seu partido, o PCdoB.
Nessa turma, ninguém estava preocupado com o fato de que quase 170 mil criminosos iriam sair da cadeia. Corruptos, homicidas, barões do tráfico, estupradores e Lula.
Felizmente, o golpe foi frustrado. Inicialmente pela conduta exemplar e corajosa da juíza Carolina Lebbos e na sequência pela decisão do ministro Dias Toffoli.

Indignado, Lula não admite, não compreende e não aceita a “traição” de Dias Toffoli

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou realmente a acreditar que seria solto nesta quarta-feira (19), tão logo foi avisado que uma liminar de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubava a prisão de condenados em 2ª instância com sentença condenatória que ainda não tivesse transitado em julgado.
Inúmeros petistas começaram a se dirigir para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR), parlamentares e dirigentes partidários, formando uma grande aglomeração no local. Lula do 4º andar percebia todo o movimento.
Assim, o petista, satisfeito, mas ansioso, aguardava a chegada do documento que iria determinar a sua liberação, o alvará de soltura.
Até que chegou a informação de que a juíza Carolina Lebbos, comunicada da decisão do ministro através de petição protocolada pelo advogado Cristiano Zanin, recusou-se a atender prontamente a determinação.
Lula teria ficado irritadíssimo e extremamente angustiado
De qualquer forma, o momento mais traumático ainda iria acontecer. Ocorreu quando Lula soube que Dias Toffoli, seu ‘afilhado’, amigo, ex-companheiro no PT, ex-advogado do partido, a quem ele nomeou sub-chefe da Casa Civil, Advogado Geral da União e ministro do STF, derrubou a decisão que lhe garantia a liberdade.
Nas hostes petistas imaginam que ‘forças ocultas’ teriam guiado a atuação do presidente do STF no caso.
De qualquer forma, a atitude de Toffoli é tida como traição. Afinal, foi nomeado ministro para servir ao PT. É este o pensamento reinante. Por Lula, Toffoli deveria enfrentar a tudo e a todos.
O atual presidente do STF, ainda bastante jovem, preferiu pensar no seu futuro...

texto de Amanda Acosta, articulista e repórter 
(Jornal da Cidade)

Marco Aurélio não pode ficar impune

O mundo jurídico, e a sociedade brasileira, estão estupefatos com a audaciosa e atrevida decisão do ministro Marco Aurélio Melo, proferida nesta quarta-feira (19), permitindo e ordenando a liberdade imediata de réus em processos penais, após condenação em segunda instância.
A dita liminar é uma excrescência jurídica que nega efeito, contraria o sentido e a direção da posição adotada pelo plenário da Corte ao julgar o tema.
O que ocorreu foi gravíssimo. Uma ameaça real. Uma desobediência ao princípio da colegialidade. Daí o espanto de uma estrondosa maioria de juristas do Brasil (mesmo daqueles contrários à tese que permite a prisão enquanto não esgotados todos os recursos).
Num primeiro momento, ante o calor dos fatos, poderia se pensar numa manifestação de rebeldia senil do ministro em questão - que costumeiramente se mostra contrário às maiorias, dando azo a teses que mais se parecem uma defecção intelectual do que argumento jurídico. Mas depois, refletindo melhor, se percebe um ardil intelectual.
A decisão foi dada em sede de liminar, no último dia do ano judiciário, no meio da tarde. 48 minutos depois, a defesa de Lula, já protocolou pedido de liberdade, com fundamento nas razões de decidir de Marco Aurélio. O ministro - que de anarquista só tem o olhar - e a fala cheia de bossa forçada, agiu de caso pensado. Expôs o “sistema” e a segurança jurídica ao risco de colapso real.
Alguns juízes mais afoitos (e/ou exibidos e/ou ideológicos), surfaram na onda - liberando presos. O ministro Toffoli ficou sem nenhuma saída: ou consolidava a ousadia maluca de Marco Aurélio e desmoralizava para sempre o Supremo; ou desautorizava a petulância da ordem liminar. Usou o bom senso.
O que sobra disso é uma profunda reflexão: esse tal de Marco Aurélio não pode e não deve passar impune. O que ele tentou fazer foi uma afronta à ordem. Uma manobra que revela um “golpe” e um embuste judiciário. Foi um abuso absolutamente soberbo, que foi lançado sob o pretexto de ser uma ordem abrangente, mas que teve como alvo unicamente o endereço carcerário do presidiário Lula.
Sob a toga suprema, e com base nos fundamentos enviesados do poder geral de cautela e do princípio do livre convencimento, sentou o pé pelas mãos, certo da impunidade. Pouco se importando em por a solto milhares de bandidos perigosos, e em por sob risco real e iminente toda a nação.
Não há ameaça maior à ordem institucional do que a praticada sob o falso manto da legalidade.
Marco Aurélio Mello ultrapassou e usurpou todos os limites das prerrogativas que detém.
Deveria ser submetido, do mesmo modo súbito como decidiu, a um rigoroso e inflexível processo de impeachment constitucional. Ministros podem errar. Mas ministros não podem e não devem agir com má-fé intelectual e/ou processual.
Fora, Marco Aurélio Mello! Você definitivamente representa o que houve e ainda há de pior no Brasil.
Nosso país não te merece!
texto de Luiz Carlos Nemetz, advogado e Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo.
( publicado originalmente no Jornal da Cidade)