segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

MARINA SILVA, A CARNICEIRA QUE QUER SER PRESIDENTE DO BRASIL, NÃO APARECEU PARA COMENTAR CARNIFICINA EM PRESÍDIOS OU A MORTE DE TEORI
A ex­-senadora petista Marina Silva (atual Rede), tem se revelado uma oportunista de plantão de mão cheia. Ausente nos debates sobre os problemas e desafios do país, como o combate a corrupção, o golpe contra juízes e magistrados com a pressão do Congresso sobre a lei de abuso de autoridades, Marina tem "evitado" aparecer para comentar sobre assuntos mais áridos. 

Em uma de suas últimas aparições, a ex­-petista manifestou seu desejo pela renúncia do presidente Michel Temer até o dia 31 de dezembro do ano passado, apenas para que ela pudesse concorrer ao cargo ainda este ano, enquanto ainda figura como uma das favoritas na corrida presidencial. 

Marina não parece e nem se comporta como uma pessoa que realmente se importa com os destinos do país. Além de sua ausência nos debates sobre a tragédia na cidade mineira de Mariana, que agora está se refletindo em um perigoso surto de febre amarela que se espalha por toda a região afetada pelos deslizamentos, Marina tem se mantido calada sobre outras questões importantes. 

Até o momento, a ex-­petista não se pronunciou sobre os massacres ocorridos em presídios no país ou sobre o trágico acidente que ceifou a vida do ministro do Supremo Tribunal Federal STF, Teori Zavascki. Marina deveria ter se pronunciado não apenas em virtude da perda para o país, mas também sobre a expectativa que a morte do relator da Operação Lava Jato no Supremo criou no andamento das investigações e homologações que cuidava. Marina parece que vive num canto a espera de que algo de ruim aconteça no Brasil, mas procura se manifestar apenas nas circunstâncias em que pode obter algum dividendo político. 

Quando não dá para capitalizar em torno de algum ocorrido, a ex-petista prefere a obscuridade. Marina protagoniza um comportamento que pode ser chamado de aparições seletivas.


fonte: Imprensa Viva 

PT USOU PROVEDORES DE ESTATAL CUBANA EM 'ASSASSINATO DE REPUTAÇÃO' CONTRA AÉCIO
Provedores de uma estatal cubana, a Etecsa, foram usados por um perfil que promoveu ataques ao senador Aécio Neves (PSDB­-MG) nas redes sociais durante a campanha presidencial de 2014. 

A Etecsa é a empresa de telecomunicações do governo autorizada a fornecer conexão de internet em Cuba. 

O uso dos provedores da estatal foi revelado em processo que Aécio move há quase três anos na Justiça de São Paulo, com o intuito de quebrar o sigilo dos perfis e identificar seus detratores.

A ação tem como alvo disseminadores de informações que vincularam o tucano ao consumo e tráfico de drogas, em meio à disputa pelo Palácio do Planalto contra a ex­-presidente Dilma Rousseff. 

O perfil que usou a rede cubana também fez uma série de acusações ao senador de violência contra a mulher. 

A Justiça de São Paulo tem dado ganho de causa a Aécio e determinou que as redes sociais e provedores de internet e telefonia no Brasil entregassem dados vinculados a 20 perfis que o juiz responsável pelo caso entendeu terem, deliberadamente, atuado para produzir conteúdos degradantes contra o tucano. 

Segundo os dados entregues à Justiça, o perfil que usou a rede cubana para fazer os ataques foi acessado com login e senha por ao menos três pessoas diferentes. 

A Folha conseguiu localizar uma delas: Ana Maria Quaiato, secretária parlamentar do deputado Paulo Teixeira (PT-­SP). 

Procurados, tando o deputado como sua assessora disseram desconhecer detalhes do processo e afirmaram que vão aguardar o andamento das investigações. 

Além do cargo na Câmara, Quaiato também integrou como suplente o Conselho Municipal de Saúde de São Paulo durante a gestão do ex­-prefeito Fernando Haddad, também do PT. 

LOCALIZAÇÃO 

Pelos documentos obtidos até agora não é possível afirmar que a pessoa que usou provedores da Etecsa para acessar o perfil o fez de um aparelho da própria estatal. 

O uso do provedor pode ter se dado por meio de uma conexão simples ­com a compra de um cartão com pacote de dados, ou por wi­-fi em um ponto público ou privado, como casas e hotéis. 

Para descobrir a localização exata e o tipo de equipamento usado para acessar o perfil, Aécio precisaria obter uma ordem judicial para quebrar o sigilo dos dados de provedores da Etecsa. 

A assessoria jurídica do senador ainda estuda se impetrará a ação contra a estatal cubana na Justiça brasileira ou na daquele país. 

Aécio foi o primeiro político de projeção nacional a entrar com ações contra perfis de internet. O caso foi revelado pela Folha em setembro de 2014. Desde então, o jornal identificou outros que fizeram o mesmo.


Em novembro do ano passado, a Folha revelou que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pediu a quebra do sigilo de seis usuários do Twitter que o chamaram de "ladrão de merenda". 

Já este mês, a Folha mostrou que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, também pediu a abertura dos dados de perfis do Facebook que o vincularam a uma facção criminosa. 

OUTRO LADO 

A reportagem tentou contato com a assessoria da Etecsa, mas não obteve sucesso. Foi feito, primeiro, um contato com a embaixada cubana no Brasil, que disse não ter como dar qualquer informações sobre o caso ou mesmo indicações de contatos na estatal. 

A Folha também encaminhou um e-­mail para o endereço eletrônico que consta no site da Etecsa, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. 

Procurada, Ana Maria Quaiato, secretária parlamentar do deputado Paulo Teixeira, afirmou que jamais foi notificada sobre a ação. "Vou aguardar o andamento do processo para verificar o que procede e o que não procede", disse. 

Teixeira fez afirmação semelhante. "Como é um caso que está sub judice e eu não conheço o teor, prefiro aguardar o desfecho para emitir qualquer juízo de valor." 

Os advogados de Aécio argumentam na ação que movem o processo para identificar o que eles chamam de "uma rede de detratores" que atuou de forma deliberada para difamar o tucano nas redes sociais. 


fonte: Folha Política
Não podemos descartar a hipótese de acidente provocado, diz o presidente da Fenapef, Luís Boudens
Com 20 anos de Polícia Federal, o presidente da Fenapef, Luís Boudens, lembra o histórico de crimes políticos no país

Pode ter sido uma inimaginável coincidência que Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, tenha morrido a poucos dias de homologar a “mãe de todas as delações” – a bomba armada pelos executivos da Odebrecht. Mas, para alguém com 20 anos de Polícia Federal, não é possível ignorar nenhuma hipótese, inclusive a de que a queda do avião não foi um infeliz acidente.

“O histórico recente do Brasil contém diversos casos de assassinato de cunho político”, afirma Luís Antônio de Araújo Boudens, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). Veja a conversa com O Antagonista:

O Antagonista: Quão importante é esclarecer as circunstâncias da morte de Teori?

Luís Antônio de Araújo Boudens: Teori era o relator da Lava Jato no STF, já que a operação investiga diversos políticos com foro privilegiado. Seu papel abrangia todas as requisições da Polícia Federal envolvendo essas pessoas, além da homologação das delações premiadas. Sua morte não pode trazer prejuízos à Lava Jato. Em segundo lugar, é necessário analisar tudo o que cerca o acidente para prestar contas à sociedade. Circulam relatos de ameaças a ele e à família.

O Antagonista: Há quem diga que falar de atentado é teoria da conspiração. O senhor concorda?

Boudens: O histórico recente do Brasil contém diversos casos de assassinato de cunho político. É a popular queima de arquivo. Temos o Celso Daniel, por exemplo. Isso mostra que o Brasil não está imune a essa prática. O contexto geral da morte de Teori justifica uma investigação muito precisa e muito cautelosa. Com 20 anos de Polícia Federal, sendo 15 na área de inteligência, digo que é preciso um trabalho muito apurado.

O Antagonista: Falando objetivamente, não se pode descartar que foi um atentado?

Boudens: Não se pode descartar essa hipótese. É preciso respeitar o luto da família; esse momento de dor. Mas não podemos esquecer de que há essa hipótese de acidente provocado. Não podemos desconsiderar que isso pode ter sido feito por uma organização criminosa.

fonte: O Antagonsita/ Por Márcio Juliboni

domingo, 22 de janeiro de 2017

RELATOR DO PROJETO QUE QUER O FIM DA LAVA JATO GANHA PENSÃO ABSURDA E MILIONÁRIA
O Senador Roberto Requião é o relator do projeto de abuso de autoridade proposto por Renan Calheiros. Ele já se declarou a favor do projeto que acabará com a operação Lava Jato.
Ele recebe R$ 5,5 milhões por ano de pensão.

fonte: noticiasbrasilonline
APÓS CONFIRMAR QUE PT USAVA DINHEIRO ROUBADO EM SUAS CAMPANHAS , EX-TESOUREIRO DO PARTIDO É ABANDONADO POR "COMPANHEIROS"
O ex-­tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) Paulo Ferreira, que foi preso durante a 31ª fase da Operação Lava Jato, desencadeada em julho de 2016, já teve sua prisão preventiva revogada pelo juiz Sério Moro desde dezembro, mas permanece preso por falta de dinheiro para pagar uma fiança. Ferreira e mais 13 acusados viraram réus em processo que apura irregularidades nas obras do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, no Rio de Janeiro. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) na terça-­feira (9) e aceita pelo juiz Sérgio Moro. 

Passados mais de um mês desde a revogação de sua prisão preventiva, o ex-­tesoureiro do PT ainda não conseguiu "levantar" o dinheiro para pagar a fiança. A defesa alega dificuldade em levantar o dinheiro para pagar a fiança, que foi reduzida de R$ 1 milhão para R$ 200 mil pela juíza federal Gabriela Hardt, que substituía Moro durante as férias do magistrado.

QUANTA INGRATIDÃO

Apesar do verdadeiro "black Friday" estipulado pela substituta de Moro, nenhum dos ex-­companheiros de Ferreira no PT se mobilizou para fazer uma vaquinha para liberta o ex tesoureiro. O motivo seria a delação feita por Paulo Ferreira, que confirmou ao juiz Sérgio Moro que o PT vivia de propinas e esquemas ilícitos com os quais financiava as campanhas dos candidatos do partido, inclusive as de Lula e Dilma.

fonte: Imprensa Viva

LULA E PT TORCEM POR ATRASO OU RECUSA DA HOMOLOGAÇÃO DA DELAÇÃO DA ODEBRECHT. CANDIDATURA DO PETISTA DEPENDE DISSO
O ex-­presidente Lula e o PT bem que tentaram antecipar para o último dia 20, o lançamento oficial da candidatura do petista à Presidência da República. O objetivo do lançamento prematuro do petista para a corrida eleitoral tinha apenas um propósito: fornecer uma narrativa de que aponte qualquer condenação de Lula em algumas das cinco ações penais em que figura como réu seja classificada como perseguição política. 

Lula e o PT também tinham pressa por outros motivos. Entre eles, a proximidade da homologação do acordo de delação premiada da Odebrecht, previsto para o início de fevereiro. O relator dos processos da Lava Jato no Supremo, ministro Teori Zavascki, havia dedicado boa parte de suas férias para adiantar os trabalhos, mas acabou morrendo em um trágico acidente aéreo no mesmo dia em que o PT se reuniu em um Congresso em São Paulo para avançar com o nome de Lula como pré­-candidato do partido. 

Agora estão todos em compasso de espera. O anúncio da candidatura de Lula está previsto para o próximo Congresso Nacional do PT em abril. A torcida agora no partido é a de que o processo de homologação do acordo de delação da Odebrecht seja finalizado apenas após o lançamento de Lula como candidato.

O PT ainda nutre a esperança sobre a nomeação do ministro Dias Toffoli ou de Ricardo Lewandowski para a relatoria da Lava Jato no Supremo, por meio de sorteio. Neste caso, dizem os petistas, é certo de que a homologação não saia tão cedo. Os membros do STF simpáticos ao PT poderiam alegar que vão precisar de "bastante tempo" para se familiarizaram com todos os documentos.


fonte: Imprensa Viva



LULA AFUNDA JUNTO COM O PT. MILITANTES DECEPCIONADOS COM A DECADÊNCIA DO LÍDER
O ex­-presidente Lula já não é mais o mesmo. Foi o que se constatou durante o lançamento do 6º Congresso do PT esta semana. O petista, que queria lançar sua candidatura no último dia 20, teve suas pretensões rechaçadas pela maioria dos membros do partido, que recomendaram "prudência". 

A pressa de Lula em lançar sua candidatura não tem nenhuma relação com a disputa presidencial, mas sim criar uma narrativa de que ele é perseguido pela Justiça brasileira. Lula e alguns setores do PT acreditam que o lançamento prematuro do nome do petista possa causar embaraços ou inibir a justiça de condená­-lo em algumas das cinco ações penais em que figura como réu. No caso de condenação, o mais provável, o petista e seu partido alegariam que uma eventual sentença teria como objetivo único tirá­-lo da disputa eleitoral. 

Lula não está preocupado com o PT, mas sim em salvar a própria pele. O petista, contrariando as bases do partido, estimulou que a bancada petista apoiasse a candidatura de Rodrigo Maia para a Presidência da Câmara. Maia tinha se comprometido com o PT de levar adiante o projeto de abuso de autoridade que tem como objetivo inibir que juízes e procuradores investiguem políticos e outros criminosos de toda sorte. 

O PT, que já não tem mais uma boa reputação perante o eleitorado, começa a perder o apreço de seus próprios militantes. Os propósitos de Lula não têm nada a ver com os objetivos de alguns petistas de tentar recuperar a imagem do partido. Todos também sabem que a altíssima taxa de rejeição ao nome de Lula por parte do eleitorado é algo que inviabiliza sua candidatura. Em consultas encomendadas pelo partido, Lula não consegue romper a barreira dos 22% de intenções de votos em nenhum cenário, mesmo sendo um dos candidatos com maior visibilidade em todo o país e antes mesmo da definição de outros nomes. 

Pressionado, o presidente nacional do PT, Rui Falcão se viu forçado a admitir que o lançamento de uma pré­-candidatura de Lula à Presidência da República dependerá da construção de um programa de governo, algo que nem Lula nem o PT possuem. 

"No PT, se vive uma ilusão de que o Lula é a salvação do partido e ninguém considera o "imponderável", diz um dirigente do partido. 

Durante o último congresso, Lula falou em tentar se reaproximar dos movimentos sociais, dos sindicatos e da juventude, mas não explicou como conseguirá sensibilizar os setores que apoiavam o partido que foram os mais traídos durante os governos petistas. Os militantes sabem que não adianta ter uma boa interlocução com os líderes dos movimentos sociais em nível nacional ou regional. Seria preciso reconquistar os corações e mentes dos integrantes destes movimentos, e não seus líderes. 

O senador Lindbergh Farias estava presente no Congresso e deu um jeito de deixar o local onde Lula falava para denunciar o racha no partido. O senador gravou um vídeo que publicou em seu perfio no Facebook, denunciando o racha na legenda. Outros interlocutores confirmam que a maioria dos presentes saiu decepcionada com Lula, que não conseguiu apresentar nenhum argumento razoável, capaz de mobilizar a militância. 

Fragilizado nas últimas eleições municipais, quando perdeu mais de 80% do poder de influência, o partido deve sofrer ainda novos reveses nos próximos meses. Dezenas de parlamentares sinalizam que pretendem deixar a legenda. Antes ou após a prisão de Lula.

fonte: Imprensa Viva


LULA ESTÁ NA PRORROGAÇÃO. NOVOS DETALHES SOBRE CRIMES DO PETISTA DEVEM GERAR NOVOS INQUÉRITOS  E ATÉ PEDIDOS DE PRISÃO
O ex­-presidente Lula e demais membros do PT já foram informados que podem se decepcionar duplamente com as informações contidas no acordo de delação da Odebrecht, que deve ser homologado antes de março. 

Se por um lado, não há muita coisa que possa incriminar seus adversários, o material promete ser devastador para Lula, Dilma e outros membros "ilustres" do PT. O jogo que está sendo jogado no momento não fará nenhum sentido assim que for levantado o sigilo sobre o conteúdo das delações, garantem fontes do Supremo Tribunal Federal. 

Enquanto os setores da esquerda tentam criar um clima de suspense sobre o que vem por aí contra o presidente Michel Temer e outros opositores tradicionais, como os membros do PSDB, a batata dos petistas já está assada e fria na pedra aguardando para ser degustada por todos os brasileiros. De acordo com as expectativas, não será nada bonito.

A homologação do acordo da Odebrecht promete não apenas desencadear uma série de novos desdobramentos nas investigações da Operação Lava Jato, como também fazer com que vários presos em Curitiba se precipitem para contar tudo que sabem antes que seja tarde demais para que também possam tentar um acordo de delação. 

fonte: Imprensa Viva

MILITANTE JOGA A TOALHA COM O PT. NEM O PARTIDO NEM LULA TEM NADA DE NOVO A OFERECER AO PAÍS
O militante do Partido dos Trabalhadores, Carlos Araújo, de Brasília, enviou um relato dramático sobre como se decepcionou com o partido e observou como a legenda se descaracterizou ao longo dos últimos anos em que esteve dentro e fora do poder. 

"O que vimos com a ascensão de Lula em 2003 foi a realização de um sonho de muitas décadas. Os militantes e simpatizantes que conheço só não deram o grito sobre as alianças espúrias e a mudança no comportamento dos ídolos petistas devido ao entusiasmo com o fato de o partido ter finalmente alcançado seu maior objetivo", diz Araújo. 

De lá para cá, virou um Fla x Flu, onde a maioria dos petistas torciam pela vitória do partido apenas por uma questão ideológica, mas muitos sentiam que o PT já não representava mais os ideais da esquerda. Os membros do partido foram se tornando iguais aos outros, muito identificados com o dinheiro e o poder. Diziam que isso era algo natural quando se chega ao poder, mas na verdade todos acabaram se vendendo barato e abrindo mão de suas ideologias em troca de dinheiro sujo" 

Araújo conta que fez questão de comparecer ao último Congresso Nacional do PT, em em São Paulo esta semana justamente para tentar renovar suas esperanças no partido ao qual é filiado desde os anos 90. Segundo o militante, "foi uma decepção profunda poder constatar que nem Lula nem o PT têm nada de novo para oferecer aos seus seguidores. Me senti arrasado enquanto tentava colocar algum sentido no que o Lula dizia, mas percebi que ele estava tentando convencer alguém que não estava naquela plateia. Quando sugeriu que o partido precisa se concentrar nos movimentos sociais e sindicais para encontrar um novo rumo e afinar um novo discurso, compreendi que aquilo era apenas uma forma de tentar mobilizar novamente a militância, mas que ele, o Lula já tinha em mente o que fazer, independente da vontade dos militantes" 

Segundo Araújo, Lula tem uma fórmula que nem ele mesmo acredita. Uma fórmula apenas populista, que não tem qualquer chance de voltar a funcionar nos dias de hoje e sob as atuais circunstâncias da economia. 

"O PT está sem rumo e o Lula parece não acreditar mais em nenhum projeto de longo prazo para o país. Sua preocupação é literalmente apenas com o amanhã. Ninguém ali falou nada que faça algum sentido. Parecem que estão todos desesperados para retomar um poder intangível. Foi um circo do qual não quero mais fazer parte", disse Araújo em seu e­mail ao Imprensa Viva. O Agora "ex­petista" informa que não vai desistir de militar politicamente, apesar de seu desencanto com o PT. 

"Eu entrei para o partido por acreditar que este seria o melhor caminho para transformar o Brasil, mas percebo agora que tudo que o PT fez virou pó. Foram treze anos erguendo castelos de areia, sem nada sólido, nada concreto para o povo."

fonte: Imprensa Viva


SILÊNCIO DE DILMA É TÍPICO DE QUEM TEM RABO PRESO. DELAÇÕES DA ODEBRECHT PROMETEM ESCANCARAR BANDIDAGEM PETISTA
A ex-­presidente Dilma Rousseff tem mantido absoluto silêncio sobre a delação a ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal, STF da empreiteira Odebrecht. Apesar do atraso na homologação do acordo após a morte do ministro Teori Zavascki, que era o relator dos processos da Lava Jato no Supremo, nada poderá mudar o que já foi dito até o momento, garante um dos funcionários que participara da triagem dos vídeos contendo os depoimentos de 77 executivos da empreiteira. 

O depoimento mais comprometedor é justamente o do ex­-presidente do Grupo, Marcelo Odebrecht, que após passar mais de um ano resistindo na expectativa de conseguir um habeas corpus para responder aos processos em liberdade, se viu forçado a rever sua estratégia. A gota d'água para foi a decisão do Supremo, que manteve o entendimento sobre a possibilidade de prisão após uma condenação por colegiado de segunda instância. 

Diante do risco de mofar anos a fio na prisão, Marcelo Odebrecht tomou a decisão de contribuir com as investigações e se tornou uma ameaça contrata contra a ex-presidente Dilma. Por força das circunstâncias e obviamente pressionado pelas delações do casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana, o empreiteiro se viu forçado a confirmar repasses de propina para as campanhas de Dilma. Marcelo confirmou que a petista o pressionou para liberar dinheiro para o casal. 

Com a homologação da delação da Odebrecht, Dilma deve se tornar alvo de novos inquéritos no âmbito da Lava Jato ainda no primeiro semestre deste ano.

fonte: Imprensa Viva
LULA E O QUADRILHÃO DO PT FORAM OS MAIORES BENEFICIÁRIOS DO BANCO DAS PROPINAS DA ODEBRECHT, CONFIRMA EXECUTIVOS
O ex-­presidente Lula e seus amigos do PT fizeram a festa com o dinheiro oriundo do banco de propinas da Odebrecht, conhecido como o departamento de operações estruturadas. Em seu acordo de delação, o ex­-presidente do Grupo, Marcelo Odebrecht, confirmou que Lula figurava nas planilhas da propina com créditos superiores a R$ 20 milhões. Num dos 300 anexos da delação da Odebrecht, considerada a mais robusta colaboração premiada do mundo, o herdeiro e ex-presidente da empresa, diz ter entregue a Lula dinheiro em espécie. 

O quadrilhão do PT não ficou de fora da farra com o dinheiro público que ia parar nos cofres da empreiteira e retornava sob a forma de propina para os petistas. As delações de Marcelo Odebrecht, Emílio Odebrecht e de mais outros 75 executivos acertam o quadrilhão em cheio, especialmente Lula, Dilma, com respingos ácidos em Palocci, Guido Mantega, Gleisi Hoffmann e outras estrelas de primeira grandeza do PT. 

Na delação que deve ser homologada pelo STF até o mês de março, os Odebrecht deixam claro que Lula foi o maior beneficiário do banco das propinas, por que foi o que mais atuou para liberar dinheiro do BNDES para ‘obras da empreiteira’, em Cuba, Argentina, Uruguai, Panamá, Costa Rica, Venezuela, Bolívia, Peru, Guatemala, África e no Brasil, entre outros países. Lula gostava de dinheiro vivo e Dilma intermediava as propinas. 

Os investigadores são unânimes em afirmar que Lula é a estrela principal da delação. Recentemente, a Polícia Federal conseguiu rastrear o repasse de aproximadamente R$ 8 milhões a Lula mencionado por Marcelo Odebrecht.


fonte: Imprensa Viva

FILIPE PACE NÃO SE INTIMIDA POR AMEAÇA DE LULA E FAZ REVELAÇÕES SOBRE PROPINAS RECEBIDAS PELO PETISTA
Apesar de ter sido processado pelo ex­-presidente Lula, o delegado da Polícia Federal Filipe Pace não se intimidou com a tentativa do petista de inibir as investigações que pesam contra ele no âmbito da operação que levou o ex­-ministro Antonio Palocci para a prisão. 

O ex-­presidente Lula foi citado nominalmente pela Polícia Federal no relatório de indiciamento do ex-­ministro petista Antonio Palocci. O responsável pelo indiciamento, o delegado Filipe Pace fez uma clara referência ao nome de Lula, relacionando­-o ao codinome "Amigo" e o crédito no valor de R$ 8 milhões que aparece nas planilhas da Odebrecht apreendidas pela PF. 

O delegado Filipe Pace é reconhecido como um agente rígido e o fato de ter citado o ex­-presidente Lula gerou o maior rebuliço na cúpula do PT, que passou a ver a citação como uma nova ameaça ao ex­-presidente. O delegado Marcio Anselmo, que investiga os crimes de Lula, já tomou conhecimento de tais elementos probatórios. 
O ex­-presidente Lula entrou com uma ação indenizatória na Justiça e exigiu uma reparação de R$ 100 mil do delegado da PF. No vídeo abaixo, o delegado Pace esclarece a participação de Antonio Palocci sobre os esquemas de obras superfaturadas dos governos petistas com o empreiteiro Marcelo Odebrecht.

Delegado ressalta que o que mais chama atenção dos investigadores são os valores:




fonte: Imprensa Viva

MORO NÃO DEPENDE DO STF PARA HOMOLOGAR ACORDO DE LENIÊNCIA DA ODEBRECHT. LULA E O PT ESTÃO FRITOS DE QUALQUER JEITO
O juiz federal Sérgio Moro não precisa aguardar a decisão sobre quem irá substituir o ministro Teori Zavascki na relatoria dos casos da Lava Jato no Supremo para homologar ele próprio o explosivo acordo de leniência da Odebrecht. 

De acordo com as tratativas envolvendo o compromisso, o grupo é obrigado a entregar à força-­tarefa da Operação Lava Jato, até o fim de janeiro, o total de doações oficiais e de pagamentos de propinas e caixa dois nas eleições dos últimos anos. A obrigatoriedade para a entrega dos documentos consta no inciso XIV da cláusula 6ª, que estipula as obrigações da colaboradora no acordo fechado com o Ministério Público Federal. 

Assinado no dia 1º de dezembro e protocolado nesta sexta­-feira na Justiça Federal, em Curitiba, em uma ação cível na qual a Odebrecht é alvo, O documento com 26 páginas contém uma lista completa com nomes, datas e contas no exterior, para onde foram transferidos recursos ilícitos para políticos investigados no esquema de corrupção comandado por Lula e pela empreiteira. 

Segundo o Estadão, a Lava Jato aponta desvio de mais de R$ 40 bilhões na Petrobrás, entre 2004 e 2014, por empreiteiras que agiram cartelizadas e em conluio com políticos – em especial do PT, e agentes públicos. Além de enriquecimento ilícito, o esquema teria patrocinado ilegalmente as campanhas eleitorais de Lula (2003 e 2010) e de Dilma Rousseff (2011 e 2014)". 

O termo obriga o grupo a entregar também “uma lista consolidada com beneficiários de pagamentos de vantagens indevidas, como é o caso do ex­-presidente Lula, que se beneficiou de obras da empreiteira no triplex no Guarujá, no sítio em Atibaia, na aquisição de um apartamento de cobertura vizinho ao que o petista mora com a família em São Bernardo do Campo, além de um terreno, adquirido por R$ 12 milhões, onde seria erguida a nova sede do instituto Lula. 

A Odebrecht também tem de entregar ao Ministério Público a “identificação das empresas e contas bancárias no exterior utilizadas em conexão com os fatos ilícitos revelado neste acordo e respectivos saldos, bem como apresentar, mediante demanda, extratos e documentos das operações”. 

O acordo de leniência é assinado por 26 procuradores da República, de Curitiba e de Brasília, e deve ser homologado exclusivamente pelo juiz Sergio Moro, sem qualquer interferência do STF. O termo já foi homologado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão, órgão do Ministério Público competente para analisar o ajuste.

fonte: Imprensa Viva
LULA QUER ELEIÇÕES EM 2017, QUER SER PRESIDENTE. QUER SER INOCENTADO NA JUSTIÇA E QUER SER AMADO DE NOVO
Após chefiar a maior organização criminosa de que se tem notícia na história do pais, após comandar o maior assalto aos cofres públicos e patrocinar o maior caso de suborno da história mundial, segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o ex­-presidente Lula quer passar uma borracha sobre tudo isso. 

O petista quer uma ruptura constitucional especialmente concebida para atender seus interesses e deseja que sejam realizadas eleições presidenciais ainda este ano de 2017. Só que para ser candidato e receber o registro da Justiça Eleitoral, Lula não pode figurar como condenado em nenhuma ação penal. E ele já é réu em cinco processos criminais e alvo de outros tantos inquéritos que podem se somar ao incrível histórico de ações na Justiça. Isto significa que, além de moldar a constituição ao sabor de sua vontade, Lula também quer ser inocentado, para que posa etão se candidatar. 

Mas Lula não quer apenas isso. Ele quer voltar a ser presidente de todos os brasileiros. Ele quer o poder, a chave do cofre do dinheiro público, quer foro privilegiado e quer tripudiar sobre todos aqueles que o atacaram e criticaram por seus crimes e mal feitos ao longo dos últimos treze anos. 

Como sonhar não é proibido, Lula pode continuar sonhando e contaminando a cabeça vazia de seus súditos com seus sonhos intangíveis. Quando estiver preso, Lula poderá continuar alimentando seus sonhos, só que serão bem mais modestos, como conseguir uma tornozeleira eletrônica e responder por seus crimes em "liberdade".


fonte: Imprensa Viva



MORO VOLTA AO TRABALHO E LAVA JATO RETOMA 20 NOVAS DELAÇÕES. TODAS COM PODER DE FOGO LETAL CONTRA LULA E O PT
Após a volta ao trabalho do juiz federal Sérgio Moro nesta segunda-­feira, 23, a força-tarefa da Operação Lava Jato deve retomar as tratativas para cerca de 20 delações premiadas de investigados na Operação Lava Jato. 
Entre os delatores, estão executivos de empreiteiras, ex­-agentes públicos, lobistas e operadores financeiros acusados de corrupção na Petrobras. Todos com poder de fogo letal contra o ex-presidente Lula e o PT.

As negociações estavam suspensas desde o fim de 2016, em compasso de espera pela confirmação do mega acordo com a Odebrecht. As informações prestadas pelos 77 executivos e ex­executivos  do grupo devem fornecer novos detalhes sobre crimes praticados por políticos e que podem ser usadas para nortear futuros acordos. 

Entre os que estão na fila para fechar acordos de delação, estão o ex­-diretor da Petrobras Renato Duque, operador de propinas do PT na estatal, o ex-­marqueteiro do PT João Santana, o lobista Adir Assad, além de executivos das empreiteiras Mendes Júnior, Galvão Engenharia, Delta e EIT. Com cláusula de sigilo obrigatório para as tratativas, as defesas dos investigados não comentam os acordos. 

Desta vez, não se trata de especulação se fulano ou sicrano vai falar ou não. Todos na lista iniciaram conversas com o Ministério Público Federal, por meio de advogados, em busca de uma redução de pena nos processos sob responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro ­ que julga os casos de alvos sem foro privilegiado. Algumas se arrastam, sem definição, há quase um ano. 

A expectativa é a de que as novas revelações feitas por executivos da Odebrecht devem levar mais empresas, negócios, políticos e operadores financeiros para o foco das apurações. Além deste aspecto, os novos delatores terão que se esforçar mais para conseguir firmar um acordo com o Ministério Público Federal, que já possui conhecimento sobre uma ´serie de crimes relacionados a sangria da Petrobras pelo PT e partidos aliados dos ex-­presidentes Lula e Dilma. 

Ao contrário do que tentam justificar o ex-­presidente Lula, membros do PT e outros investigados na Lava Jato, ninguém será condenado apenas por delações de outros criminosos. Pela lei, em busca de uma redução de pena, os candidatos a delator têm de confessar crimes e apresentar fatos desconhecidos dos investigadores, além de provas sobre o que dizem. 

Em alguns casos nos quais as negociações podem ser retomadas, as tratativas foram encerradas justamente por falta de informação ou provas relevantes, afirmou em reservado um dos investigadores. Foi o que aconteceu, por exemplo, com as tratativas para um acordo com as empreiteiras OAS e Engevix.

fonte: Imprensa Viva



LULA AFIRMOU QUE POLÍTICOS SÃO MAIS HONESTOS QUE SERVIDORES. QUE MENTALIDADE DOENTIA PODERIA CONCEBER TAL RACIOCÍNIO ?
O ex-­presidente Lula já comprovou ser uma pessoa completamente desqualificada e defensor de conceitos morais distorcidos em relação aos demais membros da sociedade. Lula alega que receber presentes e benefícios de empresas em troca de contratos superfaturados não é crime. O petista acredita que receber dinheiro de forma dissimulada e em nome de laranjas é uma forma infalível de se esquivar dos braços da Lei. 

Há poucos meses, o petista ficou indignado com uma denúncia oferecida contra ele pelo Ministério Público Federal, MPF, no qual foi acusado pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. Lula chamou os procuradores do MPF de "meninos", numa clara tentativa de desqualificar o trabalho dos jovens, porém experientes servidores. O petista também ironizou o fato de alguns dos procuradores eram evangélicos e afirmou que eles se sentem "ungidos por Deus". 

Na prática, Lula tentava justificar seus crimes, com pinceladas de que tudo que fez era "normal". Mas o pior viria por seguir. O petista que figura como réu em cinco ações penais e é investigado em outros tantos inquéritos criminais nos quais é acusado de ter cometido crimes como lavagem de dinheiro em pelo menos uma centena de oportunidades, afirmou que os políticos são mais honestos que os funcionários públicos, em outro ataque as membros concursados do Ministério Público: 

"Eu de vez em quando falo que as pessoas achincalham muito a política, mas a posição mais honesta é a do político, sabe por quê? Por que todo ano, por mais ladrão que ele seja, ele tem que ir pra rua encarar o povo e pedir voto. O concursado não. Se forma na universidade, faz um concurso e tá com um emprego garantido para o resto da vida", afirmou Lula.

Na ocasião, o presidente da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac), Marco Antônio Araujo Junior, classificou a comparação do ex­-presidente como “leviana” e “absurda”. — 

Soa muito mal para alguém que dirigiu um país fazer uma comparação leviana desta natureza. Podemos dizer, com convicção, que os aprovados em concursos públicos são extremamente bem preparados, que dedicaram anos de estudo. Menosprezar a categoria para elevar a figura de um político que roubou é uma comparação absurda — criticou. 

fonte: Imprensa Viva
MAIOR INVESTIGAÇÃO SOBRE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA MUNDIAL PARALISADA. STF PRECISA DAR UMA RESPOSTA RÁPIDA URGENTE À SOCIEDADE
O acidente que levou a morte o ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, paralisou um dos maiores acordos de delação da história mundial. Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o caso de suborno envolvendo a Odebrecht e os governos dos petistas Lula e Dilma é o maior do mundo. 

A Presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia deve, o quanto antes, se pronunciar sobre o que será feito sobre o assunto, já que o relator anterior, morto em um acidente aéreo na sexta-­feira, 19, estava prestes a homologar o mega acordo de delação do Grupo Odebrecht. 

Neste momento, mesmo tendo em vista a comoção pela morte do ministro Teori, existe um clima de grande expectativa em relação aos desfechos da delação da empreiteira, sobretudo nos casos em que são citados os ex­-presidentes Lula e Dilma, além de outros políticos "ilustres". 

O risco de prolongar os debates em torno da sucessão de Teori significa mais demora na homologação das importantes informações prestadas per 77 executivos do grupo, inclusive as de Marcelo e de seu pai, Emílio Odebrecht. 

Os brasileiros estão fartos de tanta morosidade da Justiça e enojados com tanto escárnio de políticos notadamente corruptos. 

fonte: Imprensa Viva


JAQUES WAGNER OBSTRUI A JUSTIÇA E GANHA FORO PRIVILEGIADO

A Folha noticia que Jacques Wagner, ex-governador e ex-ministro de Lula e Dilma, foi nomeado neste sábado ao cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico pelo governador Rui Costa, da Bahia. O petista ganha, portanto, foro privilegiado.
"O inquérito a que ele respondia na Lava Jato, nas mãos de Sérgio Moro, em Curitiba, será encaminhado ao Tribunal Federal Regional da 1ª Região, em Brasília".
Rui Costa já tinha tentado 'blindar' o Opaió, mas, agora, como secretário, o foro do petista está mais do que garantido.
Conteúdo: O Antagonista

sábado, 21 de janeiro de 2017

CAMPANHA PEDE QUE CÁRMEN LÚCIA ASSUMA A RELATORIA DA DA LAVA JATO IMEDIATAMENTE
Com a trágica morte do ministro Teori Zavascki, surgiram muitas dúvidas sobre quem tomará seu lugar à frente da Lava Jato. O Regimento Interno do STF fornece uma regra geral mas também regras para situações excepcionais, e não há consenso sobre qual regra deverá ser aplicada. 

A regra geral determina que, no caso de morte de um ministro do Supremo, os processos dele devem ser assumidos pelo ministro que for nomeado para seu lugar. A regra, no entanto, vem causando polêmica no caso da Lava Jato, pois os ministros do STF são nomeados pelo presidente da República. Argumenta­se que seria o caso de um investigado nomear seu julgador. De fato, o critério de nomeação vem há muito sendo criticado exatamente pela possibilidade de o presidente nomear quem pode vir julgá­lo. Mas, no caso específico, o presidente Michel Temer já foi citado em delações, o que exacerba as críticas

Há ainda a regra de exceção, prevista no art. 68 do regimento, que determina que, em casos urgentes, o processo pode ser redistribuído. O parágrafo primeiro do artigo determina ainda que a redistribuição pode ocorrer também nos demais processos, "em caráter excepcional". 

Embora haja acordo de que se trata de situação excepcional, ainda restam dúvidas sobre como se daria a redistribuição. Há quem defenda que o processo deve ser distribuído a um dos ministros da Segunda Turma, enquanto outros acreditam que o sorteio deve incluir todos os ministros com exceção da presidente. 

Há ainda quem defenda que, diante do nível da excepcionalidade da situação, a própria presidente do STF deveria assumir a relatoria da Lava Jato, ao menos para homologar as delações da Odebrecht. A homologação das delações era aguardada para os próximos dias ou semanas e a expectativa é de que abalaria as estruturas do País. Acredita­se que, no mínimo, ela pode influenciar as eleições para as presidências da Câmara e do Senado, que devem ocorrer nas próximas semanas. Isso justificaria um tratamento de urgência excepcional. 

Por isso, uma campanha feita por cidadãos defende que a presidente do STF assuma a relatoria, ainda que provisoriamente, para decidir questões urgentes. A ideia já foi divulgada por alguns jornalistas como se Cármen Lucia já tivesse tomado essa decisão, embora ela ainda não tenha dado nenhuma declaração pública a esse respeito. 


Uma pesquisa entre os leitores do jornal Folha Política mostrou alta aprovação. Após pouco mais de uma hora no ar, a pesquisa mostrava mais 17 mil votos favoráveis e apenas 231 votos contrários. 

Um texto que circula em grupos de Whatsapp e é atribuído ao jurista Adilson Dallari apresenta a justificativa para a proposta: 


O Regimento Interno do STF , em seu art. 38, IV, a, estipula que, no caso de falecimento de um Ministro, aquele que for nomeado em seu lugar herda os processos que estavam com o falecido.Mas o processo de nomeação de um novo Ministro pode levar muito tempo.A segunda possibilidade, prevista no art. 68, §1º, do RISTF, é a redistribuição para outro Ministro. No caso, porém, isso seria um risco enorme, pois existem Ministros notoriamente comprometidos politicamente, o que poderia gerar uma revolta popular e comprometer, ainda mais, o STF.Ouso acrescentar uma terceira possibilidade:O Regimento Interno do STF, Art. 13, VI, ao dispor sobre as competências do Presidente, abre uma brecha para que, por deliberação do Tribunal, em sessão administrativa, o Presidente possa assumir diversas funções “e outras de interesse institucional”.Entendo que, dada a gravíssima situação institucional a Presidente Carmen Lúcia poderia avocar o processo e dar­lhe andamento, excepcionalmente, até a posse do novo Ministro, que assumiria o processo, nos exatos termos do Art. 38, IV, a, do Regimento Interno.Com isso, seria perfeitamente possível homologar a deleção da Odebrecht, para que a Lava Jato siga seu curso, enquanto pendente a escolha do novo Ministro.Isso seria a menor excepcionalidade (meramente temporária) e evitaria uma possível crise, caso fosse agora redistribuído para algum dos polêmicos Ministros atuais.Tudo recomenda que o nome a ser indicado pelo Presidente da República seja o de um magistrado de carreira, Desembargadoe ou Ministro de Tribunal Superior.Nestes dias tumultuoso, pelo menos temos a vantagem de que o Presidente da República reúne conhecimento do universo jurídico e habilidade política.Certamente será possível indicar alguém com a mesma seriedade, firmeza e equilíbrio do Ministro Teori.Adilson Dallari

fonte: Folha Política
MORO NÃO DEPENDE DO STF PARA HOMOLOGAR ACORDO DE LENIÊNCIA DA ODEBRECHT. LULA E O PT ESTÃO FRITOS DE QUALQUER JEITO
O juiz federal Sérgio Moro não precisa aguardar a decisão sobre quem irá substituir o ministro Teori Zavascki na relatoria dos casos da Lava Jato no Supremo para homologar ele próprio o explosivo acordo de leniência da Odebrecht. 

De acordo com as tratativas envolvendo o compromisso, o grupo é obrigado a entregar à força-­tarefa da Operação Lava Jato, até o fim de janeiro, o total de doações oficiais e de pagamentos de propinas e caixa dois nas eleições dos últimos anos. A obrigatoriedade para a entrega dos documentos consta no inciso XIV da cláusula 6ª, que estipula as obrigações da colaboradora no acordo fechado com o Ministério Público Federal. 

Assinado no dia 1º de dezembro e protocolado nesta sexta-­feira na Justiça Federal, em Curitiba, em uma ação cível na qual a Odebrecht é alvo, O documento com 26 páginas contém uma lista completa com nomes, datas e contas no exterior, para onde foram transferidos recursos ilícitos para políticos investigados no esquema de corrupção comandado por Lula e pela empreiteira. 

Segundo o Estadão, a Lava Jato aponta desvio de mais de R$ 40 bilhões na Petrobrás, entre 2004 e 2014, por empreiteiras que agiram cartelizadas e em conluio com políticos – em especial do PT, e agentes públicos. Além de enriquecimento ilícito, o esquema teria patrocinado ilegalmente as campanhas eleitorais de Lula (2003 e 2010) e de Dilma Rousseff (2011 e 2014)". 

O termo obriga o grupo a entregar também “uma lista consolidada com beneficiários de pagamentos de vantagens indevidas, como é o caso do ex-­presidente Lula, que se beneficiou de obras da empreiteira no triplex no Guarujá, no sítio em Atibaia, na aquisição de um apartamento de cobertura vizinho ao que o petista mora com a família em São Bernardo do Campo, além de um terreno, adquirido por R$ 12 milhões, onde seria erguida a nova sede do instituto Lula. 

A Odebrecht também tem de entregar ao Ministério Público a “identificação das empresas e contas bancárias no exterior utilizadas em conexão com os fatos ilícitos revelado neste acordo e respectivos saldos, bem como apresentar, mediante demanda, extratos e documentos das operações”. 

O acordo de leniência é assinado por 26 procuradores da República, de Curitiba e de Brasília, e deve ser homologado exclusivamente pelo juiz Sergio Moro, sem qualquer interferência do STF. O termo já foi homologado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão, órgão do Ministério Público competente para analisar o ajuste.

fonte: Imprensa Viva



'TEM QUE SER INVESTIGADO MUITO SERIAMENTE E ACOMPANHADO PELA IMPRENSA E PELA POPULAÇÃO' DIZ FILHO DE TEORI SOBRE MORTE DO PAI
Francisco Zavascki, filho do falecido ministro Teori Zavascki, chamou a atenção para a importância de uma investigação séria sobre as causas da queda do avião. 

Para ele, é muito importante que seja feita uma investigação séria e que seja acompanhada pela imprensa e pela população. 

Leia abaixo a resposta que ele deu em entrevista: 

Sobre o acidente, o que você acha que aconteceu? [Suspiro] Não tenho nenhum dado para dizer que não foi acidente. Tem que ser investigado, muito seriamente, mesmo. 
A família está convocando todo mundo a acompanhar, especialmente vocês da imprensa que tem um papel fundamental que tem sido exercido ao longo desse período. 
Convocando todas as instituições que puderem colaborar para que não se tenha dúvidas sobre o que aconteceu, seja lá o que aconteceu. A gente não tem "acho isso ou aquilo". Até porque seria leviano a gente começar a dizer uma coisa ou outra nesse momento. 

fonte: Folha Política


PRINCÍPIO, DIGNIDADE E HONRA !
Este blog defende intransigentemente um Brasil Democrático, Republicano, com Ética, Honradez e Sem Corrupção.
TOLERÂNCIA ZERO À CORRUPÇÃO !


Imagens: TV GLOBO

ÍNTEGRA DO DISCURSO DE POSSE DE DONALD TRUMP
Trump tomou posse nesta sexta-feira como 45º presidente dos EUA.
Ao tomar posse como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump fez um discurso agressivo e de tom nacionalista. Ele prestou juramento diante do Capitólio, em Washington, e discursou na presença de quatro de seus antecessores -- um deles republicano.

Assista o Vídeo com a íntegra do discurso.

Abaixo veja frases de destaques:
"20 de janeiro de 2017 será lembrado como dia em que o povo se tornou o comandante desta nação novamente."
"Juntos, iremos determinar o curso da América e do mundo por muitos, muitos anos. Enfrentaremos desafios, confrontaremos dificuldades. Mas faremos o serviço."
"Vamos procurar amizade e boa vontade com as nações do mundo, mas vamos fazer isso com o entendimento de que é o direito de todas as nações colocar seus próprios interesses em primeiro lugar."
"Nós vamos reforçar alianças antigas e formar novas e unir o mundo civilizado contra o terrorismo radical islâmico, que vamos erradicar completamente da face da Terra."
"Nós defendemos as fronteiras de outros países enquanto nos recusamos a defender as nossas próprias."
"Gastamos trilhões e trilhões de dólares além mar, enquanto a infraestrutura dos Estados Unidos caiu em degradação e deterioração."
"Vamos tirar nosso povo do seguro-desemprego e colocá-los de volta ao trabalho, reconstruindo nosso país com mãos americanas e trabalho americano."
"Quando a América está unida, a América é totalmente invencível."


Leia a íntegra do discurso em português (em tradução não-oficial):
"Chefe de Justiça Roberts, presidente Carter, presidente Clinton, presidente Bush, presidente Obama, colegas americanos e pessoas do mundo: obrigado.
Nós, os cidadãos da América, estamos agora unidos em um grande esforço nacional para construir nosso país e restaurar sua promessa para todo o nosso povo.
Juntos, iremos determinar o curso da América e do mundo por muitos, muitos anos.
Enfrentaremos desafios, confrontaremos dificuldades. Mas faremos o serviço.
A cada quatro anos nos reunimos nesta escadaria para conduzir a ordeira e pacífica transferência de poder. E somos gratos ao presidente Obama e à primeira-dama Michelle Obama por sua graciosa ajuda durante essa transição. Eles foram magníficos. Obrigado.
A cerimônia de hoje, no entanto, tem um significado muito especial porque hoje não estamos apenas transmitindo o poder de uma administração a outra ou de um partido ao outro, mas estamos transferindo o poder de Washington, D.C., e o devolvendo a vocês, o povo.
Por muito tempo, um pequeno grupo na capital de nossa nação colheu as recompensas do governo enquanto o povo assumiu o custo.
Washington floresceu, mas o povo não compartilhou sua riqueza.
Políticos prosperaram mas os empregos foram embora e as fábricas fecharam.
O sistema se protegeu, mas não aos cidadãos de nosso país.
As vitórias dele não foram as suas vitórias. O triunfo dele não foi o de vocês. E enquanto eles celebravam em nossa capital, havia pouco para celebrar para famílias em dificuldade ao redor de todo o país.
Tudo isso muda, começando aqui e agora, porque este momento é seu momento: ele pertence a vocês.
Ele pertence a todos reunidos aqui hoje e todos assistindo em todos os Estados Unidos.
Este é seu dia. Esta é sua celebração.
E este, os Estados Unidos da América, é seu país.
O que realmente importa não é qual partido controla nosso governo, mas se nosso governo é controlado pelo povo.
20 de janeiro de 2017 será lembrado como dia em que o povo se tornou o comandante desta nação novamente.
Os homens e mulheres esquecidos de nosso país não serão mais esquecidos.
Todos estão ouvindo vocês agora.
Vocês vieram aos milhões para se tornar parte de um movimento histórico, do tipo que o mundo nunca viu antes.
Ao centro deste movimento está uma convicção crucial de que uma nação existe para servir aos seus cidadãos.
Americanos querem ótimas escolas para seus filhos, vizinhanças seguras para suas famílias e bons empregos para si.
Essas são demandas justas e razoáveis de pessoas direitas e de um público direito.
Mas, para muitos de nossos cidadãos, uma realidade diferente existe. Mães e crianças presas na pobreza das zonas carentes de nossas cidades, fábricas enferrujadas espalhadas como lápides pela paisagem de nosso país. Um sistema educacional cheio de dinheiro, mas que deixa nossos jovens e belos estudantes desprovidos de conhecimento. E o crime as gangues e as drogas que roubaram tantas vidas e roubaram tanto potencial não realizado de nosso país.
Essa carnificina americana acaba aqui e acaba agora.
Somos uma única nação - e a dor deles é nossa dor. Os sonhos deles são nossos sonhos, e o sucesso deles será nosso sucesso. Dividimos um único coração, um lar e um glorioso destino.
O juramento do cargo que faço hoje é um juramento de lealdade a todos os americanos.
Por muitas décadas enriquecemos a indústria estrangeira às custas da indústria americana;
Subsidiamos os exércitos de outros países enquanto permitíamos ao muito triste esgotamento de nosso poder militar;
Nós defendemos as fronteiras de outros países enquanto nos recusamos a defender as nossas próprias;
E gastamos trilhões e trilhões de dólares além mar, enquanto a infraestrutura dos Estados Unidos caiu em degradação e deterioração.
Nós tornamos outros países ricos enquanto a riqueza, a força e a confiança do nosso país se dissipou no horizonte.
Uma por uma, as fábricas fecharam e deixaram nosso solo sem nem pensar nos milhões e milhões de trabalhadores americanos que foram deixados para trás.
A riqueza da nossa classe média foi arrancada de suas casas e depois redistribuída ao redor do mundo.
Mas isso é o passado, e agora nós estamos olhando só para o futuro.
Nós reunidos aqui hoje estamos emitindo um novo decreto a ser ouvido em todas as cidades, em todas as capitais estrangeiras e em todos os corredores do poder.
Deste dia em diante, uma nova visão vai governar nossa terra.
Deste dia em diante, vai ser só a América primeiro, a América primeiro.
Todas as decisões sobre comércio, sobre taxas, sobre imigração, sobre relações exteriores serão feitas para beneficiar os trabalhadores americanos e as famílias americanas.
Devemos proteger nossas fronteiras das devastações dos outros países fazendo nossos produtos, roubando nossas empresas e destruindo nossos empregos. A proteção vai levar a grande prosperidade e força.
Vou lutar por vocês com todo o fôlego do meu corpo, e nunca vou decepcionar vocês.
A América vai começar a vencer de novo, vencer como nunca antes.
Vamos trazer de volta nossos empregos. Vamos trazer de volta nossas fronteiras. Vamos trazer de volta nossa riqueza, e vamos trazer de volta nossos sonhos.
Vamos construir novas estradas e rodovias e pontes e aeroportos e túneis e ferrovias ao redor da nossa nação maravilhosa.
Vamos tirar nosso povo do seguro-desemprego e colocá-los de volta ao trabalho, reconstruindo nosso país com mãos americanas e trabalho americano.
Vamos seguir duas regras simples: Comprar [produtos] americanos e contratar americanos.
Vamos procurar amizade e boa vontade com as nações do mundo - mas vamos fazer isso com o entendimento de que é o direito de todas as nações colocar seus próprios interesses em primeiro lugar.
Nós não buscamos impor nossa maneira de viver sobre ninguém, mas, em vez disso, deixar que ela brilhe como um exemplo a ser seguido.
Nós vamos reforçar alianças antigas e formar novas - e unir o mundo civilizado contra o terrorismo radical islâmico, que vamos erradicar completamente da face da Terra.
No alicerce das nossas políticas haverá uma lealdade total aos Estados Unidos da América, e através de nossa lealdade ao nosso país nós vamos redescobrir nossa lealdade um ao outro.
Quando você abre seu coração ao patriotismo, não há lugar ao preconceito.
A Bíblia nos diz "quão bom e agradável é quando o povo de Deus vive junto em unidade".
Devemos falar abertamente, debater nossos desentendimentos honestamente, mas sempre buscar a solidariedade.
Quando a América está unida, a América é totalmente invencível.
Não deve haver medo - estamos protegidos e sempre estaremos protegidos.
Seremos protegidos pelos grandes homens e mulheres de nossas forças armadas e da aplicação da lei. E mais importante, sempre seremos protegidos por Deus.
Finalmente, devemos pensar grande e sonhar ainda maior.
Na América, entendemos que uma nação só vive enquanto estiver se esforçando.
Não iremos mais aceitar políticos que são apenas discurso e nenhuma ação - constantemente reclamando, mas nunca fazendo nada a respeito.
O tempo para conversas vazias acabou.
Agora chega a hora da ação.
Não permitam que ninguém diga a vocês que isso não pode ser feita. Nenhum desafio pode equivaler ao coração, e à luta e ao espírito da América.
Não iremos falhar. Nosso país irá crescer e prosperar novamente.
Estamos perante o nascimento de um novo milênio, prontos para desbloquear os mistérios do espaço, para libertar a terra das misérias da doença, e controlar as energias, indústrias e tecnologias de amanhã.
Um novo orgulho nacional irá nos agitar, elevar nossas vistas e curar nossas divisões.
É hora de lembrar daquele ditado que nossos soldados nunca esquecerão, de que não importa se somos, negros, de outra cor ou brancos, todo sangramos o mesmo sangue vermelho dos patriotas. Todos desfrutamos das mesmas gloriosas liberdades e saudamos a mesma grande bandeira americana.
E se uma criança nasce num subúrbio de Detroit ou nas planícies varridas pelo vento de Nebraska, elas olham para o mesmo céu à noite, elas enchem seus corações com os mesmos sonhos e são insufladas com a brisa da vida pelo mesmo poderoso Criador.
Então a todos os americanos, em todas as cidades próximas e distantes, de montanha a montanha, de oceano a oceano, ouçam estas palavras:
Vocês nunca serão ignorados novamente.
Sua voz, suas esperanças e sonhos irão definir nosso destino americano. E sua coragem, bondade e amor irão para sempre nos guiar pelo caminho.
Juntos iremos tornar a América forte novamente.
Tornaremos a América rica novamente.
Faremos a América orgulhosa novamente.
Faremos a América segura novamente.
E, sim, juntos iremos tornar a América grande novamente. Obrigado. Deus abençoe vocês. E Deus abençoe a América."


Leia a íntegra em inglês:
" Chief Justice Roberts, President Carter, President Clinton, President Bush, President Obama, fellow Americans, and people of the world: thank you.
We, the citizens of America, are now joined in a great national effort to rebuild our country and to restore its promise for all of our people.
Together, we will determine the course of America and the world for years to come.
We will face challenges. We will confront hardships. But we will get the job done.
Every four years, we gather on these steps to carry out the orderly and peaceful transfer of power, and we are grateful to President Obama and First Lady Michelle Obama for their gracious aid throughout this transition. They have been magnificent.
Today’s ceremony, however, has very special meaning. Because today we are not merely transferring power from one Administration to another, or from one party to another – but we are transferring power from Washington, D.C. and giving it back to you, the American People.
For too long, a small group in our nation’s Capital has reaped the rewards of government while the people have borne the cost.
Washington flourished – but the people did not share in its wealth.
Politicians prospered – but the jobs left, and the factories closed.
The establishment protected itself, but not the citizens of our country.
Their victories have not been your victories; their triumphs have not been your triumphs; and while they celebrated in our nation’s Capital, there was little to celebrate for struggling families all across our land.
That all changes – starting right here, and right now, because this moment is your moment: it belongs to you.
It belongs to everyone gathered here today and everyone watching all across America.
This is your day. This is your celebration.
And this, the United States of America, is your country.
What truly matters is not which party controls our government, but whether our government is controlled by the people.
January 20th 2017, will be remembered as the day the people became the rulers of this nation again.
The forgotten men and women of our country will be forgotten no longer.
Everyone is listening to you now.
You came by the tens of millions to become part of a historic movement the likes of which the world has never seen before.
At the center of this movement is a crucial conviction: that a nation exists to serve its citizens.
Americans want great schools for their children, safe neighborhoods for their families, and good jobs for themselves.
These are the just and reasonable demands of a righteous public.
But for too many of our citizens, a different reality exists: Mothers and children trapped in poverty in our inner cities; rusted-out factories scattered like tombstones across the landscape of our nation; an education system, flush with cash, but which leaves our young and beautiful students deprived of knowledge; and the crime and gangs and drugs that have stolen too many lives and robbed our country of so much unrealized potential.
This American carnage stops right here and stops right now.
We are one nation – and their pain is our pain. Their dreams are our dreams; and their success will be our success. We share one heart, one home, and one glorious destiny.
The oath of office I take today is an oath of allegiance to all Americans.
For many decades, we’ve enriched foreign industry at the expense of American industry;
Subsidized the armies of other countries while allowing for the very sad depletion of our military;
We've defended other nation’s borders while refusing to defend our own;
And spent trillions of dollars overseas while America's infrastructure has fallen into disrepair and decay.
We’ve made other countries rich while the wealth, strength, and confidence of our country has disappeared over the horizon.
One by one, the factories shuttered and left our shores, with not even a thought about the millions upon millions of American workers left behind.
The wealth of our middle class has been ripped from their homes and then redistributed across the entire world.
But that is the past. And now we are looking only to the future.
We assembled here today are issuing a new decree to be heard in every city, in every foreign capital, and in every hall of power.
From this day forward, a new vision will govern our land.
From this moment on, it’s going to be America First.
Every decision on trade, on taxes, on immigration, on foreign affairs, will be made to benefit American workers and American families.
We must protect our borders from the ravages of other countries making our products, stealing our companies, and destroying our jobs. Protection will lead to great prosperity and strength.
I will fight for you with every breath in my body – and I will never, ever let you down.
America will start winning again, winning like never before.
We will bring back our jobs. We will bring back our borders. We will bring back our wealth. And we will bring back our dreams.
We will build new roads, and highways, and bridges, and airports, and tunnels, and railways all across our wonderful nation.
We will get our people off of welfare and back to work – rebuilding our country with American hands and American labor.
We will follow two simple rules: Buy American and Hire American.
We will seek friendship and goodwill with the nations of the world – but we do so with the understanding that it is the right of all nations to put their own interests first.
We do not seek to impose our way of life on anyone, but rather to let it shine as an example for everyone to follow.
We will reinforce old alliances and form new ones – and unite the civilized world against Radical Islamic Terrorism, which we will eradicate completely from the face of the Earth.
At the bedrock of our politics will be a total allegiance to the United States of America, and through our loyalty to our country, we will rediscover our loyalty to each other.
When you open your heart to patriotism, there is no room for prejudice.
The Bible tells us, “how good and pleasant it is when God’s people live together in unity.”
We must speak our minds openly, debate our disagreements honestly, but always pursue solidarity.
When America is united, America is totally unstoppable.
There should be no fear – we are protected, and we will always be protected.
We will be protected by the great men and women of our military and law enforcement and, most importantly, we are protected by God.
Finally, we must think big and dream even bigger.
In America, we understand that a nation is only living as long as it is striving.
We will no longer accept politicians who are all talk and no action – constantly complaining but never doing anything about it.
The time for empty talk is over.
Now arrives the hour of action.
Do not let anyone tell you it cannot be done. No challenge can match the heart and fight and spirit of America.
We will not fail. Our country will thrive and prosper again.
We stand at the birth of a new millennium, ready to unlock the mysteries of space, to free the Earth from the miseries of disease, and to harness the energies, industries and technologies of tomorrow.
A new national pride will stir our souls, lift our sights, and heal our divisions.
It is time to remember that old wisdom our soldiers will never forget: that whether we are black or brown or white, we all bleed the same red blood of patriots, we all enjoy the same glorious freedoms, and we all salute the same great American Flag.
And whether a child is born in the urban sprawl of Detroit or the windswept plains of Nebraska, they look up at the same night sky, they fill their heart with the same dreams, and they are infused with the breath of life by the same almighty Creator.
So to all Americans, in every city near and far, small and large, from mountain to mountain, and from ocean to ocean, hear these words:
You will never be ignored again.
Your voice, your hopes, and your dreams, will define our American destiny. And your courage and goodness and love will forever guide us along the way.
Together, We Will Make America Strong Again.
We Will Make America Wealthy Again.
We Will Make America Proud Again.
We Will Make America Safe Again.
And, Yes, Together, We Will Make America Great Again. Thank you, God Bless You, And God Bless America."
fonte: G1 / Globonews