Brasileira que mora no exterior comenta sobre a situação atual da Venezuela e manda um alerta ao povo brasileiro
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“O PSDB decidiu liberar seus militantes e seus líderes. Não apoiaremos nem o PT nem o candidato Bolsonaro”, afirmou Alckmin.
“Aquilo que for interesse do país, o PSDB coerentemente apoiará. Agora, no segundo turno, nós não apoiaremos nem um nem outro. Eu, a exemplo do presidente FHC, a minha posição é nem um nem outro. Oposição aos dois. Posição minha, pessoal”, declarou.
“Nas grandes decisões, os gaúchos não admitem neutralidade! Fui uma das maiores defensoras do impeachment de Dilma Rousseff e uma das vozes mais fortes no Senado contra o desgoverno do PT no Brasil. Não quero que o país corra o risco da volta do PT ao poder.”
“[A volta do PT] será uma ameaça à democracia e, especialmente, à Lava Jato. Por essas razões, seguirei a decisão do PP/RS, apoiando no segundo turno a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República”.


“Não acho que ele é homofóbico, nem machista, nem sexista. Eu acredito que ele se descontrolou em alguns momentos justamente tentando fazer o melhor. E se ele não fosse da forma como ele é, talvez ele não conseguisse aparecer. Pra mim, foi uma estratégia de marketing pra marcar o nome dele diante de tantas coisas malucas no nosso país”, disse.
“Desde que o Bolsonaro vem subindo nas pesquisas, o dólar caiu e a Ibovespa subiu, isso significa que a economia do país está reagindo. Isso quer dizer o que o mercado financeiro e o mercado internacional está vendo isso com bons olhos e o que isso significa? Que eles acreditam no Bolsonaro. O Bolsonaro é um cara que vem com uma mão de ferro, mas no momento em que o Brasil está precisando disso, de uma mão pesada, de ferro, que realmente venha pra mudar”, elogiou.
“Eu acredito muito que o Bolsonaro vai ser um bom presidente e que as suas alianças são muito importantes. Ele tem que estar ao redor e orbitando ao redor de bons ministros, pessoas capacitadas”, completou.