terça-feira, 20 de novembro de 2018

Novo diretor-geral da PF vai priorizar operações contra a corrupção

Maurício Valeixo, seguindo orientação de Sergio Moro, vai concentrar esforços e recursos da Polícia Federal em operações anticorrupção, segundo o site O Antagonista.

Há o entendimento de que, diante das restrições orçamentárias e de pessoal, é preciso focar no desmantelamento de organizações criminosas com forte atuação contra o patrimônio público.

O objetivo é obter, com o mínimo, o maior retorno para a sociedade.

Bolsonaro diz que novo PGR “só em setembro” de 2019

Questionado mais cedo sobre a nomeação do próximo PGR, Jair Bolsonaro disse à imprensa que só vai discutir o tema em setembro do ano que vem, registra O Antagonista.

“A gente conversa em setembro do ano que vem. Mas, a princípio, a gente vai seguir todas as normas legais existentes.”

As associações de procuradores pressionam Bolsonaro a escolher o nome com base numa lista tríplice.

Lula é deprimente

Lula se rendeu.

A estratégia agora é provocar pena e conseguir uma prisão domiciliar.

Diz a Folha de S. Paulo:

“A imagem de Lula, envelhecido, prestando depoimento na quarta-feira impressionou juízes de tribunais superiores em Brasília.

Os trechos considerados mais deprimentes foram aqueles em que a juíza que substituiu Sergio Moro faz reprimendas ao ex-presidente.

A ideia de prisão domiciliar para Lula voltou a ser discutida em gabinetes, embora seja considerada remota.”

Governo quer que recém-formados fiquem um ano no Mais Médicos

O governo estuda uma proposta para que estudantes de Medicina das universidades federais passem um ano no Mais Médicos depois de formados, registra O Globo.

A medida está sendo debatida entre os ministérios da Saúde e da Educação.

A ideia, diz o jornal carioca, “é que o aluno do ensino público federal devolva à sociedade o investimento que recebeu do Estado”.

Donald Trump planeja comparecer na posse de Jair Bolsonaro, em janeiro

 A equipe de Jair Bolsonaro recebeu sinalização positiva sobre a possível presença de Donald Trump na posse do presidente eleito, em 1º de janeiro, apurou O Antagonista.

O tema será tratado no encontro de Bolsonaro com John Bolton, assessor de segurança nacional de Trump, em 28 de novembro.
O plano do governo dos Estados Unidos é que Bolton faça uma parada no Brasil antes de seguir para o encontro do G-20 em Buenos Aires, que será realizado nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro.

Chanceler de Lula provoca chanceler de Bolsonaro e recebe resposta inesperada sobre “possíveis falcatruas”

O ex-ministro das Relações Exteriores do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Celso Amorim, resolveu deixar a ética de lado e mexer onde não devia, registra o Jornal da Cidade.
Atreveu-se a provocar Ernesto Araújo, futuro ocupante do cargo no governo de Jair Bolsonaro.
Disse que a escolha do presidente eleito representa um retorno a idade média.
Amorim está com uma enorme ‘dor de cotovelo’. Esvaindo-se em despeito e inveja.
Recebeu como resposta tudo o que não gostaria de ouvir. Uma grave ameaça.
Araújo prometeu fazer um “exame minucioso da ‘política externa ativa e altiva’ em busca de possíveis falcatruas”.
Certamente, o petista ficou amedrontado.
Se o exame realmente for minucioso, muita coisa errada será encontrada.

ENFIM, UMA MATRIZ ECONÔMICA LIBERAL

SATISFAÇÃO 
A cada escolha feita pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, para compor as peças-chaves necessárias para enfrentar as mudanças que o nosso empobrecido País exige para que possamos, enfim, começar a trilhar o bom caminho que pode levar a UM NOVO E ESPERANÇOSO BRASIL, maior é a minha satisfação.

PROPOSTAS LIBERAIS SEM MODERAÇÃO
Já deixei bem claro, através de inúmeros editoriais que escrevi ao longo da campanha eleitoral, que a cada entrevista concedida pelo economista- liberal- Paulo Guedes, mais o então candidato Bolsonaro ganhava a minha preferência entre os demais -REFORMISTAS-. Ou seja, a diferença se dava, basicamente, através das propostas LIBERAIS, as quais, SEM MODERAÇÃO, defendo desde a minha adolescência.

MATRIZ ECONÔMICA LIBERAL
Ficando apenas na área econômica, depois da confirmação de Paulo Guedes, que no meu entender foi um dos maiores responsáveis pela vitória eleitoral de Bolsonaro, a escolha de outros excelentes liberais sinaliza, com mais clareza ainda, que o próximo governo vai se pautar por uma saudável MATRIZ ECONÔMICA LIBERAL.

BANCO CENTRAL E PETROBRÁS
Na semana passada, a escolha de Roberto Campos Neto, especialista em finanças pela Universidade de Chicago, para compor a equipe econômica como chefe do Banco Central, foi bastante festejada. Hoje (19), tão logo foi noticiado que o liberal Roberto Castello Branco foi escolhido para chefiar a Petrobrás, esta alegria aumentou ainda mais.

PRIVATIZAR TUDO
Digo que a alegria aumentou porque Castello Branco sempre defendeu, abertamente,  que TODAS AS ESTATAIS DEVEM SER PRIVATIZADAS. Isto inclui, obviamente, a Petrobrás. Começando pelas REFINARIAS, responsáveis diretas pelo preço dos combustíveis. Acabando com o MONOPÓLIO DO REFINO, os preços praticados resultariam na correta evolução da commodity no mercado.

BRASIL GRANDE, DECENTE E DESENVOLVIDO
Juntando estes bons nomes que já integram a exigente equipe econômica, o NOVO BRASIL conta também com o magnífico Sérgio Moro para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública; com o engenheiro e astronauta Marcos Pontes, para o Ministério de Ciência e Tecnologia; com o diplomata Ernesto Araújo para a Relações Exteriores, etc. Ou seja, a cada nome anunciado, mais cresce a confiança de que a partir de 2019 o Brasil vai mudar. MUDAR PARA SER UM BRASIL GRANDE, DECENTE E DESENVOLVIDO.

artigo de Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico

“Não é só Bolsonaro que quer”

O educador petista Mário Sérgio Cortella, ligado a Fernando Haddad, concordou com Jair Bolsonaro sobre as escolas militares, registra O Antagonista.

Ele disse à BBC Brasil:

“A Escola Naval, em Angra dos Reis, os colégios militares de Brasília, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, a Escola de Engenharia do Exército são absolutamente admiráveis. Quem, em sã consciência, não gostaria que a excelência fosse essa? Aliás, elas são excelentes porque têm orçamentos superiores a qualquer outra escola.

Se um dia eu fosse ministro da educação e tivesse recurso para colocar em todas as escolas públicas brasileiras o mesmo orçamento que tem a Escola Naval em Angra, não teria dúvida em fazê-lo. Esse é o nosso sonho.

O que não é necessário? Que se traga a militarização dentro da rede de escolas. Isto é: copiar a conduta, enquanto padrão científico, a capacidade de formação, a seriedade e até a disciplina, mas não a disciplina militarizada porque ela tem outro tipo de objetividade. Uma pessoa que sai de uma escola militar na educação básica, sai com uma formação científica sólida. Eu quero isso para todas as escolas não é só o presidente Bolsonaro que quer.”

Só falta Dallagnol na PGR

A partir desta segunda (19), Sergio Moro e os delegados da Lava Jato já podem assumir seus cargos na equipe do novo governo.

Para desmantelar a ORCRIM de uma vez por todas, só falta Maurício Valeixo no comando da PF e Deltan Dallagnol na PGR.

Gleisi no galinheiro

Gleisi Hoffmann desaprovou a escolha de Roberto Castello Branco para o comando da Petrobras:

”A raposa tomando conta do galinheiro! Vai para a Petrobras quem defende sua privatização! É a entrega do Brasil ao sistema financeiro internacional.”

As galinhas lulistas finalmente foram expulsas do galinheiro, diz O Antagonista.

Não ceda, Bolsonaro

Esperemos que Jair Bolsonaro não ceda às lamúrias da EBC lulista e dê um fim a esse ralo de dinheiro público.

Se ceder, o antissistema será gêmeo do sistema, registra O Antagonista.

Não ceda, Bolsonaro.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A transição da Lava Jato

Sergio Moro anunciou oficialmente os delegados da PF Erika Marena e Rosalvo Franco para o gabinete de transição, registra O Antagonista.

Os dois são pioneiros da Lava Jato.

Servidores apagam postagens contra Bolsonaro

O Globo noticia que muitos servidores de órgãos federais estão apagando postagens contra Jair Bolsonaro nas redes sociais, com medo de perder a boquinha.

As convicções ideológicas no Brasil têm cifra e, não raro, cabem num contracheque.

Dia da Bandeira

Comemora-se hoje, dia 19 de novembro,  o dia da Bandeira do nosso querido Brasil. Depois de um período de horror contra o patriotismo finalmente podemos falar com todas as letras e com toda a convicção que o Amarelo representa nossas riquezas, o Azul representa nossos rios, mares e céus, o Branco simboliza nossa paz, o Verde simboliza nossas florestas.
E o Vermelho? Esse foi chutado de uma vez por todas e nunca voltará!

 Ordem e Progresso

“O amor por princípio e a ordem por base; o progresso por fim” – Augusto Comte
Somente a Ordem pode conduzir ao Progresso.

Douglas Santos

Dias Toffoli diz que prisão de Lula é perfeitamente constitucional

Dias Toffoli realmente desistiu do PT.

Em seu artigo para o site do El País, ele repetiu que o impeachment de Dilma Rousseff e a prisão de Lula respeitaram totalmente a Constituição e as leis, registra O Antagonista.

Leia aqui:

“Temos passado por episódios turbulentos nos últimos anos. Investigações envolvendo a classe política. Impeachment de uma presidente da República. Cassação de um presidente da Câmara dos Deputados. Condenação e prisão de um ex-presidente da República. Todos os impasses foram resolvidos pelas vias institucionais democráticas, com total respeito à Constituição e às leis.”

Roberto Castello Branco aceita convite para presidir a Petrobras

A assessoria do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta segunda-feira (19) que o economista Roberto Castello Branco aceitou o convite para presidir a Petrobras no governo de Jair Bolsonaro.

Castello Branco tem pós-doutorado pela Universidade de Chicago e ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale. Passou pelo Conselho de Administração da Petrobras e é diretor no Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Ao longo da campanha presidencial, o economista esteve próximo de Guedes e Bolsonaro e faz parte da equipe de transição.

fonte: G1

Testemunho de ex-procurador sobre o caráter e a ida de Moro para o STF, viraliza na rede

Um dos mais atuantes procuradores da Operação Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima, recentemente aposentado, teceu o seu testemunho sobre o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
Em seu perfil nas redes sociais, o ex-procurador disse que não é “amigo” de Moro, porque as profissões de ambos não lhes permitiram uma “convivência social”, mas que em 20 anos de convivência profissional, sempre admirou o “espirito público” do ex-magistrado.
Carlos Fernando registrou ainda que “o Brasil ganha um grande ministro”, mas que Moro, após cumprida esta “missão”, deve voltar ao Judiciário na condição de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), relata o Jornal da Cidade..
Abaixo, a íntegra:
Até agora não tinha me manifestado sobre a exoneração de Sérgio Moro.
O que posso dar aqui é meu testemunho de quase 20 anos de convivência.
Não somos amigos, até porque nossas profissões não nos permitem muita convivência social, mas sempre houve muito respeito mútuo.
Sempre admirei sua capacidade de trabalho, conhecimento do processo e sua coragem para decidir.
Essas qualidades são mais raras no serviço público do que gostaríamos de admitir.
Entretanto, acima de tudo o mais importante foi sempre seu espírito público, que agora terá amplo espaço de atuação no Ministério da Justiça.
O Poder Judiciário perde um grande juiz, mas juízes podem ser bem substituídos, como provou a nova juíza da operação Lava Jato.
O Brasil certamente ganha um grande ministro.
Espero, contudo, que ao final dessa missão ele volte ao Poder Judiciário, agora no lugar que merece, o Supremo Tribunal Federal.

domingo, 18 de novembro de 2018

Haddad legalmente não é mais “advogado” de Lula

Os poderes da procuração fornecida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o seu advogado “fake” Fernando Haddad, há muito estão esgotados, publica o Jornal da Cidade.
A rigor desde 11 de setembro os poderes outorgados por Lula a Haddad cessaram, mesmo assim o ex-candidato continuou visitando o seu “cliente”, como se fosse seu advogado.
A procuração fornecida por Lula tinha um fim específico, precisamente o “objetivo de assegurar os direitos do Outorgante na condição de pré-candidato à Presidente da República”. Veja abaixo:
Logo, no dia 11 de setembro, quando o próprio Haddad foi lançado candidato no lugar de Lula, os fins para os quais a procuração foi outorgada, perderam o efeito.
Mesmo assim, o infame poste continuou visitando Lula na condição de advogado.
Mais uma ilegalidade, que infelizmente passou despercebida pelas autoridades.

Otto Dantas, articulista e repórter 

O esplêndido artigo do futuro chanceler de Bolsonaro. Saiba o que pensa Ernesto Araújo

QUERER GRANDEZA
Uma equivocada interpretação das tradições diplomáticas brasileiras tenta impor-nos, há muitos anos, a visão de que o Brasil é simplesmente um país grande: desistimos de ser um grande país.
No universo da diplomacia pós-moderna, que infelizmente nos apressamos a copiar a partir de modelos externos, não existe grandeza. Não existe vontade ou paixão. Não existe orgulho.
O desejo de grandeza é o que de mais nobre pode haver numa nação que se coloca diante do mundo.
Mas alguém decidiu definir a presença do Brasil no mundo por sua adesão aos "regimes internacionais", por sua obediência à "ordem global baseada em regras". O Brasil assim concebido quer ser apenas um bom aluno na escola do globalismo. Não quer nem mesmo ser o melhor aluno, pois isso já seria destacar-se demais, já envolveria um componente de vontade e grandeza que repudiamos.
Quando eu era criança, pela metade dos anos 70, ficava horas folheando um livro chamado "Atlas das Potencialidades Brasileiras" cheio de mapas de reservas energéticas e minerais, produção industrial e agrícola, etc. O subtítulo do livro dizia: "Brasil Grande e Forte".
Hoje, querem colocar nas mãos das crianças livros sobre sexo, mas se vissem uma criança lendo um livro chamado "Brasil Grande e Forte" prenderiam os pais e mandariam a criança para um campo de reeducação onde lhe ensinariam que o Brasil não é nem grande nem forte, mas apenas um país que busca a justiça social e os direitos das minorias.
Antes fosse. Se houvesse uma alternativa excludente entre grandeza e força, de um lado, justiça social e direitos das minorias, de outro, seria até válido optar por estas últimas.
Mas não há excludência. O que há é uma ideologia manipuladora que cria uma histeria permanente sobre justiça social e minorias, sem fazer absolutamente nada concreto nem pelas minorias nem pela maioria, sem nenhum compromisso em melhorar a vida real de ninguém, e que veste o manto da justiça social para roubar e tentar sair com o produto do roubo, desrespeitando tanto a justiça social quanto a justiça propriamente dita.
Essa ideologia faz de tudo para destruir qualquer poder mobilizador autêntico que ela não controle, e por isso dedica-se a sufocar o desejo de grandeza associado ao sentimento nacional.
A grandeza mobiliza e organiza um povo, sentido e gera energia humana, sabidamente a mais preciosa forma de energia. Nada pior para os planos da ideologia esquerdista. A esquerda não tem o menor interesse em justiça social, mas utiliza esse conceito para contaminar a água da nação, para criar pessoas raivosas e ignorantes e assim desmobilizar o povo, proibi-lo de ter ideais, separá-lo de si mesmo, desligar a energia criativa. Justiça social, direitos das minorias, tolerância, diversidade nas mãos da esquerda são apenas aparelhos verbais destinados a desligar a energia psíquica saudável do ser humano.
A aplicação dessa ideologia à diplomacia produz a obsessão em seguir os "regimes internacionais". Produz uma política externa onde não há amor à pátria, mas apenas apego à "ordem internacional baseada em regras". A esquerda globalista quer um bando de nações apáticas e domesticadas, e dentro de cada nação um bando de gente repetindo mecanicamente o jargão dos direitos e da justiça, formando assim um mundo onde nem as pessoas nem os povos sejam capazes de pensar ou agir por conta própria.
O remédio é voltar a querer grandeza.
Encha o peito e diga: Brasil Grande e Forte.
Milhares de pequenos esquerdistas imediatamente te atacarão como formigas quando você chuta o formigueiro, mas se você resistir e não recuar eles ficarão desorientados e se dispersarão na sua insignificância, deixando aberto o campo para construirmos um país de verdade.
(Texto de Ernesto Araujo. Diplomata e próximo chanceler do Brasil)
Publicado originalmente no blog do autor: https://www.metapoliticabrasil.com/blog/querer-grandeza

No embate contra a bandidagem, o fim da “visita íntima” está na mira de Sérgio Moro

A luta contra o crime organizado e as facções criminosas é mais um duro desafio que o novo governo deverá enfrentar.
O isolamento absoluto dos líderes do crime e das facções é uma medida extremamente necessária e fundamental, registra O Jornal da Cidade.
Assim com estabelecer um ponto final a uma série de regalias que vigoram no sistema prisional, além da redução da maioridade para crimes graves.
Questionado pela revista IstoÉ sobre a tal ‘visita íntima’, o futuro ministro Sérgio Moro garantiu que é uma possibilidade que está sendo estudada, assim como também o fim das famosas ‘saidinhas’ em feriados e datas específicas.
A ideia é enrijecer o sistema.

Deltan, o novo PGR

A Operação Lava Jato, tantas vezes na mira dos políticos poderosos envolvidos em esquemas escabrosos de corrupção, tem tudo para assumir uma grandeza avassaladora.
O futuro ministro da Justiça Sérgio Moro tem o seu nome preferido para o cargo de Procurador Geral da República, no lugar de Raquel Dodge.
O nome do coração de Moro é o de Deltan Dallagnol.
O Radar da Veja confirma esta preferência, que parece óbvia.
Para tanto, Deltan precisa ter o seu nome incluído na lista tríplice do Ministério Público Federal, que será encaminhada para a escolha do presidente da República
A lista tríplice é feita a partir da votação entre os membros do MPF.
Se o nome de Deltam estiver na lista, terá o aval e a preferência do ministro, registra o site Jornal da Cidade..
Assim, não há dúvidas de que será nomeado por Jair Bolsonaro.

Nordeste pode se tornar grande vitrine de Bolsonaro, diz Heleno

O governo de Jair Bolsonaro quer dar atenção especial ao Nordeste, publica O Globo.

A intenção, segundo o jornal carioca, é transformar a região em uma vitrine de seu governo.

Para isso, serão retomadas obras paralisadas nas gestões petistas, como a transposição do Rio São Francisco e a construção de ferrovias.

“Tenho dito que o Nordeste é o centro das atenções para mudar o Brasil”, disse general Augusto Heleno.

“O Nordeste pode [se tornar uma grande vitrine de Bolsonaro], mas acho que essa preocupação é secundária, consequência. Não acredito que as pessoas sejam tão infantis e continuem pensando em voto, em manipulação, em manter gente como coitadinho quando a gente pode fazer as pessoas terem outra perspectiva para o futuro.”

A mente de um psicopata: o ponto em que Lula tem razão por sua indignação e inconformismo por estar preso

A comparação da fisionomia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do período anterior ao dia 7 de abril, quando foi preso, com a fisionomia apresentada no último dia 14 de novembro, quando compareceu para mais uma audiência na Justiça Federal do Paraná, é chocante. Com facilidade percebe-se o abatimento e o envelhecimento experimentado por Lula nestes pouco mais de 7 meses.
Quem tiver curiosidade, basta fazer uma comparação entre as duas fotografias, uma antes de 7 de abril e outra do último dia 14. A diferença é gritante.
Notadamente, o petista está indignado e inconformado por ser mantido preso. Ele quando se entregou, jamais imaginava que pudesse ficar tanto tempo encarcerado e, agora, com o avanço de outros processos, vê crescer a perspectiva de ‘apodrecer’ no xilindró.
E Lula, analisando friamente, tem certa razão em toda a sua indignação e inconformismo, do ponto de vista de como funciona a mente de um psicopata. Vejamos:
1. O abobalhado advogado Cristiano Zanin, embora não declare, deu ao ex-presidente a mais absoluta garantia de que o tempo no cárcere seria rápido, duraria apenas alguns dias.
2. Da mesma forma, Zanin alimentou em Lula a possibilidade de que ele poderia ser candidato.
3. E, por fim, a razão maior e que deixa Lula possesso, são os motivos que o levaram para a prisão e que podem reforçar e tornar longo o seu período engaiolado. O tríplex e o sítio.
No pensamento do meliante, ante as barbaridades que cometeu durante o seu governo, ‘tríplex’ e ‘sítio’ representavam ‘café pequeno’.
Lula sempre foi cuidadoso, nunca pediu propina diretamente, sempre mandou prepostos.
Caiu nos dois casos acima porque não soube conter a fúria consumista de dona Marisa Letícia.
Tanto o tríplex, quanto o sítio, foram pleitos de Marisa, utilizando a parte da propina que cabia ao marido. Para tanto, fez o que fez, expôs o envolvimento de Lula no recebimento de propina, coisa que ele sempre evitou, daí ter conseguido sair ileso no mensalão.
Desta feita, foi diferente, a alma mais honesta do Brasil foi traída por menosprezar as nossas instituições, a determinação de jovens procuradores abnegados e a coragem e sabedoria de um admirável juiz.

texto de Otto Dantas, articulista e repórter.

Com o fim do Mais Médicos, o que será da Dipirona?

Com os cubanos a Dipirona cura câncer, unha encravada, dor de corno, menopausa, diarreia, impotência, excesso de potência, peito caído, língua estranha, dedo torto, epilepsia, coceira na perereca, catalepsia, dislexia, anorexia, bacia rachada, copo quebrado, cano enferrujado, pia entupida, vesguice, queda de cabelo, chato, pé chato, cara chato, pentelho encravado, saco murcho, olho torto, encosto, obsessão, chulé, gripe, dengue, bobeira, caganeira, bebedeira, espinhela caída, prurido anal, flatulência, indecência, fogo no rabo, pinto pequeno, priapismo, fascismo, comunismo, socialismo, botulismo, tetraplegia, feiura, carro enguiçado, motor batendo, pane de avião e tudo o mais que você quiser.
Nem precisa perguntar. Ele já diz: "DIPIRONA!"
E se tu disser pra um cubano: "Dipirona é bom pra caramba!!!"
Ele completa: "Si pero solo 20 gotas de 12 en 12 horas!"
A pergunta é: Será que o laboratório que faz a Dipirona vai fechar?
Se for, só tem um remédio para o desemprego: Dipirona.
Ops! Não tem mais. Vai morrer todo mundo.

texto de Marcelo Rates Quaranta, articulista 
no site Jornal da Cidade

PT se supera e entra na Justiça para anular a exoneração de Sérgio Moro

O PT não muda e sempre estará do lado do avesso.
Isso é o PT. Um verdadeiro dejeto que se intitula partido político.
A mais nova da agremiação presidida pela infame Gleisi Hoffman, trata-se de um pedido protocolado junto a Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no sentido de que a exoneração de Sérgio Moro seja anulada, registra o Jornal da Cidade.
Uma aberração jurídica, sem pé, nem cabeça e nenhum fundamento.
Para tanto, a alegação é de que os processos movidos pelo PT contra Moro no CNJ serão arquivados. Assim, entendem, que ele deve continuar juiz para responder aos tais processos.
Noutras palavras, o PT quer obrigar Moro a continuar magistrado.
Note-se que é o mesmo PT, que há poucos dias esbravejava por Moro ter requerido férias, ao invés de ter pedido exoneração.
Não dá pra levar a sério...

“Quando ninguém falava nos planos petistas para a América Latina, eu já denunciava”, diz Janaína Paschoal

Através do Twitter, Janaina Paschoal, deputada estadual eleita pelo estado de São Paulo, esclareceu seus posicionamentos sobre o programa Mais Médicos, do governo Federal.
Por meio de uma ‘thread’, a jurista iniciou o assunto, dizendo que recebeu críticas pelas opiniões emitidas em relação aos cubanos.
Janaina aproveitou a situação para destacar alguns pontos que, segundo ela, foi esquecido por muitos. 
Olá, Amados! Ontem, quando escrevi sobre o Programa Mais Médicos, algumas pessoas manifestaram preocupação, chegando a afirmar que eu fui eleita para cuidar de São Paulo e não de cubanos ou venezuelanos. Como respeito muito a liberdade de manifestação, devo esclarecer. Por que vocês acham que uma advogada paulistana, uma professora de Direito, foi a primeira a perceber os perigos que o Brasil corria com o PT no poder? Por que essa advogada decidiu sair do seu conforto para tomar medidas efetivas contra esse perigo? Sim, pois o que todos dizem saber agora, eu percebi e enfrentei, quando ninguém acreditava ser possível derrubar o PT do poder. Então, foi justamente minha preocupação com os cubanos e com os venezuelanos que me mostrou qual seria nosso destino. Levantem meus artigos antigos em Jornais, Revistas e livros… quando ninguém falava nos planos petistas para a América Latina, eu já denunciava”, afirmou janaina.
Ela encerrou dizendo que a sua preocupação é unicamente com o Brasil.
Desse modo, desculpem, esteja eu onde estiver, serei a mesma Janaina, preocupada com o micro e preocupada com o macro. São Paulo está no Brasil, que está na América Latina, que esta no Mundo”.

Luiz Philippe: “Muitos jornalistas sabem que à Venezuela é um Estado falido”

Ativo nas redes sociais desde o início de 2017, Luiz Philippe de Órleans e Bragança, eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, utilizou o Twitter nesta sexta-feira (17) para criticar a atuação de muitos jornalistas da imprensa tradicional em relação à Venezuela.
O herdeiro da família real afirmou que parte dos profissionais da comunicação, tem conhecimento que a Venezuela é uma ditadura.
Para ele, existe uma espécie de camuflagem para abraçar a ideologia marxista, existente nos grandes jornais.
Muitos jornalistas sabem que a Venezuela é um Estado Falido comandado por uma ditadura. Mas publicamente não podem reconhecer isso como problema pois demonstraria parcialidade contra um regime socialista e sabem que constatar o problema seria o início de sua resolução”, publicou Luiz.
Críticas Antigas
Apesar das publicações recente sobre à Venezuela, as críticas de Luiz Philippe não são novidades.
Em vários momentos, ele utilizou o Twitter para criticar à ditadura de Nicolás Maduro.
Em certa publicação, ele detonou às relações diplomáticas entre Brasil e Venezuela.
O Brasil se recusa a assinar sanções contra a Venezuela, cujo regime ditatorial socialista condena diariamente milhares de venezuelanos à fome. Nunca é demais lembrar que graças aos governos Lula e Dilma, o Brasil é sócio intelectual e financeiro da ditadura Maduro”, disse.
Ele também criticou o cenário devastador da Venezuela e repudiou o Foro de São Paulo.
Aparentemente condenar os venezuelanos à morte através da fome já não é o bastante. Agora Maduro quer acelerar o crime. A esquerda e o Brasil assistem a isso em silêncio, afinal era esse o projeto que o Foro de São Paulo tinha para nosso país. É isso que estamos tentando evitar.”
Luiz Philippe O. Bragança obteve 118.457 votos totalizados (0,56% dos votos válidos) e foi eleito Deputado Federal em São Paulo, registra o site Conexão Política.

sábado, 17 de novembro de 2018

“BRASIL ACIMA DE TUDO”: SOU PATRIOTA E NÃO SOU FASCISTA, ACREDITEM SE QUISER

O Brasil passou por constantes rupturas, sejam elas com a sua história ou com a democracia. Não nutrimos um elo muito robusto com as nossas heranças, além daquelas que recebemos de nossas famílias e costumes mais imediatos e “bairrescos”; a nossa história, enquanto nação, nunca foi prioridade para governantes e cidadãos. Na escola, o aprendizado dessa matéria era tratado como mera condição para passar de ano, o estudo de nossos álbuns empoeirados e prateleiras de museus era coisa de esotéricos das classes de humanas; nada e nem ninguém que mereça muita atenção. Saber do contexto onde nossos avós cresceram, ou da política que vigorava quando tínhamos reis e rainhas não passava de mera curiosidade que — vez ou outra — encontrávamos num fim de tarde entediante de conversas familiares ou em programas televisivos.
Não conhecemos minimamente a nossa história, “malemá” temos heróis nacionais que habitam o nosso imaginário, nunca passamos por eventos que nos pediram um amor sacrificial por nossa pátria; aliás, sejamos sinceros, mal sabemos o que é um amor pátrio. Somos quase que apátridas em terras ermas e aleatórias.
Um povo sem biografia:
O nosso elo histórico mais vigoroso foi cortado ainda na monarquia. Após o advento da República de Deodoro, nos encontramos numa queda vertiginosa de apreço nacional; não raro defendemos o implante de modelos internacionais pré-concebidos em várias de nossas instituições, uma espécie de Ctrl-C + Ctrl-V jurídico, político e social. Todavia, apartado de nossas raízes, não era de se espantar que tenhamos tentado implantar braços nos lugares das pernas.
Quando um povo se afasta de sua aorta histórica, ele vira um Frankenstein político, uma nação retalhada por ideologia, dissensões religiosas e brigas que não possuem nenhum objetivo que não a busca incessante e selvagem pelo poder e vantagens diversas. As instituições fundadas para serem instrumentos e vozes do populacho nada mais se tornam do que cabides de emprego, centros oficiais de corruptelas e demais atos vis a que diariamente assistimos nos noticiários como se fossem séries da Netflix.
Quando o povo não conhece as suas heranças, fica impossível amá-las; e, se não as amamos, por qual motivo deveríamos nos sacrificar e nos desgastar por elas? Quem não conhece a sua história, não sente com a sua história, não sofre com a sua história, não permanece com a sua história; mantém seu pensamento num egocentrismo “tolificante”; fecha-se em sua áurea de certezas e individualismos, sem ter qualquer apreço por aqueles que se avizinham e mantêm elos de sangue ou camaradagem. O povo que não sabe sequer quais foram as gentes que deram origem aos filetes de ouro que tecem o seu DNA genético e histórico não será capaz de patriotismos e autossacríficios por sua nação.
Patriotismo não é nacionalismo:
Outro fator que impossibilita o amor pátrio pelo Brasil é a confusão recorrente entre nacionalismo e patriotismo. Nacionalismo é um sentimento que geralmente está alicerçado no remorso por flagelos e humilhações pregressas, além do desejo desenfreado por poder e pela soberania de um grupo auto-eleito: “o mais puro”. Trata-se de uma ideologia que enxerga a virtude social e moral sob a posse exclusiva de seu povo, raça ou casta; pregando, dessa maneira, a ideia de que todos devem se dobrar frente à sua concepção de governo e Estado — caso contrário, eles próprios farão isso pela força militar, “pelo bem de seu grupo”.
No nacionalismo, não há lugar para irmandades e amor; o sentimento predominante é o egocentrismo alastrado e massificado, as almas dos indivíduos são cimentadas e transformadas num bloco uniforme de obediências e dogmatismos padronizantes; tudo isso abrangendo o Líder (sumo sacerdote do Estado) como o representante mor e chefe inconteste. Não há nacionalismo sem Estado forte, obeso e burocrático; a burocracia é o modus operandi e a desculpa para o controle social e cultural.
Patriotismo não é nazismo, comunista ranhento:
O patriotismo, por sua vez, é um sentimento fincado na partilha, na consciência de afeição e fraternidade de sangue ou vizinhança entre os concidadãos de um país (família, bairro, cidade, estado); mas, principalmente, se trata do apreço por suas heranças históricas, da consciência do preço de sangue que custa a liberdade de um povo e de quantos tijolos de moralidade ou pedras foram necessários para erguer uma nação próspera e feliz. Ou seja, o patriotismo é a consciência mais abrangente de amor comunitário; um olhar de coesão que abarca — apesar das diferenças de ideias, cores, religiões e sexos — um esforço conjunto pelo crescimento da nação, pela melhoria das condições de um povo. O amor pátrio age, dessa maneira, através de indivíduos interdependentes, isto é: de indivíduos diferentes, diversificados em suas funções e relações, mas que buscam os mesmos fins, ou seja, o bem do país.
Não é concebível para um patriota, por exemplo, o pensamento: “quanto pior, melhor”; ou seja, o ato de usar do caos — ou propriamente construí-lo — com o intuito de que uma crise acentuada leve a uma vitória política de sua visão de mundo. Tal mentalidade doentia deveria ser um absurdo em si mesmo.
Um democrata patriota não deve torcer pelo fracasso de um governo republicano, pois, ainda que adversários políticos, estão sob o mesmo vernáculo; é como se um tripulante começasse a furar o casco de seu navio porque não gosta do comandante. No fim ambos estarão à deriva. Um verdadeiro patriota não concebe como razoável uma luta ideológica que se sobreponha à saúde da nação; nesse sentido, o patriotismo é um antidoto natural contra a ideologia: o indivíduo que pensa no bem de seu país não terá porque priorizar as diretrizes do partido, frente às reais necessidades da nação.
O patriota reconhece o acerto pelo acerto e o erro pelo erro, não fazendo a distinção da verdade pelos pressupostos políticos daqueles que os colocam em prática. Se são os socialistas que estão no poder, ele amará a sua nação e procurará colaborar naquilo que for possível, ainda que desaprove 90% daquilo que o atual governo aprova; o patriota se apegará aos 10% que sobraram e fará de sua vida uma luta pelo acerto. E quando a crítica for necessária, primeiramente o fará pelo bem do país e não do partido.
Patriotas não querem suprimir países vizinhos — a não ser que estes os ameacem; muito menos submetê-los às suas tradições e modelos políticos por puro fetiche de expansão. O patriota busca apenas honrar, defender e fazer com que sua nação prospere. Os atos de um patriota, ao contrário do nacionalista, não estão ancorados na rancorosa supressão de terceiros para a glória de seu rebanho, mas numa virtuosa e laboriosa ascensão social, no amor medular pela sua população. Ser patriota não se trata de achar deméritos nos outros países a fim de elevar os méritos do seu, mas sim em trabalhar e construir arduamente os seus patrimônios e orgulhos.
No fundo, o patriota estende a sua concepção de amor familiar para os demais que se avizinham a ele; o sentimento mais tenro que permeia a sua casa, ele tenta vislumbrar em seu país; o autosacrifício que faria por seus pais, ele busca fazer por sua pátria.
Sei que é difícil:
Sei que é difícil imaginar tal postura de apego e amor ao Brasil. O momento em que aqui o civismo teve propaganda foi justamente na época do Regime Militar, uma época nada exemplar em muitos patamares. No entanto, amar o país não significa apoiar ditaduras, ser nacionalista ou antidemocrático; um dos países mais democráticos do mundo, os EUA, é profundamente patriótico e, não raro, exemplo de austero defensor das liberdades individuais.
O brasileiro, ao amar seu país, superando assim a síndrome de cachorro sem dono, cria condições para o crescimento e manutenção da prosperidade nacional. Uma sociedade que ama seu país trabalhará, estudará, educará e fará tudo com novo ardor, tendo como anexo de suas motivações o crescimento pátrio e a prosperidade de seu povo.

Por Pedro Henrique Alves, publicado pelo Instituto Liberal