sexta-feira, 23 de novembro de 2018

“Que se limpe todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais”, diz Ricardo Vélez Rodríguez

Nesta última segunda-feira (19), O petista Mário Sérgio Cortella, ligado a Fernando Haddad, disse em entrevista à BBC, que as escolas militares ‘são são excelentes porque têm orçamentos superiores a qualquer outra escola’.
Ele ainda afirmou que não é necessário que ‘se traga a militarização [para] dentro da rede de escolas’.
“A Escola Naval, em Angra dos Reis, os colégios militares de Brasília, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, a Escola de Engenharia do Exército são absolutamente admiráveis. Quem, em sã consciência, não gostaria que a excelência fosse essa? Aliás, elas são excelentes porque têm orçamentos superiores a qualquer outra escola. Se um dia eu fosse ministro da educação e tivesse recurso para colocar em todas as escolas públicas brasileiras o mesmo orçamento que tem a Escola Naval em Angra, não teria dúvida em fazê-lo. Esse é o nosso sonho. O que não é necessário? Que se traga a militarização dentro da rede de escolas. Isto é: copiar a conduta, enquanto padrão científico, a capacidade de formação, a seriedade e até a disciplina, mas não a disciplina militarizada porque ela tem outro tipo de objetividade. Uma pessoa que sai de uma escola militar na educação básica, sai com uma formação científica sólida. Eu quero isso para todas as escolas não é só o presidente Bolsonaro que quer”, declarou Cortella.
Em resposta, o futuro ministro da educação Ricardo Vélez Rodríguez, nomeado por Jair Messias Bolsonaro, discordou da declaração de Cortella.
Para ele, o primeiro passa para recuperar o sistema educacional no Brasil é limpando “todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais de não poucos funcionários alojados no Ministério da Educação”.
Vélez assegurou que, o sistema educacional miliar, não tem uma alta patente somente por ter altos investimentos. Ele diz que o ensino militar é excelente porque “há patriotismo e neles se faz o que de muito tempo não se faz em não poucas instituições públicas de ensino: estudo, disciplina, valorização dos docentes e amor pelo Brasil”.
Veja a resposta na íntegra:
“O que é necessário na educação, senhor Cortella? Em primeiro lugar que se limpe todo o entulho marxista que tomou conta das propostas educacionais de não poucos funcionários alojados no Ministério da Educação. Isso para início de conversa. Os Institutos Militares são excelentes lugares de ensino. Concordo. Mas não é, exatamente, questão de dinheiro. Eles são excelentes porque há patriotismo e porque neles se faz o que de muito tempo não se faz em não poucas instituições públicas de ensino: há estudo, disciplina, valorização dos docentes e amor pelo Brasil. Tudo que os petralhas e colaboradores não fizeram ao longo dos últimos anos! Isso, apesar de Lula e Companhia terem ‘contingenciado’ o orçamento das Forças Armadas, naquilo que os nossos militares mais queriam: garantir a proteção de fronteiras no Brasil, com o projeto Sisfron”.

CUT afundada em crise, demite funcionários e vende prédio

A Central Única dos Trabalhadores, importante braço político e social do PT, está mergulhada numa crise sem precedentes. Após a aprovação do projeto que acabou com a obrigatoriedade do imposto sindical, criado pelo deputado federal Paulo Martins, a entidade, que estava acostumada a tomar obrigatoriamente dos trabalhadores R$ 50 milhões – de janeiro a agosto de 2017 – passou a arrecadar menos de 10% do que arrecadava anteriormente, cerca de R$ 2 milhões.
Uma das saídas está sendo o corte de gastos, o que significa que até o momento 60 funcionários foram desligados, e o que sobrou está de mudança, pois o prédio atual da sede, avaliado em R$ 40 milhões, será vendido.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, declarou que cogita abrir o site para patrocinadores, ou seja, para sobreviver vão se render aos lucros do capital.
Fonte: Época

Lula pode ser condenado duas vezes pelas mãos da juíza Gabriela Hardt

O pior pesadelo de Lula e sua defesa está prestes a se concretizar. Gabriela Hardt, a juíza exemplar que mandou o petista diminuir o tom para evitar problemas, ficará à frente da Lava Jato até 30 de abril de 2019, ou seja, tempo suficiente para Gabriela proferir duas condenações nos casos do sítio de Atibaia e no terreno do Instituto Lula.
A confirmação veio na quarta-feira (21) em despacho, onde a juíza informou que foi designada como responsável pela titularidade plena da 13ª Vara. O prazo de atuação da magistrada vai do último dia 19, data da exoneração de Sergio Moro, até dia 30 de abril de 2019, conforme já informado.
Os processos em que Lula é réu estão em fase avançada, e provavelmente serão finalizados pela juíza. No caso do terreno do Instituto Lula e de um apartamento em São Bernardo do Campo, comprados com propina pela Odebrecht, teve as alegações finais de Lula apresentadas em 1º de Novembro. Já no processo do sítio de Atibaia, que investiga as reformas pagas também com propina de empreiteiras, como a OAS, deve ficar pronta para sentença já em janeiro.
(Informação do Renova Mídia)

Mais de 11 mil médicos brasileiros se inscrevem no programa Mais Médicos e desmentem narrativa do PT

Toda narrativa criada pelo PT de que faltavam médicos brasileiros foi desmentida. Há muitos médicos brasileiros dispostos a trabalhar no Mais Médicos. Para substituir os 8.000 cubanos, mais de 11.000 médicos já se inscreveram. Ainda há milhares de médicos brasileiros formados no exterior aguardando a Revalidação, registra o site República de Curitiba.
O Ministério da Saúde informa que no segundo dia de inscrições (até às 17h), o número já chegou a 11.429 inscritos com CRM Brasil. Desse total, 5.212 foram efetivadas e 3.648 profissionais selecionaram o município de atuação. O edital foi publicado no Diário Oficial da União da última terça-feira (20/11). São ofertadas 8.517 vagas para atuação em 2.824 municípios e 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), que antes eram ocupadas por médicos da cooperação com Cuba. Os profissionais podem se inscrever por meio do site maismedicos.gov.br.
Sobre a instabilidade do site, o Departamento de Informática do SUS (DATASUS) está trabalhando para aprimorar o sistema de inscrições. O setor já identificou a maior parcela dos robôs e máquinas programadas que estão promovendo os ataques à página do Mais Médicos. Ainda nesta quinta-feira (22/11), a equipe de segurança do sistema atuou isolando e protegendo a rede desses ataques.

Escola partidária, identidade de gênero e outras idiotices

Temos que reagir às investidas de grupos deletérios, que tentam destruir os princípios morais e educacionais da família brasileira.
Por exemplo, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) tem se notabilizado na tribuna da Câmara em defesa visceral de um modelo libertário de sociedade, pregando um novo comportamento da educação familiar e escolar.
A deputada em seu contumaz show verborrágico - de gestos demasiadamente peripatéticos, defensora da escola partidária, mas que foi educada na escola tradicional e graças a ela deve a educação formal que tem - não se cansa de seus posicionamentos ridículos, antipedagógicos e doutrinários de viés (comunista) maléfico.
Ora, o senso crítico não se aprende na escola, mas sim é uma característica intrínseca de reagir de cada um no universo em que vive. Não é a escola defendida por Erika Kokay, ou por grupos vanguardistas de esquerda, que vai posicionar o indivíduo na sociedade.
A escola básica é para formar o cidadão como ser humano, civilizado, disciplinado, multialfabetizado e não para ter contato precocemente com ideologias político-partidárias, de gênero, casamento gay etc.
Como impingir nas crianças conceitos antipedagógicos de natureza sexual, homoafetivos, político-partidários, ensinando que inexistem homem e mulher e outras idiotices, como desejam a deputada petista e demais sectários de esquerda?
A pluralidade de ideias e a divergência são vitais para a oxigenação do ensino, mas têm que ser abordadas sem proselitismo, sem doutrinação e sem pretender catequizar indivíduos ainda em formação escolar.
Enquanto a deputada e demais pseudovanguardistas de esquerda se preocupam em doutrinar a escola básica, se esquecem elas de que as escolas públicas brasileiras, no período petista, foram abandonadas, onde alunos e pais passaram a agredir professores, coisa que quase inexistia antes do nascimento do PT. Leiam e tirem as suas conclusões do fato abaixo.
“A mãe de uma aluna que agrediu professores da Escola Municipal de Ensino Fundamental Saint Hílare, na Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre, na quarta-feira (7), retornou à escola nesta quinta-feira (8), causou confusão em frente à instituição e atropelou um policial militar, conforme o relato de professores”.
Este é o cenário, infelizmente, por que passa a educação escolar pública brasileira. Pais e alunos indisciplinados, sem repressão à altura das autoridades educacionais, transformaram o ambiente escolar público em arena de agressões a professores, os quais se sentem inermes e inertes para continuar ensinando.
Urge que a disciplina volte a reinar no seio escolar, como antigamente. Aguardamos que o novo governo federal resgate a paz no ambiente da escola pública brasileira, expedindo orientação ou norma geral para que seja adotada em todo o território nacional.
Alunos recorrentemente indisciplinados, que agridem verbal e fisicamente professores, com a complacência de seus pais, têm que ser expulsos dos colégios públicos, pois, é preferível que elementos indisciplinados passem para a marginalidade a ficar contaminando todo o grupo de alunos disciplinados da escola. Isso é mais um espólio negativo deixado nos treze anos de desgoverno petista.
texto por Júlio César Cardoso, bacharel em Direito e funcionário público aposentado.
(via Jornal da Cidade)

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Os filhos dos generais e os filhos dos presidentes civis

O último general-presidente, João Batista Figueiredo, intensificou a abertura política pressionado por uma enorme crise econômica e pelas manifestações populares em prol da democracia.
Logo que assumiu o poder, aboliu o sistema bipartidário e promoveu uma ampla, geral e irrestrita anistia, além de devolver aos cassados os seus direitos políticos.
O MDB, que fazia uma tênue oposição ao regime, virou PMDB, enquanto a ARENA se transformou no Partido Democrático Social (PDS), abrigando os civis e militares defensores do regime.
Findo o mandato, Figueiredo deixou o poder completamente pobre.
Não tinha, sequer, dinheiro para manter o sítio do Dragão, em Petrópolis, para onde se retirou após deixar o poder. Teve de vender alguns bens para manter a propriedade. Primeiramente vendeu os cavalos; depois, o próprio sítio.
Morreu em 1999 em seu apartamento no bairro de São Conrado, Zona Sul do Rio de Janeiro. Sua viúva, que faleceu anos depois, foi obrigada a organizar um leilão dos objetos pessoais do marido para pagar as despesas da casa. Essa atitude foi bastante criticada pela imprensa, que pouco se incomodava com as agruras financeiras da ex-primeira dama, que vivia da pensão militar deixada pelo general, equivalente a R$ 8.865,00.
Outro militar, o coronel do exército Mário Andreazza, foi Ministro dos Transportes nos governos Costa e Silva e Médici. Responsável pela construção da ponte Rio-Niterói - obra que teve empréstimo de dois bilhões de dólares -, também morreu pobre. Seus 37 colegas de turma fizeram uma vaquinha para que o seu corpo fosse trasladado do Rio de Janeiro para o Rio Grande do Sul, sua terra natal.
Não se conhece, em matéria de dinheiro público, qualquer ato desabonador dos filhos dos ex-presidentes militares.
A filha de Geisel, Amália Lucy, professora do Colégio Pedro II, ia de ônibus para o trabalho. Paulo Roberto e João Batista, filhos de Figueiredo, jamais foram objetos de investigação. O primeiro, publicou um artigo na internet explicando as razões pelas quais seu pai se recusou a patrocinar a Copa do Mundo no Brasil na década de 80.
Segundo ele, Figueiredo não aceitava tirar bilhões de dólares da saúde e da educação para gastá-los com futebol e propina. Hoje está demonstrado que a vida dos generais-presidentes e a de seus filhos era simples e modesta. Pelo menos até o momento, não se conhece nada que desabone a conduta de qualquer deles.
Já os ex-presidentes civis e seus herdeiros, praticamente nenhum deles se salva.
Muitos respondem a processos por corrupção. Sarney saiu desmoralizado. Collor foi obrigado a renunciar sob acusação de corrupção. Seu sucessor, Fernando Henrique Cardoso e o seu primeiro filho, Paulo Henrique, podem ser chamados a qualquer tempo para dar explicações sobre certos negócios cobrados pela imprensa, a exemplo das contas e propriedades no exterior do patriarca investigadas pela Polícia Federal, negócios com a Odebrecht, com a Petrobrás e algumas offshores no Panamá e no Reino Unido, além de uma sociedade com o ex-braço direito do presidente argentino Maurício Macri, que se suicidou em meio a um escândalo de corrupção. Lula está preso, Dilma impichada e Temer sai do governo acusado de corrupção no porto de Santos.
Considerando, como dizia Cícero, que a história é a testemunha dos tempos e a luz da verdade, a ela caberá julgar os generais-presidentes pelos crimes de que são acusados contra os direitos humanos – por ação ou por omissão. Seja qual for o veredito, ela registrará que, do ponto de vista exclusivamente pessoal, todos eles, sem exceção, eram honestos. E os seus filhos também.
texto por Luiz Holanda, advogado e professor universitário.
(publicado originalmente no site Jornal Da Cidade)

Conheça Ricardo Vélez Rodríguez — o ministro da Educação do governo Bolsonaro

Como noticiamos há pouco, o presidente eleito Jair Bolsonaro confirmou na noite desta quinta-feira (22) o nome do filósofo Ricardo Velez Rodriguez para comandar o Ministério da Educação (MEC) em seu futuro governo.
O anúncio foi feito pelo perfil oficial de Bolsonaro no Twitter.
Gostaria de comunicar a todos a indicação de Ricardo Velez Rodriguez, Filósofo autor de mais de 30 obras, atualmente Professor Emérito da Escola de Comando e estado Maior do Exército, para o cargo de Ministro da Educação”, publicou.
A nomeação de Ricardo Vélez Rodríguez ao Ministério da Educação, além de atestar o compromisso de compor Ministérios com nomes estritamente técnicos, também representa a total mudança de rota do sistema educacional brasileiro. Vélez foi indicação do prof. Olavo de Carvalho.
Quem é Ricardo Vélez Rodríguez?
Ricardo Vélez Rodríguez nasceu em Bogotá (Colômbia) em 1943. Realizou os seus estudos básicos no Liceu de La Salle (Bogotá) e cursou na mesma cidade o Bacharelado em Humanidades, no Instituto Tihamer Toth.
Possui graduação em Filosofia pela Universidade Pontifícia Javeriana (1964), graduação em Teologia – Seminário Conciliar de Bogotá (1967); mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1974); doutorado em Filosofia pela Universidade Gama Filho (1982).
Realizou pesquisa de pós-doutorado no Centre de Recherches Politiques Raymond Aron Paris (1994-1996), sob a orientação de Françoise Mélonio. Atualmente é conferencista e membro do conselho consultivo da Universidade Católica Portuguesa (Lisboa).
Vélez é professor associado da Universidade Federal de Juiz de Fora e professor emérito da ECEME.
Atualmente é professor-colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da UFJF. Possui experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia.
Pertence à Academia Brasileira de Filosofia; ao Instituto Brasileiro de Filosofia; ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro; ao PEN Clube, ao Conselho Técnico da Confederação Nacional do Comércio e ao Instituto de Filosofia Luso-Brasileira (Lisboa).
Na mesma Universidade é também coordenador do Núcleo de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos; do Núcleo Tocqueville-Aron de Estudos sobre as Democracias Contemporâneas; do Núcleo de Estudos sobre Madame de Staël e o Romantismo e do Núcleo de Cosmologia e Filosofia da Ciência.

Com informações do site Conexão Política.

Rubem Novaes no Banco do Brasil

Paulo Guedes escolheu o economista Rubem Novaes para presidir o Banco do Brasil.

Novaes é amigo de Guedes desde a época em que estudaram na Universidade de Chicago. Ele é professor da FGV, registra O Antagonista.

Evo pela metade

Evo Morales, o comparsa de Lula e Nicolás Maduro, vai ter de se virar para financiar o regime cocalero.

Diz O Globo:

“A Petrobras vai rever o contrato de fornecimento de gás com a Bolívia, que vence no fim do próximo ano. O acordo firmado com a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos prevê que a estatal brasileira pode importar até 30 milhões de metros cúbicos por dia. De acordo com a proposta já discutida pelas áreas técnicas da Petrobras, o volume deve ser reduzido para metade deste volume: 15 milhões de metros cúbicos por dia.”

BOLSONARO ANUNCIA MINISTRO DA EDUCAÇÃO

Jair Bolsonaro acaba de anunciar no Twitter que o professor de filosofia Ricardo Velez Rodriguez será o seu ministro da Educação. Ele é ligado à Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, da qual é professor emérito.

Velez conta com a simpatia de Olavo de Carvalho – assim como o chanceler Ernesto Araújo – e sempre foi o favorito do presidente eleito.


Ivan Monteiro é carta fora do baralho

Atual presidente da Petrobras e cotado dias atrás para assumir o comando do Banco do Brasil, Ivan Monteiro foi cortado do futuro governo pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, registra O Antagonista.

Ivan é do entorno de Aldemir Bendine (Dida), preso pela Lava Jato.

Bolsonaro também estuda varrer todos os vice-presidentes do BB ligados à gestão petista.

Futuro ministro da Defesa anuncia novos comandantes das Forças Armadas

O futuro ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, anunciou nesta quarta (21)  os novos comandantes das Forças Armadas.

Na Marinha, o almirante Ilques Barbosa Júnior; no Exército, o general Edson Leal Pujol; na Aeronáutica, o brigadeiro Antônio Carlos Moretti Bermudez.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

O plano de Mandetta

Luiz Mandetta tem planos ambiciosos para a pasta da Saúde, diz o Estadão.

“Quer trocar o nome do programa Mais Médicos para Mais Saúde.”

O partido do MBL

O MBL se prepara para virar partido.

Kim Kataguiri disse para a Folha de S. Paulo que o plano é adotar “uma legenda que já exista, mas que tenha morrido por causa da cláusula de barreira”. 

General Heleno dribla "pegadinhas" e expõe os benefícios no uso de militares no governo (VÍDEO)

No último domingo (18), Daniela Pinheiro, diretora de redação da revista Época, questionou o general Augusto Heleno durante o programa Poder em Foco, no SBT. Os questionamentos aparentemente tentavam pautar o debate de forma a colocar o militar na defensiva e fazê-lo "dar explicações". Neles, por exemplo, estava inclusa a ideia de que "os militares voltaram ao poder" e que o Brasil está a beira de um governo "linha dura".
Heleno não caiu na "pegadinha" e logo de cara desmentiu as ideias. Ele prosseguiu expondo as vantagens em se utilizar militares na administração, explicando que isso é uma forma de retornar todo o investimento empregado na formação dos integrantes das forças armadas. 
Clique AQUI para assistir o vídeo completo da entrevista.


Após repercussão negativa, Senado arquiva projeto que muda Lei da Ficha Limpa

O Senado arquivou o projeto que propunha mudanças para enfraquecer a Lei da Ficha Limpa, publica o portal Terra. 

Após repercussão negativa e pressão de colegas, o autor da proposta, senador Dalírio Beber (PSDB-SC), apresentou requerimento para retirar o projeto de pauta. Ele foi aprovado em votação simbólica.

De acordo com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), o texto foi retirado de pauta em caráter definitivo. Ele havia sido incluído no rol de propostas que poderiam ser votadas pelo plenário no último dia 7, após ter o requerimento de urgência aprovado. Mais cedo, líderes partidários reuniram assinaturas suficientes para retirar a urgência, o que faria com que o projeto saísse da pauta do plenário.

Mais Médicos foi negociado secretamente pelo governo Dilma

A Folha teve acesso a telegramas diplomáticos que relatam as negociações secretas do governo Dilma com a ditadura cubana para a criação do Programa Mais Médicos, registra O Antagonista.

Segundo os documentos, Cuba queria cobrar 8 mil dólares por médico, mas acabou aceitando metade desse valor – sendo 3 mil dólares para o governo cubano e apenas 1 mil dólares para o médico.

Para não precisa submeter o acordo ao Congresso, o embaixador José Eduardo Felício propôs que fosse um “contrato comercial de compra de serviços médicos” através da OPAS.

Como a sede da organização é em Washington, o então ministro Alexandre Padilha propôs que as transferências fossem feitas diretamente entre os escritórios da organização no Brasil e em Cuba, sem passar pelos EUA.

Nos telegramas, fica estampada a preocupação do governo em tratar do caso secretamente para evitar a reação da comunidade médica brasileira.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Novo diretor-geral da PF vai priorizar operações contra a corrupção

Maurício Valeixo, seguindo orientação de Sergio Moro, vai concentrar esforços e recursos da Polícia Federal em operações anticorrupção, segundo o site O Antagonista.

Há o entendimento de que, diante das restrições orçamentárias e de pessoal, é preciso focar no desmantelamento de organizações criminosas com forte atuação contra o patrimônio público.

O objetivo é obter, com o mínimo, o maior retorno para a sociedade.

Bolsonaro diz que novo PGR “só em setembro” de 2019

Questionado mais cedo sobre a nomeação do próximo PGR, Jair Bolsonaro disse à imprensa que só vai discutir o tema em setembro do ano que vem, registra O Antagonista.

“A gente conversa em setembro do ano que vem. Mas, a princípio, a gente vai seguir todas as normas legais existentes.”

As associações de procuradores pressionam Bolsonaro a escolher o nome com base numa lista tríplice.

Lula é deprimente

Lula se rendeu.

A estratégia agora é provocar pena e conseguir uma prisão domiciliar.

Diz a Folha de S. Paulo:

“A imagem de Lula, envelhecido, prestando depoimento na quarta-feira impressionou juízes de tribunais superiores em Brasília.

Os trechos considerados mais deprimentes foram aqueles em que a juíza que substituiu Sergio Moro faz reprimendas ao ex-presidente.

A ideia de prisão domiciliar para Lula voltou a ser discutida em gabinetes, embora seja considerada remota.”

Governo quer que recém-formados fiquem um ano no Mais Médicos

O governo estuda uma proposta para que estudantes de Medicina das universidades federais passem um ano no Mais Médicos depois de formados, registra O Globo.

A medida está sendo debatida entre os ministérios da Saúde e da Educação.

A ideia, diz o jornal carioca, “é que o aluno do ensino público federal devolva à sociedade o investimento que recebeu do Estado”.

Donald Trump planeja comparecer na posse de Jair Bolsonaro, em janeiro

 A equipe de Jair Bolsonaro recebeu sinalização positiva sobre a possível presença de Donald Trump na posse do presidente eleito, em 1º de janeiro, apurou O Antagonista.

O tema será tratado no encontro de Bolsonaro com John Bolton, assessor de segurança nacional de Trump, em 28 de novembro.
O plano do governo dos Estados Unidos é que Bolton faça uma parada no Brasil antes de seguir para o encontro do G-20 em Buenos Aires, que será realizado nos dias 30 de novembro e 1 de dezembro.

Chanceler de Lula provoca chanceler de Bolsonaro e recebe resposta inesperada sobre “possíveis falcatruas”

O ex-ministro das Relações Exteriores do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Celso Amorim, resolveu deixar a ética de lado e mexer onde não devia, registra o Jornal da Cidade.
Atreveu-se a provocar Ernesto Araújo, futuro ocupante do cargo no governo de Jair Bolsonaro.
Disse que a escolha do presidente eleito representa um retorno a idade média.
Amorim está com uma enorme ‘dor de cotovelo’. Esvaindo-se em despeito e inveja.
Recebeu como resposta tudo o que não gostaria de ouvir. Uma grave ameaça.
Araújo prometeu fazer um “exame minucioso da ‘política externa ativa e altiva’ em busca de possíveis falcatruas”.
Certamente, o petista ficou amedrontado.
Se o exame realmente for minucioso, muita coisa errada será encontrada.

ENFIM, UMA MATRIZ ECONÔMICA LIBERAL

SATISFAÇÃO 
A cada escolha feita pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, para compor as peças-chaves necessárias para enfrentar as mudanças que o nosso empobrecido País exige para que possamos, enfim, começar a trilhar o bom caminho que pode levar a UM NOVO E ESPERANÇOSO BRASIL, maior é a minha satisfação.

PROPOSTAS LIBERAIS SEM MODERAÇÃO
Já deixei bem claro, através de inúmeros editoriais que escrevi ao longo da campanha eleitoral, que a cada entrevista concedida pelo economista- liberal- Paulo Guedes, mais o então candidato Bolsonaro ganhava a minha preferência entre os demais -REFORMISTAS-. Ou seja, a diferença se dava, basicamente, através das propostas LIBERAIS, as quais, SEM MODERAÇÃO, defendo desde a minha adolescência.

MATRIZ ECONÔMICA LIBERAL
Ficando apenas na área econômica, depois da confirmação de Paulo Guedes, que no meu entender foi um dos maiores responsáveis pela vitória eleitoral de Bolsonaro, a escolha de outros excelentes liberais sinaliza, com mais clareza ainda, que o próximo governo vai se pautar por uma saudável MATRIZ ECONÔMICA LIBERAL.

BANCO CENTRAL E PETROBRÁS
Na semana passada, a escolha de Roberto Campos Neto, especialista em finanças pela Universidade de Chicago, para compor a equipe econômica como chefe do Banco Central, foi bastante festejada. Hoje (19), tão logo foi noticiado que o liberal Roberto Castello Branco foi escolhido para chefiar a Petrobrás, esta alegria aumentou ainda mais.

PRIVATIZAR TUDO
Digo que a alegria aumentou porque Castello Branco sempre defendeu, abertamente,  que TODAS AS ESTATAIS DEVEM SER PRIVATIZADAS. Isto inclui, obviamente, a Petrobrás. Começando pelas REFINARIAS, responsáveis diretas pelo preço dos combustíveis. Acabando com o MONOPÓLIO DO REFINO, os preços praticados resultariam na correta evolução da commodity no mercado.

BRASIL GRANDE, DECENTE E DESENVOLVIDO
Juntando estes bons nomes que já integram a exigente equipe econômica, o NOVO BRASIL conta também com o magnífico Sérgio Moro para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública; com o engenheiro e astronauta Marcos Pontes, para o Ministério de Ciência e Tecnologia; com o diplomata Ernesto Araújo para a Relações Exteriores, etc. Ou seja, a cada nome anunciado, mais cresce a confiança de que a partir de 2019 o Brasil vai mudar. MUDAR PARA SER UM BRASIL GRANDE, DECENTE E DESENVOLVIDO.

artigo de Gilberto Simões Pires, em Ponto Crítico

“Não é só Bolsonaro que quer”

O educador petista Mário Sérgio Cortella, ligado a Fernando Haddad, concordou com Jair Bolsonaro sobre as escolas militares, registra O Antagonista.

Ele disse à BBC Brasil:

“A Escola Naval, em Angra dos Reis, os colégios militares de Brasília, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica, a Escola de Engenharia do Exército são absolutamente admiráveis. Quem, em sã consciência, não gostaria que a excelência fosse essa? Aliás, elas são excelentes porque têm orçamentos superiores a qualquer outra escola.

Se um dia eu fosse ministro da educação e tivesse recurso para colocar em todas as escolas públicas brasileiras o mesmo orçamento que tem a Escola Naval em Angra, não teria dúvida em fazê-lo. Esse é o nosso sonho.

O que não é necessário? Que se traga a militarização dentro da rede de escolas. Isto é: copiar a conduta, enquanto padrão científico, a capacidade de formação, a seriedade e até a disciplina, mas não a disciplina militarizada porque ela tem outro tipo de objetividade. Uma pessoa que sai de uma escola militar na educação básica, sai com uma formação científica sólida. Eu quero isso para todas as escolas não é só o presidente Bolsonaro que quer.”

Só falta Dallagnol na PGR

A partir desta segunda (19), Sergio Moro e os delegados da Lava Jato já podem assumir seus cargos na equipe do novo governo.

Para desmantelar a ORCRIM de uma vez por todas, só falta Maurício Valeixo no comando da PF e Deltan Dallagnol na PGR.

Gleisi no galinheiro

Gleisi Hoffmann desaprovou a escolha de Roberto Castello Branco para o comando da Petrobras:

”A raposa tomando conta do galinheiro! Vai para a Petrobras quem defende sua privatização! É a entrega do Brasil ao sistema financeiro internacional.”

As galinhas lulistas finalmente foram expulsas do galinheiro, diz O Antagonista.

Não ceda, Bolsonaro

Esperemos que Jair Bolsonaro não ceda às lamúrias da EBC lulista e dê um fim a esse ralo de dinheiro público.

Se ceder, o antissistema será gêmeo do sistema, registra O Antagonista.

Não ceda, Bolsonaro.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

A transição da Lava Jato

Sergio Moro anunciou oficialmente os delegados da PF Erika Marena e Rosalvo Franco para o gabinete de transição, registra O Antagonista.

Os dois são pioneiros da Lava Jato.

Servidores apagam postagens contra Bolsonaro

O Globo noticia que muitos servidores de órgãos federais estão apagando postagens contra Jair Bolsonaro nas redes sociais, com medo de perder a boquinha.

As convicções ideológicas no Brasil têm cifra e, não raro, cabem num contracheque.

Dia da Bandeira

Comemora-se hoje, dia 19 de novembro,  o dia da Bandeira do nosso querido Brasil. Depois de um período de horror contra o patriotismo finalmente podemos falar com todas as letras e com toda a convicção que o Amarelo representa nossas riquezas, o Azul representa nossos rios, mares e céus, o Branco simboliza nossa paz, o Verde simboliza nossas florestas.
E o Vermelho? Esse foi chutado de uma vez por todas e nunca voltará!

 Ordem e Progresso

“O amor por princípio e a ordem por base; o progresso por fim” – Augusto Comte
Somente a Ordem pode conduzir ao Progresso.

Douglas Santos

Dias Toffoli diz que prisão de Lula é perfeitamente constitucional

Dias Toffoli realmente desistiu do PT.

Em seu artigo para o site do El País, ele repetiu que o impeachment de Dilma Rousseff e a prisão de Lula respeitaram totalmente a Constituição e as leis, registra O Antagonista.

Leia aqui:

“Temos passado por episódios turbulentos nos últimos anos. Investigações envolvendo a classe política. Impeachment de uma presidente da República. Cassação de um presidente da Câmara dos Deputados. Condenação e prisão de um ex-presidente da República. Todos os impasses foram resolvidos pelas vias institucionais democráticas, com total respeito à Constituição e às leis.”

Roberto Castello Branco aceita convite para presidir a Petrobras

A assessoria do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta segunda-feira (19) que o economista Roberto Castello Branco aceitou o convite para presidir a Petrobras no governo de Jair Bolsonaro.

Castello Branco tem pós-doutorado pela Universidade de Chicago e ocupou cargos de direção no Banco Central e na mineradora Vale. Passou pelo Conselho de Administração da Petrobras e é diretor no Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Ao longo da campanha presidencial, o economista esteve próximo de Guedes e Bolsonaro e faz parte da equipe de transição.

fonte: G1

Testemunho de ex-procurador sobre o caráter e a ida de Moro para o STF, viraliza na rede

Um dos mais atuantes procuradores da Operação Lava Jato, Carlos Fernando dos Santos Lima, recentemente aposentado, teceu o seu testemunho sobre o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.
Em seu perfil nas redes sociais, o ex-procurador disse que não é “amigo” de Moro, porque as profissões de ambos não lhes permitiram uma “convivência social”, mas que em 20 anos de convivência profissional, sempre admirou o “espirito público” do ex-magistrado.
Carlos Fernando registrou ainda que “o Brasil ganha um grande ministro”, mas que Moro, após cumprida esta “missão”, deve voltar ao Judiciário na condição de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), relata o Jornal da Cidade..
Abaixo, a íntegra:
Até agora não tinha me manifestado sobre a exoneração de Sérgio Moro.
O que posso dar aqui é meu testemunho de quase 20 anos de convivência.
Não somos amigos, até porque nossas profissões não nos permitem muita convivência social, mas sempre houve muito respeito mútuo.
Sempre admirei sua capacidade de trabalho, conhecimento do processo e sua coragem para decidir.
Essas qualidades são mais raras no serviço público do que gostaríamos de admitir.
Entretanto, acima de tudo o mais importante foi sempre seu espírito público, que agora terá amplo espaço de atuação no Ministério da Justiça.
O Poder Judiciário perde um grande juiz, mas juízes podem ser bem substituídos, como provou a nova juíza da operação Lava Jato.
O Brasil certamente ganha um grande ministro.
Espero, contudo, que ao final dessa missão ele volte ao Poder Judiciário, agora no lugar que merece, o Supremo Tribunal Federal.