quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Guarda Nacional já tem adesões a Juan Guaidó

Circulam nas redes sociais vídeos de efetivos da Guarda Nacional aderindo ao movimento liderado pelo opositor Juán Guaidó contra Nicolás Maduro.

É o fim do começo, diria Churchill.
en GNB depone las armas y se une a los Manifestantes!!! Que se repita en todo el país. Esperamos al resto de la FANB, Plegados a la Constitución. a Miraflores informa @SergioNovelli
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Alguém explique a Gleisi como a democracia funciona

“O que dá direito ao presidente de outro país desconhecer o presidente eleito do país e dizer que o líder da oposição passa a ser o presidente? O que que dá esse direito?”, perguntou Gleisi Hoffmann ao repórter Daniel Adjuto, do SBT.

É simples, Gleisi: Juan Guaidó, o “líder da oposição”, foi legitimamente eleito. Nicolás Maduro, por sua vez, foi “eleito” num pleito sem oposicionistas, sem observadores internacionais independentes e sob várias denúncias de fraude, diz O Antagonista.

Além disso, Maduro esvaziou o poder do Parlamento chefiado por Guaidó assim que a oposição obteve maioria –para transferi-lo a uma “Assembleia Constituinte” composta apenas por seus apoiadores.

E essa é a presidente do partido que boicotou a posse de Jair Bolsonaro por considerar sua eleição “ilegítima”, mas foi ao país vizinho prestigiar o novo mandato do ditador.

O anti-Moro

Renan Calheiros “tenta se viabilizar como o candidato ‘anti-Moro’, que promete fortalecer o Congresso e blindar os colegas”, diz o Estadão.

O outro anti-Moro está na cadeia.

A política no Brasil é a arte do impossível

A despeito da dificuldade de se entender o sentido exato de política, ela pode ser compreendida de diversas maneiras. Para Otto Von Bismarck, “política é a arte do possível”, enquanto para outros trata-se da arte da governança ou da negociação para compartilhar interesses. O termo tem origem no grego poilitiká, que significa aquilo que é público; e tikós, que se refere ao bem comum de todas as pessoas.
Entre nós, a melhor definição é a que a distingue pelos interesses envolvidos, entre os quais o poder. A luta pela presidência da Câmara e do Senado travada pelo deputado Rodrigo Maia e pelo senador Renan Calheiros demonstra isso. Para ser novamente presidente do Senado, Renan precisa se livrar dos 12 inquéritos que contra si correm no Supremo Tribunal Federal (STF), por corrupção e outros crimes.
Sua trajetória no cargo não é tão pacífica quanto desejava. Em dezembro de 2016, a Mesa Diretora da Casa, sob o seu comando, decidiu não cumprir a ordem do ministro Marco Aurélio Mello afastando-o da presidência. Em um comunicado altamente subversivo, os parlamentares alegaram que o cumprimento da ordem impactava gravemente o funcionamento das atividades legislativas, já que impedia a votação de medidas que teriam como objetivo “contornar a grave crise econômica” que o país enfrentava.
A insubordinação foi considerada pelo Ministério Público como um crime de desobediência ou mesmo “um golpe institucional”, pois a recusa significava um solene desprezo com a mais alta Corte de Justiça do país. No mesmo dia, o falecido ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato, insistia que era preciso “cumprir a decisão”, pois a recusa poderia causar sérios riscos à independência dos poderes, notadamente no que se referia à soberania do STF. Na ocasião, Teori estava acompanhado dos colegas Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Luiz Fux e da presidente da Casa, ministra Cármen Lúcia.
Depois de intensas negociações, o STF cedeu. Por maioria de votos (6x3), a Corte ignorou providências que havia tomado em relação ao deputado Eduardo Cunha e brindou o alagoano com a sua permanência no cargo, desde que não substituísse o presidente da República nos seus eventuais impedimentos. Assim, Renan, mesmo respondendo a processos por apropriação de verbas públicas em benefício próprio, obrigou a mais alta Corte de Justiça do país a reconhecer que ele era quem decidiria quando e em que circunstâncias poderia cumprir uma ordem judicial.
O panorama político ferveu com a resistência de Renan. Ao tomar conhecimento do ato do ministro Marco Aurélio, seu colega Gilmar Mendes, amigo de Renan e de férias na Europa, não titubeou em telefonar para a ministra Cármen Lúcia prontificando-se a voltar imediatamente ao Brasil para votar contra a decisão do colega, a quem chamou de doido e de outros qualificativos moralmente impublicáveis. Em entrevista, chegou a sugerir o impeachment de Marco Aurélio, que sequer se defendeu.
Uma tese apresentada pelo novato Dias Tofffoli acabou ajudando na solução: o réu não poderia substituir o presidente da República durante sua ausência, mas não haveria nenhuma proibição legal de que comandasse a Casa (Câmara ou Senado), mesmo respondendo a processo criminal. O “jeitinho” agradou tanto a Renan que, não se contendo de tanta alegria, exclamou: “Decisão da Justiça é para ser cumprida”.
Durante a campanha para renovar seu mandato, Renan prometeu que, se eleito, não voltaria a ser presidente da Casa.
Entretanto, tão logo eleito, começou a se movimentar para retornar ao seu antigo cargo de presidente, que, além de lhe proporcionar um extraordinário poder de barganha, permite-lhe influenciar em toda e qualquer decisão do governo, seja ela qual for. Sem sua aprovação nada passará no Congresso, muito menos um projeto combatendo a corrupção.
Na presidência da Casa, Renan fará de tudo para minar o ímpeto reformista de Sérgio Moro, pois sua luta contra a Operação Lava Jato já virou caso de autopreservação e de auto-sobrevivência, face às inúmeras acusações de que é alvo.
Como se sabe, o novo entendimento do STF é no sentido de que o foro por prerrogativa de função aplica-se apenas aos crimes cometidos durante o exercício do cargo e relacionados à função desempenhada. Como em fevereiro o atual mandato de Renan se esgota, as investigações relacionadas a esse mandato poderão ir para a primeira instância, caso o STF mantenha sua decisão anterior. Isso significa que, se for denunciado e se tornar réu, não poderá entrar na linha sucessória.
Renan, no passado, foi obrigado a renunciar à presidência do Senado para evitar a cassação do seu mandato. Daí a resistência ao seu nome, inclusive na área militar, onde o general da reserva, Paulo Chagas, lançou manifesto nesse sentido. Os militares sempre valorizaram a honra e a ética como princípios imprescindíveis à carreira. Até a farda, que é apenas uma vestimenta, está irreversivelmente ligada a esses valores. Mas como no Brasil a política é a arte do impossível e a corrupção é um princípio fundamental de nossa administração pública, não será nenhuma surpresa a vitória de Renan para presidir novamente o Senado, inclusive com o apoio do PSL.
texto de Luiz Holanda, advogado e professor universitário
Jornal da Cidade conteúdo

Simone comunica oficialmente ao MDB que vai enfrentar Renan no âmbito da bancada

É provável até que Renan Calheiros retire sua candidatura à presidência do Senado Federal.
O senador alagoano deitou. Está quieto, aguardando e sondando o ambiente. Já percebeu que lhe é desfavorável e anunciou que “não quer ser presidente do Senado”. É blefe, obviamente, mas é sinal de que está pressentido que não terá chances.
Simone Tebet, ao contrário, avançou e nesta segunda-feira (21) comunicou oficialmente ao presidente do partido Romero Jucá que é candidata à presidência do Senado Federal.
A senadora anunciou a pretensão de disputar a indicação com Renan.
O Jornal da Cidade Online havia adiantado esta possibilidade.
Um fato preponderante para determinar a eventual vitória da parlamentar de Mato Grosso do Sul é a certeza de êxito na eleição no plenário.
Existe até mesmo a possibilidade da senadora ser candidata de consenso.
O tucano Tasso Jereissati e o Major Olímpio, do partido do presidente Jair Bolsonaro, já adiantaram que devem retirar as candidaturas em favor de Simone.
A bancada do MDB define na próxima terça-feira (29) o nome do seu representante na disputa.
A derrota do peçonhento alagoano deve ser creditada às redes sociais, que minaram o nome do pilantra.

texto de Amanda Acosta, articulista e repórter
Jornal da Cidade conteúdo

Marielle? E os outros?

Semana passada o jovem Matheus Santos Lessa, de 22 anos, foi morto ao tentar proteger a mãe durante um assalto, no Rio de Janeiro. Matheus não reagiu... Apenas colocou o seu corpo entre o da sua mãe e o assaltante.
Assim como Matheus, centenas ou milhares de jovens são mortos covardemente em todo o Brasil.
Famílias ficam enlutadas e marcadas por uma dor que sabemos que nunca vai passar. Não é o meu caso, mas só quem perdeu um filho vítima da violência e pelas mãos de um vagabundo sabe o tamanho dessa dor.
Não vimos uma única nota dos vagabundos do PSOL a respeito. Talvez veríamos se em vez de Matheus, o morto tivesse sido o bandido, pelas mãos da polícia ou de um segurança do estabelecimento onde o crime ocorreu. Aliás, não veríamos nota... Veríamos textões produzidos por maconheiros oportunistas da zona sul e reclamações pelas redes sociais, contra a violência aos "excluídos" e demonizando a polícia "opressora".
Para o PSOL ninguém de fato importa...
O que importa é quem matou Marielle. Mas enfim, quem matou Marielle? Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe. Enquanto a morte de Marielle for convenientemente politizada por esses canalhas do socialismo, por mim terá o tratamento da indiferença, e que fique na indigência da história.
A mesma indigência a que os canalhas do PSOL condenam as pessoas comuns e honestas que morrem todos os dias, e que são vítimas daqueles que compram armas e com elas praticam os assaltos e matam. E financiados pelo dinheiro das drogas que os aloprados defendem e usam.
Com exceção do PT, nunca um partido reuniu tanta gente ordinária e cínica.
Nota: Fica aqui a minha solidariedade à família do Matheus e dos milhares de outros Matheus que se foram na mesma condição.

texto de Marcelo Rates Quaranta, articulista
Jornal da Cidade conteúdo

OPERAÇÃO RESGATE BRASIL

MUITA COISA AO MESMO TEMPO
Mais do que sabido, toda vez que alguém se dispõe a fazer muita coisa ao mesmo tempo, o que geralmente acontece é uma baixa produção em relação ao que foi anunciado e/ou pretendido. Mais: na melhor das hipóteses o resultado é muita coisa feita de forma errada e/ou incompleta.
 

PÂNICO  
Como o nosso empobrecido Brasil está soterrado em meio aos escombros de uma enorme montanha de problemas, a maioria deles de alta gravidade e, portanto, recheados de terríveis complicações, o que mais se ouve por todos os cantos e lados são gritos de socorro, evidenciando a existência de um generalizado ESTADO DE PÂNICO. 
 
CAPACIDADE E CONHECIMENTO
Diante deste quadro terrível, tanto as equipes de salvamento quanto os técnicos mais experientes sabem que o caminho que geralmente leva ao fracasso de uma -OPERAÇÃO RESGATE- começa quando alguém, querendo agradar a todos, se declara suficientemente capaz  para tirar todos os soterrados com saúde.

DO TAMANHO DO TERRITÓRIO
Considerando que o Brasil é um País muito grande, e a montanha de problemas ocupa todo o território nacional, por mais que as equipes de salvamento se proponham a remexer os escombros com o máximo de rapidez, sabe-se que, lamentavelmente, muita coisa permanecerá soterrada por  muito tempo.

SALVAR O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS
Uso esta metáfora para dizer que os esforços que devem ser despendidos na OPERAÇÃO RESGATE BRASIL devem ser planejados e direcionados com o propósito de poder salvar, em primeiríssimo lugar, o maior número possível de brasileiros, todos soterrados por poderosos ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS.
 
ÊXITO
Ora, no meio desta enorme montanha, o que se vê, com absoluta clareza, são nacos gigantescos identificados como ROMBOS EXPLÍCITOS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. Portanto, o êxito da OPERAÇÃO RESGATE do povo brasileiro como um todo começa por uma boa e eficaz REFORMA DA PREVIDÊNCIA.
Antes de tudo, neste momento crucial, o que nos cabe é ajudar as equipes de salvamento para que o nosso Brasil se livre desta colossal parte do enorme escombro. As outras etapas, por mais importantes que sejam (e são), ficam para depois dessa, considerada como mais importante. Que tal?

texto por Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e comentarista político

Alô, Joice

Michel Temer ligou para Joice Hasselmann e, segundo o Estadão, “comprometeu-se a costurar um acordo pela recondução de Rodrigo Maia” à presidência da Câmara.

Temer deveria estar preocupado com a sua própria situação judicial.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

NEM ÁTILA

É realmente uma canseira, mas não tem outro jeito. Cada vez que você vai escrever ou falar alguma coisa sobre a imprensa no Brasil, é preciso explicar direitinho, se possível com desenho e quadro-negro, que o autor não é — repetindo: não é, de jeito nenhum, nem pensem numa coisa dessas — contra a liberdade de imprensa. Não está pedindo a volta da censura, mesmo porque seria legalmente impossível. Não quer a formação de uma polícia para fazer o “controle social dos meios de comunicação”. Não está “a favor dos militares e contra os jornalistas”. Não acha, pelo amor de Deus, que é preciso fechar nenhum jornal, revista, rádio, televisão, folheto de grêmio estudantil ou seja o que for. Não lhe passa pela cabeça sugerir aos donos de veículos e aos jornalistas que publiquem isso ou deixem de publicar aquilo; escrevam em grego, se quiserem, e tenham toda a sorte do mundo para encontrar quem leia. Com tudo isso bem esclarecido, então, quem sabe se possa dizer que talvez haja um ou outro probleminha com a imprensa brasileira de hoje. Um deles é que a mídia está começando a revelar sintomas de Alzheimer, ou de alguma outra forma de demência ainda mal diagnosticada pela psiquiatria.

É chato lembrar esse tipo de coisa, mas também não adianta fazer de conta que está tudo bem quando dizem para você dia e noite, 100.000 vezes seguidas, que o novo governo brasileiro provou ser o pior que a humanidade já teve desde Átila, o Huno. Não faz nexo. Até Átila precisaria de mais de duas semanas de governo para mostrar toda a sua ruindade — e olhe que ele foi acusado de comer carne humana e andava cercado de lobos, em vez de cachorros, sendo que nenhum dos seus lobos era bobo o suficiente para chegar perto do dono quando sentia que o homem não estava de muito bom humor naquele dia. Além disso, errar em tudo é tão difícil quanto acertar em tudo. Talvez fosse mais racional, então, recuar para uma antiga regra da lógica: as ações devem ser julgadas pelos resultados concretos que obtêm, e não por aquilo que você acha delas. Um governo só pode ser avaliado depois que se constate se as coisas melhoraram ou pioraram em consequência das decisões que pôs em prática. O número de homicídios, por exemplo — aumentou ou diminuiu depois de doze meses? A inflação está em 2% ou em 20%? O desemprego caiu ou subiu? E por aí vamos.
“A condenação começou no dia da posse de Bolsonaro e não parou mais”

Mas essa lógica não existe no Brasil de hoje. Está tudo errado, 100% errado, porque é assim que decreta o estado de alma dos proprietários dos veículos e dos jornalistas que empregam — e não porque eles mediram algum resultado concreto. Ou seja: ainda não aconteceu, mas o governo já errou. A condenação começou no dia da posse de Bolsonaro e dali até hoje não parou mais. Os jornalistas, denunciou-se já nos primeiros minutos, não receberam instalações à altura de sua importância para a sociedade. Donald Trump não veio. O discurso de estreia foi ruim — embora não se tenha publicado uma sílaba de algum discurso presidencial anterior, para que se pudesse fazer uma comparação. Há generais em excesso no governo — e qual seria o número ideal de generais no governo? A média das administrações de Sarney para cá? A média mundial? O que é pior: o general A, B ou C ou os ministros Geddel, Palocci ou Erenice? Há poucos nordestinos. O ministro do Ambiente acha que esgotos ou coleta de lixo, por exemplo, são problemas ambientais sérios. Conclusão: ele vai abandonar a Amazônia para os destruidores de florestas.

Como o doente que repete sem parar a mesma coisa, não consegue descrever o que vê pela janela, e esquece tudo o que lhe foi demonstrado um minuto antes, a imprensa travou. A prisão do terrorista Cesare Battisti foi uma “derrota” para Bolsonaro; imaginava-se que teria sido uma derrota para Battisti, mas a mídia quer que você ache o contrário. O acesso a armas de fogo para que um cidadão (só aquele que queira) tenha a chance de exercer o direito de legítima defesa antes de ser assassinado vai desencadear uma onda de homicídios jamais vista na história. Como as armas de fogo são caras, denuncia-se que a medida é “pró-elites”. E se vierem a baixar de preço? Passarão a ser melhores? Quando alguém começa a escrever coisas assim, e faz isso o tempo todo, é porque parou de pensar; o cérebro não está mais ligando Zé com Zé. É um problema. Os leitores, cada vez mais, estão percebendo que a imprensa é inútil. Não só eles. No dia em que o governo descobrir que não precisa mais prestar atenção à mídia, vai ver que está perdendo uma montanha de tempo à toa.

artigo do jornalista J.R. Guzzo, publicado na Veja deste final de semana.

SOU UM INVETERADO AMANTE DAS REFORMAS!

SENTIMENTO DE ÓDIO EXPLÍCITO
Se por algum tempo pairou alguma dúvida de que a mídia brasileira, em geral, não suporta e/ou muito menos aprova tudo que diz e/ou pretende fazer o presidente Jair Bolsonaro, hoje, face aos constantes e indisfarçáveis ataques que são disparados a todo momento, qualquer possibilidade de que este sentimento de -ódio explícito- não passa de uma fantasia, ou um sonho de verão, deve ser considerada como nula.
  
MELHOR PARA TODOS 
Na real, tudo começou a partir do momento em que Bolsonaro se lançou como candidato. Foi quando boa parte da mídia brasileira, sem dar a mínima trégua, tratou de bombardear as suas boas ideias e propostas, pouco importando que a maioria delas tem como propósito apenas fazer do nosso empobrecido Brasil um País efetivamente melhor para todos.
 
ARTE DE INFLUENCIAR ELEITORES
Pois, mesmo fazendo uso da sua força -descomunal- na arte de INFLUENCIAR os leitores, ouvintes e telespectadores, para que abandonassem a ideia de querer eleger Jair Bolsonaro, ainda assim a maioria dos meios de comunicação, liderada pelas organizações Globo, que sabidamente detém mais de 50% da audiência nacional, amargou uma derrota acachapante.
A comprovação disto é que o candidato do PSL resultou eleito, de forma inquestionável, com mais de 57 milhões de votos. Mais, também elegeu vários governadores, deputados e senadores Brasil afora.
 
ESPORTE PREFERIDO
Como se vê, nem mesmo o sagrado e claríssimo desejo do povo brasileiro, que foi às urnas para eleger o REFORMISTA BOLSONARO, consegue mudar a cabeça de tantos maus jornalistas, cujo esporte preferido é, exclusivamente, bater no presidente. Mais: para tanto se valem do apoio irrestrito de praticamente todas as também derrotadas corporações, que não admitem perder as absurdas vantagens obtidas nos governos socialistas.

APOIAR AS MEDIDAS
Ora, uma vez que estamos diante de uma nua e crua realidade, onde grande parte da mídia brasileira, gostem ou não, seguirá bombardeando, sem trégua, o governo Bolsonaro, a minha proposta é a seguinte: ao invés de ficar perdendo tempo discutindo e reprovando este ódio constante que os meios de comunicação nutrem, sem parar, o melhor a fazer é APOIAR AS MEDIDAS/REFORMAS que o Brasil precisa para sair do imenso atoleiro que está metido.
 
AMANTE DAS REFORMAS
Como integrante deste universo de sensatos, desde já informo que pouco me importa o que está acontecendo (ou vai acontecer) com os filhos de Jair Bolsonaro. Só estou ligado, e muito, naquilo que pode, enfim, fazer do nosso Brasil um País realmente próspero e com mais liberdade. Em outras palavras, me defino como UM INVETERADO AMANTE DAS REFORMAS.  Nada me tira deste foco! 
Bom seria se todos aqueles que pensam da mesma forma viessem a participar de um MOVIMENTO PELAS REFORMAS. Que tal?

texto de Gilberto Simões Pires, pensador, escritor e comentarista político

O Amigo do Paulistinha

O laudo pericial da PF sobre os repasses da Odebrecht a Lula, Edison Lobão e Delfim Netto rastreia os pagamentos realizados pelo doleiro Álvaro Novis, o Paulistinha... releia AQUI

A PF pode aproveitar e rastrear também o pagamento que Paulistinha fez diretamente ao Amigo, o codinome de Lula. Até hoje, ninguém explicou esse ponto das planilhas da empreiteira, registra O Antagonista.


Os chineses de Frota

Olavo de Carvalho publicou mais uma mensagem, registra O Antagonista, sobre Alexandre Frota:

“O Frota já mostrou que é mais leal aos chineses do que ao presidente cujo prestígio o elegeu. Não precisava ter tanta pressa de realizar o que eu previa desde 2018.”

A beleza de Dilma em Nova York

“Quem esteve no badalado Federico Salon & Spa, em Nova York, frequentado por celebridades como Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones, foi a ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff”, segundo O Globo.

No Palácio do Planalto, o cabeleireiro de Dilma Rousseff era pago por João Santana, com propina da Odebrecht.

Quem está pagando agora?

Bolsonaro 2022

Jair Bolsonaro sempre disse que não pretendia se reeleger.

Nos últimos dias, porém, ele e seus filhos trataram de impulsionar a hashtag “Bolsonaro 2022”.


“Até onde é corrupção, até onde é rachadinha?”

O general Hamilton Mourão disse a Andréia Sadi que Flávio Bolsonaro “não é problema do governo”:

“Isso é uma questão de elucidar o caso, se tem crime julgue-se de acordo com a lei e pronto. Qual a grande glória da democracia? A lei. A lei é fundamental no sistema democrático. Mais ainda: que a lei sirva para todos”.

Sobre a estratégia de Flávio Bolsonaro de tentar anular as provas no STF, publica O Antagonista, ele acrescentou:

“Defesa é defesa. Até onde é corrupção, até onde é rachadinha? Existem outros investigados na mesma operação e ninguém dá bola. Cadê o cara dos 24 milhões?”

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

A propina lulista em Belo Monte

A PF produziu um laudo pericial sobre os fatos delatados por Antonio Palocci a respeito de Belo Monte.

O documento, anexado ao processo na última quinta-feira e reproduzido pelo Estadão, rastreia a propina repassada pela Odebrecht a Lula (codinome Amigo), Edison Lobão (codinome Esquálido) e Delfim Netto (codinome Professor).

Antonio Palocci contou que Lula ordenou a “formação do consórcio alternativo” para vencer o leilão de Belo Monte e que Delfim Netto e José Carlos Bumlai deveriam ser pagos por isso.

No caso de José Carlos Bumlai, “havia interesse de Lula no recebimento dos valores”, porque “os trabalhos de Bumlai eram feitos, muitas das vezes, para a sustentação da família de Lula”.



Boris Casoy põe no chão a Rede Globo (veja o vídeo)

Indiscutivelmente um dos mais respeitados jornalistas do país, Boris Casoy foi o encarregado pela RedeTV! de entrevistar o senador eleito Flávio Bolsonaro.
A Globo News, comentando sobre o desempenho de Boris na entrevista, disse que todas as perguntas necessárias não haviam sido feitas.
Sem dúvida, um atrevimento. Na realidade, mais uma demonstração do jornalismo da Rede Globo. Aético, desrespeitoso e recheado de interesses inconfessáveis.
Boris, por sua vez, em resposta, defendeu com altivez o seu trabalho e pôs o ‘dedo na ferida’, dizendo uma frase que desmoraliza o jornalismo da Rede Globo:
“Bom jornalismo é o que faz as perguntas isentas e imparciais e não o jornalismo inquisitivo, que almeja obter respostas que gostaria de ouvir do entrevistado.”
Veja o vídeo:

Ex-jogador de Volei confirma pagamentos a Flávio e frustra repórteres da Folha

Logo após a entrevista deste domingo (20) do senador eleito Flávio Bolsonaro, esclarecendo as questões dos depósitos fracionados em sua conta corrente, os repórteres do jornal Folha de S.Paulo saíram desesperados a procura do ex-atleta Fábio Guerra, o comprador do imóvel, relata o Jornal da Cidade.
A intenção evidentemente era “desmascarar” o senador, dando continuidade à perseguição contra o alvo principal, o Presidente da República.
Entretanto, para decepção dos repórteres, Fábio Guerra confirmou integralmente a versão de Flávio.
Disse que pagou cerca de 100 mil reais em dinheiro vivo para quitar parte da compra de um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro.
O ex-jogador de vôlei de praia, confirmou ainda que os valores foram repassados entre junho e julho de 2017, período em que o Coaf apontou depósitos suspeitos na conta do filho de Jair Bolsonaro.
Praticamente enterrou o assunto!

A palavra de um general sobre as questões envolvendo os filhos do presidente

Num governo que buscou formar a sua base com homens de integridade incontestável, como os ministros Sérgio Moro, General Augusto Heleno, General Santos Cruz, entre outros, a mídia perversa, sob o comando da Rede Globo, resolveu tentar atingir o Presidente da República utilizando como alvo, os seus filhos.
A guerra está aberta entre a Globo e Bolsonaro. A emissora não vai dar sossego, pois sente no seu caixa a nova conduta adotada pelo novo governo, disposto a não abarrotar os cofres da emissora de dinheiro como fizeram todos os governos anteriores.
Nesse sentido, o General Paulo Chagas, publicou nas redes sociais um excelente texto, onde esclarece com clareza a questão, registra o Jornal da Cidade.
Veja o texto:
"Caros amigos
O Brasil não é uma Monarquia e a Família Bolsonaro não é a Família Imperial e, por via de consequência, os filhos do Presidente não são Príncipes Herdeiros e não podemos nos permitir vê-los como tal!
Temos que separar as coisas. Filhos são filhos, políticos são políticos. Trata-se de uma família de políticos. Poderia ser uma família de médicos e, neste caso, os erros, os procedimentos e as decisões de uns não poderiam ser da responsabilidade dos outros.
Os filhos do Presidente só têm essa prerrogativa no seio da Família Bolsonaro, fora dela, são políticos eleitos pelo povo para exercerem seus mandatos e para responderem por seus erros, acertos, procedimentos e decisões. Não são herdeiros da "Cadeira Presidencial", nem membros do governo.
Se algum filho do Presidente, no exercício do seu mandato, fizer uma besteira, poderá levar um puxão de orelha do pai, quando chegar em casa, mas responderá, como político, perante a sociedade e, principalmente, diante dos seus eleitores.
A mistura dessa relação está sendo usada pela oposição e pela mídia comprometida para contaminar o governo, como se os filhos do Presidente fossem seus herdeiros!
A família do Presidente deve ser vista e respeitada como qualquer outra família brasileira. A postura de Jair Bolsonaro e do próprio governo, dando explicações e satisfações pelos atos dos filhos, dá à Família Bolsonaro um status que ela não tem.
Politicamente, que cada Bolsonaro maior de idade assuma as suas responsabilidades e as consequências dos seus atos e omissões. Jair, mais experiente, no papel de pai, saberá orientá-los.
Para o bem do governo e do bom futuro que se oferece fugazmente para o Brasil, é preciso que se adote esta postura imediatamente e de uma vez por todas.
Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. É como vejo e lamento o imbróglio envolvendo Flávio e, agora, Carlos Bolsonaro.
General Paulo Chagas"

Pastor e rabino para afastar ‘praga’ de Lula

A deputada eleita Joice Hasselmann, que ocupará na Câmara o mesmo gabinete usado por Lula entre 1987 e 1991, planeja um culto para “afastar qualquer energia que tenha ficado daquela escória da humanidade” no gabinete.

“Vou levar pastor e rabino para afastar qualquer praga que aquele petista tenha deixado. Depois, vou deixar uma cruz exposta. Não sou supersticiosa, mas com essa corja não se brinca. E não custa levar umas cabeças de alho para afastar o mau olhado”, disse a O Globo.

“Não vi manifestação de petista sobre deputado que quer presidir a Alerj”

Janaina Paschoal usou o Twitter neste domingo para cobrar explicações sobre as movimentações financeiras da assessora do petista André Ceciliano:

“O povo carioca e o povo brasileiro têm direito a saber detalhes das movimentações da assessora do Dep. Est. André Cecíliano, favorito na disputa à Presidência da Alerj. Gostaria de saber o que os petistas e os sites petistas têm a dizer sobre os mais de 40 milhões da assessora.”

E completou:

“Eu sei que as explicações do Dep. Flávio Bolsonaro são importantes. Eu tenho cobrado e muitos petistas também. Mas eu não vi nenhuma manifestação de petista, relativamente ao Deputado do partido deles, que quer presidir a Alerj. Abaixo o sigilo de todas essas investigações!”

Ceciliano, no Twitter, respondeu Janaina e disse que procurou o Ministério Público “espontaneamente” para levar os devidos esclarecimentos.

“Duas funcionárias do meu gabinete citadas no relatório deram suas explicações por escrito e encaminhei as devidas respostas ao MP, bem como extratos bancários de suas movimentações. Também esclareci que as outras pessoas citadas no relatório ou nunca foram meus funcionários ou foram exonerados anos antes do período citado.”

”É uma mentira deslavada”, diz Flávio Bolsonaro

A respeito dos depósitos feitos na sua conta, Flávio Bolsonaro escreveu no Facebook:

“A história que inventaram sobre os depósitos em minha conta, querendo insinuar que possuem alguma relação com meu ex-assessor, é uma mentira deslavada que terei o prazer de derrubar com provas reais e documentais.”

domingo, 20 de janeiro de 2019

Governo ignora sindicalistas

A equipe do governo Jair Bolsonaro que elabora os detalhes finais da reforma da Previdência não abriu as portas para ouvir as centrais sindicais, relata a Folha.

Nos primeiros dias deste ano, como lembra o jornal, as centrais enviaram uma carta ao presidente para tentar abrir um canal de comunicação, “mas continuaram fora da formulação da proposta de reforma”.

“Que tal tirar sigilo das investigações de todos os deputados?”

Foi o que perguntou no Twitter a deputada federal eleita Joice Hasselman, referindo-se às operações bancárias suspeitas de servidores e ex-servidores da Alerj.

“São 20 casos suspeitos. Estou muito curiosa para saber como assessores do Dep. André Ceciliano movimentaram R$ 49 mi. Que todos deem explicações.”

Mourão: “Caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo”

As movimentações financeiras atípicas de Flávio Bolsonaro e de seu ex-assessor Fabrício Queiroz não são assunto do governo. Foi o que Hamilton Mourão disse neste domingo à Reuters:

“É preciso dizer que o caso Flávio Bolsonaro não tem nada a ver com o governo.”

Os depósitos fracionados na conta de Flávio Bolsonaro e a latente má fé do Jornal Nacional

Sobre o documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) apresentado nesta sexta-feira (18) pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, com uma lista de 48 depósitos fracionados em R$ 2 mil cada na conta do senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL/RJ), perfazendo um total de R$ 96 mil, muitos deles em horários sequenciais num mesmo dia, é importantíssimo fazer o seguinte destaque:
O próprio documento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) apresentado pelo Jornal Nacional revela que "todas as operações foram CONCENTRADAS NO AUTOATENDIMENTO" (confira na imagem abaixo) da agência do banco Itaú da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Esse detalhe é importantíssimo!
No Banco Itaú, os depósitos realizados no autoatendimento, nos caixas eletrônicos, são limitados a R$ 2 mil por envelope, com no máximo 50 notas cada um. Confira: https://www.itau.com.br/atendimento-empresas/ajuda/ (vá ao tópico "caixas eletrônicos Itaú")
Ou seja, se alguém pretende depositar R$ 10 mil no autoatendimento do Itaú, ele precisará fracionar em 5 envelopes de R$ 2 mil cada. Matemática simples. Por óbvio, os depósitos serão realizados em uma sequência bem curta de tempo, podendo ser, inclusive, a diferença entre um e outro inferior a um minuto.
Como apresentada pelo Jornal Nacional, a matéria foi bastante leviana e causou uma reação imediata nas pessoas, principalmente nos apoiadores. Eu, inclusive, fiquei perplexo e revoltado. Entretanto, a amiga Mirley Brandão chamou minha atenção quanto aos limites de depósito em caixas eletrônicos do Itaú e, quando fui novamente checar a matéria, lá estava a informação: "depósitos CONCENTRADOS NO AUTOATENDIMENTO".
Não é fácil lidar com a má-fé do Jornalismo brasileiro. Um balaio de jararacas...
De onde veio esse dinheiro é a história que o Queiroz e os outros deverão explicar ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro - MPRJ.
Sigamos em frente!

texto de Helder Caldeira, escritor e Colunista Político, Palestrante e Conferencista
*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.