segunda-feira, 11 de junho de 2018

VÍDEO: Bolsonaro questiona Datafolha

Jair Bolsonaro publicou hoje um vídeo nas redes sociais questionando os números apresentados no Datafolha.

Segundo o presidenciável do PSL, na pesquisa Datafolha ele perderia de todos os candidatos no segundo turno.

Veja o vídeo abaixo:

domingo, 10 de junho de 2018

O dia em que um juiz fez uma confissão a um criminoso

O significado da confissão de Marcelo Bretas a Luiz Inácio Lula da Silva

Não raro vemos relato de pessoas que acreditaram e se decepcionaram com a possibilidade de que um simples metalúrgico, calejado pela vida e conhecedor da mais absoluta pobreza, pudesse fazer a diferença. E, sem dúvida, poderia. 

Infelizmente, o metalúrgico que escolhemos, não era detentor de uma boa índole, havia se deteriorado no meio da politicagem sindical e não soube transformar as dificuldades que havia passado na vida em coisas boas para a sua alma. 

Muito pelo contrário, alimentou uma ganância cega pelo poder. O poder pelo poder, custe o que custar.

Em audiência com Sérgio Cabral, um outro criminoso, comparsa de Lula, o juiz Marcelo Bretas confessou que em 1989 havia usado boné com o nome do petista e votado nele. 

Antes porém, o próprio juiz Sérgio Moro, certa ocasião, havia dito que deu o seu primeiro voto para o homem que condenou por ter roubado a nação. 

Quem escreve esse texto, ainda não era eleitora em 1989, mas torceu por Lula. 

Bretas, Moro e eu, somos três das milhões de pessoas que se decepcionaram com este canalha.

texto de Amanda Acosta, articulista e repórter.
(artigo publicado originalmente no Jornal da Cidade Online.)

Juíza vai indeferir estúdio e TSE não irá permitir exibição de vídeos já gravados, mas PT já tem outro plano

A Justiça não pretende amolecer ante aos pleitos absurdos do PT e dos advogados de Lula. 

O pensamento das autoridades envolvidas é de que, pela condição de ex-presidente, muitas regalias já foram permitidas a Lula. Chegou a hora de apertar o cerco para que o petista brevemente possa cumprir sua pena como preso comum, segundo o Jornal da Cidade Online. 

Nesse sentido, a autorização para transformar a cela em um estúdio, solicitada pelo advogado Cristiano Zanin, afim de que o presidiário possa gravar vídeos para um eventual programa eleitoral, será negada pela juíza Carolina Lebbos. Não tenham dúvida. 

Da mesma forma, o TSE não irá permitir a exibição de uma série de vídeos que Lula gravou antes de ser preso. 

Por outro lado, a intenção da corte é obstar o registro da candidatura, que a senadora Gleisi, presidente do PT, garante que vai registrar no dia 15 de agosto. 

Assim, no PT, começa a ganhar ênfase o plano do deputado Arlindo Chinaglia. 

A ideia é lançar outro candidato agora, que renunciaria faltando 20 dias para a disputa eleitoral, dando lugar a Lula. 

É apenas mais um plano infame dos petistas, que certamente não será permitido. 

Eles se julgam muito inteligentes e acima da lei. 

Felizmente, o Brasil está mudando.

Nada mais apropriado para o lançamento de uma candidatura fake do que Dilma usando máscara

Nada mais apropriado para o momento. Dilma usando máscara lançando uma candidatura inelegível e lendo uma carta supostamente escrita por Lula. Uma farsa indisfarçável, em Minas Gerais, publica o Jornal da Cidade Online.

A quadrilha que iria incendiar o Brasil, caso o chefe fosse preso, conseguiu reunir, segundo a Folha de S.Paulo, apenas duas mil pessoas. 

Na carta, a hipocrisia: 

"É para acabar com o sofrimento do povo que sou novamente candidato à Presidência da República". 

No vídeo apresentado, a mentira deslavada: 

"O povo quer, a lei permite, o Brasil precisa. Lula, o Brasil feliz de novo". 

Segundo a publicação, o povo não quer, a lei não permite e o Brasil não quer ser roubado novamente. 

Todos esses que protagonizaram esta lambança em Minas Gerais, também estão envolvidos em esquemas escabrosos de corrupção, inclusive os anfitriões, o governador Fernando Pimentel e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann. 

Brevemente terão o mesmo castigo do comandante máximo. 

Veja abaixo a carta do presidiário, que certamente não foi ele que escreveu: Há dois meses estou preso, injustamente, sem ter cometido crime nenhum. 

Há dois meses estou impedido de percorrer o País que amo, levando a mensagem de esperança num Brasil melhor e mais justo, com oportunidades para todos, como sempre fiz em 45 anos de vida pública. 

Fui privado de conviver diariamente com meus filhos e minha filha, meus netos e netas, minha bisneta, meus amigos e companheiros. Mas não tenho dúvida de que me puseram aqui para me impedir de conviver com minha grande família: o povo brasileiro. Isso é o que mais me angustia, pois sei que, do lado de fora, a cada dia mais e mais famílias voltam a viver nas ruas, abandonadas pelo estado que deveria protegê-las. 

De onde me encontro, quero renovar a mensagem de fé no Brasil e em nosso povo. Juntos, soubemos superar momentos difíceis, graves crises econômicas, políticas e sociais. Juntos, no meu governo, vencemos a fome, o desemprego, a recessão, as enormes pressões do capital internacional e de seus representantes no País. Juntos, reduzimos a secular doença da desigualdade social que marcou a formação do Brasil: o genocídio dos indígenas, a escravidão dos negros e a exploração dos trabalhadores da cidade e do campo.

Combatemos sem tréguas as injustiças. De cabeça erguida, chegamos a ser considerados o povo mais otimista do mundo. Aprofundamos nossa democracia e por isso conquistamos protagonismo internacional, com a criação da Unasul, da Celac, dos BRICS e a nossa relação solidária com os países africanos. Nossa voz foi ouvida no G-8 e nos mais importantes fóruns mundiais. 

Tenho certeza que podemos reconstruir este País e voltar a sonhar com uma grande nação. Isso é o que me anima a seguir lutando. 

Não posso me conformar com o sofrimento dos mais pobres e o castigo que está se abatendo sobre a nossa classe trabalhadora, assim como não me conformo com minha situação.

Os que me acusaram na Lava Jato sabem que mentiram, pois nunca fui dono, nunca tive a posse, nunca passei uma noite no tal apartamento do Guarujá. Os que me condenaram, Sérgio Moro e os desembargadores do TRF-4, sabem que armaram uma farsa judicial para me prender, pois demonstrei minha inocência no processo e eles não conseguiram apresentar a prova do crime de que me acusam. 

Até hoje me pergunto: onde está a prova? 

Não fui tratado pelos procuradores da Lava Jato, por Moro e pelo TRF-4 como um cidadão igual aos demais. Fui tratado sempre como inimigo. 

Não cultivo ódio ou rancor, mas duvido que meus algozes possam dormir com a consciência tranquila

Contra todas as injustiças, tenho o direito constitucional de recorrer em liberdade, mas esse direito me tem sido negado, até agora, pelo único motivo de que me chamo Luiz Inácio Lula da Silva. 

Por isso me considero um preso político em meu país.

Quando ficou claro que iriam me prender à força, sem crime nem provas, decidi ficar no Brasil e enfrentar meus algozes. Sei do meu lugar na história e sei qual é o lugar reservado aos que hoje me perseguem. Tenho certeza de que a Justiça fará prevalecer a verdade. 

Nas caravanas que fiz recentemente pelo Brasil, vi a esperança nos olhos das pessoas. E também vi a angústia de quem está sofrendo com a volta da fome e do desemprego, a desnutrição, o abandono escolar, os direitos roubados aos trabalhadores, a destruição das políticas de inclusão social constitucionalmente garantidas e agora negadas na prática. 

É para acabar com o sofrimento do povo que sou novamente candidato à Presidência da República.

Assumo esta missão porque tenho uma grande responsabilidade com o Brasil e porque os brasileiros têm o direito de votar livremente num projeto de país mais solidário, mais justo e soberano, perseverando no projeto de integração latino-americana. 

Sou candidato porque acredito, sinceramente, que a Justiça Eleitoral manterá a coerência com seus precedentes de jurisprudência, desde 2002, não se curvando à chantagem da exceção só para ferir meu direito e o direito dos eleitores de votar em quem melhor os representa.

Tive muitas candidaturas em minha trajetória, mas esta é diferente: é o compromisso da minha vida. Quem teve o privilégio de ver o Brasil avançar em benefício dos mais pobres, depois de séculos de exclusão e abandono, não pode se omitir na hora mais difícil para a nossa gente. 

Sei que minha candidatura representa a esperança, e vamos levá-la até as últimas consequências, porque temos ao nosso lado a força do povo.

Temos o direito de sonhar novamente, depois do pesadelo que nos foi imposto pelo golpe de 2016. 

Mentiram para derrubar a presidenta Dilma Rousseff, legitimamente eleita. Mentiram que o país iria melhorar se o PT saísse do governo; que haveria mais empregos e mais desenvolvimento. Mentiram para impor o programa derrotado nas urnas em 2014. Mentiram para destruir o projeto de erradicação da miséria que colocamos em curso a partir do meu governo. Mentiram para entregar as riquezas nacionais e favorecer os detentores do poder econômico e financeiro, numa escandalosa traição à vontade do povo, manifestada em 2002, 2006, 2010 e 2014, de modo claro e inequívoco

Está chegando a hora da verdade. 

Quero ser presidente do Brasil novamente porque já provei que é possível construir um Brasil melhor para o nosso povo. Provamos que o País pode crescer, em benefício de todos, quando o governo coloca os trabalhadores e os mais pobres no centro das atenções, e não se torna escravo dos interesses dos ricos e poderosos. E provamos que somente a inclusão de milhões de pobres pode fazer a economia crescer e se recuperar. 

Governamos para o povo e não para o mercado. É o contrário do que faz o governo dos nossos adversários, a serviço dos financistas e das multinacionais, que suprimiu direitos históricos dos trabalhadores, reduziu o salário real, cortou os investimentos em saúde e educação e está destruindo programas como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Pronaf, Luz Pra Todos, Prouni e Fies, entre tantas ações voltadas para a justiça social.

Sonho ser presidente do Brasil para acabar com o sofrimento de quem não tem mais dinheiro para comprar o botijão de gás, que voltou a usar a lenha para cozinhar ou, pior ainda, usam álcool e se tornam vítimas de graves acidentes e queimaduras. Este é um dos mais cruéis retrocessos provocados pela política de destruição da Petrobrás e da soberania nacional, conduzida pelos entreguistas do PSDB que apoiaram o golpe de 2016. 

A Petrobras não foi criada para gerar ganhos para os especuladores de Wall Street, em Nova Iorque, mas para garantir a autossuficiência de petróleo no Brasil, a preços compatíveis com a economia popular. A Petrobras tem de voltar a ser brasileira. Podem estar certos que nós vamos acabar com essa história de vender seus ativos. Ela não será mais refém das multinacionais do petróleo. Voltará a exercer papel estratégico no desenvolvimento do País, inclusive no direcionamento dos recursos do pré-sal para a educação, nosso passaporte para o futuro.

Podem estar certos também de que impediremos a privatização da Eletrobrás, do Banco do Brasil e da Caixa, o esvaziamento do BNDES e de todos os instrumentos de que o País dispõe para promover o desenvolvimento e o bem-estar social. 

Sonho ser o presidente de um País em que o julgador preste mais atenção à Constituição e menos às manchetes dos jornais. 

Em que o estado de direito seja a regra, sem medidas de exceção. 

Sonho com um país em que a democracia prevaleça sobre o arbítrio, o monopólio da mídia, o preconceito e a discriminação. 

Sonho ser o presidente de um País em que todos tenham direitos e ninguém tenha privilégios.

Um País em que todos possam fazer novamente três refeições por dia; em que as crianças possam frequentar a escola, em que todos tenham direito ao trabalho com salário digno e proteção da lei. Um país em que todo trabalhador rural volte a ter acesso à terra para produzir, com financiamento e assistência técnica.

Um país em que as pessoas voltem a ter confiança no presente e esperança no futuro. E que por isso mesmo volte a ser respeitado internacionalmente, volte a promover a integração latino-americana e a cooperação com a África, e que exerça uma posição soberana nos diálogos internacionais sobre o comércio e o meio ambiente, pela paz e a amizade entre os povos. 

Nós sabemos qual é o caminho para concretizar esses sonhos. Hoje ele passa pela realização de eleições livres e democráticas, com a participação de todas as forças políticas, sem regras de exceção para impedir apenas determinado candidato.

Só assim teremos um governo com legitimidade para enfrentar os grandes desafios, que poderá dialogar com todos os setores da nação respaldado pelo voto popular. É a esta missão que me proponho ao aceitar a candidatura presidencial pelo Partido dos Trabalhadores. 

Já mostramos que é possível fazer um governo de pacificação nacional, em que o Brasil caminhe ao encontro dos brasileiros, especialmente dos mais pobres e dos trabalhadores.

Fiz um governo em que os pobres foram incluídos no orçamento da União, com mais distribuição de renda e menos fome; com mais saúde e menos mortalidade infantil; com mais respeito e afirmação dos direitos das mulheres, dos negros e à diversidade, e com menos violência; com mais educação em todos os níveis e menos crianças fora da escola; com mais acesso às universidades e ao ensino técnico e menos jovens excluídos do futuro; com mais habitação popular e menos conflitos de ocupações nas cidades; com mais assentamentos e distribuição de terras e menos conflitos de ocupações no campo; com mais respeito às populações indígenas e quilombolas, com mais ganhos salariais e garantia dos direitos dos trabalhadores, com mais diálogo com os sindicatos, movimentos sociais e organizações empresarias e menos conflitos sociais.

Foi um tempo de paz e prosperidade, como nunca antes tivemos na história. 

Acredito, do fundo do coração, que o Brasil pode voltar a ser feliz. E pode avançar muito mais do que conquistamos juntos, quando o governo era do povo. 

Para alcançar este objetivo, temos de unir as forças democráticas de todo o Brasil, respeitando a autonomia dos partidos e dos movimentos, mas sempre tendo como referência um projeto de País mais solidário e mais justo, que resgate a dignidade e a esperança da nossa gente sofrida. Tenho certeza de que estaremos juntos ao final da caminhada.

Daqui onde estou, com a solidariedade e as energias que vêm de todos os cantos do Brasil e do mundo, posso assegurar que continuarei trabalhando para transformar nossos sonhos em realidade. E assim vou me preparando, com fé em Deus e muita confiança, para o dia do reencontro com o querido povo brasileiro. 

E esse reencontro só não ocorrerá se a vida me faltar.

Até breve, minha gente 

Viva o Brasil! Viva a Democracia! 

Viva o Povo Brasileiro! 

Luiz Inácio Lula da Silva 

Curitiba, 8 de junho de 2018






Prioridade do PT é fazer aliança com PSB e PCdoB, diz Paulo Pimenta

O deputado petista Paulo Pimenta disse que a prioridade do PT é formar uma aliança nacional com o PSB e o PCdoB, relata a Folha.

“O que nós queremos é construir com PCdoB e com PSB uma estratégia nacional comum”.

Em relação ao PDT, a intenção de Lula é fazer um ‘pacto de não agressão’ com Ciro Gomes.

Pimenta disse também que a candidatura de Dilma Rousseff ao Senado em Minas Gerais é uma das “questões centrais na estratégia nacional do PT”.

sábado, 9 de junho de 2018

Bretas: “Juiz não é inimigo de ninguém”

Antes de audiência com Sérgio Cabral na última sexta-feira, o juiz Marcelo Bretas disse ao ex-governador do Rio que permite a visita de familiares independentemente da condição financeira dos presos, publica o G1.

“Cansei de pedir aos policiais que aguardassem aqui fora. Não fiz isso porque era o senhor, não. O país está muito sensível politicamente. Nos tratamos com respeito, independentemente de ter condenado o senhor. Juiz não é inimigo de ninguém”.

Bretas comentou também os ataques que recebeu depois de elogiar Lula na última terça-feira.

“Tem pessoas que confundem as coisas. Acham que juiz não tem que ser humano, que tem que ser máquina. Juiz é humano, mais do que qualquer um tem que ter respeitar a humanidade”.

Magno Malta diz que não será vice de Bolsonaro

O senador Magno Malta disse a Jair Bolsonaro que não será candidato a vice na chapa do presidenciável do PSL, publica o Estadão.

“Sou candidato a senador”.

Segundo o jornal, um dos motivos que levaram Malta a não fechar a chapa com Bolsonaro foi o fato de sua mulher, a cantora gospel Lauriete Rodrigues Malta, não querer disputar o Senado em seu lugar neste ano.

Bolsonaro recupera meio milhão de seguidores no YouTube

Depois de protestos na internet, Jair Bolsonaro conseguiu recuperar sua conta no YouTube.

O presidenciável do PSL reclamou ontem, nas redes, que seu canal fora desativado e que havia perdido meio milhão de assinantes.

Os antigos inscritos do canal Jair Bolsonaro do youtube foram recuperados e os demais problemas de acesso encontram-se normalizados. Agradeço aos gerenciadores desta rede social e principalmente a todos pela solidariedade. 🇧🇷👍🏻 https://www.youtube.com/user/jbolsonaro 

ANPR propõe ação contra Gilmar

Membros da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) pretendem entrar com uma ação civil contra Gilmar Mendes, publica o Painel da Folha.

Neste caso, o julgamento caberia à primeira instância da Justiça.

Antes de iniciar a ofensiva, no entanto, a entidade fará uma enquete para consultar os 1.300 associados.

Ciro Gomes chuta PP e DEM

Na Argentina, Ciro Gomes admitiu a possibilidade de se aliar ao PP e ao DEM, dizendo em portunhol:

“Quizás tudo”.

Em seguida, ele chutou os dois partidos:

“Nesse primeiro momento, minha prioridade são PSB e PCdoB. Se esta aliança for fechada, posso avançar em partidos do centro à direita, porque a hegemonia moral e intelectual do rumo estará afirmada. Poderia incluir o PP e o DEM, desde que eu tenha o PSB e o PCdoB”.

Na prática, Ciro Gomes chamou PP e DEM de imorais e estúpidos.

Ele garantiu também que, diante da hegemonia da esquerda, o papel desses dois partidos na campanha eleitoral e no governo será de mera vassalagem.

Lula assinou Lei que elevou pena de crimes de corrupção de 8 para 12 anos de prisão


Se arrependimento matasse...Entusiasmado com as propagandas do PT sobre o combate à corrupção que culminaram em sua eleição em 2002, o ex-presidente Lula, logo em seu primeiro ano de mandato, sancionou a lei 10.763, que alterava pontos do Código Penal sobre crimes do colarinho branco, aumentando a punição para o crime de corrupção de 8 para 12 anos de prisão.

Lula não sabia que 15 anos mais tarde se tornaria vítima de sua própria caneta. Caso não houvesse endurecido a pena em 50%, o petista poderia teria sido condenado a apenas 8 anos de prisão da Operação Lava Jato e poderia responder por seus crimes em liberdade. Lula acabou sendo condenado a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo a Folha, "A regra criada naquela época contribuiu para ampliar a punição imposta ao petista no caso do tríplex de Guarujá (SP) pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região"

Mas, segundo a publicação, este não foi o único problema que ele criou para si mesmo. "Outro parágrafo da lei, no entanto, promete causar ainda mais transtorno daqui para frente: o que condiciona a progressão de regime à "devolução do produto do ilícito praticado".

Isso significa que, caso não reverta a sua condenação ou sua prisão nas cortes superiores, o ex-presidente só poderá passar ao regime semiaberto, após cumprir dois anos em regime fechado, se já tiver pago a indenização de R$ 13,7 milhões, com juros e correção, determinada pelo TRF-4".


Gilmar sob fogo cruzado: a revelação da mulher fatal

Uma mulher que pode revelar o lado mais obscuro do homem que tem se colocado como o maior obstáculo da Operação Lava Jato.

Um trabalho minucioso de reportagem da revista Crusoé indica que a JBS usou a sede do Instituto de Gilmar Mendes para tramar a oferta de R$ 200 milhões e se aproximar de juízes.

O caso, que está sendo investigado pela Polícia Federal, fez com que o ministro estrategicamente se afastasse da mulher fatal. A advogada Dalide Corrêa, sua ‘faz tudo’ há mais de 20 anos.

Gilmar e Dalide trabalharam juntos no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando se conheceram. Mais tarde, com Gilmar ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dalide foi ser sua assessora.

“A Dalide é uma profissional de relações institucionais. Em pouco tempo ela vira a melhor amiga de qualquer um. É uma pessoa que se comunica bem, conhece todo mundo”, costuma dizer o ministro, ao ser indagado sobre a mulher que, com o passar do tempo, se tornaria quase que seu alterego, diz a reportagem.
Assim, quando o ministro assumiu o controle do IDP, confiou a Dalide a missão de tocar o dia-a-dia da instituição e de promover eventos extremamente lucrativos. Para tanto, ela atraia os patrocinadores utilizando a imagem do ministro.
Entre os patrocinadores do IDP, além da própria JBS, destaca-se a Fecomércio, cujo presidente acaba de ser beneficiado com a concessão de um Habeas Corpus pelo ministro.

O que se denota, é um evidente entrelaçamento entre a postura empresarial e atuação de Gilmar como ministro.

A rigor, um ministro do STF jamais poderia ter envolvimento com qualquer outro tipo de atividade.

Dalide, a mulher fatal, providencialmente está afastada do IDP.

Gilmar está literalmente sob fogo cruzado.

Ele não vai resistir.

(Jornal da Cidade Online conteúdo)

Petistas que ainda resistem ao frio de Curitiba, fazem “farra” em transporte público (Veja o Vídeo)

Do que vivem os ‘militontos’ que ainda permanecem em Curitiba? Como sobrevivem?

Parece evidente que são desocupados sem qualquer preocupação e vontade de obter uma ocupação.

A grande maioria foi embora por não resistir ao frio, mas alguns estão há mais de 60 dias na capital paranaense.

Sem fazer absolutamente nada. Apenas e tão somente dando ‘bom dia’ a um ilustre e criminoso presidiário.

Para preencher o tempo, realizam passeios sem rumo utilizando o transporte público curitibano.

Gritam, esperneiam, sapateiam e incomodam o verdadeiro trabalhador que se dirige para o seu local de trabalho ou o estudante que está a caminho da escola.

Abaixo, veja o vídeo:


fonte: Jornal da Cidade Online

A mentira de Maristela, a filha de Michel Temer

Quando depôs à Polícia Federal, a filha do presidente da República negou a participação da Argeplan nas obras de sua casa, localizada no Alto dos Pinheiros, em São Paulo. 

Maristela contou para a PF que a Argeplan não exerceu nenhum papel na reforma da mansão. 

A Argeplan é a empresa do coronel João Baptista de Lima Sobrinho, o sinistro amigo de longa data do pai de Maristela. 

Por motivos óbvios, ela agiu para afastar a empresa do caso, da malfadada obra. 

Mas a história de Maristela já foi desmentida categoricamente. 

O engenheiro Luiz Eduardo Visani, dono da construtora Visani Engenharia, confirmou em depoimento à Polícia Federal que sua empresa recebeu cerca de R$ 950 mil, em dinheiro vivo, da Argeplan para executar a reforma. 

Os pagamentos, segundo a narrativa do engenheiro, eram realizados mensalmente em dinheiro vivo na sede da Argeplan. Os contratos e os recibos foram assinados no nome de Maristela. 

Em suma, ele desmentiu categoricamente a filha do presidente.

As informações são do Jornal da Cidade Online.

Desembargador ligado a Gilmar é designado para fiscalizar gabinete do relator da Lava Jato no Rio

O Conselho da Justiça Federal iniciará uma correição nos gabinetes dos desembargadores do TRF-2, a partir de segunda-feira.

Quem realiza a correição, que consiste no exame de processos previamente indicados, são desembargadores de outras regiões, designados pela corregedoria do CJF.

Chama a atenção que para a correição dos processos do gabinete de Abel Gomes, relator da Lava Jato, foi designado o desembargador Ney Bello, do TRF-1, ligado a Gilmar Mendes, publica o site O Antagonista.

Segundo a publicação, chama ainda mais a atenção que foram indicados para a correição de Bello apenas cinco habeas corpus, sendo que quatro deles são de Jacob Barata Filho.

É de conhecimento público que o cunhado de Gilmar Mendes é sócio de Barata Filho, tendo o caso motivado o primeiro pedido de impedimento do MPF em relação ao ministro.

CELSO DE MELLO LIBERA AÇÃO DE GLEISI PARA JULGAMENTO

Celso de Mello liberou a ação penal contra Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo na Lava Jato para julgamento pelo Supremo, informa o repórter Daniel Adjuto, do SBT.

Caberá a Ricardo Lewandowski, que agora preside a Segunda Turma do STF, decidir a data.

Será a segunda ação penal da Lava Jato julgada pelo Supremo –a primeira foi a do deputado Nelson Meurer, do PP-PR, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 29 de maio.

PT rachado

O PT rachou.

O governador do Ceará, Camilo Santana, que apoia Ciro Gomes, não vai ao circo montado pelos petistas para apresentar a candidatura de Lula.

Só para esclarecer, o presidiário também não estará presente.

Crimes delatados por Duda Mendonça prescrevem em quatro meses

Em sua delação premiada ainda não homologada, o publicitário Duda Mendonça delatou crimes de caixa dois que teriam sido praticados em 2010 nas campanhas de políticos como Lindbergh, Delcídio do Amaral, Fernando Pimentel, Paulo Skaf e Roseana Sarney.

O ministro Edson Fachin, do STF, recebeu a delação para análise há 14 meses, mas decidiu não homologá-la enquanto a corte não decidir sobre a validade das colaborações fechadas exclusivamente com a Polícia Federal, publica o site O Antagonista.

Segundo a publicação, o julgamento sobre o tema (ADI 5508) começou em dezembro do ano passado e foi suspenso com maioria formada — seis votos — para que a PF possa firmar os acordos, embora não tenha havido consenso sobre a necessidade de um aval do Ministério Público para a homologação. 

Cármen Lúcia nunca mais tocou no assunto, fora da pauta do tribunal desde então.

Apesar do entendimento de Rodrigo Janot, corroborado por Raquel Dodge, de que enquanto o STF não bate o martelo, as delações fechadas com a PF são válidas, Fachin sentou em cima da de Duda Mendonça. Acordos assinados com a PF envolvendo autoridades sem foro privilegiado estão sendo homologadas nas instâncias inferiores da Justiça.

No caso da delação de Duda, diversos crimes detalhados durante um dia inteiro de depoimento, em março de 2017, estão prestes a prescrever. Por se tratarem de caixa dois, cuja pena é de até quatro anos de reclusão, a prescrição se dará em oito anos (o dobro da pena máxima), ou seja, em outubro próximo.

Delatados por Duda são candidatos neste ano. Alguns, inclusive, estão bem colocados em pesquisas.

A PF tem informações sobre datas, horários e modus operandi da entrega do dinheiro para tais campanhas, com base nos relatos do publicitário. Porém, nada pode fazer antes da homologação.

A colaboração de Duda também esbarra em Baleia Rossi, atual líder do MDB na Câmara, e trata de campanhas na Colômbia e no Chile que teriam sido financiadas por meio de caixa dois, via Odebrecht.