domingo, 22 de outubro de 2017

Como será o amanhã?

A incerteza sobre as eleições de 2018 limita movimentos mais ousados na hora de apostar no Brasil.
É o que dizem investidores e empresários ouvidos pela Folha.

“Aqueles investidores que não têm relação obrigatória com o Brasil, que não têm mandato para América Latina, não querem entrar agora. Há muita incerteza para uma expectativa de retorno não tão boa quanto era no passado”, disse o economista Evandro Buccini, que conversou com investidores estrangeiros há duas semanas em Nova York e Washington.

“A preocupação é se o candidato que vencer vai aprovar reformas”, completou.

A fiscal é considerada pela maioria dos gringos a mais importante.


Bolsonaro x China

De Jair Bolsonaro, no Twitter:
”Terras agricultáveis, subsolo, hidrelétricas, portos, frigoríficos… a China está comprando não NO Brasil, mas O Brasil…”

Antes o Brasil estava sendo vendido à Odebrecht.


ESCRAVIZAR OS LIVRES



A nossa campeã de vôlei, Ana Paula, que escreve no Estadão, nos lembrou das divergências políticas entre ela e a companheira de equipe Ana Moser. 
Relatou que havia uma exceção em que esqueciam as divergências e se uniam com a maior firmeza - era o momento em que defendiam as cores do Brasil em competições. Representando o Brasil, eram uma só, uma jogando para a outra, as duas jogando por um time chamado Brasil. A hora do hino, de levar a bandeira no peito, era hora de esquecer diferenças pessoais e políticas em nome da Pátria. 
Isso é patriotismo, pôr o interesse do país, isto é, de todos os brasileiros, acima de tudo. Patriotismo não é exclusividade de militares que proclamam o Brasil acima de tudo!

Entre uma boa parte de “intelectuais“ brasileiros, aí incluídos os aprendizes, os estagiários em intelectualismo e entre estudantes de todos os níveis que recebem doutrinação ideológica de alguns professores, difunde-se, sob o embrulho dourado do politicamente correto, que patriotismo é coisa de fascista. A maior parte nem sabe o que é fascismo, tal como tudo dizem e nada sabem sobre a sentença do juiz que nada fala em cura-gay; pouco sabem sobre a reserva mineral revogada e recriada na Amazônia e menos sabem da consequência do Fora Temer - que é entregar o poder ao DEM.

Criaram, com sucesso, a mordaça, o medo, a covardia, a canga para jungir os desinformados inocentes-úteis no pensamento único de forma planejada por Antonio Gramsci. George Orwell faria uma nova “Revolução dos Bichos”, com os porcos usando o pretexto do Politicamente Correto. Sonham com “Democracia” sob a tutela da minoria; não resultado da vontade da maioria, como definiram os gregos. Como escreveu a campeã Ana Paula: “...uma geração desorientada, perdida e MANIPULADA”(as maiúsculas são minhas).

Como a maioria discorda dessas idéias absurdas, tratam de aplicar o divide et impera. Dividir para impor suas idéias. Separam brancos e não-brancos, homens e mulheres, jovens e sêniores, liberais e conservadores, pobres e ricos. Para isso, não querem que todos sejam apenas igualmente brasileiros. Gênero, deixou de ser gênero humano, como aprendemos na escola. Passou a ser resultado de decisão pessoal de ser macho ou fêmea. Revogam a natureza, a biologia, o mérito, as diferenças individuais. Passam a identificar as pessoas pela cor da pele, as posses(burgueses x proletários), o local de moradia(bairros “nobres” x periferia), a condição na economia (patrões versus empregados) e até pelas preferências sexuais. Esse politicamente correto assim, significa também um apartheid, regime das separações. Impõem obediência e medo, com submissão aos comissários do politicamente correto. Para isso, precisam enfraquecer a resistência: as religiões, os conservadores (considerados fascistas), as polícias e as forças armadas e, principalmente, dominar o ensino e infiltrar-se nos lares, para anular a influência dos pais.


texto: Alexandre Garcia.

Lula diz que doará imóveis ao MTST se a Justiça provar que são seus

Em visita a uma ocupação do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) no ABC, neste sábado, 21, o ex-presidente Lula voltou a afirmar que os processos a que responde na Justiça são fruto de "perseguição política" e ironizou as acusações de que é dono de imóveis não declarados. 

Em um discurso aos sem-teto da ocupação, Lula disse que se conseguirem provar que o triplex no Guarujá, o apartamento vizinho à sua cobertura em São Bernardo do Campo e o sítio de Atibaia forem seus, ele vai doá-los ao MTST.

"Estejam preparados, porque vocês podem ganhar dois apartamentos e uma chácara. Se conseguirem provar que são meus, serão seus. 

Pode avisar ao Moro (juiz Sérgio Moro)", disse Lula sob os aplausos dos sem-teto que acompanhavam seu discurso. 

Em apoio à ocupação do MTST, que reúne mais de sete mil famílias, Lula disse que o terreno de cerca de 70 mil m2 em que estão instaladas não estava destinado a cumprir qualquer função social, e o movimento agiu corretamente ao ocupar o local.


Papa pede clero unido no Brasil diante de 'escandalosa corrupção'


O papa Francisco defendeu neste sábado (21) a necessidade da união do clero no Brasil diante da "escandalosa corrupção" ocorrida no país durante um encontro com a comunidade do Pontifício Colégio Pio Brasileiro de Roma.

"Neste momento difícil de sua história nacional, quando tantas pessoas parecem ter perdido a esperança em um futuro melhor pelos enormes problemas sociais e por uma escandalosa corrupção, o Brasil precisa que suas curas sejam sinais de esperança", disse o papa.

Para Francisco, os brasileiros precisam ver um "clero unido, fraterno e solidário". "Os sacerdotes precisam enfrentar lado a lado os obstáculos, sem cair nas tentações do protagonismo ou de fazer carreira", afirmou o pontífice.

"Tenho certeza de que o Brasil superará sua crise e confio que vocês atuarão nisso como protagonistas", disse o pontífice aos estudantes e membros do Pontifício Colégio Pio Brasileiro, recebidos por ele por causa do 300º aniversário da descoberta da imagem de Nossa Senhora de Aparecida, padroeira do país.

No discurso, no entanto, Francisco alertou aos estudantes que essa "nova condição" pode representar um "desequilíbrio" entre os quatro pilares que sustentam a vida de um sacerdote: a dimensão espiritual, a acadêmica, a humana e a pastoral.

E lembrou a dimensão acadêmica de sua vocação não deve resultar em um descuido das outras três, porque isso abriria as portas de algumas "doenças" para os estudantes.

Entre elas, Francisco destacou o "academicismo" e a "tentação de fazer dos estudos simplesmente um meio de afirmação pessoal que acaba sufocando a fé".

Geddel afirma que Temer o indicou para cargo na Caixa



Em depoimento dado à Polícia Federal, o ex-ministro Geddel Veira Lima (PMDB) afirmou que foi indicado em 2011 para o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa pelo então vice-presidente Michel Temer (PMDB).

Geddel disse que assumiu o cargo por indicação da presidência do PMDB, que na época era exercida pelo hoje presidente da República.

Ele negou qualquer participação dos então deputados federais peemedebistas Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves na indicação.

O depoimento foi concedido em 20 de julho, uma semana depois de o ex-ministro ter sido autorizado pelo Tribunal Regional Federal a deixar a Penitenciária da Papuda para cumprir prisão domiciliar.

Geddel havia sido preso no dia 3 de julho pela PF no âmbito da Operação Cui Bono?, que investiga suposto esquema de corrupção na Caixa nos anos de 2011 a 2013 –anos em que ocupou o cargo no banco.

No depoimento, ele negou ter cometido irregularidades e disse que não recebeu "nenhuma vantagem indevida" por sua atuação no cargo, tendo recebido apenas seu salário no período.

Também negou que tenha passado informações privilegiadas para interlocutores como Cunha e que as informações "eventualmente demandadas" pelo deputado "não alteravam o curso natural das operações de crédito".

"UM ABRAÇO"

Geddel confirmou que se encontrou com Lúcio Funaro no hangar da empresa Aero Star, em Salvador.

Afirmou ter recebido ligação do doleiro, que teria dito que o seu avião estava fazendo uma parada técnica e que queria dar um abraço no então vice-presidente da Caixa.

O ex-ministro saiu de sua casa na praia em Camaçari e foi até o aeroporto de Salvador para "dar um abraço" no doleiro, um trajeto de 23 km feito em cerca de 35 minutos.

Geddel diz que os dois conversaram sobre "amenidades". Em sua delação, Funaro dá outra versão: afirma que o hangar era usado para fazer repasses de dinheiro de propina ao peemedebista.

O ex-ministro afirmou que, naquela ocasião, conheceu Raquel Pitta, mulher de Funaro. Em depoimento à PF, Raquel afirmou que foi pressionada com ligações de Geddel, que a sondava sobre a possibilidade de o doleiro firmar delação premiada. O peemedebista nega pressão.

Afirmou ainda que encontrou Funaro outras vezes em São Paulo, Brasília e Salvador "circunstancialmente".

Geddel foi questionado ainda sobre a suspeita de que teria enviado seu assessor Gustavo Ferraz para se encontra em São Paulo com Altair Alves Pinto, assessor de Eduardo Cunha, para buscar remessas de dinheiro.

O peemedebista afirmou que não tinha "nenhuma recordação" de ter enviado um interlocutor de nome "Gustavo" para encontrar Altair. Preso em setembro após a descoberta de umbunker num apartamento em Salvador com R$ 51 milhões, Gustavo, um dos aliados de Geddel, disse à polícia que foi a São Paulo buscar dinheiro para o ex-ministro.


AO SER ATACADA POR CIRO GOMES, JANAÍNA RETRUCOU

O pré-candidato à Presidência Ciro Gomes, para criticar Marina Silva, disse que "o momento  é muito de testosterona", e que a pré-candidata não teria condições de competir. 

A jurista Janaína Paschoal retrucou: "Onde estava Ciro Gomes, quando eu estava enfrentando o PT? As mulheres do Brasil são mais macho que muito homem! É fácil aparecer agora!". 

O SENADOR MAGNO MALTA ESTÁ FALANDO POR MIM

É da natureza da tolerância a existência de limites. Questão de pura racionalidade: na ausência de quaisquer balizas, a tolerância que abrangesse o impossível de tolerar abraçaria, inclusive, a mais odienta intolerância, tornando-se autodestrutiva.
Por isso, é importante a construção de consensos mínimos, em torno de algumas verdades e direitos em torno dos quais se constroem leis e preceitos constitucionais. Com eles se elimina a subjetividade em relação a algumas determinações de certo e errado, justo e injusto, permitido e proibido. Conta-se que um professor, interpelado por aluno que afirmou ser subjetivo e relativo o conceito de justiça, apontou-lhe a porta e ordenou-lhe, em alta voz, que se retirasse da sala. Diante da surpresa de todos, o professor perguntou à classe: "O que estou fazendo lhes parece justo?" Como a resposta foi negativa, esclareceu: "Ele acha que é tudo relativo e que na minha perspectiva pode ser, sim."
Como lembra Alfonso Alguiló num interessante livrinho sobre tolerância, foram necessários milênios para que a humanidade, através dos pensadores gregos, alcançasse a capacidade de distinguir o bem do bem individual. Isso representou um enorme avanço no sentido da moral e o fato de que ainda hoje, em diferentes culturas, essa noção esteja dispersa, não significa que não existam concepções superiores e inferiores, embora nos tentem convencer de que é "politicamente incorreto" afirmá-lo. Opinem sobre isso as crianças emparedadas, os bebês abortados, os ladrões de mãos cortadas e os infiéis de cabeças decepadas... Os profetas do relativismo moral, os sacerdotes do "politicamente correto" vivem de convicções que negam a todos os demais. E ainda lograram convencer parcela expressiva das sociedades civilizadas de que não precisam respeitar a ninguém exceto a si mesmos.
Vamos ao ponto desta reflexão: o senador Magno Malta fala por mim nestes tempos marcados por inegável, inocultável, palpável e multiforme investida contra alguns daqueles limites além dos quais a tolerância ganha outro nome e passa a denominar-se lassidão, covardia. Não preciso descrever (até porque já cumpri a indigesta tarefa em texto anterior) os extremos a que chegam as agressões a duas dessas balizas: a inocência da infância e a sacralidade das manifestações de fé. O senador Magno Malta já abordou o tema de uma forma que representa meu pensamento e me dispenso de ampliá-lo aqui.
Minhas perguntas vão além. O que faz o governo Temer que não fecha a torneira da Lei Rouanet e da Lei do Audiovisual para eventos que atentam contra a infância e cometem vilipêndio religioso? O PPS apoia o disponibilização desses recursos através do ministério da Cultura sob seu comando? O que têm a dizer ou fazer os católicos do Congresso Nacional a esse respeito? Ou só cuidam de reeleição? O DEM apoia o aparelhamento do Ministério da Educação por pedagogos cujo objetivo de vida parece ser a implantação da ideologia de gênero no cérebro das nossas crianças? Por que não se conhecem ações expressivas da CNBB (como acontecem em certas pautas ideológicas) com relação a essas perniciosas políticas de cultura e educação?
Seremos tão poucos os que compreendemos o quanto deve ser maligno o objetivo de quem mobiliza, em todo o Ocidente, ações multiformes e sistemáticas contra o cristianismo, a instituição familiar a vida e a infância? Não se pode e não se deve tolerar o intolerável.
texto: Percival Puggina

Roberto Jefferson xinga Lula de covarde

Após dizerem que Lula não era responsável pelo pagamento dos aluguéis porque o contrato era em nome da falecida ex-primeira-dama Marisa Letícia, os advogados do ex-presidente "explicaram" a ausência de evidências de pagamento como "prova inequívoca" de que os pagamentos teriam sido feitos em dinheiro vivo. 

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, criticou a decisão dos advogados e aproveitou para alfinetar Lula: "Os advogados de Lula perderam de vez a compostura e agora dizem que os aluguéis foram pagos diretamente para Marisa, em dinheiro. Covardia".

A estatização “apressada”

A Folha publica matéria sobre o inquérito civil aberto pelo promotor Daniel Balan Zappia para investigar a estatização da então chamada Uned (União de Ensino Superior de Diamantino), comandada à época pela irmã de Gilmar Mendes, Maria Conceição Mendes.

A instituição foi vendida por R$ 7,7 milhões ao governo estadual, então comandado por Silval Barbosa (PMDB), que, após quase dois anos preso, está em prisão domiciliar – benefício alcançado porque admitiu, em delação premiada, desvios de R$ 1,03 bilhão.

Lotado em Diamantino, cidade natal de Gilmar, situada ao norte de Cuiabá, Zappia apura indícios de que a transação – que resultou na atual Unemat (Universidade do Estado de Mato Grosso) – ocorreu de forma apressada, sem estudo prévio.

Na placa que oficializa a estatização do campus, datada de 16 de setembro 2013, dois meses após a venda, lê-se a homenagem: “Temos de agradecer à família Mendes, em especial ao ministro do STF Gilmar Mendes, pelo esforço em construir uma sociedade mais justa e igualitária por meio da oferta do ensino superior.”

Gilmar, que descerrou a placa em cerimônia ao lado de Barbosa, afirma que não se envolveu mais com a administração da universidade desde que deixou a sociedade.

Caetano Veloso processa MBL

Caetano Veloso e Paula Lavigne estão processando o MBL e Alexandre Frota porque o cantor foi chamado de “pedófilo”. Cada um quer uma indenização de 100 mil reais.

Caetano Veloso tirou a virgindade de Paula Lavigne quando ela contava 13 anos e ele, 40.

Na época, não era crime previsto em lei ter relações sexuais com menores de 14 anos — e, convenhamos, Paula Lavigne sempre foi adulta.

fonte: O Antagonista 


sábado, 21 de outubro de 2017

Ministro da Defesa cita chefão do tráfico

Ao pregar o combate ao tráfico no Rio de Janeiro, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, citou neste sábado declaração recente de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, chefão do Comando Vermelho (CV), preso na penitenciária federal de Mossoró no Rio Grande do Norte.

“É fundamental a criação de uma força-tarefa que envolva o MPF e a Polícia Federal para combater o tráfico no Rio. O Marcinho VP diz que o tráfico financia campanhas políticas. Isso corrobora tudo que a gente vem defendendo. É fundamental combatermos isso”, afirmou Jungmann, segundo O Globo, no Aterro do Flamengo, em evento das Forças Armadas para entrega de diplomas aos militares que fizeram parte da Missão de Paz no Haiti.

Sem tiro no pé

A Rede não conseguiu colher assinaturas suficientes para emplacar uma PEC que incluiria um artigo na Constituição para permitir a imposição de medidas cautelares a parlamentares, como aquelas derrubadas pelo Senado no caso de Aécio Neves, informa Bruno Góes, no Globo.

“A mobilização para dar prosseguimento à proposta, entretanto, foi pífia. Para tramitar, o projeto precisaria do apoio de 171 deputados. Mas apenas 15 parlamentares se dispuseram a dar suas assinaturas.”

Quem deve teme.

O furacão Gilmar Mendes

“Gilmar Mendes era favorável à prisão em segunda instância quando o PT estava no olho do furacão.
Agora, com tucanos no centro das investigações, Mendes não pensa mais assim”, registra a Veja.

É pior do que isso: Gilmar Mendes passou a proteger o próprio PT, inocentando Dilma Rousseff no TSE e tentando salvar Lula da cadeia.


BOLSONARO: “MORO TÁ NA MINHA LISTA PARA O SUPREMO”

BOLSONARO: “MORO TÁ NA MINHA LISTA PARA O SUPREMO”

Jair Bolsonaro concedeu entrevista exclusiva a Claudio Dantas durante viagem, ontem, a Uberlândia.

O bate-papo, de quase duas horas, se deu no trajeto (de carro) de seu apartamento ao aeroporto de Brasília e de lá (de avião) até a cidade mineira.

ASSISTA:

Eunício Oliveira: “Eu sou eleitor do Lula”

Eunício Oliveira vai votar em Lula.
Entrevistado pelo jornal O Povo, ele disse:
“Se não houver um entendimento nacional, se não houver uma aliança local que me obrigue diferente, eu sou eleitor do Lula.”

Os marqueteiros de Michel Temer espalharam pela internet que todos aqueles que defendem seu afastamento – como O Antagonista – fazem um favor a Lula.

Mas o presidente do Senado representa o verdadeiro PMDB.

Os anos mais rentáveis para seu partido, de fato, foram os do PT.

A ORCRIM voltou

A Lava Jato está sendo bombardeada.
Mas ela só vai acabar realmente se Lula voltar para o Palácio do Planalto.

O anúncio de Eunício Oliveira de que pretende votar em Lula em 2018 é um sinal muito claro de que a ORCRIM está pronta para se unir novamente.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Mais 13 anos de prisão para Sérgio Cabral

Marcelo Bretas acaba de condenar Sérgio Cabral a 13 anos de reclusão.
É a terceira condenação do ex-governador do Rio na Lava Jato.

Ele já havia sido sentenciado a 45 anos e 2 meses –por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa– pelo próprio Bretas, em setembro.

Antes, em junho, Sérgio Moro o condenara a 14 anos e 2 meses, também por corrupção e lavagem de dinheiro.





Perdeu, Vanessa

A comunista Vanessa Grazziotin foi convencida por assessores de que não tem chances de se reeleger ao Senado no ano que vem. Deverá tentar uma vaga na Câmara.

Já Pauderney Avelino, secretário-geral do “novo DEM”, está animado para atravessar o Congresso e virar senador com o apoio do governador de Amazonas, Amazonino Mendes.

O STF FEZ DE NÓS PESSOAS MELHORES. OBRIGADO, MINISTROS!


Eu quero agradecer, em meu nome e em nome de todas as pessoas comuns, cidadãos simples do meu país como eu, pelas últimas decisões tomadas pelo nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal.

Sim, o Supremo fez de nós pessoas melhores do que pensávamos ser. 

Quando olhávamos aqueles Ministros sob suas togas, com passos lento e decididos, altivos, queixos erguidos, vozes impostadas ditando verdades absolutas e supremas, envoltos numa aura de extrema importância e autoridade, nos sentíamos pequenos, minguados e reles plebeus diante de uma Corte que beirava o sublime, o inatingível e o intangível.

Com essas decisões o Supremo conseguiu fazer com que a minha percepção sobre mim e sobre nós mudasse. Eles não são deuses. São pessoas tão pequenas e tão venais, que qualquer comparação que eu faça de mim e de nós em relação a eles, seria desqualificar-nos a um nível abissal. Tudo aquilo é fantasia, tudo aquilo é pose e tudo aquilo não passa de um teatro, mas nós somos reais.

Foi aí que eu vi o quanto somos mais importantes que eles! Enquanto as divindades supremas encarnam seus personagens de retidão e lisura, mas com suas decisões abduzem a moral e destroem o país (e de quebra a reputação do Judiciário), nós brasileiros comuns e sem toga trabalhamos arduamente dia e noite para construir o país, ou pelo menos para minimizar os danos que eles provocam. 



Então... Como é que um dia eu pude vê-los como sendo superiores a nós? Eu estava enganado. Nós somos muito superiores a eles, mesmo sendo zés, joãos, marias, desde o pequeno ambulante ao médico ou engenheiro. Nós somos as verdadeiras autoridades, porque nossa autoridade não foi conferida por um político malandro capaz de tudo com uma caneta. Nossa autoridade nos foi dada pela nossa força de continuar tentando fazer um Brasil melhor.

Fico sinceramente com pena é dos advogados, que são obrigados a chamar esses ministros de Excelência, ainda que com a certeza de que não há excelência alguma nos serviços que eles estão prestando à nação. Acho que deve ser o mesmo sentimento de ser obrigado a chamar o cachorro do rei de "my lord".

Agora eu sei o quanto somos bem maiores que eles, mesmo sem aquelas expressões em latim e doutrinas rebuscadas cheias de pompas e circunstâncias, que no final significam apenas passar perfume em merda. Se há alguém realmente importante no Brasil, esse é o Excelentíssimo Povo Brasileiro, que apesar de tudo é obrigado a sentir o mau cheiro que vem da grande Corte, e mesmo com náuseas e ânsia de vômito, tem que acordar as 5 da manhã pra fazer aquilo que eles não fazem: Produzir.

Obrigado, Supremo, por nos mostrar que hoje o rei sou eu e o meu povo.



texto Marcelo Rates Quaranta 

Jornal da Cidade Online conteúdo

BOLSONARO: “GENERAL MOURÃO É FIGURINHA CARIMBADA NO MEU GOVERNO”

Em entrevista exclusiva a Claudio Dantas, em O Antagonista, Jair Bolsonaro disse que vai governar com ajuda dos militares e já teria uma lista de cinco generais como prováveis ministros.
Um dos nomes cotados é o do general Antonio Hamilton Martins Mourão, que defendeu uma eventual intervenção militar em caso de falência institucional.
“Não há a menor dúvida (de que Mourão terá vaga no meu governo). Ele é aquela figurinha carimbada.”
Segundo Bolsonaro, “a intervenção militar poderá vir, mas através de um militar eleito”.
ASSISTA AO VÍDEO:


UM JORNALISMO QUE ACABOU

Há um jornalismo que acabou. Fala com as paredes. Irresignado ante a falta de eco, cospe no vento. Cisca no dicionário adjetivos que, de tão mascados, se tornaram rejeitos de lixo orgânico, direto ao saco preto. O vocabulário com que o "politicamente correto" se protegia entra num debate, hoje, murcho como maracujá. Quem leva a sério o adjetivo "reacionário!", ou "conservador!", ou "neoliberal!" (lembram dele?), ou ainda o "fascista!", que os próprios comunistas gastaram mundo afora contra seus adversários antes do tiro na nuca?
Durante décadas, esses senhores foram os regentes das redações, onde desfilavam proféticos, iluminando o mundo com olhares que se derramavam sobre uma nova humanidade e um novo tempo. Eram os kaisers do quarto poder, ditando as normas técnicas para a engenharia do brilhante futuro. Perder tempo com eles, agora, é como contemplar a alvorada de um passado que se refuga. Xô! Quebraram o Brasil, acabaram com a Educação e atacaram, um a um, os valores que sustentariam moralmente a nação.
A sociedade compreendeu, por fim, que, tanto quanto ela precisa conservar valores que orientem as ações humanas para o bem (conservadorismo), a economia precisa de liberdade (liberalismo) para evoluir. Se observarmos atentamente, veremos que isso é tudo que o velho jornalismo militante, mãos dadas com os camaradas do mundo acadêmico, se dedicou a destruir; e que parcela importante do clero católico se descuidou de preservar.
Tem duas razões fundamentais para viver, esse jornalismo. A primeira é servir de memorial adulterado dos "anos de chumbo". Vivem na nostalgia daquele período, misturando a saudade da própria juventude com o tempo em que conseguiram articular um discurso cuja consequência, em tese, rimava com a causa. A segunda é combater liberais e conservadores, qualificando-os como fascistas. Mas, sem direito a tiro na nuca, tudo fica menos produtivo. Fazer o quê? Mudar-se para Cuba ou para a Coreia do Norte?
Não recordo, ao menos em passado recente, de esforços retóricos tão velhacos, tão fraudulentos, quanto os empregados nas últimas semanas por esse jornalismo para tentar convencer a sociedade de que:
• os conservadores seriam hipócritas bradando contra  nudez e  erotismo na arte;
• gravuras grotescas dedicadas a sujos entreveros sexuais, se expostas em ambiente cultural, deveriam merecer a mesma reverência de conhecidas obras-primas da arte universal;
• sentimentos e atitudes tão diferentes entre si como repulsa, indignação e boicote seriam "sinônimos" de censura;
• sexo não existiria, o que existe é gênero e toda criança deveria começar a aprender isso no bercinho da maternidade;
• as redes sociais seriam uma terra de ninguém tomada pela direita raivosa.

Quem faz afirmações assim não está a mudar de assunto. Está a corromper a razão, conforme mencionei em recente vídeo. Há semanas repetem isso ao país e querem credibilidade? Pretendem seguir influenciando a opinião pública? Subestimam a inteligência daqueles com quem se comunicam! Foi ao servir nacionalmente esse cardápio de falsidades que o velho jornalismo militante deu extraordinário alento aos bons conservadores e aos bons liberais. Refiro-me aos conservadores que estimam a liberdade e aos liberais que reconhecem a necessidade de preservar valores morais. 
A sociedade não se escandaliza com nudez desde 22 de abril de 1500 e pouco se interessa pelo que acontece atrás das portas, desde que seja vedado o acesso a crianças. Mas entendeu, perfeitamente bem, ser isso que jogou o velho jornalismo militante na pornomilitância.
O silêncio que cai sobre ele vem por overdose de si mesmo.

texto: Percival Puggina 

INÚTIL.../ A GENTE SOMOS INÚTIL

Os militares endereçaram um convite ao povo para que saísse às ruas em defesa da pátria...
Prioridade absoluta de todos, TODOS os partidos e políticos, inclusive os das cortes judiciais, salvo raríssimas exceções, a Operação Lava Jato era uma espécie de peste negra que poderia vir a exterminar a elite governante do país. Era.
Por não ignorar que essa elite, unânime, estava a ponto de determinar o "triste fim de Policarpo Quaresma" para a salvação de Bruzundanga, a única parcela dessa elite não contaminada pela terrível peste, os militares, enviou um ultimato e um convite. O convite ela endereçou ao povo para que saísse às ruas em defesa da pátria. O ultimato, aos três poderes aparentemente independentes, harmônicos, mas fortemente unidos entre si pelo rabo que mantêm longe da vista do público - pero no mucho - pois o apêndice não é lá nada estético.
O povo, no entanto, preferiu pegar a estrada e emendar o feriadão na praia ao som do hino nacional: Inútil.../ A gente somos inútil/ Inútil... E os três poderes, captando essa mensagem com a sabedoria malandra do Rolando Lero, resolveram enrolar o ultimato para fazer um canudinho de soprar bolinhas de sabão.
O desfecho da comédia é que o vírus da Lava Jato perdeu o agente ativo. Só vai preso o figurão que for condenado em tribunal de terceira instância, em decisão irrecorrível, isto é, no dia do vencimento dos contratos de aluguel que dona Marisa administrava para Lula: 31 de fevereiro. Se não chover...
por Genaro Faria.

QUARTA REVOLUÇÃO

PRIMEIRO MUNDO
Os países de primeiro mundo, felizmente, jamais se dão por satisfeitos. Estão sempre, como a história registra, buscando novos experimentos e técnicas de produção com o propósito de se tornarem cada vez mais produtivos, atraentes e desenvolvidos.
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
A rigor, o marco inicial do contínuo desenvolvimento mundial é a chegada da Revolução Industrial, que começou em meados do século 18, quando foi dado o primeiro e grande passo rumo ao constante crescimento econômico, social e cultural.
PACTO COLONIAL
À época, como se sabe, o Brasil sofria os efeitos do Pacto Colonial imposto pela coroa portuguesa, que impedia a abertura de indústrias no nosso país. Lamentável, pois essa decisão se transformou numa poderosa CAUSA do nosso baixo desenvolvimento, que até hoje persiste por ordem puramente cultural.

REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA
Ainda assim, o que nos anima é que muitos brasileiros estão lutando, com todas as forças, para fazer do nosso Brasil um ambiente típico dos países desenvolvidos. Isto, graças à Revolução Tecnológica, que vem sendo bem aproveitada, produzindo eficiência em vários setores que colocam o Brasil no radar de investidores internacionais.

QUARTA REVOLUÇÃO
Como já bateu à porta de todos os países a QUARTA REVOLUÇÃO, esta onda não podemos perder. Até porque não há PACTO CONTRÁRIO. A propósito, eis o que diz o jornalista e historiador inglês Adrian Wooldridge, autor do livro - A Quarta Revolução — A Corrida Global para Reinventar o Estado, em parceria com o jornalista John Micklethwait:
A sobrevivência das democracias requer uma reformulação dos governos, levando em conta as possibilidades oferecidas pelas novas tecnologias — entre elas, a inteligência artificial.



BEM ESTAR SOCIAL

Países como o Brasil, afirma Adrian em entrevista que concedeu à revista Veja desta semana, nem chegaram a atingir na plenitude o estágio do Estado de bem-estar social. Perguntado sobre -Qual deve ser o papel do Estado no mundo de hoje?- a resposta foi a seguinte:


- Precisamos de um Estado poderoso para fornecer serviços públicos, para evitar que as pessoas matem as outras, para preservar a ordem pública. O problema é que o Estado tende a se autoalimentar. Quanto maior o seu tamanho, mais indisciplinado ele fica. Presta serviços cada vez piores à população, até colapsar sob o próprio peso. É preciso usar a tecnologia moderna para aperfeiçoá-lo.

Pode parecer banal dizer isso, mas, se voltarmos ao século XIX, houve um salto de produtividade graças ao uso de máquinas que substituíram trabalhos feitos a mão, com a Revolução Industrial e a Revolução Agrícola. Agora temos as bases de uma nova revolução com as máquinas inteligentes. Os computadores tendem a ser intensivos no uso de informações e de mão de obra. A produtividade na prestação de serviços pode crescer muito.
Eles estão condenados ao atraso? A América Latina pode tirar proveito de tecnologias mais modernas. Os países da região também podem se beneficiar de todos os tipos de reforma que estão acontecendo ao redor do mundo.

Antigamente, havia a noção de que as melhores ideias vinham essencialmente da Europa e dos Estados Unidos. Muitas das melhores ideias na área de saúde vêm da Índia, particularmente em termos de design e produção de equipamentos médicos. É uma inovação que se torna realidade por uma fração do custo que teria em países desenvolvidos.

Há melhores condições para criar um Estado de bem-estar social hoje em dia do que no passado. Basta refletir sobre o modelo da Grã-Bretanha no início do século XX e que se expandiu fortemente depois da II Guerra. O governo ideal deveria ser dirigido por grandes estruturas burocráticas, parecidas com fábricas. Esse tipo de estrutura não é hoje o mais eficiente em prover serviços à população. Prestar serviços em níveis locais funciona melhor. Essa tarefa hoje é facilitada por celulares e computadores.

por Gilberto Simões Pires

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Os 39 deputados da CCJ da Câmara que votaram pelo arquivamento da segunda denúncia

Você votará neles nas próximas eleições?
Os 39 votos, na CCJ da Câmara, pelo arquivamento da segunda denúncia contra Michel Temer:

Alceu Moreira (PMDB-RS)

Antonio Bulhões (PRB-SP)

Arthur Lira (PP-AL)

Beto Mansur (PRB-SP)

Bilac Pinto (PR-MG)

Bonifácio Andrada (PSDB-MG)

Carlos Bezerra (PMDB-MT)

Carlos Marun (PMDB-MS)

Cleber Verde (PRB-MA)

Cristiane Brasil (PTB-RJ)

Daniel Vilela (PMDB-GO)

Darcísio Perondi (PMDB-RS)

Delegado Edson Moreira (PR-MG)

Domingos Neto (PSD-CE)

Edio Lopes (PR-RR)

Edmar Arruda (PSD-PR)

Evandro Gussi (PV-SP)

Evandro Roman (PSD-PR)

Fausto Pinato (PP-SP)

Francisco Floriano (DEM-RJ)

Genecias Noronha (SD-CE)

Hildo Rocha (PMDB-MA)

José Carlos Aleluia (DEM-BA)

Juscelino Filho (DEM-MA)

Luis Tibé (Avante-MG)

Luiz Fernando Faria (PP-MG)

Magda Mofatto (PR-GO)

Maia Filho (PP-PI)

Marcelo Aro (PHS-MG)

Milton Monti (PR-SP)

Nelson Marquezelli (PTB-SP)

Osmar Serraglio (PMDB-PR)

Paes Landim (PTB-PI)

Paulo Abi-ackel (PSDB-MG)

Paulo Maluf (PP-SP)

Rodrigo de Castro (PSDB-MG)

Ronaldo Fonseca (Pros-DF)

Rogério Rosso (PSD-DF)

Thiago Peixoto (PSD-GO)