domingo, 18 de novembro de 2018

Haddad legalmente não é mais “advogado” de Lula

Os poderes da procuração fornecida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o seu advogado “fake” Fernando Haddad, há muito estão esgotados, publica o Jornal da Cidade.
A rigor desde 11 de setembro os poderes outorgados por Lula a Haddad cessaram, mesmo assim o ex-candidato continuou visitando o seu “cliente”, como se fosse seu advogado.
A procuração fornecida por Lula tinha um fim específico, precisamente o “objetivo de assegurar os direitos do Outorgante na condição de pré-candidato à Presidente da República”. Veja abaixo:
Logo, no dia 11 de setembro, quando o próprio Haddad foi lançado candidato no lugar de Lula, os fins para os quais a procuração foi outorgada, perderam o efeito.
Mesmo assim, o infame poste continuou visitando Lula na condição de advogado.
Mais uma ilegalidade, que infelizmente passou despercebida pelas autoridades.

Otto Dantas, articulista e repórter 

O esplêndido artigo do futuro chanceler de Bolsonaro. Saiba o que pensa Ernesto Araújo

QUERER GRANDEZA
Uma equivocada interpretação das tradições diplomáticas brasileiras tenta impor-nos, há muitos anos, a visão de que o Brasil é simplesmente um país grande: desistimos de ser um grande país.
No universo da diplomacia pós-moderna, que infelizmente nos apressamos a copiar a partir de modelos externos, não existe grandeza. Não existe vontade ou paixão. Não existe orgulho.
O desejo de grandeza é o que de mais nobre pode haver numa nação que se coloca diante do mundo.
Mas alguém decidiu definir a presença do Brasil no mundo por sua adesão aos "regimes internacionais", por sua obediência à "ordem global baseada em regras". O Brasil assim concebido quer ser apenas um bom aluno na escola do globalismo. Não quer nem mesmo ser o melhor aluno, pois isso já seria destacar-se demais, já envolveria um componente de vontade e grandeza que repudiamos.
Quando eu era criança, pela metade dos anos 70, ficava horas folheando um livro chamado "Atlas das Potencialidades Brasileiras" cheio de mapas de reservas energéticas e minerais, produção industrial e agrícola, etc. O subtítulo do livro dizia: "Brasil Grande e Forte".
Hoje, querem colocar nas mãos das crianças livros sobre sexo, mas se vissem uma criança lendo um livro chamado "Brasil Grande e Forte" prenderiam os pais e mandariam a criança para um campo de reeducação onde lhe ensinariam que o Brasil não é nem grande nem forte, mas apenas um país que busca a justiça social e os direitos das minorias.
Antes fosse. Se houvesse uma alternativa excludente entre grandeza e força, de um lado, justiça social e direitos das minorias, de outro, seria até válido optar por estas últimas.
Mas não há excludência. O que há é uma ideologia manipuladora que cria uma histeria permanente sobre justiça social e minorias, sem fazer absolutamente nada concreto nem pelas minorias nem pela maioria, sem nenhum compromisso em melhorar a vida real de ninguém, e que veste o manto da justiça social para roubar e tentar sair com o produto do roubo, desrespeitando tanto a justiça social quanto a justiça propriamente dita.
Essa ideologia faz de tudo para destruir qualquer poder mobilizador autêntico que ela não controle, e por isso dedica-se a sufocar o desejo de grandeza associado ao sentimento nacional.
A grandeza mobiliza e organiza um povo, sentido e gera energia humana, sabidamente a mais preciosa forma de energia. Nada pior para os planos da ideologia esquerdista. A esquerda não tem o menor interesse em justiça social, mas utiliza esse conceito para contaminar a água da nação, para criar pessoas raivosas e ignorantes e assim desmobilizar o povo, proibi-lo de ter ideais, separá-lo de si mesmo, desligar a energia criativa. Justiça social, direitos das minorias, tolerância, diversidade nas mãos da esquerda são apenas aparelhos verbais destinados a desligar a energia psíquica saudável do ser humano.
A aplicação dessa ideologia à diplomacia produz a obsessão em seguir os "regimes internacionais". Produz uma política externa onde não há amor à pátria, mas apenas apego à "ordem internacional baseada em regras". A esquerda globalista quer um bando de nações apáticas e domesticadas, e dentro de cada nação um bando de gente repetindo mecanicamente o jargão dos direitos e da justiça, formando assim um mundo onde nem as pessoas nem os povos sejam capazes de pensar ou agir por conta própria.
O remédio é voltar a querer grandeza.
Encha o peito e diga: Brasil Grande e Forte.
Milhares de pequenos esquerdistas imediatamente te atacarão como formigas quando você chuta o formigueiro, mas se você resistir e não recuar eles ficarão desorientados e se dispersarão na sua insignificância, deixando aberto o campo para construirmos um país de verdade.
(Texto de Ernesto Araujo. Diplomata e próximo chanceler do Brasil)
Publicado originalmente no blog do autor: https://www.metapoliticabrasil.com/blog/querer-grandeza

No embate contra a bandidagem, o fim da “visita íntima” está na mira de Sérgio Moro

A luta contra o crime organizado e as facções criminosas é mais um duro desafio que o novo governo deverá enfrentar.
O isolamento absoluto dos líderes do crime e das facções é uma medida extremamente necessária e fundamental, registra O Jornal da Cidade.
Assim com estabelecer um ponto final a uma série de regalias que vigoram no sistema prisional, além da redução da maioridade para crimes graves.
Questionado pela revista IstoÉ sobre a tal ‘visita íntima’, o futuro ministro Sérgio Moro garantiu que é uma possibilidade que está sendo estudada, assim como também o fim das famosas ‘saidinhas’ em feriados e datas específicas.
A ideia é enrijecer o sistema.

Deltan, o novo PGR

A Operação Lava Jato, tantas vezes na mira dos políticos poderosos envolvidos em esquemas escabrosos de corrupção, tem tudo para assumir uma grandeza avassaladora.
O futuro ministro da Justiça Sérgio Moro tem o seu nome preferido para o cargo de Procurador Geral da República, no lugar de Raquel Dodge.
O nome do coração de Moro é o de Deltan Dallagnol.
O Radar da Veja confirma esta preferência, que parece óbvia.
Para tanto, Deltan precisa ter o seu nome incluído na lista tríplice do Ministério Público Federal, que será encaminhada para a escolha do presidente da República
A lista tríplice é feita a partir da votação entre os membros do MPF.
Se o nome de Deltam estiver na lista, terá o aval e a preferência do ministro, registra o site Jornal da Cidade..
Assim, não há dúvidas de que será nomeado por Jair Bolsonaro.

Nordeste pode se tornar grande vitrine de Bolsonaro, diz Heleno

O governo de Jair Bolsonaro quer dar atenção especial ao Nordeste, publica O Globo.

A intenção, segundo o jornal carioca, é transformar a região em uma vitrine de seu governo.

Para isso, serão retomadas obras paralisadas nas gestões petistas, como a transposição do Rio São Francisco e a construção de ferrovias.

“Tenho dito que o Nordeste é o centro das atenções para mudar o Brasil”, disse general Augusto Heleno.

“O Nordeste pode [se tornar uma grande vitrine de Bolsonaro], mas acho que essa preocupação é secundária, consequência. Não acredito que as pessoas sejam tão infantis e continuem pensando em voto, em manipulação, em manter gente como coitadinho quando a gente pode fazer as pessoas terem outra perspectiva para o futuro.”

A mente de um psicopata: o ponto em que Lula tem razão por sua indignação e inconformismo por estar preso

A comparação da fisionomia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do período anterior ao dia 7 de abril, quando foi preso, com a fisionomia apresentada no último dia 14 de novembro, quando compareceu para mais uma audiência na Justiça Federal do Paraná, é chocante. Com facilidade percebe-se o abatimento e o envelhecimento experimentado por Lula nestes pouco mais de 7 meses.
Quem tiver curiosidade, basta fazer uma comparação entre as duas fotografias, uma antes de 7 de abril e outra do último dia 14. A diferença é gritante.
Notadamente, o petista está indignado e inconformado por ser mantido preso. Ele quando se entregou, jamais imaginava que pudesse ficar tanto tempo encarcerado e, agora, com o avanço de outros processos, vê crescer a perspectiva de ‘apodrecer’ no xilindró.
E Lula, analisando friamente, tem certa razão em toda a sua indignação e inconformismo, do ponto de vista de como funciona a mente de um psicopata. Vejamos:
1. O abobalhado advogado Cristiano Zanin, embora não declare, deu ao ex-presidente a mais absoluta garantia de que o tempo no cárcere seria rápido, duraria apenas alguns dias.
2. Da mesma forma, Zanin alimentou em Lula a possibilidade de que ele poderia ser candidato.
3. E, por fim, a razão maior e que deixa Lula possesso, são os motivos que o levaram para a prisão e que podem reforçar e tornar longo o seu período engaiolado. O tríplex e o sítio.
No pensamento do meliante, ante as barbaridades que cometeu durante o seu governo, ‘tríplex’ e ‘sítio’ representavam ‘café pequeno’.
Lula sempre foi cuidadoso, nunca pediu propina diretamente, sempre mandou prepostos.
Caiu nos dois casos acima porque não soube conter a fúria consumista de dona Marisa Letícia.
Tanto o tríplex, quanto o sítio, foram pleitos de Marisa, utilizando a parte da propina que cabia ao marido. Para tanto, fez o que fez, expôs o envolvimento de Lula no recebimento de propina, coisa que ele sempre evitou, daí ter conseguido sair ileso no mensalão.
Desta feita, foi diferente, a alma mais honesta do Brasil foi traída por menosprezar as nossas instituições, a determinação de jovens procuradores abnegados e a coragem e sabedoria de um admirável juiz.

texto de Otto Dantas, articulista e repórter.

Com o fim do Mais Médicos, o que será da Dipirona?

Com os cubanos a Dipirona cura câncer, unha encravada, dor de corno, menopausa, diarreia, impotência, excesso de potência, peito caído, língua estranha, dedo torto, epilepsia, coceira na perereca, catalepsia, dislexia, anorexia, bacia rachada, copo quebrado, cano enferrujado, pia entupida, vesguice, queda de cabelo, chato, pé chato, cara chato, pentelho encravado, saco murcho, olho torto, encosto, obsessão, chulé, gripe, dengue, bobeira, caganeira, bebedeira, espinhela caída, prurido anal, flatulência, indecência, fogo no rabo, pinto pequeno, priapismo, fascismo, comunismo, socialismo, botulismo, tetraplegia, feiura, carro enguiçado, motor batendo, pane de avião e tudo o mais que você quiser.
Nem precisa perguntar. Ele já diz: "DIPIRONA!"
E se tu disser pra um cubano: "Dipirona é bom pra caramba!!!"
Ele completa: "Si pero solo 20 gotas de 12 en 12 horas!"
A pergunta é: Será que o laboratório que faz a Dipirona vai fechar?
Se for, só tem um remédio para o desemprego: Dipirona.
Ops! Não tem mais. Vai morrer todo mundo.

texto de Marcelo Rates Quaranta, articulista 
no site Jornal da Cidade

PT se supera e entra na Justiça para anular a exoneração de Sérgio Moro

O PT não muda e sempre estará do lado do avesso.
Isso é o PT. Um verdadeiro dejeto que se intitula partido político.
A mais nova da agremiação presidida pela infame Gleisi Hoffman, trata-se de um pedido protocolado junto a Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no sentido de que a exoneração de Sérgio Moro seja anulada, registra o Jornal da Cidade.
Uma aberração jurídica, sem pé, nem cabeça e nenhum fundamento.
Para tanto, a alegação é de que os processos movidos pelo PT contra Moro no CNJ serão arquivados. Assim, entendem, que ele deve continuar juiz para responder aos tais processos.
Noutras palavras, o PT quer obrigar Moro a continuar magistrado.
Note-se que é o mesmo PT, que há poucos dias esbravejava por Moro ter requerido férias, ao invés de ter pedido exoneração.
Não dá pra levar a sério...

“Quando ninguém falava nos planos petistas para a América Latina, eu já denunciava”, diz Janaína Paschoal

Através do Twitter, Janaina Paschoal, deputada estadual eleita pelo estado de São Paulo, esclareceu seus posicionamentos sobre o programa Mais Médicos, do governo Federal.
Por meio de uma ‘thread’, a jurista iniciou o assunto, dizendo que recebeu críticas pelas opiniões emitidas em relação aos cubanos.
Janaina aproveitou a situação para destacar alguns pontos que, segundo ela, foi esquecido por muitos. 
Olá, Amados! Ontem, quando escrevi sobre o Programa Mais Médicos, algumas pessoas manifestaram preocupação, chegando a afirmar que eu fui eleita para cuidar de São Paulo e não de cubanos ou venezuelanos. Como respeito muito a liberdade de manifestação, devo esclarecer. Por que vocês acham que uma advogada paulistana, uma professora de Direito, foi a primeira a perceber os perigos que o Brasil corria com o PT no poder? Por que essa advogada decidiu sair do seu conforto para tomar medidas efetivas contra esse perigo? Sim, pois o que todos dizem saber agora, eu percebi e enfrentei, quando ninguém acreditava ser possível derrubar o PT do poder. Então, foi justamente minha preocupação com os cubanos e com os venezuelanos que me mostrou qual seria nosso destino. Levantem meus artigos antigos em Jornais, Revistas e livros… quando ninguém falava nos planos petistas para a América Latina, eu já denunciava”, afirmou janaina.
Ela encerrou dizendo que a sua preocupação é unicamente com o Brasil.
Desse modo, desculpem, esteja eu onde estiver, serei a mesma Janaina, preocupada com o micro e preocupada com o macro. São Paulo está no Brasil, que está na América Latina, que esta no Mundo”.

Luiz Philippe: “Muitos jornalistas sabem que à Venezuela é um Estado falido”

Ativo nas redes sociais desde o início de 2017, Luiz Philippe de Órleans e Bragança, eleito deputado federal pelo Estado de São Paulo, utilizou o Twitter nesta sexta-feira (17) para criticar a atuação de muitos jornalistas da imprensa tradicional em relação à Venezuela.
O herdeiro da família real afirmou que parte dos profissionais da comunicação, tem conhecimento que a Venezuela é uma ditadura.
Para ele, existe uma espécie de camuflagem para abraçar a ideologia marxista, existente nos grandes jornais.
Muitos jornalistas sabem que a Venezuela é um Estado Falido comandado por uma ditadura. Mas publicamente não podem reconhecer isso como problema pois demonstraria parcialidade contra um regime socialista e sabem que constatar o problema seria o início de sua resolução”, publicou Luiz.
Críticas Antigas
Apesar das publicações recente sobre à Venezuela, as críticas de Luiz Philippe não são novidades.
Em vários momentos, ele utilizou o Twitter para criticar à ditadura de Nicolás Maduro.
Em certa publicação, ele detonou às relações diplomáticas entre Brasil e Venezuela.
O Brasil se recusa a assinar sanções contra a Venezuela, cujo regime ditatorial socialista condena diariamente milhares de venezuelanos à fome. Nunca é demais lembrar que graças aos governos Lula e Dilma, o Brasil é sócio intelectual e financeiro da ditadura Maduro”, disse.
Ele também criticou o cenário devastador da Venezuela e repudiou o Foro de São Paulo.
Aparentemente condenar os venezuelanos à morte através da fome já não é o bastante. Agora Maduro quer acelerar o crime. A esquerda e o Brasil assistem a isso em silêncio, afinal era esse o projeto que o Foro de São Paulo tinha para nosso país. É isso que estamos tentando evitar.”
Luiz Philippe O. Bragança obteve 118.457 votos totalizados (0,56% dos votos válidos) e foi eleito Deputado Federal em São Paulo, registra o site Conexão Política.

sábado, 17 de novembro de 2018

“BRASIL ACIMA DE TUDO”: SOU PATRIOTA E NÃO SOU FASCISTA, ACREDITEM SE QUISER

O Brasil passou por constantes rupturas, sejam elas com a sua história ou com a democracia. Não nutrimos um elo muito robusto com as nossas heranças, além daquelas que recebemos de nossas famílias e costumes mais imediatos e “bairrescos”; a nossa história, enquanto nação, nunca foi prioridade para governantes e cidadãos. Na escola, o aprendizado dessa matéria era tratado como mera condição para passar de ano, o estudo de nossos álbuns empoeirados e prateleiras de museus era coisa de esotéricos das classes de humanas; nada e nem ninguém que mereça muita atenção. Saber do contexto onde nossos avós cresceram, ou da política que vigorava quando tínhamos reis e rainhas não passava de mera curiosidade que — vez ou outra — encontrávamos num fim de tarde entediante de conversas familiares ou em programas televisivos.
Não conhecemos minimamente a nossa história, “malemá” temos heróis nacionais que habitam o nosso imaginário, nunca passamos por eventos que nos pediram um amor sacrificial por nossa pátria; aliás, sejamos sinceros, mal sabemos o que é um amor pátrio. Somos quase que apátridas em terras ermas e aleatórias.
Um povo sem biografia:
O nosso elo histórico mais vigoroso foi cortado ainda na monarquia. Após o advento da República de Deodoro, nos encontramos numa queda vertiginosa de apreço nacional; não raro defendemos o implante de modelos internacionais pré-concebidos em várias de nossas instituições, uma espécie de Ctrl-C + Ctrl-V jurídico, político e social. Todavia, apartado de nossas raízes, não era de se espantar que tenhamos tentado implantar braços nos lugares das pernas.
Quando um povo se afasta de sua aorta histórica, ele vira um Frankenstein político, uma nação retalhada por ideologia, dissensões religiosas e brigas que não possuem nenhum objetivo que não a busca incessante e selvagem pelo poder e vantagens diversas. As instituições fundadas para serem instrumentos e vozes do populacho nada mais se tornam do que cabides de emprego, centros oficiais de corruptelas e demais atos vis a que diariamente assistimos nos noticiários como se fossem séries da Netflix.
Quando o povo não conhece as suas heranças, fica impossível amá-las; e, se não as amamos, por qual motivo deveríamos nos sacrificar e nos desgastar por elas? Quem não conhece a sua história, não sente com a sua história, não sofre com a sua história, não permanece com a sua história; mantém seu pensamento num egocentrismo “tolificante”; fecha-se em sua áurea de certezas e individualismos, sem ter qualquer apreço por aqueles que se avizinham e mantêm elos de sangue ou camaradagem. O povo que não sabe sequer quais foram as gentes que deram origem aos filetes de ouro que tecem o seu DNA genético e histórico não será capaz de patriotismos e autossacríficios por sua nação.
Patriotismo não é nacionalismo:
Outro fator que impossibilita o amor pátrio pelo Brasil é a confusão recorrente entre nacionalismo e patriotismo. Nacionalismo é um sentimento que geralmente está alicerçado no remorso por flagelos e humilhações pregressas, além do desejo desenfreado por poder e pela soberania de um grupo auto-eleito: “o mais puro”. Trata-se de uma ideologia que enxerga a virtude social e moral sob a posse exclusiva de seu povo, raça ou casta; pregando, dessa maneira, a ideia de que todos devem se dobrar frente à sua concepção de governo e Estado — caso contrário, eles próprios farão isso pela força militar, “pelo bem de seu grupo”.
No nacionalismo, não há lugar para irmandades e amor; o sentimento predominante é o egocentrismo alastrado e massificado, as almas dos indivíduos são cimentadas e transformadas num bloco uniforme de obediências e dogmatismos padronizantes; tudo isso abrangendo o Líder (sumo sacerdote do Estado) como o representante mor e chefe inconteste. Não há nacionalismo sem Estado forte, obeso e burocrático; a burocracia é o modus operandi e a desculpa para o controle social e cultural.
Patriotismo não é nazismo, comunista ranhento:
O patriotismo, por sua vez, é um sentimento fincado na partilha, na consciência de afeição e fraternidade de sangue ou vizinhança entre os concidadãos de um país (família, bairro, cidade, estado); mas, principalmente, se trata do apreço por suas heranças históricas, da consciência do preço de sangue que custa a liberdade de um povo e de quantos tijolos de moralidade ou pedras foram necessários para erguer uma nação próspera e feliz. Ou seja, o patriotismo é a consciência mais abrangente de amor comunitário; um olhar de coesão que abarca — apesar das diferenças de ideias, cores, religiões e sexos — um esforço conjunto pelo crescimento da nação, pela melhoria das condições de um povo. O amor pátrio age, dessa maneira, através de indivíduos interdependentes, isto é: de indivíduos diferentes, diversificados em suas funções e relações, mas que buscam os mesmos fins, ou seja, o bem do país.
Não é concebível para um patriota, por exemplo, o pensamento: “quanto pior, melhor”; ou seja, o ato de usar do caos — ou propriamente construí-lo — com o intuito de que uma crise acentuada leve a uma vitória política de sua visão de mundo. Tal mentalidade doentia deveria ser um absurdo em si mesmo.
Um democrata patriota não deve torcer pelo fracasso de um governo republicano, pois, ainda que adversários políticos, estão sob o mesmo vernáculo; é como se um tripulante começasse a furar o casco de seu navio porque não gosta do comandante. No fim ambos estarão à deriva. Um verdadeiro patriota não concebe como razoável uma luta ideológica que se sobreponha à saúde da nação; nesse sentido, o patriotismo é um antidoto natural contra a ideologia: o indivíduo que pensa no bem de seu país não terá porque priorizar as diretrizes do partido, frente às reais necessidades da nação.
O patriota reconhece o acerto pelo acerto e o erro pelo erro, não fazendo a distinção da verdade pelos pressupostos políticos daqueles que os colocam em prática. Se são os socialistas que estão no poder, ele amará a sua nação e procurará colaborar naquilo que for possível, ainda que desaprove 90% daquilo que o atual governo aprova; o patriota se apegará aos 10% que sobraram e fará de sua vida uma luta pelo acerto. E quando a crítica for necessária, primeiramente o fará pelo bem do país e não do partido.
Patriotas não querem suprimir países vizinhos — a não ser que estes os ameacem; muito menos submetê-los às suas tradições e modelos políticos por puro fetiche de expansão. O patriota busca apenas honrar, defender e fazer com que sua nação prospere. Os atos de um patriota, ao contrário do nacionalista, não estão ancorados na rancorosa supressão de terceiros para a glória de seu rebanho, mas numa virtuosa e laboriosa ascensão social, no amor medular pela sua população. Ser patriota não se trata de achar deméritos nos outros países a fim de elevar os méritos do seu, mas sim em trabalhar e construir arduamente os seus patrimônios e orgulhos.
No fundo, o patriota estende a sua concepção de amor familiar para os demais que se avizinham a ele; o sentimento mais tenro que permeia a sua casa, ele tenta vislumbrar em seu país; o autosacrifício que faria por seus pais, ele busca fazer por sua pátria.
Sei que é difícil:
Sei que é difícil imaginar tal postura de apego e amor ao Brasil. O momento em que aqui o civismo teve propaganda foi justamente na época do Regime Militar, uma época nada exemplar em muitos patamares. No entanto, amar o país não significa apoiar ditaduras, ser nacionalista ou antidemocrático; um dos países mais democráticos do mundo, os EUA, é profundamente patriótico e, não raro, exemplo de austero defensor das liberdades individuais.
O brasileiro, ao amar seu país, superando assim a síndrome de cachorro sem dono, cria condições para o crescimento e manutenção da prosperidade nacional. Uma sociedade que ama seu país trabalhará, estudará, educará e fará tudo com novo ardor, tendo como anexo de suas motivações o crescimento pátrio e a prosperidade de seu povo.

Por Pedro Henrique Alves, publicado pelo Instituto Liberal

A ESQUERDA CAVIAR E OS DIREITOS "DOS MANOS". OU: ADOTE UM PRESO!

A vida de blogueiro não é fácil. Preciso ficar ligado em muitos temas do cotidiano, para tentar não deixar passar alguma coisa importante ou interessante. Claro, nem sempre é possível. Por isso, algumas coisas chegam ao blog com certo atraso. Mas antes tarde do que nunca!
É o caso do comentário desse desembargador, que gerou certa celeuma na área reservada aos leitores da Folha. Anda circulando pela internet a mensagem na íntegra, que merece ser lida. Não apenas porque o desembargador usa a expressão “esquerda caviar”, a qual não tenho direito algum de exclusividade e nem pretendo. E sim porque a história que conta é ótima para ilustrar a hipocrisia dessa turma. Lá vai:
Quando eu era juiz da infância e juventude em Montes Claros, norte de Minas Gerais, em 1993, não havia instituição adequada para acolher menores infratores. Havia uma quadrilha de três adolescentes praticando reiterados assaltos. A polícia prendia, eu tinha de soltá-los. Depois da enésima reincidência, valendo-me de um precedente do Superior Tribunal de Justiça, determinei o recolhimento dos “pequenos” assaltantes à cadeia pública, em cela separada dos presos maiores.
Recebi a visita de uma comitiva de defensores dos direitos humanos (por coincidência, três militantes). Exigiam que eu liberasse os menores. Neguei. Ameaçaram denunciar-me à imprensa nacional, à corregedoria de justiça e até à ONU. Eu retruquei para não irem tão longe, tinha solução. Chamei o escrivão e ordenei a lavratura de três termos de guarda: cada qual levaria um dos menores preso para casa, com toda a responsabilidade delegada pelo juiz.

Pernas para que te quero! Mal se despediram e saíram correndo do fórum. Não me denunciaram a entidade alguma, não ficaram com os menores, não me “honraram” mais com suas visitas e… os menores ficaram presos. É assim que funciona a “esquerda caviar”.
Tenho uma sugestão ao professor Paulo Sérgio Pinheiro, ao jornalista Jânio de Freitas, à Ministra Maria do Rosário e a outros tantos admiráveis defensores dos direitos humanos no Brasil. Criemos o programa social “Adote um Preso”. Cada cidadão aderente levaria para casa um preso carente de direitos humanos. Os benfeitores ficariam de bem com suas consciências e ajudariam, filantropicamente, a solucionar o problema carcerário do país. Sem desconto no Imposto de Renda”.
ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMA, desembargador (Belo Horizonte, MG).
Deveria ser desnecessário explicar, mas no Brasil o óbvio é frequentemente ignorado: isso não significa defender abusos aos presos, a situação carcerária desumana que temos (e que piorou com o PT), nada disso. Significa apenas reconhecer que há uma turma que dedica toda a sua energia e atenção aos marginais, muitas vezes tratados como “vítimas da sociedade”, e nunca se lembram das verdadeiras vítimas.
Ou seja, tem um pessoal de esquerda por aí que parece realmente gostar de bandidos. A mensagem do desembargador, tenho certeza disso, foi direcionada a estes. A campanha é boa: se você é um deles, identifica-se mais com os criminosos do que com suas vítimas “burguesas”, então adote um preso!

Rodrigo Constantino

PSDB avalia proposta de fusão com outros partidos

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) avalia proposta de fusão com outros partidos, segundo o site O Antagonista .
A iniciativa será apresentada à direção executiva do partido pelo deputado Marcus Pestana, secretário-geral do PSDB.
As quatro siglas para a possível fusão são: PPS, PSD, PV e DEM.
O PSDB conquistou a 3ª maior bancada da Câmara em 2014, com 54 deputados federais eleitos.
Nas eleições de 2018, o partido caiu para a 9ª maior bancada, com apenas 29 deputados federais eleitos, 25 a menos que em 2014.

ONDE ESTÁ O DINHEIRO?

“Onde está o dinheiro?” diz o começo da famosa música de carnaval, cantada por Gal Costa. O caminho que a letra segue é diferente do que será abordado aqui, mas tomo emprestada a pergunta inicial para nossa reflexão.
Na calada da noite, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) colocou em votação o projeto que propunha o escandaloso aumento de 16% aos Ministros do STF. Alguns afirmam que Eunício o fez por vingança, por não ter sido reeleito, mas ele nega. O efeito cascata dessa medida será desastroso.
O “curioso” é que esse mesmo Senado que concedeu o aumento aprovou o corte em Fundo para a Educação… Você acha que isso é “justo”?
Um resumo do que estamos testemunhando é o réu votando o aumento do salário do juiz e mandando a conta para a vítima pagar! [1] Barcelona é aqui.
Qualquer funcionário, quando vai solicitar um aumento ao chefe, procura mostrar seus resultados positivos para justificar o pedido. O STF, só para citar um caso, não julga o caso de Renan Calheiros que foi denunciado em 2007 (já o de Bolsonaro…). Nem a PGR nem o STF conseguiram mandá-lo para a cadeia porque nem julgado ele foi. E há outros casos de figurões que tiveram seus crimes prescritos. Será que se demonstrássemos essa eficiência para nosso chefe ele nos daria um aumento?
A missão de um Ministro do STF deveria ser zelar pelo cumprimento da Constituição Federal, mas infelizmente, diversas vezes, testemunhamos exatamente o contrário. E este é só mais um exemplo.
Os absurdos que circundam esse aumento são diversos:
  • Não há previsão na LDO (nem no Orçamento);
  • O Governo não ofereceu previsão do impacto do aumento nos próximos anos;
  • A proibição de aumentos nos últimos 180 dias de Governo não foi revogada;
  • Etc.
Afinal, o Brasil é um país ou um galinheiro? Que leis ainda devemos respeitar? A sensação que temos é que nós, todas. Eles, as que forem convenientes.
E os “Ghostbusters” de plantão, desconsiderando que o Presidente eleito, Jair Bolsonaro, assumirá apenas em 1º de janeiro e o novo Congresso em 1º de fevereiro do ano seguinte, atribuem a eles essa “derrota” [2]. Porém ela não é do Governo, mas de todo o povo brasileiro, pois os desempregados racharão essa conta juntamente conosco. [3]
Os abutres, sem conexão com a realidade, esquecem que a maioria daqueles que aprovaram esse escandaloso aumento não foram reeleitos. E pior: ainda tentarão aprovar projetos que esvaziam a Lava Jato! Mas esse assunto demanda outro artigo…
Não é preciso forçar muito a memória para lembrar que há pouquíssimo tempo tivemos que aceitar o argumento da falta de verba para o voto impresso. As inúmeras denúncias, os estudos científicos, as invasões por hackers, etc. não foram suficientes para convencer nossos magistrados da urgência do respeito à Legislação Eleitoral (sim, esse sistema de urnas é ilegal, como já abordei em artigos anteriores).
Segundo estimativa feita pelo próprio TSE (sem apresentar nenhum estudo completo que se pudesse conferir de forma independente) o custo para a implantação do voto impresso seria de R$ 1,8 bilhão. Já pela estimativa de estudo de Amilcar Brunazo Filho, o custo final, já com margem de segurança, seria de R$ 320 milhões (menos de 20% do valor estimado pelo TSE). [4]
O aumento de 16% dos Ministros do STF, com efeito cascata a todos os juízes do país (federais e estaduais), procuradoria geral, promotores, parlamentares (sim, eles também!) irá onerar o país em cerca de R$ 6 bilhões (no mínimo).
Este aumento não tem fundamento moral, monetário ou politico. Os juízes alegam que ele repõe a inflação, afinal para a realidade brasileira um aumento de R$ 6.000,00 num baixíssimo salário de R$ 33.000,00 é muito natural…
Como se já não bastasse o descalabro, esse reajuste elevará o teto do funcionalismo. No mundo paralelo em que nossos burocratas vivem os unicórnios azuis festejam cantando com sambistas famosas e ainda se vitimizam dizendo fazer parte de minorias perseguidas…
Note também que há funcionários públicos que, graças aos benefícios pessoais adquiridos, ganham acima do teto, que tem um pé “direito” altíssimo!
Então eu pergunto: se não há verba para o voto impresso, de onde virá o dinheiro para esse abuso de poder?
A votação desse aumento ao Judiciário está no Congresso Nacional desde 2016, onde ficou engavetado devido às dificuldades políticas para sua aprovação. Foi então que o Ministro Luiz Fux concedeu o auxílio moradia a todos os juízes do país no valor aproximado de R$ 4.200,00 que nada mais é do que um aumento indireto e sem restrições (para quem tem casa ou não, na comarca em que trabalham). Então foi apresentada a seguinte situação: se derem o aumento, retiram o auxílio moradia (vide pronunciamento de Toffoli após o reajuste). Como você chamaria isso?
E ainda há um detalhe que poucos estão percebendo: não será fácil extinguir o auxílio moradia, pois ele já está incorporado ao salário!
Qualquer profissional, quando recebe um convite para trabalhar em uma cidade que não é a sua, avalia as condições. Coloca no orçamento os gastos com moradia, transporte, vestuário, etc. A aceitação da proposta depende da relação custo/benefício. Por que funcionários públicos que não tem sequer o risco alto de serem demitidos devem ter todas essas mordomias pagas por nós e não devem agir como o profissional privado?
A farra com o dinheiro público parece não ter limites.
Uma semana antes do presente dado pelo Congresso Nacional, ministros do STF e do STJ ganharam uma viagem de quatro dias em Nova York, para participar de um seminário da FGV [5]. E não podia faltar a cereja do bolo: um jantar com o Arnoldo… [6]
Até quando só nos restarão a indignação e a conta?
Voltemos um pouco no tempo: a alegação feita pelo TSE para o veto parcial à Lei nº 13.165/2015 (Voto Impresso) era seu alto custo.
Pois bem, tomemos como base o próprio valor “encontrado” pelo TSE (R$ 1,8 bi), sabe-se lá como, pois não apresentaram nenhuma planilha (se o Estado é laico, por que temos sempre que depositar fé em tudo que o TSE diz?).
Com uma simples calculadora notamos que ele corresponde a 30% dos gastos estimados com esse aumento oferecido à Justiça! Salta-nos os olhos a incoerência deste “reajuste”. E nem estou tocando no assunto do Fundo Partidário bilionário e de seu complemento posterior…
Nosso país tem um déficit contínuo, de vários anos, nas contas públicas. Isso acontece porque o Governo gasta mais do que arrecada. O segundo maior gasto do Governo Federal é com Pessoal (o primeiro é com a Previdência, que inclui a Justiça…). Cerca de 80% do gasto do Poder Judiciário é com pessoal (o Legislativo gasta mais de 80% nesse item, mas provavelmente também irá pegar uma carona nesse aumento).
Se em sua casa você gasta mais do que ganha, pediria para sua família economizar ou compraria algo supérfluo?
Para fechar essa conta o Governo terá que tirar de outra parte do orçamento. Quem você acha que sairá perdendo com isso?
Sobrará menos dinheiro para o funcionamento da máquina estatal e para investimentos. Mas isso não deve ser importante para os membros do mundo dos 3%… [7]
Continuando nesse ritmo, o Judiciário terá os melhores salários, mas não terá dinheiro para funcionar no país da jabuticaba.
E você sabe por que eles fazem isso? Porque eles podem. Porque é legal (ou quase isso). Porque lhes atribuímos esse poder excessivo.
Nestas eleições você escolheu seus candidatos fundamentando-se em alguma proposta de diminuição do tamanho e do poder que atribuímos ao Estado? Enquanto essa não for nossa premissa de escolha, continuaremos sendo eternos reféns…
E a solução para esse tipo de impasse não é difícil, bastaria vontade política.
Há muitos anos eu me faço as seguintes perguntas: Por que os salários dos funcionários públicos não são vinculado à arrecadação do Município, Estado ou País? Por que não defini-los como uma porcentagem da arrecadação?
Se o fossem desta forma, não seriam mais necessárias as desgastantes discussões, troca de favores, etc. para os reajustes que vemos recorrentemente.
Porcentagens de cargos extintos poderiam ser incorporados a outros e novos cargos só poderiam ser criados com a redefinição das porcentagens dos cargos existentes.
Esta e outras sugestões estarão presentes no volume 1 de uma série de livros que estou escrevendo há alguns anos, a ser lançada na Amazon, com propostas de sistemas inovadores na área de Política, Educação e Esportes.
Enfim, se o Presidente Temer não vetar esse aumento escandaloso (com o apoio de 89,4% dos brasileiros, segundo o instituto Paraná) [8], talvez Bolsonaro tenha que tomar uma atitude drástica: convidar Gal Costa para um Ministério.

artigo de Francisco Teodorico, em Conexão Política.

Seleção para preencher vagas de médicos cubanos ocorre ainda este mês

O Ministério da Saúde afirmou que este mês, Novembro, será feito a seleção para que ocorra a contratação de profissionais brasileiros após o fim do programa “Mais médicos” com “profissionais” cubanos. O edital prevê cerca de 8.300 vagas para médicos do país.
O objetivo é que esse ano os médicos selecionados comecem a trabalhar nos municípios brasileiros. No inicio da próxima semana irá ocorrer uma coletiva de imprensa para esclarecer detalhes do edital, registra o site Conexão Política.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) também manifestou-se sobre a questão. Em comunicado, a entidade assegurou que existem profissionais brasileiros em número suficiente para substituírem os cubanos.