terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Moro: “Isso não é autoritarismo, isso não é fascismo”

Ao defender o regime inicial fechado para crime cometido com arma de fogo, Sergio Moro disse que “o maior pânico do cidadão brasileiro é ser vítima de um roubo nas ruas, e pior: roubo seguido de morte”, registra O Antagonista.

Ele disse que, em caso de crimes hediondos, por exemplo, não adianta jogar a pena de 30 para 50 anos. “Tem que aumentar o percentual necessário em regime fechado”, reiterou.

“Isso não é autoritarismo, isso não é fascismo. Temos que ser rigorosos com crimes graves.”

Para Moro, é inadmissível que criminosos desse tipo logo retornem ao convívio social como se nada tivesse acontecido.