segunda-feira, 5 de novembro de 2018

O ataque histérico de Lula e sua quadrilha contra Sérgio Moro no Ministério da Justiça

A maior comprovação de que a camarilha de fiéis ao “deus” Lula é composta por gente muito “sem vergonha”, completamente “fora-da-casinha” com a derrota do “poste” Fernando Haddad, está na própria reação ridícula dos derrotados, que agora resolveram adotar o qualificativo “Resistência”, como se fossem, enganosamente, mais um daqueles legítimos movimentos que lutaram contra os absolutismos que já se instalaram no mundo. Talvez essa propalada “resistência”, como piada, até seria oportuna para ser contada numa roda de amigos e causar muitas risadas, como bem relata o Jornal da Cidade.
As “viúvas” da coligação “Brasil Feliz de Novo”, patrocinadora da candidatura de Haddad, “poste” de Lula, agora estão empenhadas em esculachar um governo que nem se instalou ainda, o que deverá acontecer somente no dia 1º de janeiro próximo.
Num primeiro momento, “pegaram-no-pé” do Governo que ainda nem tomou posse, à vista do “cagaço” que levaram com o convite feito pelo presidente eleito, ao Juiz Federal Sérgio Moro, de Curitiba, competente para apreciar os feitos criminais oriundos da Operação Lava Jato, para que assumisse o cargo de Ministro da Justiça.
Não gostaram nada do convite feito a um juiz que se notabilizou no combate aos “crimes financeiros” contra o erário, portanto, na punição da corrupção.
Começaram pela alegação de que o Juiz Sérgio Moro teria declarado recentemente que “jamais entraria para a política”.
Esse argumento traz à tona a “tábua de valores” seguida pelos apoiadores do PT “et caterva”, completamente invertida, ao “avesso”, virada de “patas-para-o-ar”, onde os valores negativos tomam indevidamente o lugar dos valores positivos, e vice-versa.
Para essa gente com os “miolos fundidos” no forno da corrupção, somente um “político” (daqueles “profissionais”), poderia assumir o Ministério da Justiça, jamais um não-político , como é o caso do Juiz Moro.
Porventura “eles” estariam pensando que o Brasil seria uma ditadura comandada só por políticos? No que os políticos seriam mais que os “outros”, os não-políticos?
O segundo motivo dessa radical repulsa ao novo Ministro da Justiça do Governo Bolsonaro reside no “simples” fato do mesmo não ser um “corrupto”, ou seja, não trazer no seu currículo essa “honraria”, como tantos outros nomeados no passado pela “dobradinha” PT/MDB, desde 2003, e mesmo “antes”, nos Governos Sarney, Collor/Itamar Franco e FHC.
texto de Sérgio Alves de Oliveira, Advogado, sociólogo e  pós-graduado em Sociologia PUC/RS

domingo, 4 de novembro de 2018

O primeiro confronto entre Ministro da Justiça Sérgio Moro e o Ministro do STF Gilmar Mendes está marcado

A aceitação do convite para exercer o cargo de Ministro da Justiça, vai fatalmente colocar o juiz Sérgio Moro em confronto direto contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Moro vai assumir o novo cargo e um de seus principais objetivos é implementar práticas de combate a corrupção e dar um ritmo ainda mais forte a Operação Lava Jato, relata o Jornal da Cidade.
Gilmar, por sua vez, nunca foi simpático a ideia. Muito pelo contrário, é conhecido por sua obstinação em soltar presos envolvidos em casos escabrosos de corrupção.
O juiz, na condição de juiz, sempre utilizou a prisão preventiva como instrumento para elucidação de crimes do colarinho branco.
O ministro do STF sempre agiu contra a prisão de autoridades e empresários envolvidos em casos de corrupção.
Virou rotina a Lava Jato prender e Gilmar soltar.
Coube até um apelido para o magistrado do STF: Laxante.
Todavia, no comando do superministério da Justiça, Moro terá poderes para propor ao Congresso medidas concretas de resgate e fortalecimento da prisão preventiva.
Moro deve utilizar o início da gestão de Jair Bolsonaro para propor a aprovação de novas medidas.
Gilmar vai espernear no sentido contrário, mas assim como teve que amargar e engolir seco inúmeras decisões do juiz, fatalmente será derrotado pelo ministro.
Aliás, os dias de Gilmar podem estar contados.
Os seus pedidos de impeachment finalmente deverão ser desengavetados.
É só aguardar.

O conto do vigário do perigo fascista

Colunistas e entrevistados do Estadão precisam ler o editorial “Os desesperados” do Estadão.

Eis um trecho:

“À medida que foi sendo desossado pelas urnas e pela Justiça, o partido de Lula da Silva recrudesceu seu autoritarismo, expondo cada vez mais seu desespero. Depois de passar a campanha inteira a denunciar como ‘golpe’ o impeachment constitucional de Dilma Rousseff, a exigir a libertação de Lula, como se este não tivesse que cumprir pena pelos crimes que cometeu, e a exigir apoio a seu candidato como única forma de ‘salvar a democracia’ ante o perigo do ‘fascismo’ supostamente representado pela candidatura de Bolsonaro, o PT agora trata de dizer que a vitória do oponente resultou de um processo ‘eivado de vícios e fraudes’, conforme declarou a presidente do partido, Gleisi Hoffmann.

Os petistas, assim, fazem exatamente aquilo que deles se esperava – isto é, em vez de aceitar o resultado das urnas e se organizar para fazer oposição decente e leal ao futuro governo, preferem deflagrar campanha para deslegitimar a vitória de Bolsonaro. Do alto de sua prepotência, os petistas dizem que Bolsonaro foi eleito depois de ‘uma campanha de ódio e de mentiras, que nos últimos anos manipulou o desespero e a insegurança da população’, como diz uma resolução da Executiva Nacional do PT aprovada logo após a eleição. Ou seja, para o PT, se não houvesse ‘manipulação’ e ‘mentiras’ o candidato petista seria eleito com folga.

Um partido que em documento oficial chama um presidente democraticamente eleito de ‘aventureiro fascista’, como faz o PT, não tem a menor intenção de fazer oposição. Para esta atitude verdadeiramente golpista já chamávamos a atenção no editorial Desespero, de 19 de outubro. Sua intenção é inviabilizar o governo e, por tabela, impedir que o País saia da crise que os próprios petistas criaram em sua desastrosa passagem pela Presidência. Os desesperados petistas prometem ‘construir uma frente de resistência pelas liberdades democráticas’, como se o País estivesse às portas da ditadura, e essa ‘resistência’ se estende a tudo o que interessa à maioria da população, a começar pela reforma da Previdência.

Enquanto isso, os grupelhos a serviço do lulopetismo mostram do que é feita a “democracia” que defendem: uma manifestação convocada pelo notório Guilherme Boulos para exigir que Bolsonaro ‘respeite a oposição’ e ‘as liberdades democráticas’ acabou em tumulto e depredação na terça-feira passada em São Paulo.

Não surpreende, assim, que a tal ‘frente de oposição’ que o PT pretende liderar não tenha apoio. O grave momento do País exige um esforço de todos para a superação da crise, o que implica a existência de uma oposição dura, porém prudente. Os sabotadores – aqueles que não se importam com o interesse público – devem ser isolados, para que fique patente de vez sua profunda irresponsabilidade.”

Petistas que ainda permanecem em cargos de confiança serão todos demitidos

Por questões políticas, talvez, inúmeros petistas ainda infestam a administração pública federal, ocupando cargos de confiança.

Uma lista imensa já está nas mãos do presidente eleito.

Serão todos demitidos assim que Jair Bolsonaro tomar posse.

A faxina será geral.

Fonte: Veja

A burra tática da “petelândia” contra Bolsonaro

A porta-voz e presidenta da petelândia, Gleisi Hoffmann, comentou que o ‘presodentro’ Luiz Inácio Lula da Silva está indignado com a indicação do juiz Sérgio Fernando Moro para o futuro Superministério da Justiça do presidente eleito Jair Bolsonaro. O juiz da Lava Jato, que condenou e mandou prender Lula, apenas tomou “uma decisão difícil, mas ponderada”. Já Lula e sua petelândia preferem adotar a burra tática de seguir na guerra suja contra um homem que ainda nem assumiu o trono absolutista do Palácio do Planalto.
Não vale nem a pena comentar a canalhice moral e política de um ex-chanceler, como Celso Amorim, que tem pregado, na imprensa internacional, que “talvez estejamos de volta a um regime autoritário” com a eleição de Bolsonaro.
Amorim insiste na mentira de que Bolsonaro foi eleito graças a uma utilização ilegal do Whatsapp que seduziu eleitores que agem mais pelo emocional que pelo racional – conforme declarou em recente entrevista à rede de TV norte-americana CNN. Pior e mais grave que as inverdades de Amorim são as táticas de guerrilha eletrônica usadas pelo movimento de ativismo virtual do PT.
Vale reproduzir o discurso de “Gópi” do grupelho remunerado que a Petelândia chama de “Resistência”. As idiotices são reproduzidas nas redes sociais da internet para que os seguidores da seita petista viralizem:
“RESISTÊNCIA, vamos combinar um negócio? Vamos parar de criticar as ações do Bolsonaro. Estamos fazendo o serviço de "limpeza" para ele sair de boa. Está usando a mesma estratégia da campanha: lança a notícia, faz um discurso e lá vamos nós criticar. Aí ele faz o contradiscurso descaracterizando quem é oposição a ele. Explico: indicou um corrupto para um ministério? Temos que silenciar. É PRECISO QUE O FATO SE CONCRETIZE! Aí, podemos criticar (em 2019!!!)”.
“Criticar agora é fazer a limpeza da sujeira dele: se ele indicou, FOI PORQUE PROMETEU. Que ele CUMPRA A PROMESSA com o(s) indicado(s). Se criticamos, ele tem justificativa para não cumprir porque, junto com os eleitores arrependidos, criamos um movimento na internet que serve de parâmetro e justificativa para ele. QUEM TEM QUE CRITICAR EM 2018 AGORA É QUEM VOTOU NELE. Agora é a hora de deixar ele PERDER O APOIO de quem votou nele”.
“Nosso trabalho de resistência até dezembro de 2018 deve se CENTRAR nas VOTAÇÕES no Congresso. Está lançando cortina de fumaça com a indicação de ministros e fusão de ministérios para tentar passar o Escola Sem Partido, a Reforma da Previdência, Direitos das Minorias... Pensem na estratégia dele durante a campanha. Antecipem as ações dele. São organizadas e estratégicas. Precisamos ser também para que ele não governe por meio de mentiras/fakes e faça mais estragos”.
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Também circula uma mensagem do grupo Mulheres contra Bolsonaro, que tem três milhões e meio de “membras”, pedindo votos contra alguns projetos que elas identificam como “da Direita”. Confira o que vem sendo sabotado pelo grupo #SeremosResistência:
1) PDS 175/2017 - Convoca plebiscito sobre a revogação do Estatuto do Desarmamento.
2) SUG 9/2018 - Voto impresso em 100% das urnas.
3) SUG 24/2018 - Tornar crime o ensino de ideologia de gênero nas escolas brasileiras.
4) SUG 2/2018 - Criminalizar o MST, MTST e outros movimentos ditos sociais que invadem propriedades.
5) SUG 24/2017 - Criminalização da apologia ao comunismo.
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Pode chorar, Petelândia... Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão vão atuar com austeridade, zero corrupção, transparência, honestidade e exemplo de atuação correta para recolocar o Brasil no caminho do crescimento e do desenvolvimento.
(Texto de Jorge Serrão. Jornalista)
Publicado originalmente no blog Alerta Total

sábado, 3 de novembro de 2018

A conta não fechou Andradde? azar o teu!

Espera...
Com R$ 220 milhões de fundo partidário, sendo R$ 30 milhões reservados para a campanha presidencial, e o PT está pedindo dinheiro para cobrir os custos de campanha? Então de fato quanto foi gasto?
Vamos fazer uma reflexão: Haddad et caterva confiaram tanto numa virada, que se empenharam até a alma e gastaram muito mais do que tinham e podiam. Mas iam devolver usando o dinheiro público, roubando cada um de nós. Como não deu certo, agora estão passando o pires entre eles.
Se fizeram isso na campanha, imaginem o que é que não teriam feito com o Brasil? Em quatro anos seríamos um país de mendigos.
Isso mostra que os petistas não aprenderam nada com a cassação da Dilma, que se deu exatamente pelo mesmo motivo.
Está comprovado: Errar uma vez é humano, errar duas vezes é burrice e errar três vezes é petismo.

texto de Marcelo Rates Quaranta, articulista
em Jornal da Cidade

Governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, irá a Israel conhecer drone armado

O futuro governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o senador eleito Flávio Bolsonaro, vão viajar juntos a Israel. O intuito desta viagem será para que ambos possam vir a conhecer um modelo de drone chamado de TIKAD. Este tipo de drone é equipado com uma arma, capaz de atirar enquanto sobrevoa uma região. O equipamento, usado pelas forças israelenses em ações na fronteira com os territórios palestinos, pode ser utilizado em operações de segurança no Rio. 
Os TIKAD´s permitem utilizar plenamente os recursos contra grupos terroristas e reduz o número de tropas terrestres, portanto, o número de vítimas fatais. Em vez de enviar tropas para investigar um lugar potencialmente perigoso, os TIKAD´s podem ser implantados enquanto as tropas os controlam remotamente. Os drones “podem ter implementados neles fuzis M4 modelo SR25 e um lançador de granadas de 40mm”, que permitem tiros precisos, e “levar até 10 quilos de carga.”
fonte: DefesaTv

Celso de Mello desmente ‘fake news’ da Folha de São Paulo

Celso de Mello divulgou nota em que nega informação da Folha de São Paulo de que teria se sentido ultrajado com a possível indicação de Sergio Moro para substituí-lo no STF em 2022, registra o site Conexão Política.
Não procede informação divulgada na mídia, nesta sexta-feira (2), de que o decano do Supremo  Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, ter-se-ia  sentido ‘ultrajado’ com a perspectiva de posterior indicação de Sérgio Moro ao STF, em vaga decorrente da futura aposentadoria do decano”, diz a nota.
É importante enfatizar que apenas nesta semana, a Folha foi desmentida por Jair Bolsonaro no episódio da CPMF, pelo chanceler da Colômbia no episódio da guerra contra a Venezuela e pelo Celso de Mello quanto à nomeação do Moro.

Gleisi e Lindbergh protestam contra Sérgio Moro

Gleisi Hoffmann, deputada federal eleita pelo estado do Paraná, informou ao Estadão que Lula está indignado com a nomeação do juiz federal Sergio Moro ao Ministério da Justiça.
Moro será ministro de Bolsonaro depois de ser decisivo pra sua eleição, ao impedir Lula de concorrer”, criticou Gleisi no Twitter.
Lindbergh Farias, candidato derrotado pelo Senado do Rio de Janeiro, também lamentou na rede.
Poucas coisas podem ser mais descaradas do que isto. Sempre alertamos que Moro atuava como militante, e não como magistrado”, disse.
O site Conexão Política registra: quem mais desrespeitou a democracia nestes anos todos foi o PT.
Os Ministros do Supremo, indicados pela cúpula petista, asseguraram os direitos políticos de Dilma Rousseff apesar de seu impeachment.
Eis a verdadeira e lamentável afronta à constituição.
Com informações de, Conexão Política

PSL lança ‘portal da transição’ com decisões de Bolsonaro sobre governo

O PSL criou um site para informar sobre as decisões oficiais que serão tomadas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro durante o governo de transição. O anúncio foi feito na página do partido no Twitter na quinta, 1º. Intitulado "Muda de Verdade", o portal está no ar, mas ainda não tem publicações. 
As decisões de Bolsonaro começarão a ser veiculadas ali a partir da próxima semana, quando a equipe de transição for oficialmente anunciada e iniciar os trabalhos. O partido criou ainda canais no Twitter (@portalmudabr), no Facebook e no Instagram
"Uma nova história começa a ser escrita e o nosso país, se Deus quiser, será reerguido. Para ficar por dentro das informações oficiais sobre esse período de transição de governo e decisões de Bolsonaro, siga as redes do #PortalMudaDeVerdade, que será lançado em breve", diz a mensagem do PSL.
O partido também lançou a hashtag #MudaDeVerdadeBrasil para perguntar aos internautas o que eles esperam do governo de Bolsonaro. Nos comentários, os eleitores pedem desde a "extinção de petistas" a propostas mais reais, citando medidas econômicas, como a privatização de estatais, ou pedindo uma solução para a violência e para a corrupção. 

fonte: ESTADÃO

Justiça manda Haddad apagar vídeo em que Edir Macedo é chamado de ‘fundamentalista charlatão’

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que Fernando Haddad apague de suas redes sociais um vídeo em que o petista chama Edir Macedo de “fundamentalista charlatão”, registra O Antagonista.

Se descumprir a ordem judicial, Haddad deverá pagar multa diária de R$ 5.000.

No processo, Macedo acusa o petista de difamá-lo ao descrever Jair Bolsonaro como “o casamento do neoliberalismo desalmado representado por Paulo Guedes” e o “fundamentalismo charlatão do Edir Macedo”.

O PT está com medo

O PT está com medo que Sergio Moro, em seu superministério, possa investigar a roubalheira dos governos Lula e Dilma Rousseff.

Diz a Folha de S. Paulo:

“O PT está preocupado com a possibilidade de o juiz Sergio Moro direcionar órgãos como a CGU para fazer devassas nas administrações anteriores do partido, criando fatos negativos para a legenda nos próximos anos.”

José Eduardo Cardozo, o JEC das mensagens da Odebrecht, comentou:

“Eu fui muito criticado por não utilizar o ministério nem para proteger amigos nem para perseguir inimigos. Mas hoje, sinceramente, temo que isso possa ocorrer.”

Ele sabe que nem tudo foi descoberto pela Lava Jato.

Congresso tenta achacar Moro

O Congresso Nacional, cheio de réus da Lava Jato, reprovou a escolha de Sergio Moro para o superministério de Jair Bolsonaro.

Por meio da Folha de S. Paulo, os parlamentares já estão tentando achacá-lo com a promessa de CPIs:

“Sucesso entre eleitores do PSL, o ‘sim’ de Sergio Moro a Jair Bolsonaro bateu quadrado no Congresso. Integrantes de diversos partidos, da esquerda à direita, passando pelo centrão, dizem que a escolha do presidente eleito para o Ministério da Justiça foi vista como uma tentativa de emparedar o Legislativo, como se o agora ex-juiz fosse uma espada na cabeça de parlamentares. Deputados e senadores lembram, porém, que fora do Judiciário Moro ficará exposto, suscetível a CPIs e convocações.”

“O cara que está armado de fuzil no meio da rua tem que ser eliminado”

“O cara que está armado de fuzil no meio da rua tem que ser eliminado”, disse o futuro ministro da defesa de Bolsonaro, general Augusto Heleno, em entrevista à Crusoé.

No trecho da entrevista, a seguir, ele explicou como isso pode ser feito:

O sr. falou em nova legislação que precisará ser aprovada para fazer esse tipo de combate. Pode citar um exemplo?

Estamos brigando pela regra de engajamento.

O que é a regra de engajamento?

São as regras que devem ser seguidas contra, por exemplo, quem tem arma na mão. É quando você pode atirar, quando não pode. Como é possível que as forças legais tenham que esperar que um sujeito armado de fuzil atire primeiro — com uma arma de guerra melhor que a arma da polícia? Você espera e só depois reage? As organizações criminosas não respeitam as forças legais.

Seria o chamado excludente de ilicitude, que prevê acabar com punição para agentes de segurança que matam em combate?

O desfecho disso é o excludente de ilicitude. Mas a regra que permite que o comandante da cena autorize ou ele mesmo execute um cara que está armado de fuzil no meio da rua, ostentando essa arma e debochando da força legal, é outra coisa. O cara que está armado de fuzil no meio da rua tem que ser eliminado.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

O best-seller de Dilma

Dilma Rousseff, que voltou a ser mineira só para ser humilhada na disputa pelo Senado, vai continuar morando no Rio Grande do Sul, registra O Antagonista.

Segundo O Globo, ela agora pretende retomar o projeto de um livro de memórias.

Será um sucesso, como tudo o que ela faz. Vai quebrar mais umas quatro cadeias de livrarias.

O sistema ataca o antissistema


O Estadão desaprovou a escolha de Sergio Moro para o superministério de Jair Bolsonaro e, em editorial, aproveitou para atacar a Lava Jato:

“Há muito tempo a Lava Jato vem extrapolando seus limites e objetivos, exercendo influência direta na política ao criminalizar políticos de praticamente todos os partidos – o que, de certa forma, abriu caminho para a ascensão de Jair Bolsonaro, um deputado do baixo clero que construiu sua candidatura com base num violento discurso antissistema.

A nomeação de Sergio Moro para o Ministério da Justiça, com a promessa de concentrar imensos poderes, atende plenamente aos objetivos imediatos de Jair Bolsonaro, materializando suas promessas palanqueiras de combate à corrupção; já para o futuro ministro e para o País, a médio e longo prazos, a manobra oferece substanciais riscos – que oxalá não se concretizem. A ânsia nacional de moralização dos hábitos políticos e administrativos não pode ser frustrada.”

Com informações de, O Antagonista

Futuro ministro da Defesa diz que inteligência descobriu plano de atentado contra Bolsonaro

O general da reserva Augusto Heleno, futuro ministro da Defesa, disse ao GLOBO que o serviço de inteligência do país descobriu indícios de um plano, que qualificou como "terrorista",contra o presidente eleito Jair Bolsonaro. O general fez o comentário em resposta a rumores que começaram a circular em Brasília nos últimos dias sobre o assunto.
— A informação de que foi plotado um planejamento de um ato terrorista contra o presidente (Bolsonaro) é verdade. Isso já foi confirmado por autoridades da área de inteligência — disse.
O general não disse, no entanto, quem poderia ter sido o autor do plano e nem quais as providências tomadas em relação ao caso. No início da semana, a PF ampliou de 35 para 55 o número de policiais para reforçar a segurança do presidente eleito. A polícia negou que a medida esteja relacionada a eventual aumento de risco contra Bolsonaro.
A explicação é que o reforço na segurança já estava previsto desde a primeira fase da campanha. O sistema de proteção seria ampliado mesmo se o vencedor tivesse sido o candidato Fernando Haddad.
As informações sobre o suposto plano de ataque contra Bolsonaro foram discutidas em reuniões na Polícia Federal e na Agência Brasileira de Inteligência. Uma destas reuniões aconteceu nesta quinta-feira. Os analistas entenderam que os dados disponíveis não indicam ameaças concretas.
Na entrevista, concedida ontem, o general Heleno também elogiou a escolha do juiz Sergio Moro para comandar o Ministério da Justiça.
— Torço muito para que ele aceite. Será uma honra estar sentado na mesa com o doutor Sérgio Moro. Ele é um grande valor do país, um homem respeitado aqui e no exterior — disse.

As informações são de O GLOBO

Dilma atribuiu derrota eleitoral a Moro

Dilma Rousseff foi ao Twitter se queixar da ida de Sergio Moro para o Ministério da Justiça. A petista disse, registra O Antagonista, que “seis dias antes do 1º turno, o juiz Moro vazou a delação de Palocci”.

Vaza, Dilma.

Lindbergh esperneia contra Moro

A bancada da chupeta agora é virtual.

Lindbergh Farias, que será um ex-senador a partir de 2019 e que perdeu a chance de outra boquinha no governo do presidenciável derrotado Fernando Haddad, esperneia no Twitter:

“Poucas coisas podem ser mais descaradas do que isto. Sempre alertamos que Moro atuava como militante, e não como magistrado. Depois de interferir no processo eleitoral, vira ministro do candidato beneficiado por ele. Em qualquer lugar do planeta isso seria um escândalo.”

Em qualquer lugar decente do planeta, um juiz toma decisões sobre criminosos independentemente do calendário eleitoral.

“Moro comandará a PF e terá informações sigilosas sobre todas as operações”, diz Fernando Holiday

O vereador de São Paulo, Fernando Holiday, publicou nesta quinta-feira, 1, por meio de sua conta no Twitter, que a decisão de Jair Bolsonaro em nomear o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, é ‘magnífica’.
A notícia de que Sergio Moro aceitou o Ministério da Justiça é magnífica. Pela primeira vez desde a redemocratização, a pasta não será ocupada por indicação partidária. Agora, ele terá um papel fundamental não só no combate à corrupção, mas também no combate ao crime organizado”
Para Holiday, Moro já cumpriu as principais funções na Lava Jato e necessita avançar ainda mais, registra o site Conexão Política.
Moro comandará a PF e terá informações sigilosas sobre todas as operações conduzidas pela Polícia. Na Lava-Jato ele já cumpriu seu papel principal, chegou a hora de voos maiores. Em Curitiba o MPF continuará com o excelente trabalho”.
O jovem integrante do MBL expressou confiança na formação do novo governo.
Além disso, a saída de Moro de forma alguma representa risco a Lava-Jato porque a maioria dos juízes são competentes e a 2ª instância no TRF-4 tem sido um grande exemplo disso. Caramba, esse governo vai ser espetacular!”.

Witzel: “A Polícia vai mirar na cabecinha e… fogo”

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), defendeu a execução de criminosos que portam fuzis em entrevista ao ‘Estadão’.
Sua proposta é treinar atiradores de elite que possam abater os bandidos à distância. A declaração dividiu opiniões. 
O correto é matar o bandido que está de fuzil. A polícia vai fazer o correto: vai mirar na cabecinha e… fogo! Para não ter erro”, afirmou o governador eleito, que é ex-juiz federal.
Witzel garante que, a permissão para o “abate”, a ser oficializada, não aumentará a letalidade de inocentes no Estado do Rio.

Jair Bolsonaro diz que Moro “terá ampla liberdade” para escolher sua equipe

Jair Bolsonaro disse que Sergio Moro “terá ampla liberdade para escolher todos os que comporão o seu segundo escalão: o chefe da Polícia Federal, aquele que vai cuidar da questão da segurança”, registra o Conexão Política.
Bolsonaro utilizou sua conta no Twitter para dizer que “respeito à Constituição e às leias” será o norte de seu mandato.
Ele garantiu também que Sergio Moro vai estar incluso integralmente na transição do governo.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Uso de snipers para abater quem porta fuzil está previsto em projeto no Senado

Um projeto de lei apresentado no ano passado pelo senador José Medeiros já previa a ideia de “presumir a legítima defesa quando o agente de segurança pública mata ou lesiona quem porta ilegal e ostensivamente arma de fogo de uso restrito”, publica O Antagonista.

O uso de atiradores de elite contra criminosos com fuzil não está previsto na lei hoje, mas foi defendido pelo governador eleito do Rio, Wilson Witzel.

No Senado, a proposta aguarda votação do parecer favorável na CCJ.

Eis a explicação da ementa:

“Cria presunção jurídica de legítima defesa de terceiros, ou legítima defesa da sociedade, quando o agente de segurança pública mata ou lesiona quem porta ilegalmente arma de fogo de uso restrito, representando perigo direto e iminente à integridade física das pessoas próximas.

MORO NO MJ SÓ DEPENDE DE BOLSONARO

Sergio Moro vai vincular sua ida para o Ministério da Justiça à aceitação por Jair Bolsonaro de um “plano anticorrupção e anticrime organizado”, segundo apurou O Antagonista.

Ou seja, Moro já topou mesmo. Só depende agora de Bolsonaro concordar com as condições do juiz da Lava Jato.

Sem Moro, Gabriela Hardt assumirá julgamentos da 13ª Vara

Com a possível ida de Sergio Moro para o Ministério da Justiça de Jair Bolsonaro, a 13ª Vara Federal no Paraná será ocupada interinamente pela juíza substituta Gabriela Hardt, registra O Antagonista.

Hardt já assumiu os casos da Lava Jato nas ausências temporárias de Moro e é considerada uma magistrada exemplar.

Ela ficará responsável por julgar os demais processos de Lula, até que a vaga de juiz titular seja ocupada por concurso interno.

Ao contrário do que dizem os petistas, a saída de Moro só reforçará o caráter impessoal da Justiça.

Para quem não conhece a juíza, segue abaixo uma de suas decisões:




Ciro: ‘Moro não é juiz, é político’

Ciro Gomes ironizou o convite que Jair Bolsonaro fez a Sergio Moro para que o juiz federal assuma o Ministério da Justiça em seu governo, registra o Estadão.

“Sergio Moro não é um juiz, é um político. Ele tem de assumir logo essa posição e dar a sua contribuição para o Brasil”, afirmou o pedetista, derrotado na disputa presidencial, em entrevista à rádio CBN.

Ex-ministro da Fazenda, Ciro também afirmou que “não tem como dar certo” a proposta de Bolsonaro de unir a pasta com os ministérios do Planejamento e da Indústria e Comércio.

“Falando na condição de uma pessoa muito experiente, não como candidato, isso não pode dar certo. São pastas com contradições, são orgânicas.”

Bolsonaro e Moro vão se encontrar nesta semana

Jair Bolsonaro vai se reunir com Sergio Moro ainda nesta semana. O juiz será convidado formalmente para comandar o Ministério da Justiça, segundo O Antagonista.

O contato inicial foi feito por Paulo Guedes na quinta-feira passada.

O ‘Lula livre’ voltou

No segundo turno, Fernando Haddad e o PT esqueceram Lula, trocaram a estrela do partido por uma bolota, a bandeira vermelha pela do Brasil…

Agora, o “Lula livre” voltou.

“Lula é inocente. Lula livre”, diz Gleisi Hoffmann, presidente do PT, em coletiva na tarde desta terça (30), registra O Antagonista.

Witzel já procura por atiradores de elite para “abater” bandidos de fuzil

Governador eleito pelo Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), já solicitou às tropas das polícias fluminenses um levantamento com um número de snipers (atiradores especializados) à disposição do estado para trabalhar no “abate de criminosos que estejam portando armas restritas à partir de primeiro de janeiro”.
Em entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (30), Witzel afirmou que este número já foi pedido ao Bope (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar) e à Core (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil).
O novo governador disse que incentivará policiais a atirarem caso vejam suspeitos portando fuzis.
Nas palavras de Witzel, “a lei foi feita para ser interpretada e, por isso, o estado vai defender judicialmente os policiais que matarem traficantes com fuzis”.
Ainda segundo o ex-juiz federal:
“Prefiro defender um policial no tribunal do que ir ao funeral dele. Atirou, matou, está correto”, afirmou.
O juiz ressaltou, contudo, que se a Justiça entender que eles devem ser expulsos, eles serão.

Com informações, Conexão Política

Malafaia e a imprensa livre

Visitado hoje por Jair Bolsonaro, a quem apoiou na eleição presidencial, Silas Malafaia deu a seguinte declaração sobre a imprensa:

“Não existe democracia sem imprensa livre. O resto é falácia.”

E acrescentou, segundo o repórter Henrique Coelho, do G1:

“Mas, hoje, cada celular é uma emissora de televisão, é uma editoria de jornal. Acabou o monopólio”.

Bolsonaro culpado por acreditar em Deus

No culto de Silas Malafaia, o presidente eleito Jair Bolsonaro disse:

“Primeiro eu quero agradecer a Deus por estar vivo, pelas mãos de profissionais da saúde, de Juiz de Fora. Em São Paulo, Deus operou milagre. Depois quero agradecer a Deus por essa missão, porque o Brasil está em uma situação um tanto quanto complicada. Crise ética, moral e econômica. Eu tenho certeza que não sou o mais capacitado, mas Deus capacita os escolhidos.”

Já que não dá mais para chamá-lo de “fascista”, agora o atacam por acreditar em Deus — como se estivesse invocando o Espírito Santo para escolher o ministério de um Estado laico ou pensasse ser o verdadeiro Messias.

Essa parte da imprensa ainda vai transformar Bolsonaro em santo.

Menos, aguerridos, ou quando ele fizer algo de realmente errado, ninguém vai acreditar nos jornalistas.

Com informações, O Antagonista

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Ministério da Justiça é melhor caminho para Moro chegar ao STF


Nomear Sergio Moro como ministro da Justiça é a melhor opção para abrir as portas do STF ao juiz da Lava Jato daqui a dois anos – o decano Celso de Mello só se aposenta em 2020, relata O Antagonista.

Moro trilharia caminho semelhante ao de Alexandre de Moraes, que também ocupou o Ministério da Justiça antes de virar ministro do Supremo.

Esses dois anos serão importantes para pavimentar as relações em Brasília. Além disso, Moro comandaria a Justiça reagrupada, com a Polícia Federal sob seu comando – dando novo impulso à Lava Jato.

Até agora, o juiz tem demonstrado resistência à ideia de ocupar um cargo no Executivo.