domingo, 15 de abril de 2018

Sem tumultos e baixarias do acampamento da vergonha, Lula deixa de ser notícia e é esquecido em poucos dias

O ex-presidente Lula estaria exigindo a manutenção do acampamento de militantes do PT, MST e figurantes remunerados no entorno da sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba por um simples motivo: a algazarra que os ocupantes fazem no local tem mobilizado a imprensa e mantido o petista em evidência. O PT está colhendo doações por meio de vaquinhas virtuais e espera a chegada de novas caravanas ao local.

Sem se incomodar com os inconvenientes e transtornos causados aos moradores da região, o PT espera a chegada de novas caravanas de vários estados. Os recém chegados devem se juntar neste fim de semana aos manifestantes que mantêm o acampamento  que traz cada vez mais transtornos para os moradores e até mesmo para os servidores que trabalham no prédio da PF, onde o petista está preso. Atraídos por diárias em torno de 80 reais, moradores da periferia de Curitiba passam parte do dia entoando os coros comandados pelos organizadores do acampamento.

Atualmente, a estimativa é de que duas mil pessoas passem diariamente pelos atos da vigília. Além das diárias, os figurantes recebem 4 refeições por dia, informa um militante contratado. Sem querer se identificar, o rapaz diz que a parte mais chata do serviço é ter que ficar gritando o nome de Lula.

- Mas tem que gritar, demonstrar alguma empolgação. Tem até monitor de olho para conferir se você 'tá' falando direitinho, diz o rapaz que mora a poucas quadras do local. O militante contratado informou ainda que os organizadores estão dando dinheiro para os donos de algumas casas no bairro para que eles emprestem banheiros, tomadas para carregar celular e local para lavar roupas. Mas o propósito não é bem esse, diz o rapaz. A ideia é quebrar a resistência da maioria dos moradores que repelem o acampamento no local.

- Isso aqui é um teatro e dá de tudo. A maioria está aqui atrás de dinheiro e outros de votos. Os carros com dinheiro chegam e saem. Aqui, até a confusão e os tumultos são planejados. Enquanto isso, o Lula tá lá dentro sendo notícia. Tem hora que aqui tem mais jornalistas do que acampado, diz o 'militante' do PT.

sábado, 14 de abril de 2018

José Dirceu na cadeia quinta-feira. Embargos apresentados pelo petista no TRF-4 serão julgados dia 19


O ex-ministro José Dirceu pode estar com seus dias de liberdade contados nos dedos de apenas uma mão. O Tribunal Regional da 4.ª Região de Porto Alegre, o temido TRF-4 que confirmou a condenação do ex-presidente Lula, julgará os embargos apresentados por Dirceu na próxima quinta-feira, 19.

Por meio de comunicação eletrônica, o Tribunal informará ao juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, se os desembargadores acolheram ou negaram os embargos apresentados por Dirceu. Em caso negativa, o petista poderá ter sua prisão decretada imediatamente.

No ano passado, José Dirceu havia sido condenado a uma pena de 20 anos e dez meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro, na primeira instância. Na segunda instância, o TRF4  aumentou sua pena em 10 anos – atingindo um total de 30 anos e nove meses de prisão. Graças a uma divergência, Dirceu teve direito aos embargos que Lula não teve, por ter sido condenado por unanimidade pelos três desembargadores do Tribunal da Lava Jato.

No caso de Dirceu, o relator do caso no TRF4, desembargador Gebran Neto, havia votado pelo aumento em dobro da punição a Dirceu, ou seja, 41 anos de cadeia. O resultado final ficou em 30 anos e nove meses. O petista foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa por desvios na Petrobras. 

Lula só sai da cadeia se ficar doente. Fora isso, não há qualquer possibilidade de liberdade antes de 6 anos, diz jurista


A possibilidade do ex-presidente Lula sair rapidamente da cadeia é praticamente descartada, diz um dos juristas consultados pela Folha. Segundo a publicação, a única hipótese do petista se ver livre da prisão é se ele ficar doente, a exemplo do que ocorreu com Paulo Maluf, o ex-governador de São Paulo.

Segundo a Folha, "As contas de criminalistas que têm familiaridade com o caso de Lula mostram que a pena total dele pode ser dura: seis anos em regime fechado, se consideradas apenas as possíveis condenações em processos que estão com o juiz Sergio Moro".

As contas levam em consideração apenas os casos da Lava Jato sob a jurisdição do juiz Sérgio Moro. Ainda segundo a publicação, "Lula será julgado em breve no caso do sítio de Atibaia e no do terreno do Instituto Lula. "Se as penas forem parecidas à primeira, de 12 anos e 1 mês, o petista somará cerca de 36 anos de prisão. E terá que cumprir um sexto dela em regime fechado", o que equivale a 6 anos, quando migraria para o regime semi-aberto e depois progrediria para o regime de prisão domiciliar, na melhor das hipóteses.

As penas para os dois casos na Lava Jato podem ser maiores. Considerando a gravidade dos crimes e a condenação anterior, o petista pode ser condenado a até 40 anos de prisão. Neste cenário, teria de cumprir ao menos 9 anos em regime fechado. O ex-diretor de serviços da Petrobras Renato Duque, por exemplo, foi condenado pelo TRF-4 a  43 anos e nove meses de reclusão, pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Lula foi preso, mas ainda é o dono o PT. Quem quiser algo no partido, tem que continuar beijando seus pés


O ex-presidente Lula foi preso, mas fez questão de levar o PT para dentro de sua cela na prisão. Ninguém no PT tem autonomia para resolver absolutamente nada. São todos reféns do poder absoluto de Lula sobre a legenda e precisam se curvar aos caprichos do petista, independente de suas vontades.

Pouco antes de se entregar à Polícia Federal, o petista fez um discurso  em frente à sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Era a ocasião esperada por muitos no partido, que nutriam a esperança de que o petista fosse passar o bastão e jogar a toalha, antes de seguir para a prisão. Entre os capachos de Lula, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, era o que tinha mais esperança de ser contemplado com aval do petista para seguir na corrida eleitoral. Lula mal mencionou seu nome. Recomendou que Guilherme Boulos e Manuela D'ávila fossem perseverantes, mas também não lhes prometeu nada.

No início da noite, Lula colocou o PT no bolso e se entregou à Polícia. Levou consigo para a prisão todo um partido e sequestrou, sem a menor cerimônia, as diferentes aspirações das correntes que integram o partido. Foi como se dissesse: "O PT é meu, eu faço dele aquilo que bem entender. Vocês são apenas meus capachos e vão ter que continuar beijando meus pés".

O problema é que não são apenas os petistas que precisam beijar os pés de Lula. De olho no apoio do partido, o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, já pediu autorização da Justiça para ir a Curitiba beijar os pés de Lula. Lideranças políticas do Nordeste fizeram o mesmo no início da semana.

Mesmo condenado, preso e ficha suja, Lula continua tratando todos como lixo e afirma que é o candidato do PT. Ninguém no partido sabe como isso é possível, mas todos são obrigados a concordar. 

Após chamar Lula de ladrão, Ciro Gomes quer ir na prisão beijar os pés do condenado


O pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes, conhecido como um grande oportunista nos bastidores da política, vive um dilema moral e ético nestes meses que antecedem a eleição de outubro pós prisão de Lula.


Sem convicção sobre o perfil do próprio eleitorado e sem capacidade de definir uma linha de campanha coesa, o político que já passou por quase todos os partidos do país chegou a tentar seduzir opositores do PT chamando Lula de ladrão e afirmando que comente trouxas acreditavam na inocência do condenado.



Mas ao que tudo indica, Ciro não sabe ainda ao certo qual seria a melhor forma de angaria votos e dá um cavalo de pau na trajetória que vinha tentando seguir nos últimos meses. Mais uma vez, o político se rendeu ao oportunismo que lhe é peculiar e ingressou, juntamente com presidente e vice-presidente do PDT, Carlos Lupi e André Figueiredo, com um pedido de autorização para ir beijar os pés de Lula na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.



Após fritar os neurônios para definir o que fazer para atrair o PT para uma aliança nas eleições, seja no primeiro ou segundo turno, o trio resolveu formar uma coitiva para pedir à 12ª Vara Federal de Curitiba autorização para beijar os pés do condenado que cumpre pena de 12 anos de prisão por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.



Ciro, Lupi e Figueiredo argumentam que não apresentaram qualquer risco ao normal funcionamento da sede da PF e solicitam a flexibilização da visitação a Lula. Tentando se diferenciar de outros bajuladores e de políticos com o rabo preso que tentaram visitar o criminoso na cadeia, Siro e seus companheiros alegam que o pedido deles é diferente daquele feito por governadores do nordeste. Por pouco, Ciro não falou que é mais lindo que os outros barrados no prédio da PF no início da semana.


Sexta-feira (20) Lula ganha companheiro na prisão (Veja o Vídeo)

A solidão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está prestes a encerrar.

Na quinta-feira (19) o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) julga os embargos declaratórios apresentados pela defesa de José Dirceu.

Uma vez negados, o que parece óbvio, vez que o cunho é meramente protelatório, Zé vai imediatamente para a cadeia, possivelmente ainda na sexta-feira (20).

Aliás, parece meio incompreensível que Zé ainda esteja solto.

São as tais filigranas jurídicas.

De qualquer forma, a mamata vai finalmente acabar.

A parceria que viveu momentos de glória no Palácio do Planalto, vai se reencontrar no xilindró.

Zé não vai mais sambar na cara do cidadão brasileiro. 

Veja o vídeo. Uma infâmia.

O sítio que Marisa adquiriu antes de morrer acrescenta mais uma morte na trajetória do PT

Sadao Higuchi era administrador do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema nos anos 1980.
Higuchi também era o responsável pelo encaminhamento de ‘recursos vindos do exterior’ a Paulo Okamotto (atual presidente do Instituto Lula e réu na Lava Jato) para financiar o sindicato e o Partido dos Trabalhadores, como denunciou o ex-petista Paulo de Tarso.
No dia 13 de junho de 1998, durante a campanha eleitoral presidencial, Higuchi morreu "afogado" numa represa.
Lula fez questão de suspender todas as atividades eleitorais para participar das buscas.
Detalhe: Higuchi tinha uma ferida na cabeça supostamente provocada "pelo choque do barco onde estava quando caiu na água".
O fato do "barco" ser um bote inflável foi irrelevante para as investigações, que deram em nada.
Quase 20 anos depois, descobrimos que os 64% restantes do sítio da família Lula em São Bernardo do Campo (até então, a família tinha apenas 36% da área "no papel") foi "comprada" pela ultra-mega-investidora-do-lar Marisa Letícia no dia 22 de setembro, uma semana depois dela ser denunciada pelo MPF, por R$ 530 mil.
O sobrenome da família "proprietária" até então do sítio?
Higuchi.

(Texto de Marcelo Faria)
(com Jornal da Cidade Online conteúdo)

Bolsonaro denuncia gravíssimo “Fake News” da Globo (Veja o Vídeo)

A Rede Globo, através do site ‘Globo.com’ está sendo acusada de um gravíssimo ‘fake news’ envolvendo a saúde do deputado Jair Bolsonaro.

O site, segundo o próprio pré-candidato à presidência da República, teria divulgado notícia sobre uma suposta internação hospitalar de Bolsonaro no Hospital Militar do Exército no Rio de Janeiro.

De acordo com o que foi noticiado, o presidenciável, após passar mal em Roraima, teria sido encaminhado às pressas para o hospital.

Parece evidente a ‘mentira’ incrustada na matéria global.

O que pretende com isso a Rede Globo?

Veja o vídeo:

General manda Carta Aberta para Gilmar Mendes e faz duro alerta

Em carta enviada ao Ministro do STF, o duro alerta do General. Leia abaixo.
Carta aberta ao Exmo Sr Ministro Gilmar Mendes
Matéria jornalística dá conta de que o senhor repudia as “manifestações” do Comandante e de outros oficiais generais do Exército Brasileiro. Considerando a credibilidade das Páginas Eletrônicas que publicaram a matéria e não encontrando qualquer posicionamento contrário, conclui ser verdadeira.
Assim como o senhor, tenho o direito democrático e republicano de me expressar e digo, em alto e bom som, que a liberdade de expressão é uma garantia constitucional e esta garantia é muito clara na Lei 7524/86, que, em seu artigo primeiro estabelece que “é facultado ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público”. Assim me comporto.
Os militares são homens sérios e responsáveis, Sr Ministro, e não se manifestariam se a situação no País estivesse normal, se não estivéssemos vivenciando uma avalanche de denúncias sobre desmandos, corrupção, instabilidade jurídica e incitações a crimes, entre outras agressões à normalidade da ordem - com envolvimento direto de autoridades dos Três Poderes e outros cidadãos que já ocuparam os cargos mais elevados da administração do País.
Somam-se a tudo isso esdrúxulas discussões entre Ministros da Corte Suprema com acusações mútuas de condutas antiéticas, que mereceriam, em qualquer outro lugar do mundo, rigorosa apuração.
Sugiro que Vossa Excelência mande fazer uma pesquisa para verificar se o Povo está tranquilo e em paz e se acredita e confia nas mais altas autoridades da República.
Creio que a resposta será um retumbante não! Pois, faz muito tempo que as instituições nacionais estão fora da realidade, dissociadas dos anseios do Povo, dando a lamentável impressão de que trabalham para outros patrões, talvez alienígenas.
Se a última esperança de salvar a Nação do caos, depositada pelos brasileiros nas mãos dos Ministros do STF, está desmoronando, onde estará a salvação?
Estamos na fronteira entre a desordem e o caos total, o limite está bem à nossa frente. O Brasil está perdendo o rumo e logo a baderna se instalará, com sérias consequências que certamente desaguarão nas responsabilidades constitucionais das Forças Armadas, última reserva física e moral da Pátria.
Embora VExa não queira enxergar, é bom saber que ainda existe um grupo de cidadãos que ama o Brasil e que por ele dará a vida se for preciso!
Os Chefes militares sabem, Sr Ministro, que o emprego das Forças Armadas para o restabelecimento da ordem interna não será sem traumas e essa é a diferença entre elas e as demais instituições republicanas.
Com a omissão do Supremo diante do caos, restarão, apenas, as Forças Armadas e isso não é ameaça, é fato real!
O Povo confia nas Forças Armadas como último baluarte e o General Villas Bôas simplesmente tranquilizou a Nação, renovando, de forma concreta, o juramento que todo militar presta perante a Bandeira Nacional, assegurando-lhe que o Exército compartilha o anseio de todos os cidadãos de bem e que repudia a impunidade, respeita a Constituição, deseja a paz social e a Democracia e se mantém atento às suas missões institucionais. Nada mais simples, oportuno, democrático, republicano e constitucional!
A História comprova que o Exército Brasileiro é o Povo fardado, portanto, Sr Ministro, pense melhor antes de manifestar-se a respeito dele ou de seus Chefes, porquanto, diferentemente do Supremo Tribunal Federal, eles têm e merecem a confiança daqueles que lhes confiaram as suas mais poderosas armas!
Respeitosamente,
Gen Bda Paulo Chagas


De caminhão de som, homem grita para petistas “Vagabundos”, que revidam com pedradas (Veja o Vídeo)

A saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do prédio da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba deve ser tratada como um caso de extrema urgência.

Lula deve ser imediatamente encaminhado para um presídio, onde fique encarcerado com toda a segurança necessária.

Neste sábado em Curitiba, um homem de cima um caminhão de som do 'Acampamento Lava Jato' gritou para um grupo de petistas: “Vão trabalhar, vagabundos, vocês não sabem nem o que estão fazendo aí!”.

O revide foi imediato, com xingamentos e pedradas.

Nada aconteceu, ninguém se machucou, mas o fato retrata a situação de animosidade que só vai se encerrar com a ida do condenado para um local apropriado, em que possa cumprir sua pena sem maiores preocupações para a sociedade.
ASSISTA:

Trabalhador humilde fala o que pensa sobre Lula e resposta viraliza na rede (veja o vídeo)

Dentro de um ônibus indo para uma consulta médica, um trabalhador humilde teve sua vida atrapalhada por manifestantes pagos que faziam o bloqueio em uma importante avenida da cidade. 
Perguntado por um repórter da Bandeirantes o que ele achava sobre a prisão de Lula ele não pensou duas vezes e respondeu na lata:
"A gente não tem nada a ver com a prisão de Lula, aquele F.D.P. rouba o dinheiro dos pobres, o culpado é ele, manda ele se lascar...AQUELE NOJENTO!"
Veja o vídeo:



O trabalhador honesto, que batalha no dia a dia, tem ainda que aguentar ter sua vida atrapalhada por grupos de militantes pagos que defendem a liberdade de um bandido condenado.

Realmente, tem que ter muita paciência. 

Colocar "Lula" no sobrenome é fácil...

Eu quero ver é você apoiar palestinos, ser amigo do Kadafi e do Ahmadinejad, perdoar dívidas de países comunistas, enriquecer banqueiros e empreiteiros e ainda comandar o maior esquema de corrupção do mundo como ele fez. E ainda dizer que fez tudo isso pelos pobres...
Colocar "Lula" no sobrenome é fácil...
Mas quero ver você mentir para uma nação dizendo que ela é autossuficiente em petróleo; fingir-se de morto quando quem morre assassinado é um prefeito do próprio partido; ter amantes e ainda subir no caixão da esposa pra fazer comício.
Colocar "Lula" no sobrenome é fácil...
Só que eu quero ver você ter a mesma cara de pau para se comparar a Jesus, dizer que é uma ideia mesmo sendo um alcoólatra que se gaba de não ter estudado e portanto não serve nem como ideia e nem como exemplo pra ninguém!
Colocar "Lula" no sobrenome é fácil..
Só que eu gostaria de ver você fazer a mesma mágica ou milagre para transformar seus filhos, de simples imbecis, ignorantes e imprestáveis em empresários de sucesso e milionários em apenas 6 anos...
Colocar "Lula" no sobrenome é fácil...
Mas quero ver você ter a pachorra de dizer que "pagou a dívida externa", mesmo tendo multiplicado a dívida interna em níveis estratosféricos.
Colocar "Lula" no sobrenome é fácil...
Fácil pra você que vive na miséria achando que por ter comprado uma TV em 30 prestações na Casas Bahia ficou mais rico. Fácil pra você, que diz que Lula foi o pai dos pobres, mas os miseráveis de ontem são os mesmo miseráveis de hoje, só que com uma diferença: Com o nome no SPC porque não conseguiram pagar as prestações da TV nas Casas Bahia...
Colocar "Lula" no sobrenome é fácil...
Para quem não tem caráter, dignidade e senso de Justiça. Para quem é vagabundo e em vez de produzir quer viver de ajudinhas do governo federal, como se sustentar merda incompetente e improdutiva fosse uma obrigação do governo só porque o cara está vivo.
Colocar "Lula" no sobrenome é fácil...
MAS QUERO VER SE OFERECER PRA FICAR PRESO NO LUGAR DELE, OU COM ELE!
texto por Marcelo Rates Quaranta, articulista
(Jornal da Cidade Online conteúdo)

A surpresa para Cabral e a “pegadinha” em Gilmar

A 2ª turma do Supremo Tribunal Federal, sob o comando de Gilmar Mendes, atendeu ao apelo de Sérgio Cabral Filho e o mandou de volta para o Rio de Janeiro.
A ordem foi cumprida, pois decisão judicial não se discute, cumpre-se.
Porém, a ‘pegadinha’ foi mandar Cabral para Bangu 8, no Rio de Janeiro. O sonho de Cabral era retornar para Benfica, onde já detém inúmeras benesses aparelhadas, inclusive um providencial motel.
A determinação certamente foi do juiz Marcelo Bretas, apenas para fustigar o ser supremo.
Os advogados de Cabral, apavorados, pois na prática trocaram seis por meia dúzia, já peticionaram a Gilmar.
A alegação é de que em Bangu ele “terá a sua integridade física exposta à retaliação de detentos milicianos e ex-policiais que ajudou a punir durante o seu mandato”.
Gilmar certamente vai intervir, mas valeu a surpresa e a pegadinha.

Lula vai deixar a PF e finalmente terá a vida de “preso comum”

O alvoroço e as manifestações contrárias e a favor da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, começam a diminuir e deverão sofrer uma abrupta queda com a retirada do petista do prédio da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
A ida de Lula para um presídio vai se constituir no início do cumprimento da pena na condição de preso comum.
O local para onde o presidiário Lula será encaminhado deve ser decidido nos próximos dias.
De qualquer forma, entre os criminalistas, segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, já é ponto pacífico que Lula deve ficar no mínimo seis anos encarcerado.
A conta é simples:
“Sergio Moro vai julgar o ex-presidente no caso do sítio de Atibaia e no do terreno do Instituto Lula, nos quais é acusado pelos mesmos crimes do caso do tríplex: corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Se as penas forem parecidas à primeira, de 12 anos e 1 mês, o petista somará cerca de 36 anos de prisão. E terá que cumprir um sexto dela em regime fechado”.
Um sexto da pena equivale a seis anos.
Uma reprimenda pequena se comparada ao rombo deixado.

Com multa de R$500 mil, MST deixa sede da PF em Curitiba

A dolorida multa de R$ 500 mil por dia, aplicada pela Justiça do Paraná afugenta os manifestantes que estavam acampados nos arredores da PF
Além dessa multa, os manifestantes não suportaram o primeiro frio mais intenso de Curitiba.
Com a baixa da temperatura neste final de semana, inúmeras caravanas começaram a deixar o acampamento montado em solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Como a previsão é de temperaturas mais baixas para os próximos dias, é provável até que cessem as manifestações ou, pelo menos, que diminuam bastante o seu ritmo.

Sem dúvida, um alívio para as pessoas que moram ou trabalham nas redondezas.
No vídeo abaixo, os militantes batendo em retirada.

ASSISTA:

Presidente do Senado, Senador Eunício Oliveira, é esculachado por um brasileiro, em restaurante de Dubai

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Lula preso e isolado. Moro elogiado. Imprensa internacional defende Operação Lava Jato e elogia magistrado


Enquanto o ex-presidente Lula esbraveja com as paredes da prisão sobre seu trágico destino e começa a cair no ostracismo característico de um criminoso condenado, a imprensa internacional dá destaque ao outro lado da moeda que levou o petista à prisão: o juiz federal Sérgio e a operação Lava Jato. Neste fim de semana, os principais jornais da imprensa internacional concentraram seus destaques e editoriais sobre a maior investigação sobre corrupção do mundo que levou o ex-líder político do Brasil para a cadeia.

Segundo O GLOBO, "O tom dos editoriais é de apoio à Lava-Jato, de apelo pela continuidade do combate à corrupção e de preocupação com a estabilidade política do Brasil". A publicação destaca vários artigos publicados na imprensa estrangeira sobre a prisão de Lula e o prevalecimento da Lava Jato sobre o chefe da organização criminosa que drenou bilhões dos cofres públicos ao longo da última década e meia.

Segundo a publicação, "O "New York Times" definiu a situação atual do Brasil como um "teste para a democracia" e destacou que figuras como o "corajoso" juiz Sergio Moro "mostram que o Brasil tem as instituições e meios necessários para encarar até os mais poderosos - e populares - malfeitores". Em seu editorial, o jornal nova-iorquino afirmou que a Lava-Jato foi um "duro golpe contra a corrupção no maior país da América do Sul", mas que teria "desestabilizado o sistema político do país, ajudado a empurrar a economia para uma recessão e deixado milhares desempregados".

O Jornal "Le Monde", principal jornal francês, destaca que a prisão de Lula mostra que ele "não está acima da lei" e "não é um ato político". O jornal alemão "Die Welt", o britânico "The Guardian" e o espanhol "El País" (que tem uma edição brasileira) também abordaram a prisão de Lula em reportagens, análises e textos de opinião de colunistas.

Já o ex-presidente Lula tenta se manter em evidência na imprensa de forma nada convencional, através de um controverso acampamento composto por militantes remunerados no entorno do prédio da sede da Polícia Federal em Curitiba, onde se encontra preso.No entanto, os inconvenientes causados pelos militantes aos moradores do bairro tem mobilizado mais a imprensa e a opinião pública do que propriamente o fato de Lula estar preso ou não. 

Lula já está ferrado. Marcelo Odebrecht avisou aos advogados do petista que vai ferrá-lo ainda mais


O ex-presidente Lula já está ferrado mesmo. Preso e condenado logo em seu primeiro processo que chega à Segunda Instância da Lava Jato, o petista foi irresistivelmente responsabilizado por crimes de forma praticamente indefensável. Mas como tudo que está ruim  sempre pode piorar um pouquinho, a situação de Lula na Lava Jato tende a se agravar ainda mais nos próximos meses.

Quem garante isso é ninguém menos que o empresário Marcelo Odebrecht, dono de um arquivo gigantesco de operações criminosas devidamente documentadas em milhares e milhares de e-mails. Metódico, o delator tem o compromisso de corroborar seus relatos no âmbito de seu acordo de delação, de modo a assegurar a manutenção dos benefícios penais que colheu até o momento.

Para piorar a situação, Marcelo Odebrecht está em casa, com pleno acesso aos seus arquivos, enquanto Lula está preso e incapaz de influenciar nas decisões do ex-príncipe dos empreiteiros.  Marcelo Odebrechr prometeu formalmente afundar o ex-presidente Lula. Ao ser indagado pelo advogado do petista, Cristiano Zanin Martins sobre os e-mails que havia encaminhado à Lava Jato, o empresário alertou que quanto mais avança, mas afunda Lula.

Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, Marcelo Odebrecht confirmou que a subconta "Amigo", que é a conta de Lula no banco de propina da empreiteira foi criada em 2010 e tinha um saldo de R$ 40 milhões. Segundo ele, o acerto foi feito com Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda, que era o contato do PT com o Grupo Odebrecht desde gestões anteriores, de Emílio Odebrecht e Pedro Novis, que antecederam Marcelo no comando.

-- Tinha um saldo de uns R$ 40 milhões, aí o que eu combinei com o Palocci, essa era uma relação minha com a presidência do PT no Brasil. Vai mudar o governo, vai entrar a Dilma, esse saldo passa a ser gerido por ela, a pedido dela. A gente sabia que ia ter demanda de Lula, na questão do Instituto, para outras coisas. Vamos pegar e provisionar uma parte deste saldo, botamos R$ 35 milhões no saldo Amigo, para uso que fosse de orientação de Lula. A gente entendia que Lula ainda ia ter influência no PT, como era uma relação nossa com presidência, PT, tudo se misturava. A gente botou R$ 40 milhões que viriam para atender demandas que viesse de Lula,  afirmou o empresário.

Lula e a greve de 1980

A carreira sindicalista de Luís Inácio Lula da Silva iniciou-se em 1970 como suplente de diretoria, ao participar, no dia 20 de fevereiro, da assembleia convocada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo no Cine Anchieta. A categoria deveria decidir se integrava a campanha salarial de abril sob o comando da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, ou alçaria voo isoladamente. Agentes do DOPS infiltraram-se entre os operários, conforme relatório reservado disponível na internet. Participei da mesa diretora, como advogado da entidade, a convite do presidente Paulo Vidal.
Em 19 de abril de 1975 Lula assume a presidência do Sindicato, em solenidade a qual compareceu o governador Paulo Egydio Martins. A primeira campanha de repercussão nacional, por ele liderada, foi deflagrada em setembro de 1977. Reivindicavam os trabalhadores a reposição de perdas salariais da ordem de 34,1%, provocadas pela manipulação dos índices de inflação pelo Ministério da Fazenda com o objetivo de reduzir a taxa oficial de reajustamento salarial. Registra o livro Imagens da Luta – 1905/1985, editado em 1987 pelo Sindicato, que a Campanha de 1977 trouxe como resultado “o Sindicato como a grande referência política da categoria e a reativação da vida sindical”.
A primeira greve dos metalúrgicos do ABC foi deflagrada no dia 12 de maio de 1978. Ajuizado o dissídio pela Federação das Indústrias (FIESP) no dia 16, o julgamento, designado para o dia 18, concluiu pela ilegalidade do movimento por 15 votos contra 1, do juiz classista Marcelino Marques. A greve persistiu e, no dia 31, o Sindicato e o Grupo 14, representando o Sindicato da Indústria Automotiva, após prolongadas negociações assinaram, na sede da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), Convenção Coletiva de Trabalho.
O movimento grevista foi encerrado mediante a concessão de aumento real de 5,5% sobre os salários reajustados na data-base, sem desconto dos dias parados ou punição dos grevistas. Participei das negociações, como advogado do Sindicato e assinei a Convenção ao lado de Lula, Devanir Ribeiro e Valter Barelli.
São raros os trabalhos imparciais relativos ao período 1978, 1979 e 1980, durante o qual os metalúrgicos de São Bernardo revigoraram a vida sindical anestesiada desde abril de 1964, pelas intervenções decretadas pelo Ministério do Trabalho. A mais longa e difícil foi deflagrada no dia 1º de abril de 1980, com o apoio dos metalúrgicos de Santo André e São Caetano. Como se esperava, a FIESP ajuizou dissídio com pedido de decretação da ilegalidade da paralisação. Rapidamente o TRT de São Paulo colocou o processo em pauta e decidiu. Incumbido das defesas escritas e sustentações orais, esperava pela repetição dos maus resultados. Por maioria de votos, porém, o Tribunal deu-se por incompetente para apreciação a matéria, graças ao voto do Juiz Octávio Pupo Nogueira Filho. Detalhada reportagem sobre o julgamento foi publicada pela IstoÉ, em matéria assinada por Luiz Roberto Serrano e Tão Gomes Pinto (9/4/1980).
Ausente Lula, acompanhava-me o vice-presidente Rubens Teodoro de Arruda, o Rubão, na companhia de quem segui para São Bernardo, a fim de transmitir a notícia aos dirigentes e grevistas.
A decisão favorecia a greve, pois afastava o risco da intervenção.  A Lei nº 4.330/1965, como a atual Lei nº 7.783/1989, determinava o retorno ao trabalho, qualquer que fosse o teor da sentença judicial. Ciente do resultado, Lula pediu-me tempo para pensar. Ao retornar afirmou que a greve teria continuidade. Indagou-me, então, o que viria a acontecer. Respondi-lhe que não saberia dizer, mas que o Sindicato enveredava pelo terreno da ilegalidade. 
A decisão judicial provocou o retorno ao trabalho em cidades do interior. Em seguida a FIESP ajuizou o segundo dissídio para requerer a decretação da ilegalidade da greve, fundamentado na desobediência à decisão judicial anterior, conforme rezava o artigo 25, III, da Lei nº 4.330/64.
O Sindicato de São Bernardo aos poucos ficou isolado. Em São Caetano os operários retomaram o trabalho. Em Santo André a greve se enfraquecia diariamente. Em 15 de abril o TRT de São Paulo decreta a greve ilegal. No dia 17, o Ministro Murilo Macedo intervém no Sindicato e afasta Lula e demais diretores.
A intervenção consumou-se em 18 de abril. A ROTA, presente o comandante da Polícia Militar, coronel do Exército Arnaldo Braga, escoltava o Delegado do Trabalho Ricardo Nassin Saad e o interventor Osvaldo D’Aguiar Batista. O Sindicato encontrava-se vazio. Nas imediações, metalúrgicos aguardavam o desfecho dos acontecimentos. Como advogado, esperei a comitiva na entrada do edifício. O deputado Flávio Bierrembach, companheiro do PMDB na Assembleia Legislativa, permaneceu ao meu lado.
O Ministro Murilo Macedo manteve a intervenção até fevereiro de 1981. Lula foi preso, condenado e, depois, absolvido. Em liberdade optou pela vida política. Fundou o Partido dos Trabalhadores, foi deputado constituinte e chegou duas vezes à presidência da República. A carceragem em Curitiba é apenas um dos capítulos, talvez não o final, de conturbada História de vida.
texto de Almir Pazzianotto Pinto, advogado, foi presidente do Tribunal Superior do Trabalho e ministro do Trabalho)
(com Jornal da Cidade Online conteúdo)

URGENTE: Prefeitura de Curitiba pede na justiça que Lula seja transferido da PF: "Moradores não aguentam mais"

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca falou que a central 156, plataforma de atendimento por telefone e internet, está sobrecarregada de ligações com reclamações dos moradores contra os apoiadores de Lula. 
Para resolver a situação,  a Procuradoria-Geral da Prefeitura de Curitiba pediu à Justiça Federal que Lula seja transferido da sede da PF em Curitiba para outro local.
A prefeitura alega que o fato de o corrupto e lavador de dinheiro estar preso ali gera transtornos para os moradores e os próprios funcionários da PF.

A verdadeira opinião do New York Times sobre Sérgio Moro, Lava Jato, Lula e PT

O PT tem infiltrado entre os colunistas do jornal americano New York Times um jornalista de nome Mark Weisbrot, que invariavelmente publica artigos agressivos contra o juiz Sérgio Moro e a Operação Lava Jato.
Tais artigos representam tão somente a opinião do tal Mark, produzida em conluio com o PT, com fins inconfessáveis.
Nesta sexta-feira (13), no entanto, o New York Times dedicou o seu editorial ao Brasil, à Operação Lava Jato, ao juiz Sérgio Moro, à Lula e ao PT.
Editorial é o 'pensamento' do jornal. Não se trata da opinião encomendada de um jornalista americano ‘jabazeiro’.
Vale a pena ver a conclusão do texto do prestigiado veículo de comunicação:
“Por mais dolorosa e desanimadora que seja a queda de um líder carismático e dinâmico, e por mais cansados que os brasileiros estejam da devastação política dos últimos anos, não é hora de desistir. A história mostra que lutar contra a corrupção leva anos, mas também que êxitos graduais podem mudar as regras. Juízes como Sergio Moro, que liderou corajosamente a acusação na Operação Lava Jato, demonstraram que o Brasil tem as instituições e os meios para enfrentar até mesmo os mais poderosos –e os mais populares– malfeitores.”

QUANDO TOFFOLI DEFENDIA A PRISÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA

Gilmar Mendes não foi o único a mudar de posição sobre prisão após condenação em segunda instância.

Em entrevista à repórter Luiza Muzzi, do Portal O Tempo, publicada no Youtube em 28 de fevereiro de 2016, Dias Toffoli se dizia desde sempre defensor da execução da pena antes de recursos a STJ e STF.

“Eu sempre tive comigo que não era necessário aguardar o recurso especial junto ao Superior (Tribunal) de Justiça nem o extraordinário junto ao Supremo Tribunal Federal.”

Assim como faz Deltan Dallagnol, Toffoli citava o caso do ex-senador cassado Luiz Estevão (que interpôs 36 recursos em 17 anos), para alertar sobre a possibilidade de prescrição de crimes em razão de chicanas protelatórias e ainda destacava que os tribunais superiores não julgavam se os crimes aconteceram ou não, se o réu era culpado ou não, mas apenas se o processo ocorreu dentro da legalidade.

Em 5 de outubro de 2016, o STF autorizou a prisão em segunda instância, mas Toffoli, contrariando a posição anunciada naquela entrevista, votou contra o início da execução da pena.

O que aconteceu de relevante entre fevereiro e outubro de 2016 para que Toffoli mudasse o entendimento que sempre teve?

Só o ministro poderia responder, mas em 26 de agosto de 2016 uma farsa começou a ser formalmente desmontada.

ASSISTA:

Filhos de Lula não fazem vigília

Por que os filhos de Lula não fazem vigília com a militância em Curitiba?


É só uma pergunta.

Dilma e Boulos passeiam pela Europa após prisão de Lula. Dinheiro do povo para falar mal do Brasil


Logo após a  cansativa maratona de eventos que antecederam a prisão do ex-presidente Lula,  a ex-presidente Dilma Rousseff, o líder do MTST Guilherme Boulos foram dar uma espairecida pela Europa. A viagem da dupla, devidamente acompanhados de seus assessores, deve se estender por cerca de dez dias e ainda prevê uma esticada nos Estados Unidos. A deputada estadual Manuela D’Ávila (PC do B-RS) também fazia parte da comitiva de Dilma, mas cancelou na véspera sua ida devido à morte de seu padrasto.

Sob o pretexto de denunciar a prisão de Lula e falar mal do Brasil, os articuladores da esquerda brasileira não tiveram qualquer dificuldade em agendar palestras com representantes da esquerda na Europa e Estados Unidos para justificar a viagem. Reitores e professores comunistas em universidades não é um privilégio do Brasil. Os esquerdistas transformam centros acadêmicos em todo o mundo em antros ideológicos com relativa facilidade.

Neste aspecto, Dilma e Boulos serão devidamente recebidos por seus pares. Obviamente, serão muito bem tratados, pois vendem a ilusão de que podem um dia voltar ao poder no Brasil e ter a oportunidade de retribuir o prestígio aos seus acolhedores.

Em um dos eventos, em Portugal, Boulos falou nesta quinta (12) na Fundação José Saramago, um tradicional antro da esquerda da Europa. “Quem achar que isso para no Lula não está entendendo a gravidade do processo que está acontecendo no Brasil”, disse o líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto).

 “Estamos vivendo a maior crise democrática desde o fim da ditadura no Brasil. O Lula está preso por razões políticas, condenado sem nenhuma prova. Isso tem de ser denunciado”, afirmou.

Daqui a duas semanas, Boulos fará uma viagem para França e Inglaterra também com o objetivo de falar mal do Brasil e defender o criminoso condenado.

Enquanto Boulos falava em Lisboa, a ex-presidente Dilma Rousseff se reunia com representantes da esquerda em Barcelona, na Espanha. Apenas no primeiro trimestre do ano passado, a petista torrou mais de R$ 500 mil do contribuinte com suas viagens internacionais. 

STF deve julgar primeiro político investigado pela Lava-Jato neste mês

O ministro Celso de Mello, revisor dos processos da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), deve liberar nos próximos dias para o julgamento na Segunda Turma a primeira ação penal do caso. Três anos depois da chegada dos primeiros processos da Lata-Jato à corte, o deputado Nelson Meurer (PP-PR) será o primeiro político acusado de participar do esquema de desvios da Petrobras a receber o veredicto dos ministros. O relator, ministro Edson Fachin, que também é o presidente da turma, vai tentar incluir o caso na pauta de julgamentos deste mês.

Muito mais do que o julgamento de um parlamentar, a Segunda Turma vai analisar, em caráter definitivo, os métodos de investigação da Lava-Jato. Os cinco ministros que compõem o colegiado vão decidir, por exemplo, se um réu pode ser condenado por receber propina mesmo que tenha declarado o dinheiro como doação eleitoral. Outro ponto de discussão será quais provas são necessárias para validar uma delação premiada, a ponto de justificar uma eventual condenação.

Depois de liberar o processo de Meurer, Celso de Mello deve fazer o mesmo em relação à senadora paranaense Gleisi Hoffmann, presidente do PT. Será a segunda ação penal da Lava-Jato que a Segunda Turma julgará. A expectativa é de que a situação penal da ré seja definida logo depois do caso Meurer, ainda neste semestre.

Os dois processos foram escolhidos porque já estão praticamente concluídos. Fachin terminou os votos dele sobre Meurer e Gleisi em fevereiro e enviou os processos ao gabinete de Celso de Mello. Como revisor, ele tem a responsabilidade de analisar o caso mais detidamente que os outros integrantes da Segunda Turma e votar logo depois do relator. O revisor escolheu liberar primeiro o caso de Meurer porque foi o primeiro que recebeu de Fachin.

Na terça-feira, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu prioridade no julgamento de Meurer. Deve ser atendida. Celso de Mello conseguiu trabalhar com celeridade porque, pela primeira vez, pediu a presença de um juiz auxiliar em seu gabinete para trabalhar nos processos na Lava-Jato.

Meurer é processado junto com os dois filhos, Nelson Meurer Junior e Cristiano Augusto Meurer, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, Paulo Roberto Costa e a cúpula do PP receberam, entre 2006 e 2014, R$ 357,9 milhões em recursos desviados de contratos de empreiteiras com a estatal. Um dos maiores beneficiados com o esquema de desvios foi Meurer. No período, ele teria recebido R$ 29,7 milhões.

Segundo a denúncia apresentada pela PGR, Meurer também obteve, em 2010, “repasses extraordinários” para financiar sua campanha à reeleição na Câmara dos Deputados. Por meio de Youssef, teriam sido entregues R$ 4 milhões em espécie ao deputado. Além disso, a construtora Queiroz Galvão transferiu R$ 500 mil a Meurer em dois repasses. Para a PGR, tratava-se de “propina disfarçada de doação eleitoral oficial”. Os dois filhos do deputado teriam contribuído para o recebimento do dinheiro e, por isso, também foram denunciados.

No processo contra Gleisi, também são réus o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, e o empresário Ernesto Kugler. As investigações começaram com as delações premiadas do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Segundo os delatores, Paulo Bernardo pediu R$ 1 milhão a Paulo Roberto para abastecer a campanha da mulher ao Senado em 2010. O dinheiro teria sido entregue por um intermediário de Youssef a Ernesto Kugler, um empresário ligado ao casal. A quantia teria sido repassada em quatro parcelas de R$ 250 mil.

Dois ministros ouvidos pelo jornal O Globo afirmam que, durante as investigações, foram reunidas poucas evidências dos supostos crimes atribuídos à presidente do PT. Eles avaliaram que, por isso, há pouca chance de condenação dela pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Gleisi foi ministra da Casa Civil no governo de Dilma Rousseff entre junho de 2011 e fevereiro de 2014. Durante o processo de impeachment, a senadora foi uma das vozes mais eloquentes na defesa da petista no Congresso Nacional. Hoje, como presidente do PT, tem se empenhado na defesa de Lula, condenado e preso na Lava-Jato. Paulo Bernardo foi ministro do Planejamento no governo Lula, de 2005 a 2011, e das Comunicações já no governo Dilma, de 2011 a 2015.

Nas alegações finais entregues ao STF, os advogados dos réus alegaram inocência. A defesa de Gleisi apontou falhas nas delações premiadas que deram origem ao processo e disse que as provas levantadas não corroboram os depoimentos dos colaboradores. Lembrou que, em 2010, quando teriam ocorrido os pagamentos ilícitos, ela ainda não tinha cargo público e não gozava da “proeminência” que viria a ter. Também destacou que a presidente do PT nunca fez nada para favorecer o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Além das ações penais de Gleisi e Meurer, há outros cinco processos da Lava-Jato tramitando no STF. Os outros réus são os senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Fernando Collor (PTC-AL) e os deputados Aníbal Gomes (PMDB-CE) e Vander Loubet (PT-MS), além de um grupo de deputados do PP. Esses processos ainda não estão concluídos e, portanto, sem previsão de quando serão julgados. Além das ações penais, Fachin é relator de cerca de 80 inquéritos da Lava-Jato, que é uma etapa anterior à ação penal. Entre os investigados estão Aécio Neves (PSDB-MG) e Renan Calheiros (PMDB-AL).