sexta-feira, 4 de maio de 2018

Os amigos da filha de Michel Temer

Maristela Temer depôs nesta quinta-feira (3) em São Paulo.
Esclareceu tudo sobre a malfadada reforma de sua casa.
O tal coronel Lima tão somente lhe prestou “uma ajuda de camaradagem, quase familiar”, afinal é amigo há mais de 40 anos de seu pai, que, por mera coincidência é o atual presidente da República.
Assim, parece claro que a suspeita da Polícia Federal, de que despesas com a reforma tenham sido pagas em dinheiro vivo, oriundo de propina arrecadada pelo coronel, é infundada, registra o Jornal da Cidade Online.
Foi só amizade.
Temer também tem amigos.

O vídeo com as cenas do acidente provocado por Fábio Assunção, um ator em fim de carreira (Veja o Vídeo)

Conforme noticiamos, na última quinta-feira (3), o ator Fábio Assunção aprontou novamente.
Dirigindo totalmente embriagado, ele bateu com o seu carro em três veículos.
Fábio Assunção foi preso e teve a fiança fixada em R$ 30 mil, por um delegado de polícia.
O ator se recusou a pagar e resolveu ir para a audiência de custódia.
Na audiência de custódia, a juíza foi implacável e aumentou o valor da fiança para R$ 48 mil.
A Rede Globo teria arcado com o pagamento, para não prejudicar as gravações da série ‘Onde Nascem os Fortes”.
Fábio não está nada bem.
Abaixo mostramos um vídeo do episódio.
Após provocar o acidente,o ator desacatou às pessoas, agindo com rispidez e extrema virulência.
Veja o vídeo:

Mansão de pai de Boulos está vazia, pronta para ser ocupada pelo MTST

Um belo imóvel...
A casa em que residiu o médico infectologista Marcos Boulos está há muito tempo desocupada.
O imóvel tem 400 metros quadrados de área construída e ocupa um terreno de mais de 700 metros quadrados, registra o Jornal da Cidade Online.
De acordo com corretores que atuam na região, a casa está avaliada em cerca de R$ 2,8 milhões.
A construção, da década de 70, faz parte do espólio do médico. Um legítimo membro da burguesia, da elite.
Esse médico, por acaso, é pai do ‘sem-teto’ Guillherme Boulos, o socialista nascido em berço de jacarandá, que usa os sem-teto como massa de manobra.
Está aí, uma ótima dica ao MTST.
Guilherme Boulos não vai se importar. Afinal, ele é contra a propriedade privada.
Ah sim! O endereço: Rua Paula Ney, 446, Vila Mariana, São Paulo.
Em um país sério, este ordinário estaria na Cadeia e não candidato a Presidente da República...

Santuário de Aparecida nega apoio a 'romaria' por Lula

Após a senadora ré e presidente do PT, Gleisi Hoffmann convocar seus seguidores para uma "romaria" até Aparecida, as autoridades do Santuário Nacional de Aparecida, por meio de nota oficial, refutaram qualquer uso do templo para atividades partidárias. 

Segundo a nota, "Com base nos valores éticos e cristãos, o Santuário Nacional entende que o momento atual é propicio de reflexão e protagonismo do cidadão ao que tange às escolhas eleitorais, por isso, sob qualquer hipótese se posiciona ou se posicionará em favor de quaisquer líderes políticos, refutando toda e qualquer iniciativa que queira utilizar-se do Altar da Eucaristia para fins de promoção individual ou partidária".

Leia abaixo a íntegra da nota: 

Diante da manifestação pública da Senadora Gleisi Hoffmann sobre o desejo de organizar uma Romaria ao Santuário Nacional de Aparecida no próximo dia 20 de maio, o Santuário oficialmente informa que:
- O Santuário Nacional de Aparecida é um espaço sagrado que acolhe todos os filhos e filhas de Nossa Senhora Aparecida, sem distinção;
- Da mesma forma, também é uma Casa que se coloca contra toda e qualquer utilização do seu espaço para fins políticos ou ideológicos;
- Com base nos valores éticos e cristãos, o Santuário Nacional entende que o momento atual é propicio de reflexão e protagonismo do cidadão ao que tange às escolhas eleitorais, por isso, sob qualquer hipótese se posiciona ou se posicionará em favor de quaisquer líderes políticos, refutando toda e qualquer iniciativa que queira utilizar-se do Altar da Eucaristia para fins de promoção individual ou partidária;
- A cada domingo cerca de 200 romarias passam pelo Santuário Nacional, casa da Mãe Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, e, como cristãos, as portas da Igreja devem estar abertas para os devotos que venham a Aparecida com o objetivo de realmente encontrarem neste espaço uma experiência profunda de fé,
- O Santuário não está organizando ou convidando pessoas para se mobilizarem em favor deste ou daquele político, reafirmando seu compromisso com o projeto "Eu sou o Brasil ético", lançado no início deste ano, com o objetivo de estimular a reflexão crítica dos fiéis;
- Por fim, o Santuário informa que nenhuma celebração deste ou em qualquer outro dia na rotina deste Santuário Mariano é realizado com fim específico que não o de evangelização dos milhares de peregrinos que por aqui passam todos os dias.
Nossa bandeira é o Brasil. Nossa representante é Aparecida, Nossa Padroeira.
Vamos rezar pelo Brasil. Nós temos essa obrigação!

MST padece com a queda do PT do poder. Dois anos sem conseguir manter uma invasão


O fracasso dos atos organizados pelos sindicatos do país no último Primeiro de Maio refletem a derrocada do movimento sindical no país, após a proibição da cobrança do imposto sindical obrigatório imposta pelo presidente Michel Temer. Mas os sindicatos não foram os únicos grupos políticos que tiveram as pernas quebradas durante a atual administração.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) minguou em mais de 90% desde a queda dos governos do PT em 2016. Ao retirar das mãos do grupo o poder de entregar títulos de propriedade, o governo acabou com o maior trunfo do MST para chantagear assentados. Sem o poder de entregar os títulos definitivos a beneficiários da reforma agrária, tarefa assumida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), os líderes do MST não conseguem mais obrigar assentados a participar de atos políticos, invasões e protestos. Apenas em 2017, o governo emitiu 123.553 títulos de posse, provisórios e definitivos. Um recorde histórico. Isto significa que o MST ficou sem poder de explorar 123.553 famílias, que deram uma banana para os líderes do movimento. Este ano, o governo já cumpriu quase metade da meta fixada para este ano, que é entregar 120 mil títulos de posse. Com os títulos em mãos, os agricultores podem obter linhas de crédito para financiar suas lavouras. Antes, estes documentos eram retidos pelos dirigentes do MST como forma de chantagear os assentados.

Há pelo menos dois anos, o MST não consegue manter por mais de uma semana uma invasão de terras em todo o país. Logo que assumiu, o presidente Michel Temer, por meio do então ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, determinou que os governos estaduais promovessem a desocupação imediata de propriedades invadidas.

A atmosfera começou a mudar no país ainda no mês de maio de 2016, quando Polícia Militar (PM) do Paraná, seguindo a nova orientação do governo Temer, cumpriu mandato de reintegração de posse da Fazenda Santa Maria, em Santa Terezinha de Itaipu, na região Oeste do estado. Os integrantes do MST foram expulsos do local por cerca de 500 policiais que seguiram para o local logo que receberam o mandato emitido pela Justiça.

Para tentar impedir a ação policial, manifestantes atearam fogo em dois veículos e fecharam os dois sentidos da BR-277. Os integrantes do Pelotão de Choque da PM logo conseguiram desobstruir a via, com o emprego de bombas de gás lacrimogênio e tiros com balas de borracha contra os participantes do protesto, que  tentaram revidar jogando pedras.

O assessor de Assuntos Fundiários do Paraná, Amilton Serigueli, afirmou que a reintegração não foi ordenada pelo Governo do Estado e é de responsabilidade exclusiva da Polícia Militar. “Estávamos negociando uma reintegração pacífica, estávamos numa boa negociação. agora precisamos saber de onde veio essa ordem. Em 5 anos, é a primeira vez que acontece isso. Temos um acordo de convivência pacífica. De divergência sim, mas de violência não”, afirmou surpreso o representante dos interesses dos invasores, chocado com a nova política do governo federal. Desde então, as invasões de terra no país foram reduzidas em quase 100%. O MST não possui mais um mapa de invasões com pontos vermelhos espalhados por todo o território nacional.


Além de estabelecer um modelo de tolerância zero contra invasões, o governo cortou todos os repasses de dinheiro do contribuinte para o MST. Pouco antes da prisão do ex-presidente Lula, líder do movimento, João Pedro Stédile, prometeu promover invasões em massa em propriedades rurais em todo o país. Ficou só na promessa. Todas as tentativas foram frustradas pela ação da polícia ou por associações de produtores.

As queixas dos dirigentes do movimento são justificáveis. A atividade do MST era bastante lucrativa antes da queda do governo Dilma. Além do faturamento envolvendo negociações de terras, o grupo faturava alto com os repasses generosos dos governos do PT. 

Apenas durante os dois mandatos de Lula, o grupo teria recebido R$ 268,5 milhões, segundo o senador Ronaldo Caiado.

Os líderes do MST, CUT e outros movimentos controlados pelo PT viviam dentro do Palácio do Planalto negociando repasses milionários. Não é por acaso que, assim como os artistas mamadores da Lei Rouanet, os meios de comunicação órfãos das verbas de publicidade governamental e donos de grandes fortunas, o pessoal do MST e CUT nutrem verdadeiro ódio contra o presidente Temer, a quem chamam de golpista. 

De fato, Temer aplicou duros golpes nos braços e pernas políticas do PT ao longo destes últimos dois anos. 

O MST míngua e, assim como o PT, não deve resistir por muito tempo. 

Ao estilo Lula, Gleisi Hoffmann promete ataque contra Raquel Dodge no Conselho do MP


A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffman (PR), parecia completamente fora de controle quando subiu na tribuna do Senado para anunciar que irá entrar com uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra a procuradora geral da República, Raquel Dodge.

Possessa por ter sido denunciada ao STF pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, Gleisi afirmou que irá pedir para que Raquel Dodge seja responsabilizada pela denúncia “irresponsável”, “inepta”, “mentirosa” , “sem provas”, “infantil” , “falsa” e de “má fé” apresentada contra ela, o ex-presidente Lula, e o marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo.

"Não é possível que a irresponsabilidade chegue a esse termo, para que tenhamos denúncias, e para que eles apareçam nos holofotes. Mas espero também que a Procuradoria-Geral da República, a Procuradora, seja responsabilizada por denúncia sem fundamento, por má-fé. Vou apresentar, sim, representação ao Conselho Nacional do Ministério Público — discursou a senadora Gleisi Hoffman.

Gleisi também acusou Raquel Dodge de ter “inventado” a denúncia de crime de lavagem de dinheiro e não caixa dois. Segundo a petista, no caso de seus encontros com Marcelo Odebrecht, a procuradora-geral fez uma interpretação “maliciosa, mentirosa” para tentar desqualificá-la.

— Essa falsificação das minhas declarações é grosseira e até infantil. Por que que eu iria negar que recebi empresários em agendas públicas e nas quais tratamos de interesses do Brasil, que além de tudo eram divulgadas no site da Casa Civil, com fotos, muitas delas? Mas isso é só uma amostra do que há nessa denúncia agora apresentada. Há trechos muito piores, que demonstram a fragilidade e a incompetência com que foi elaborada a denúncia — discursou Gleisi.

Em defesa de Lula, Gleisi disse que as acusações também foram “inventadas”.

— Eles não deixam o Lula em paz — reclamou Gleisi Hoffman, que evitou mencionar o nome do ex-ministro Antonio Palocci, um de seus companheiros na denúncia oferecida ao STF. 

O receio da petista quanto ao colega é compreensível. Palocci acaba de assinar um acordo de delação com a Polícia Federal. 

Como colaborador, o ex-ministro provavelmente ajudará a esclarecer as denúncias da PGR.

Dias Toffoli nega pedido da defesa de Lula para tirar de Moro processo do sítio em Atibaia

A defesa do ex-presidente Lula acaba de sofrer uma derrota de onde menos esperava. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, acaba de negar o pedido de liminar do petista para suspender o andamento da ação penal do sítio de Atibaia, que tramita na 13ª Vara Federal de Curitiba, até o julgamento de mérito da reclamação.

Toffoli havia sido escolhido relator do tema por "prevenção", uma vez que foi o voto vencedor no julgamento da semana passada, na qual o a Segunda Turma do STF decidiu retirar do juiz Sérgio Moro trechos das delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht sobre o sítio e sobre suspeitas de irregularidades na instalação do Instituto Lula. Na ocasião, os ministros da Segunda Turma ordenaram o envio dos trechos das delações contra Lula para Justiça Federal de São Paulo

Na decisão desta quinta-feira, 03, o ministro do STF reconheceu que não houve afronta por parte da decisão do juiz Sergio Moro ao que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento da Petição 6.780. No final de abril, o Supremo entendeu que as delações da Odebrecht que citam Lula nada têm a ver com fraudes a contratados da Petrobras, objeto da "lava jato" em Curitiba. Por isso, esses trechos de delações deveriam ser enviadas para São Paulo, onde ocorreram os supostos ilícitos.

Foi justamente com base na decisão da Segunda Turma que defesa de Lula resolveu entrarcom pedido para que as ações penais que tratam do caso do sítio de Atibaia e do Instituto Lula fossem enviadas para a Justiça Federal de São Paulo. Moro, porém, recusou-se e disse que só tomará uma decisão depois que o acórdão for publicado.

Diante da negativa, os advogados do ex-presidente ingressaram com Reclamação no Supremo, alegando que houve afronta ao decidido pela corte.

Porém, segundo o ministro Dias Toffoli ao julgar a Petição 6.870, em abril, a 2ª Turma não examinou a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba, tampouco determinou que as ações fossem redistribuídas para a Justiça Federal de São Paulo. "Assentou-se apenas, em caráter provisório e com base exclusivamente nos precários elementos de informação constantes dos autos da PET 6.780, não ser possível afirmar-se que os termos de depoimentos de colaboradores teriam vinculação com o juízo da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba", afirmou o ministro, mantendo o caso do sítio de Atibaia nas mãos do juiz federal Sérgio Moro.

Ao negar o pedido, Toffoli citou que a decisão de remeter depoimentos foi isolada e que a turma não tirou a competência de Sérgio Moro para o tema.

“Dessa feita, determinou-se o encaminhamento isolado de termos de depoimento que originariamente instruíam procedimento em trâmite no Supremo Tribunal Federal à Seção Judiciária de São Paulo, bem como que, em relação a esses termos de depoimento – e não em relação a ações penais em curso em primeiro grau - fossem oportunamente observadas as regras de fixação, de modificação e de concentração de competência", afirmou o ministro.

Lula agoniado na prisão. Petista se queixa do isolamento antes de completar 30 dias na cadeia


A vida do ex-presidente Lula na prisão não tem sido nada fácil, afirmam interlocutores. O petista está frustrado por não ter recebido a visita de nenhuma autoridade ou celebridade estrangeira desde que foi preso, passou o seu primeiro e simbólico Dia do Trabalho encarcerado e não tem conseguido articular os bastidores da política nacional.

Entre as únicas visitas que está autorizado a receber, seus advogados e familiares, não há ninguém animado ou capaz de fazer a interlocução com políticos em nome de Lula. Os advogados estão bastante ocupados com recursos e mais recursos, e seus filhos se recusam a correr o risco de exposição em encontros com aliados do pai.

A aflição de Lula na prisão não está restrita aos pequenos problemas 'técnicos' decorrentes de seu encarceramento e isolamento da sociedade. 

O petista está agoniado com o fato de seu ex-ministro e ex-braço direito Antonio Palocci ter conseguido assinar um acordo de delação com a Polícia Federal.

Como se não bastasse a preocupação com seu agora convertido num inimigo letal, Lula está também apreensivo com a nova denúncia oferecida ao Supremo Tribunal Federal pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. 

Nesta nova denúncia, Lula é acusado de ter aceitado US$ 40 milhões da Odebrecht para beneficiar a empresa em mais de U$ 1 bilhão com dinheiro do BNDES.

Diante de tantas adversidades, Lula tem manifestado nervosismo por não poder fazer nada, na medida em que sua situação vai se complicando. Inconformado com a redução da mobilização do acampamento em torno de sua prisão e da queda do interesse da imprensa na vigília que míngua a cada dia, o ex-presidente cobra providências de seus subordinados para que façam alguma coisa para manter seu nome em evidência. 

Segundo interlocutores, o petista está amargo e se queixa de que sua vida não está sendo fácil na prisão. A culpa, segundo estes interlocutores, seria do próprio Lula. 

Centralizador e pouco precavido, o petista não teria sido capaz de confiar em outros membros do partido para articular as alianças e fazer o que fosse necessário. 

Ignorar que seria preso foi um erro.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Toffoli demonstra que tem mais juízo que Gilmar e mantém processo do sítio com Moro

A tentativa da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de tirar o processo do sítio de Atibaia da jurisdição do juiz Sérgio Moro, acaba de ser frustrada pelo ministro Dias Toffoli.
Ele rejeitou o pedido protocolado pelo abobalhado Cristiano Zanin.
O advogado de Lula alegava que a decisão de Moro de manter o processo em Curitiba foi uma "clara afronta" ao entendimento da Segunda Turma.
Toffoli não reconheceu no ato de Moro uma eventual afronta ao STF. "Neste juízo de delibação, não vislumbro a apontada ofensa à autoridade do Supremo Tribunal Federal", escreveu o ministro.
Na reta final e quase pronto para ser sentenciado, o processo do sítio pode significar mais alguns anos de xilindró para o meliante petista.
Vem sentença pesada por aí.
Com informações do Jornal da Cidade Online.

O triste fim de carreira de Fábio Assunção, novamente preso e sem dinheiro para pagar a fiança

A que situação lastimável chegou o ex-galã Fábio Assunção.
Parecia estar em processo de recuperação, após o episódio ocorrido no ano passado no Pernambuco, quando foi preso pela primeira vez, mas a recaída revela o quanto é difícil se libertar das drogas.
Preso novamente nesta quinta-feira (3), após se envolver em um acidente de carro, o ator se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi preso.
A fiança foi arbitrada em R$ 30 mil reais.
Fabio não tem esse dinheiro.
O advogado tentou justificar, alegando que o ator não quer pagar ‘por uma questão de princípios’, registrou o Jornal da Cidade Online.
Que princípios? Bêbado e possivelmente drogado às 5 horas da manhã tem princípios?
O advogado ainda argumenta que ‘a prisão é ilegal e que foi um acidente, que poderia acontecer com qualquer um de nós’.
Não é verdade que poderia acontecer com qualquer um. Não foi um simples acidente.
Quem anda nas condições de Fábio Assunção deve prever que coisas assim fatalmente irão acontecer.
Felizmente, não houve vítimas.
Internem esse moço. Ele não está em condições de conviver em sociedade. É um fato.

Para manter “militontos” sob controle, PT divulga novo Fake News de Moro

A estupidez e bizarrice dos petistas é sem critérios, infame e medíocre.
A prisão do meliante Luiz Inácio Lula da Silva fez o desespero tomar conta do partido.
Nesse sentido, os veículos petistas, especializados em divulgar notícias caluniosas e irresponsáveis contra aqueles que consideram adversários, perderam a noção e os limites.
O mais recente Fake News envolvendo Sérgio Moro, retrata uma suposta credencial de agente do FBI, com a foto do juiz.

A coisa é tão esdrúxula que a publicação parece ser coisa de humor, tipo o site ‘Sensacionalista’.
Mas não, eles repassam como se fosse verdade, uma grande descoberta.
E a militância divulga e compartilha como se fosse coisa séria, como se fosse uma prova contra o magistrado, registra o Jornal da Cidade Online.
É a lobotomia.

General expõe abertamente a "fauna dos esgotos" de Gilmar, Dias Toffoli e Lewandowski

Não sei se os chamo de irresponsáveis ou, simplesmente, de repugnantes desavergonhados, comprometidos com o que há de pior na fauna dos esgotos!
Não sei nem se devo chama-los assim, mas, após 50 anos de servidão e do juramento de doar até a vida pelo meu País, não posso intimidar-me diante do poder que as circunstâncias e os conchavos conferiram a esses três juízes sem respeito ou juízo!
Agrego a minha revolta à dos brasileiros de bem que, neste momento, regurgitam diante da afronta que envergonha a Nação apenas para proteger Lula da Silva, o criminoso e comparsa de tantos que o adotaram como modelo e a quem me permito pensar que temem porque lhes conhece as entranhas da fortuna e dos malfeitos.
Permaneço fiel aos princípios da legalidade e da legitimidade para que estes assegurem o mínimo de estabilidade e paz enquanto o Brasil atravessa o lamaçal de corrupção que o Partido dos Trabalhadores e seus aliados, dentro e fora do governo, deixaram em nosso caminho.
Como Júlio Cesar, na Roma antiga, esses três incautos lançam-se à sorte e ignoram o risco da travessia do Rubicão, levando consigo a Suprema Corte e acreditando na proteção efêmera da toga, mas esquecendo dos 23 talhos de adaga que, no Senado Romano, depuseram o imperador e a sua arrogância.
Que essa recordação alegórica e o seu dramático final sirvam de alerta para todos, porque, se ao Senado faltam adagas, ao povo brasileiro não falta vontade para colocá-los na lata de lixo da história.
Gen Bda Paulo Chagas

PT recua e negocia “perdão judicial” para que Lula possa concorrer em 2022

No PT já não existe há muito tempo a ilusão de que Lula possa ser candidato em 2018. Qualquer resquício esvaiu-se com a prisão em 7 de abril.
A luta agora é conseguir a soltura do ex-presidente e, desta forma, buscar o pleito eleitoral para negociar um indulto.
Com esta senha, qualquer candidato competitivo, de esquerda ou centro-esquerda, poderá ter o apoio do PT.
Por enquanto, segundo Mônica Bergamo, colunista da Folha e ‘porta voz’ do partido, somente Boulos prometeu o ‘perdão judicial’. 
Este não conta. É candidato que não pontua e foi desmascarado, após essa tragédia em São Paulo.
Ciro Gomes, por sua vez, recebeu um simpático aceno de Jaques Wagner, sugerindo que o PT poderia indicar o vice na sua chapa. A tentativa de Wagner foi imediatamente rechaçada por Gleisi Hoffmann: “Mas ele não sabe que o Ciro não passa no PT nem com reza brava?”.
Na realidade, Ciro jamais vai assumir publicamente o compromisso de perdão judicial a Lula. A perda seria muito grande. Pode fazê-lo em segredo, mas ninguém no PT, nem em lugar nenhum, confia em Ciro.
Assim, a situação do PT é bastante complicada. Todos os seus parlamentares tem agora suas preocupações individuais e doravante devem começar a se preocupar com elas.
É a busca da reeleição.
Lula, caso não seja solto logo, fatalmente será esquecido no cárcere. Pelo menos, até o dia do pleito. O problema é que até lá, poderá ter outras condenações e outros decretos prisionais.
texto: Amanda Costa, articulista e repórter

Cai definitivamente a máscara...

Um resultado do fatídico desabamento do prédio em São Paulo foi obrigar parte da imprensa a admitir que os tais "movimentos sociais" não são formados por anjos e paladinos da justiça.
"Mas não se pode deslegitimar" ou "não é o caso de criminalizar" foram as desculpas mais lidas após o reconhecimento do fato de que o MTST e seus afiliados são os coronéis da nova "indústria da seca", rebatizada como comércio de invasões.
Desculpas envergonhadas, tímidas, de quem sabe que está tentando salvar os anéis depois de terem sido perdidos os dedos.
Quem emprega essas desculpas ainda acha, às vezes ingenuamente às vezes maliciosamente, que tais movimentos são instrumentos na luta por moradia para todos. Só que basta uma passada no próprio site do MTST pra descobrir que esses "movimentos sociais", na verdade, estão em guerra, e seus filiados não passam de soldados arregimentados, quer eles saibam disso quer não.
Em 2015, durante a movimentação para o impeachment, Lula falava em "exército do Stédile" (que até agora não deu as caras), e o que se vê nesse momento é o nascimento do "exército do Boulos" (Lula, ele próprio, já esteve no papel de general de um exército, o dos metalúrgicos).
Está lá, na parte de "objetivos" do site do MTST, que o que o movimento deseja é a "construção do poder popular".
Além disso, dizem seus líderes que "as formas de atuação do MTST estão centradas na luta direta contra nossos inimigos", sendo esses "inimigos" "as leis, o governo, a justiça" que refletem os interesses de "patrões, proprietários de terras e banqueiros".
O MTST NUNCA quis resolver o problema da moradia, assim como o MST nunca quis resolver o problema do latifúndio, ou como a UNE nunca desejou a universalização de um ensino de qualidade, ou como os sindicatos nunca desejaram o pleno emprego, porque o atingimento desses objetivos significaria o fim de suas clientelas.
Prova disso é que os desabrigados pelo desabamento recusaram as ofertas da prefeitura para irem a albergues da região, e preferiram permanecer no meio da praça, segundo o Padre Júlio Lancelotti (que certamente deve envergonhar todo católico que se preze), numa "atitude de enfrentamento".
No albergue as famílias encontrariam, além de abrigo e proteção, chuveiro quente, muda de roupas e 3 refeições diárias. Mas eles preferem permanecer numa ocupação sem água corrente, sem energia elétrica, com toque de recolher e com esgoto correndo livremente pelos corredores.
Ora, não há "inimigos" num regime democrático. Pode haver adversários, pode haver discordâncias, mas "inimigos" só os há numa guerra. "Inimigos" não coexistem, inimigos buscam a destruição um do outro.
Sempre que abre a boca pra falar em "democracia", Guilherme Boulos ressalta que não tem interesse em democracia "política" se não houver democracia "econômica", ou seja, SOCIALIZAÇÃO.
O movimento não quer a parcela dele no espaço urbano, ele quer a minha e a sua.
Entender isso é fundamental.
Em agosto de 2016, no rescaldo do impeachment, Lindbergh Farias disse na tribuna do Senado que não haveria conciliação.
É verdade. Não pode haver. Somos nós ou eles.
E é bom lembrar, como mostra a história, que eles estão dispostos a tudo.

texto: Rafael Rosset, advogado

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Zanin, furioso e abalado com contragolpe, não terá como cumprir determinação judicial

A festa realizada no escritório Teixeira & Martins, logo após a decisão da 2ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou que o juiz Sérgio Moro enviasse para a Justiça Federal de São Paulo, as delações da Odebrecht, transformou-se numa sucessão de verdadeiros ataques de fúria protagonizados pelo advogado Cristiano Zanin.
A paz e a alegria no 19º andar da Rua Padre João Manuel, 755, sede do escritório em São Paulo, durou pouquíssimos dias, registra o Jornal da Cidade Online.
Açodado, desconfortável e derrotado com a prisão de Lula, Zanin não tem a frieza necessária para litigar num processo tão difícil, contra um Ministério Público extremamente diligente e um juiz frio, estrategista e profundo conhecedor das nuances da lei.
O advogado atropela os fatos e tenta forçar situações que não encontram amparo legal.
Em petição protocolada no dia 30, Zanin coloca o próprio ministro Dias Toffolli numa situação delicada. Peticiona requerendo que o ministro determine que o juiz Sérgio Moro envie os processos contra o ex-presidente Lula, em trâmite em Curitiba para a Justiça Federal de São Paulo e anule o andamento de tais processo.
Toffoli não tem como atender o pleito. Estaria extrapolando os termos de sua decisão e, em consequência a decisão do STF.
Por outro lado, numa outra frente, tentando pressionar o juiz Sérgio Moro, Zanin atravessou uma outra petição pedindo o desbloqueio dos fundos de previdência de Lula.
O magistrado foi cirúrgico. Mandou que a defesa do ex-presidente comprovasse a licitude dos ganhos.
Zanin que exigia provas, agora terá que oferecer provas, numa situação que ele próprio provocou.
Terá que demonstrar que as palestras de Lula realmente aconteceram, comprovar os ganhos e a entrada legal do dinheiro.
Uma tarefa inglória. A petição juntada por Zanin nesta quarta-feira (2) é esdrúxula, medíocre e não faz a prova da licitude dos ganhos. Menciona as tais palestras sem fazer prova da realização.
O dinheiro fatalmente permanecerá bloqueado.
Moro é inigualável.

OPERAÇÃO MÃOS SUJAS

Sempre ouvi, incrédulo, que nenhuma organização criminosa com o porte e a extensão adquirida pela que se apoderou do Brasil conseguiria agir sem seus tentáculos alcançarem o Poder Judiciário.
As dúvidas que tinha caíram ante a conduta servil de alguns ministros do STF à advocacia dos criminosos; caíram ante o manifesto rancor que têm pela Lava Jato e seu empenho em fatiá-la; caíram ante tudo que fazem, enfim, para anular seus efeitos enquanto vestem a impunidade com o mais cínico manto dos bens jurídicos inalienáveis.
Nós, cidadãos, passamos a contar votos no STF... Querem nos convencer de que cada placar expressa uma decisão “institucional”, resultado legítimo de uma contenda “democrática”. Ora, senhores! Isso é institucionalidade e democracia de valhacouto, onde só interessa saber quem se salva. Sim, porque – malgré tout (a chicana adora francês) - ainda há quem preserve a dignidade e pense no país. A esses poucos, os nossos respeitos; e a tremeluzente chama da nossa esperança.
Em sua Oração aos Moços, Rui fala do agigantamento do poder nas mãos dos maus e deduz que, diante dele, o homem chega a rir-se da honra e envergonhar-se da honestidade. Rui não fazia idéia do que estava por vir. O que percebo no Brasil, o que sinto na carne, nos ossos e na alma é um desejo de que este tempo passe, de que esses mandatos se extingam, de que esta geração de poderosos desapareça.
O que estou aprendendo, nos meus tantos anos já contados, é a odiar a indignidade, a desonra, e o menosprezo a valores sem os quais nenhuma nação se sustenta. E a amar cada vez mais os bens morais que inspiraram os fundadores da pátria e que aos poucos se foram dispersando sob a tirania dos donos do poder.
Não, não pode ser coincidência que tão desqualificada composição do Supremo esteja em exercício neste tempo, nestes dias. Não, o mal não joga dados! A operação mãos sujas tem a mesma idade da organização criminosa. Nasceram na mesma maternidade e do mesmo ventre - a Constituição de 1988.

artigo de Percival Puggina, escritor e  membro da Academia Rio-Grandense de Letras, 

PGR denuncia ministro Blairo Maggi por corrupção

A procuradora-geral da República Raquel Dodge denunciou Blairo Maggi, ministro da Agricultura, por corrupção ativa. Segundo a PGR, Maggi, quando governador de MT, participou do esquema de compra e venda de vagas no Tribunal de Contas do Estado.

Nome de Dilma consta na denúncia da PGR sobre crimes praticados por Lula e seu bando no governo entre 2002 e 12 de maio de 2016


A ex-presidente Dilma Rousseff foi nominalmente citada na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República esta semana contra o ex-presidente Lula e parte de seu núcleo político que atuou nos esquemas de corrupção ocorridos durante os governos do PT entre os anos de 2002 e de 2016.

Embora a denúncia aponte como protagonistas da contextualização dos fatos o ex-presidente Lula, a senadora Gleisi Hoffmann e seu marido Paulo Bernardo, o ex-ministro Antonio Palocci e o empresário Marcelo Odebrcht, a atuação da organização criminosa, segundo a PGR, se estendeu pelos dois mandatos de Lula e o mandato e meio da ex-presidente Dilma Rousseff. Abaixo, o trecho da denúncia apresentada esta semana ao Supremo Tribunal Federal:

"Para a melhor compreensão dos crimes narrados nesta denúncia, é preciso cotejar os fatos imputados aqui com os descritos na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República em 05/09/20179 , que imputou crime de organização criminosa (art. 2º -§3º e § 4º-II, III e V da Lei n. 12.850/2013) a várias pessoas da cúpula do Partido dos Trabalhadores, entre elas os ex-Presidentes LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e DILMA ROUSSEFF, além de outros de expoentes do Partido, como GLEISI HOFFMANN, PAULO BERNARDO e ANTONIO PALOCCI. De 2002 a 12 de maio de 2016"

GLEISI HOFFMANN, , PAULO BERNARDO e ANTONIO PALOCCI integraram e estruturaram organização criminosa que atuou durante os mandatos dos ex-Presidentes LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA e DILMA ROUSSEFF" apontou a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

A presença de Dilma permeou todo o período em que o PT permaneceu no poder durante os mais de treze anos em que a organização criminosa comandada pelo ex-presidente Lula saqueou os cofres públicos. A petista foi Presidente do Conselho da Petrobras e ministra Chefe da Casa Civil antes de ser indicada por Lula como sua sucessora em 2009. O roubo do PT cessou logo após o afastamento de Dilma do governo, após o processo do impeachment. 

Comerciantes se recusam a receber notas com carimbo Lula Livre - petistas revoltados


Militantes que participaram do ato em defesa do ex-presidente Lula em Curitiba neste 1.º de maio se envolveram em confusões no comércio na região central da capital paranaense quando tentaram passar cédulas carimbadas com a a imagem do condenado e a expressão Lula Livre.


Com receio de ter as cédulas rejeitadas por clientes no momento de formar troco, vários comerciantes locais se recusaram receber as notas carimbadas no acampamento próximo à Sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula está preso desde o início do mês de abril.

O Banco Central do Brasil, a instituição responsável pela emissão das cédulas e pela atividade de saneamento do meio circulante possui políticas para determinar a invalidação de notas, como forma de manter o dinheiro em circulação em boas condições de uso.  As cédulas inadequadas à circulação podem ter valor ou não ter valor, em função do grau de dano apresentado.


Em alguns casos, as notas danificadas devem ser retiradas de circulação, como as cédulas manchadas, sujas, desfiguradas, gastas ou fragmentadas; com marcas, rabiscos, símbolos, desenhos ou quaisquer caracteres a elas estranhos; com cortes ou rasgos em suas bordas ou interior; queimadas ou danificadas por ação de líquidos, agentes químicos ou explosivos etc.



Um grupo chegou a ficar retido em uma padaria na região central de Curitiba, até que um de seus integrantes efetuou o pagamento por meio de seu cartão de débito. Nenhum dos rapazes e moças possuía notas sem os carimbos com a face de Lula e a inscrição "Lula Livre". O rapaz que pagou as despesas do grupo também não quis ser reembolsado com as notas carimbadas dos colegas e combinou receber posteriormente as despesas de cada um. 

Emílio Odebrecht confirma que Lula 'liberou 1 bilhão de dólares só da conversa. PGR detona Janot


No corpo da denúncia apresentada contra o ex-presidente Lula e parte de seu núcleo na organização criminosa que assaltou os cofres públicos entre 2002 e 12 de maio de 2016, a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, destaca um evento significativo ignorado por seu antecessor Rodrigo Janot. Na denúncia apresentada contra o ex-presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal, a PGR aborda a "ultimação dos trâmites de reserva do dinheiro e de entrega da vantagem indevida, fruto da corrupção ativa e passiva por parte de Lula e do empresário Emílio Odebrecht.

"Ouvido pela PGR em 14/12/2016 (Termo de Colaboração n° 26 anexo em mídia) especificamente sobre este episódio, EMÍLIO ODEBRECHT confirmou o seguinte (1min20s):

“Foi efetivamente o que ocorreu. Que Marcelo me pediu que eu conversasse com Lula. Foi num período em que houve queda de petróleo muito grande e que Angola e 'tava' com restrições orçamentárias, de disponibilidade; o orçamento mingou bastante e era importante que houvesse uma ampliação na linha de crédito que Brasil tinha com Angola. Tinha um valor que nós chegamos com outras empresas e isso não era só da Odebrecht, era para outras também. Passava por um órgão, a COFIG, um comitê".

Já existia essa linha e nossa provocação foi aumentar para suprir o período que Angola estava com restrições orçamentárias, fruto da redução do petróleo. E isso foi pedido. Cheguei ao Lula e pedi a ele. Estava em tramitação. Se ele pudesse prestigiar para que não houvesse dificuldades nessa extensão na linha de crédito. (…) Foi resolvido. Foi atendido pelo governo. E isso desafogou lá em Angola. Isso foi em 2008, 2009. A aprovação acabou sendo em meados de 2010. E o valor aprovado foi um bilhão de dólares”, confirmou Emílio Odebrecht.

Estes fatos narrados pelo patriarca da maior empreiteira do Brasil foram ignorados pelo ex-PGR, Rodrigo Janot. 

Nesta nova denúncia da procuradoria-geral, há pedidos de condenação e ressarcimento contra o ex-presidente Lula, a senadora Gleisi Hoffmann, os ex-ministros Paulo Bernardo e Antonio Palocci, além das denúncias por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro contra os citados acima. O empresário Marcelo Oderbecht também foi denunciado por corrupção ativa. 

Em 2014, Dilma pediu R$ 30 milhões a Joesley Batista, da JBS, para campanha de Fernando Pimentel, confirma delator


Apesar de ter sido apontada diretamente como operadora de esquemas de corrupção por vários delatores, como Marcelo Odebrecht, Antonio Palocci, João Santana e Monica Moura, a ex-presidente Dilma Rousseff tem escapado de investigações e denúncias criminais de forma surpreendente.

A petista teria pedido ao empresário Joesley Batista, do grupo JBS, para doar R$ 30 milhões para a campanha de Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais. A informação consta de um dos anexos da delação premiada negociada entre os donos da companhia, maior produtora de proteína animal do mundo, com a Procuradoria Geral da República.

Dilma teria se reunido com Joesley Batista no Palácio do Planalto no final de 2014,  para tratar da doação, feita via caixa 2. Na prestação de contas de Pimentel à Justiça Eleitoral, constam várias doações da JBS, mas em valores bem mais baixos.

Como em outros casos, inclusive aquele em que Joesley confirma ter movimentado cerca de R$ 300 milhões para Lula e Dilma em contas no exterior, nenhuma denúncia foi apresentada contra a petista no âmbito do famigerado acordo de delação premiada dos açougueiros da pequena Friboi de Goiás que prosperou durante os anos de corrupção do PT.

Como se não bastasse, os integrantes da suposta organização criminosa comandada por Joesley Batista com o PT permanecem todos livres. A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, já pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, a rescisão do vergonhoso acordo de delação. Fachin permanece sentado sobre o calhamaço sem tomar nenhuma providência. Raquel Dodge defende que Joesley e seu bando paguem pelos mais de 200 crimes que cometeram, mas depende da decisão de Fachin, o homem que homologou o acordo absurdo de Janot e Joesley. 

O fracasso do ato do condenado no 1.º de maio. Micou manifestação na frente da prisão de Lula


Sem conseguir esconder a decepção com a baixíssima adesão de manifestantes, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, encerrou o ato em Curitiba neste 1.º de maio. A previsão de um ato monstro foi frustrada pela presença de pouco mais de  cinco mil pessoas que se dispuseram a comparecer ao local, de acordo com a Polícia Militar.

Durante o encerramento do ato, Gleisi leu mais uma carta escrita da prisão pelo ex-presidente Lula, na qual o petista disse sentir tristeza porque a "nossa democracia está incompleta" e comparou o desempenho do governo Michel Temer na economia com  seus dois governos, durante o auge do boom das commodities no mercado internacional. Incapaz de criticar o atual governo pela queda recorde da inflação e dos juros, Lula voltou a criticar o preço do gás, mas evitou mencionar a desgraça dos governos de seu poste, a ex-presidente Dilma Rousseff.

Depois de ler a carta, Gleisi se dirigiu ao minúsculo público para refutar a possibilidade de um plano "B" no PT, numa crítica direta ao ex-ministro Jaques Wagner, que cogitou neste fim de semana uma aliança entre Haddad e Ciro Gomes, com o PT na vaga de vice. "Se alguém falar em plano 'B' para vocês, não acreditem. Lula vai ser o nosso candidato", disse a senadora.