sexta-feira, 16 de novembro de 2018

BNDES: Vai faltar cadeia na romaria a Curitiba

Uma das maiores expectativas do povo brasileiro, sobretudo dos eleitores de Bolsonaro, é a decretação do fim do sigilo das operações do BNDES, decretado pela então presidente Dilma Roussef com clara intenção de proteger a turma que hoje está presa ou respondendo processo na Lava Jato.
Mas não são só as operações do BNDES que estão (ainda) sob sigilo. Também os arquivos do Banco do Brasil, da Camex, da ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores), da Secretaria do Tesouro Nacional e da Secretaria de Assuntos Internacionais, do Ministério da Fazenda.
Entre 2003 (governo Lula) e junho de 2013 (governo Dilma) o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) concedeu financiamentos de R$ 2,4 bilhões para as nove empreiteiras investigadas pela operação Lava Jato. Ao longo dos anos, foram 2.481 operações realizadas, sendo que 2.471, ou R$ 1,6 bilhão, “financiamentos indiretos automáticos”. Todos considerados "sigilosos". Em 2015 a Dilma decretou sigilo para 760 documentos referentes à Odebrecht, a empreiteira que mais se beneficiou dos recursos públicos.
Aos "amigos ideológicos" o BNDES emprestou U$ 8,6 bilhões de 2003 a 2013. Dos U$ 8,6 bilhões emprestados pelo BNDES, Angola levou 33%, Argentina 22%, Venezuela 14% e Cuba 7%, perfazendo 76% do montante.
A grande maioria desses empréstimos e financiamentos foram feitos com dinheiro dos nossos impostos, e sem qualquer lastro. Dilma sabia disso, e, para escapar de um processo por improbidade administrativa e gestão fraudulenta, se esforçou ao máximo para mantê-los como sigilosos, contrariando completamente o princípio da transparência administrativa.
O PT acreditou que iria se eternizar no poder e que nada disso seria "vazado", tanto que Dilma decretou o sigilo por 15 anos, e em 2015, mesmo pressionada pelos Ministros do TCU, vetou qualquer possibilidade de colocar a público as operações.
Mas elas virão e vão mostrar que tudo o que vimos de mensalão e petrolão até agora é quase nada perto do que está pra ser descoberto.
Está justamente aí o terror da esquerda, o motivo da depressão de Dilma e Lula, e o tremendo empenho para sabotar o governo Bolsonaro. Ele vai quebrar o sigilo. Vai "degravar" a caixa-preta, e muita gente vai em cana. Todas as operações irregulares serão alvos de investigações bastante apuradas, e será feita uma auditoria geral no BNDES, BB e outros. Vai faltar cadeia para abrigar tanta gente.
Se for descoberto (e será) que houve favorecimento a ideologias, empreiteiras, políticos, com a anuência da Dilma, a ex-presidente - que até agora passou incólume pela Justiça - irá responder a um belo processo por improbidade administrativa e poderá se preparar para passar os fins dos seus dias tricotando em alguma cadeia. Muita gente desses órgãos também vai fazer uma romaria a Curitiba, mas com passagem só de ida.
Num primeiro momento a esquerda vai relinchar. Os sindicatos, movidos pela máquina política da esquerda, vão iniciar greves para tentar tirar a atenção da população. Coletivos pagarão suas dívidas criando polêmicas, na tentativa de lançar uma nuvem de fumaça sobre as investigações. Vão usar de todos os meios possíveis para proteger a camarilha que levou o país para a beira do precipício.
O governo saberá, com o nosso apoio, reagir a todos eles, e colocar cada um no seu lugar...
De preferência na cadeia.
texto de Marcelo Rates Quaranta, articulista

Com o dinheiro enviado à ditadura cubana, o Brasil poderia ter contratado três vezes mais médicos, dizem políticos

Enquanto a extrema-esquerda tenta criar justificativas para a transferência dos salários dos profissionais do programa Mais Médicos para a ditadura cubana, políticos brasileiros apontam que, se é aceitável que o médico receba apenas um quarto do que o governo brasileiro paga, os outros três quartos poderiam ser utilizados para contratar outros médicos, e assim servir a população. 

O senador Álvaro Dias faz as contas e questiona: “Pelas regras, o Ministério da Saúde transfere à Opas (braço da Organização Mundial da Saúde) o valor de R$ 11.520 por médico cubano. A Opas repassa aos contratados cubanos cerca de R$ 3.000. A diferença fica com o governo de Cuba, além de 5% para a Opas. Isso quer dizer que, em quatro anos, o Brasil transferiu para a ditadura cubana cerca de R$ 4,9 bilhões, e a Opas ficou com R$ 355 milhões. Já os médicos, que fazem todo o trabalho, ficaram com cerca de R$ 2,2 bilhões. Com os 5,2 bilhões que são repassados aos intermediários que ganham com o trabalho dos outros, quantos médicos mais poderiam ser contratados?”. 

O presidente do PTB, Roberto Jefferson, sugere outro nome para o programa. Jefferson diz: “A esquerda está escandalizada com o fim do contrato do Mais Médicos. Mas pensem bem: com o dinheiro que é transferido do Brasil para o caixa da ditadura cubana, dava para contratar três vezes mais médicos. O programa com Cuba devia ter se chamado ‘Mais Grana, Menos Médicos’. A ditadura cubana faturou mais de R$ 5 bilhões com o programa Mais Médicos. E ainda assim está devendo diversas parcelas do "empréstimo" com o BNDES para construção do Porto de Mariel. Na hora de lidar com dinheiro, comunista é muito mais esperto que qualquer outro capitalista”.

7,1 bilhões de reais para Cuba

De acordo com o UOL, o Brasil pagou a Cuba 7,1 bilhões de reais, entre 2013 e 2017, no âmbito do programa Mais Médicos.

“Pelas regras, o Ministério da Saúde transfere ao órgão o valor de R$ 11.520 por profissional. A Opas repassa aos contratados cubanos cerca de R$ 3.000. A diferença fica com o governo de Cuba.”

Sem o ouro de Moscou, os cubanos avançaram no ouro brasileiro, graças à nossa incompetência como nação e aos ideólogos petistas.

A vergonha dos brasileiros

A sabotagem da ditadura castrista contra Jair Bolsonaro só ocorreu porque o Brasil é vergonhosamente despreparado.

Leia um trecho do editorial do Estadão:

“A súbita decisão de Cuba de retirar todos os seus médicos de uma vez mostra o tamanho da irresponsabilidade do governo petista quando submeteu um programa social aos humores e interesses estratégicos de um regime ditatorial estrangeiro.

Tudo isso serve para relembrar que o Mais Médicos – remendo emergencial feito por um governo em apuros – só existe e se tornou essencial porque o Estado brasileiro falhou e continua a falhar miseravelmente em oferecer saúde pública com um mínimo de qualidade para boa parte dos cidadãos. A manutenção dessa situação deveria envergonhar brasileiros de qualquer ideologia.”

Mais Mortos

“Algumas prefeituras receberam a informação de que Cuba orientou seus profissionais a suspenderem os atendimentos já nesta quarta-feira”, diz a Folha de S. Paulo.

Se o PT estava à procura de um cadáver para acusar Jair Bolsonaro, talvez agora consiga encontrar alguns.

O PT será varrido do Itamaraty

A ordem de Jair Bolsonaro é varrer os petistas do Itamaraty, registra O Antagonista

Diz Eliane Cantanhêde:

“A principal recomendação do futuro presidente ao seu chanceler é eliminar vestígios, programas e diplomatas da Era PT, particularmente aqueles ligados a Celso Amorim. ‘Fazer uma limpeza, mudar tudo’, resume-se na equipe de Bolsonaro (…).

No Itamaraty, o clima é de apreensão. Na área militar, de comemoração. Num, o temor de uma caça às bruxas e um novo viés ideológico às avessas. Na outra, a certeza de que o PT será varrido e a política externa voltará à sua tradição de pragmatismo e respeito aos interesses nacionais.”

Bolsonaro deve ‘dividir’ Casa Civil entre Onyx e Mourão

Jair Bolsonaro estuda a possibilidade de dividir as atribuições da Casa Civil entre Onyx Lorenzoni e o vice-presidente, Hamilton Mourão, segundo O Antagonista.

O general Mourão faria a coordenação dos ministros, enquanto Onyx ficaria com a articulação com o Congresso Nacional.

As atribuições do vice seriam formalizadas pela edição de um decreto presidencial em janeiro.’

Juíza foi “impecável e implacável” com Lula

José Nêumanne classifica a atuação da juíza Gabriela Hardt, no interrogatório de Lula, como “impecável e implacável”:

“Quando ele disse que o juiz seria amigo de um delator da Operação Lava Jato, a juíza defendeu o colega e o levou a reconhecer que isso não é verdade. Depois, ao se referir ao power point dos procuradores, ela o advertiu que ele, segundo quem ‘nunca foi tão fácil ser ladrão no Brasil’, não pode intimidar agentes da lei.”

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Para abrir mercado, futuro chanceler vai impor metas a embaixadores

Ernesto Araújo quer transformar as embaixadas brasileiras mundo afora em entrepostos comerciais.

Para estimular a abertura do mercado internacional, o futuro chanceler vai impor até metas de produtividade aos embaixadores.

Quem não apresentar resultado será substituído. A ideia conta com o apoio de Paulo Guedes. Os dois também querem turbinar a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos)..

Zema vai extinguir a ‘força aérea’ de Pimentel?

O governador eleito de Minas Gerais, Romeu Zema, do Novo, deveria extinguir a mini “força aérea” montada por Fernando Pimentel em seu governo.

São dois King Air (300 e 200), um Learjet 35, um Citation 7 e dois helicópteros Dauphin n3 – frequentemente usado por Pimentel e sua família. A Cemig tem mais um King Air 200 e outro King Air c90 GTI, registra O Antagonista.

Paulo Guedes: “O modelo econômico perverso corrompeu a política”

De acordo com O Globo, o futuro ministro da Economia Paulo Guedes, no encontro com os governadores eleitos nesta quarta-feira (14), afirmou:
O modelo econômico perverso corrompeu a política. Foi a economia que corrompeu a classe política. E foi a economia que travou o crescimento econômico. A solução é sair desse modelo econômico perverso. Isso significa que a classe política tem que reassumir o controle. Porque a classe política tem hoje o dinheiro carimbado e não pode fazer nada; 94% do dinheiro está carimbado.”

Brasil: o país das reformas e dos atentados

O nosso Brasil sempre foi conhecido como um país bonito, de imensas riquezas naturais, livres de catástrofes climáticas e “isento” ao terrorismo.
De fato, a terra das bananas nunca foi um grande alvo dos que promovem o terror em função de uma falida e perigosa ideologia.
Não há, por aqui, relatos consistentes de um atentado. Entretanto, os cidadãos sofrem com eles todos os dias.
Erroneamente, com a chegada do novo comando ao Planalto Central, boa parte da população verde e amarela acreditou que haveria um “cessar-fogo” e poderíamos respirar um pouco.
Erramos.
É um privilégio não termos que lutar como o bravo povo de Israel que nesta semana foi vítima de ataques a civis, vindos de Gaza.
O curioso é que no mesmo período fomos alvejados por duas grandes tentativas de golpe a ferir profundamente todas as esperanças de liberdade ante ao rescaldo vermelho deixado pelo PT.
Eu me refiro ao soturno aumento dos salários dos ministros do STF, protagonizados por um Senado a decair.
Falo, também, da segunda pauta. Eles querem diminuir o alcance da lei da ficha limpa para que os derrotados no pleito deste ano e outros inúmeros ladrões saiam beneficiados.
Observando o cenário como um todo, o governo algoz do maior atentado da história do planeta, em termos de corrupção, parece que ainda estica os seus tentáculos a fim de comprometer os sonhos de milhões de bons brasileiros. Erguei-vos, eleitores.
Não permitamos lamúrias futuras, vamos protestar agora contra o que há de errado e o que estão tentando fomentar para comprometer o início econômico e social do ano que se inicia.
Precisamos apoiar a Reforma da Previdência, que urge e compromete o sistema.
Necessita-se cidadãos fiscais para ficarem atentos a  todo e qualquer desvio de conduta de quem foi eleito agora e de quem já está lá.
Se nós somos contribuintes, queremos retorno.
Aos milhões de profissionais altamente qualificados que vivem aqui, peço atenção e união para não sermos reféns de mais atentados.
O convite está na mesa.

texto Alexandre Lacerda, em Conexão Política

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Juíza Gabriela Hardt, substituta de Moro, nega novo interrogatório a ex-presidente Lula

A juíza Gabriela Hardt, substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, negou, nesta terça-feira (13), requerimentos do ex-presidente Lula e do ex-diretor da Odebrecht Paulo Ricardo Baqueiro, registra o Consultor Jurídico.
O pedido era para que eles fossem interrogados outra vez no caso do sítio de Atibaia (SP).
Na decisão, Gabriela Hardt afirmou que o princípio da identidade física do juiz não é constitucional nem absoluto. 
“Fosse diverso o entendimento, estar-se-ia fazendo prevalecer um princípio previsto em lei ordinária, o princípio da identidade física do juiz, em detrimento do princípio do juiz natural, que tem assento constitucional, eis que esta juíza, ou, eventualmente, o juízo titular que suceder o juiz Sergio Fernando Moro, são os competentes para prolatar a presente sentença, e nenhum outro”, alegou Gabriela Hardt.

Se preparem para serem assaltados, atacados e humilhados por bandidos

Acabei de ler a seguinte manchete em um site: “Com mutirão e audiências de custódia, CNJ pretende diminuir em 40 por cento a população carcerária”.
Trocando em miúdos, se preparem para serem assaltados, atacados e humilhados por bandidos de todas as espécies.
Existem casos, sim, em que o preso pode ser apenado com medidas restritivas de direito; penas alternativas; cestas básicas e entre outras. Mas soltar bandido é temerário por demais.
Se não tem vagas no sistema prisional, a culpa não é nossa que trabalhamos, estudamos, produzimos e pagamos pesados impostos.

texto de Sargento Fahur, Deputado Federal no Paraná pelo PSD

Joaquim Levy e a histeria esquerdista

Ainda que tenha sido ministro da fazenda de Dilma Rousseff durante o ano de 2015, o doutor em economia pela universidade de Chicago – tradicionalíssima escola formadora de liberais – Joaquim Levy, nome anunciado como futuro presidente do BNDES pelo governo eleito, ressoa saborosamente aos ouvidos esquerdistas como espúria oportunidade para disseminar entre as pessoas desprovidas de memória a falácia de que a opção pelo ex-integrante do governo petista seria uma suposta tentativa de aplicação do modelo econômico utilizado pelo PT.
Antes de mais nada, e sobretudo, antes das histéricas tentativas comunopáticas de disseminar este raciocínio ludibriador, façamos um rápido exercício de recordação.
Após a reeleição da dona Dilma, municiada por quiméricas promessas, em 2014, o governo petista encontrava-se em uma situação excruciante, ao deparar-se com uma economia em disposição apocalíptica, resultante das estapafúrdias políticas econômicas de Guido Mantega, e precisava desesperadamente de alguém que conseguisse estruturar um plano de recuperação à partir de medidas impopulares para o ajuste das ciclópicas contas públicas, tarefa ingratíssima, uma vez que o plano de governo anunciado era antagônico às ações realmente necessárias para a recuperação da saúde econômica nacional.
O desgaste entre Levy e Dilma era tão garantido quanto o fiasco da administração petista por si só. Seria impossível a implementação das medidas de ajustes orçamentários propostas pelo então ministro diante da lógica keynesiana da cúpula econômica do partido, demasiadamente influenciada pelo ímpeto progressista de Nelson Barbosa, então ministro do planejamento e não por acaso ministro da fazenda após a saída de Joaquim Levy.
Após não suportar mais ser combatido dentro do próprio governo, ser boicotado por aqueles que à priori deveriam fazer coro em torno das propostas apresentadas pelo ministro e demandadas por quem o indicou – o governo –, Levy abandona o ministério da fazenda, como corpo estranho expelido por um organismo que o reconhecia como não mais do que um mal necessário, um intragável antídoto para curar os males provenientes das péssimas práticas do próprio organismo.
Por essa e por tantas outras, torna-se implausível qualquer tentativa de calotear a memória do cidadão, aliciando-o à acreditar que a escolha de Joaquim Levy para comandar o BNDES é a tentativa de Bolsonaro e Paulo Guedes de absorver um ideal econômico supostamente praticado pelo PT, quando em realidade a escolha de Levy para o ministério da fazenda petista em 2015 tratou-se não menos do que um abespinhado balbucio para utilizar soluções liberais sobre os estragos concebidos pela política econômica esquerdista.
É imprescindível ressaltar que, não obstante o esclarecimento sobre a formação e conduta liberal de Joaquim Levy, seja no ministério da fazenda em 2015, seja como vice-presidente de finanças do Banco Interamericano de Desenvolvimento ou em outras passagens dentro da administração pública, como secretário do tesouro nacional e a secretaria da fazenda do estado do Rio de Janeiro, o princípio mais importante de sua indicação como presidente do BNDES, é a condição expressa e irrevogável imposta por Jair Bolsonaro, de abertura total dos sigilos da instituição, exteriorizando e dilucidando para toda a sociedade brasileira o que é, muito possivelmente, a maior caixa preta de nossa história política, o verdadeiro baluarte de perpetuação das campeãs nacionais.

Alain Ibrahim, em Conexão Política

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Bolsonaro quer privatizar BR Distribuidora, diz Mourão

O general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito, afirmou nesta terça-feira (13), em vídeo-conferência com executivos e empresários, que o presidente eleito Jair Bolsonaro quer privatizar a BR Distribuidora.
A BR Distribuidora é uma unidade de distribuição controlada pela estatal Petrobrás.
Após os comentários de Mourão, as ações da empresa subiram, informa a Folha.

Bolsonaro anunciou indicação do general Fernando Azevedo e Silva para assumir o Ministério da Defesa.

Assim que chegou à Brasília, na manhã de hoje, Bolsonaro anunciou, por meio de publicação no Twitter, a indicação do general da reserva do Exército Fernando Azevedo e Silva para assumir o Ministério da Defesa.

Mais tarde, em conversa com jornalistas, ele comentou a indicação. O presidente eleito afirmou que propôs para a Marinha que um almirante comandasse a pasta, porém o militar escolhido declinou por "questões familiares". O nome do almirante não foi revelado.

Bolsonaro declarou que o general Azevedo e Silva "tem uma vida pregressa de serviços excepcionais", com passagem pela missão de paz da ONU no Haiti, experiências em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) e na chefia do Estado-Maior do Exército.

Bolsonaro negou que a escolha tenha sido uma "sugestão" do presidente do STF, Dias Toffoli, a quem o general assessora atualmente.

"Fiz até uma brincadeira, se me permitem, quando ele (general Azevedo e Silva) fez estágio com o Toffoli, daí ele voltou para nós", afirmou.

Twitter, Facebook e Instagram declaram que Jair Bolsonaro não contratou serviços para impulsionar publicações

O Twitter, Facebook e Twitter notificaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que a campanha de Jair Bolsonaro não utilizou serviços para impulsionar publicações e conteúdos durante o período eleitoral.
Esta foi a primeira eleição autorizada para arranque de publicações para fins eleitorais.
Como normal, no entanto, era necessário ser identificado de forma inequívoca e contratado exclusivamente por partidos políticos, coligações, candidatos ou representantes.
A rede social Facebook informou que a página e as conta oficiais do presidente eleito divulgadas pelo próprio TSE “não contrataram impulsionamento de conteúdos no período entre 16 de agosto de 2018 e 28 de outubro de 2018″.
O Facebook afirma ainda que, se a Justiça Eleitoral entender pelo fornecimento de informações envolvendo outras páginas e contas além daquelas registradas junto ao TSE, poderá contatar os operadores dos sites Facebook e Instagram para viabilizar o fornecimento dos dados disponíveis em seus servidores, mediante a indicação das URLs correspondentes, nos moldes da legislação vigente”.
Assim como o Facebook, o microblog Twitter também avisou ao TSE que não detectou nenhum impulsionamento pago de conteúdo por parte da campanha de Bolsonaro.
Com informações, Renova Mídia

Procurador da Lava Jato afirma que Gleisi e Aécio perdem o foro privilegiado em 2019

O procurador da República Roberson Pozzobon utilizou o Twitter para comentar a situação dos atuais senadores, Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Aécio Neves (PSDB-MG).
Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), o foro privilegiado deixa de existir quando há troca de cargos, que foi o caso de Gleisi e Aécio, que eram senadores e se elegeram deputados, registra o site Conexão Política.
“Se a reeleição do parlamentar para o mesmo cargo pode suscitar debates quanto à baixa dos autos para o 1o grau, o foro privilegiado deixa de existir quando há troca de cargo. Nessa situação os atuais sen. Aécio Neves (PSDB-MG) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), futuros deputados”, afirmou Pozzobon.

Assim, conforme a jurisprudência, Gleisi Hoffmann e Aécio Neves poderão responder na Justiça sem foro privilegiado.
Foro Privilegiado
Foro privilegiado é um benefício garantido a algumas autoridades que integram cargos públicos.
Esse direito é relacionado ao julgamento de processos criminais.
O foro privilegiado consente que os indivíduos desses cargos não sejam julgados pela justiça comum (primeira instância) como ocorre comumente com os processos.
Nessa conjuntura, o julgamento do processo ocorre diretamente em um dos Tribunais Superiores: no Supremo Tribunal Federal (STF), no Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou nos Tribunais de Justiça dos estados e do Distrito Federal (TJ).

BOLSONARO CONFIRMA LEVY NO BNDES

Jair Bolsonaro confirmou a O Antagonista a nomeação de Joaquim Levy para o comando do BNDES, apesar de seu histórico de serviços prestados aos governos de Dilma Rousseff e Sergio Cabral.

“Tanta gente que já apoiou a Dilma, apoiou o Lula, apoiou o Temer… Não é por que apoiou, teve do lado, num cargo, que você vai execrar o cara. Teve cara que passou por lá sem problema nenhum”, disse.

Bolsonaro explicou que “foi uma decisão do Paulo Guedes, que pediu um voto de confiança”.

“A caixa-preta vai ser aberta na primeira semana! Não tenha dúvida disso. Se não abrir a caixa-preta, ele está fora, pô.” O presidente eleito disse ainda que quer a “suspensão de todos os sigilos” do BNDES. “Isso será tratado dessa maneira.”

Ele comentou ainda que não existe nenhum processo contra o Levy, “nada que desabone sua conduta”.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Radicalização começou com PT, não com Bolsonaro, diz FHC

Em sua entrevista ao jornal Clarín, Fernando Henrique Cardoso disse que a radicalização no Brasil começou com o PT, não com Jair Bolsonaro.

“A radicalização começou durante os governos do PT. Eles [petistas] sentenciavam que eram os bons e os demais, os maus. A mim, me acusavam de neoliberal, algo que nunca fui, mas era um modo de dizer que eu não servia.”

domingo, 11 de novembro de 2018

Parlamentares articulam barrar Escola sem Partido e Lei Antiterrorismo

Parlamentares de diferentes partidos estão se mobilizando para barrar o Escola sem Partido e a Lei Antiterrorismo, registra O Antagonista.

Senadores de PT e PSDB já admitem se alinhar na votação desses projetos.

Diz O Globo:

“As costuras passam pela escolha do presidente do Senado, no ano que vem. Diferentes lideranças defendem um senador de perfil moderado, sem alinhamento direto com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), mas que não faça parte da oposição a ele. Por trás desse discurso, a articulação é para chegar a um nome com força para pôr freio a eventuais extremismos na agenda do governo que provoquem tensionamentos sociais”.

O poder da canetada de Bolsonaro na educação

Jair Bolsonaro terá o poder de fazer alterações significativas na área da educação.

Segundo levantamento de O Globo a partir de consultas a ex-ministros e especialistas na área, o presidente eleito poderá, por exemplo, controlar o conteúdo dos livros didáticos, mudar os critérios de destinação de recurso para as universidades federais e influenciar nas diretrizes em elaboração para temas como ensino religioso, orientação sexual e identidade de gênero.

“De forma geral, o MEC tem possibilidade de fazer quase tudo”, disse Eduardo Deschamps, ex-presidente e membro do Conselho Nacional de Educação, noticia O Antagonista.

Diplomatas irritados com Celso Amorim

Diplomatas estão irritados com Celso Amorim por sua entrevista à CNN em que o ex-chanceler ataca Jair Bolsonaro e a Justiça, relata o Estadão.

Eles avaliam que falar mal do novo governo, neste momento, é trabalhar contra o Brasil.

Lewandowski desolado

Ricardo Lewandowski “está desolado com o resultado das urnas”, diz O Globo.

Ele esperava dar a canetada final para tirar Lula da cadeia, mas os eleitores decidiram o contrário.

FHC: “Não fico feliz em ver Lula preso”

Fernando Henrique Cardoso disse ao jornal Clarín que não gosta de ver Lula preso.

“É ruim para ele e para o país. Não fico feliz em ver um ex-presidente preso, mas respeito a lei.”, registra O Antagonista.

Jair Messias Bolsonaro: Comemoremos a vitória, foi gigantesca. Mas não percamos a noção da realidade. Estamos só no começo

As mazelas vão durar muitos anos, infelizmente.
O Brasil foi aparelhado para o socialismo/comunista baseado em pilares sustentáveis, como seja:
1-doutrinação nas universidades;
2- distribuição de ajudas ao mais pobre, em vez de dar emprego/dignidade;
3- imprensa com verbas;
4- dinheiro da corrupção para eles e o Partido.
“Ganhamos, acabamos com o PT!”  Não…
Tire esse pensamento da cabeça agora!
O PT está caído, sim, mas está muito longe de deixar de ser uma ameaça.
Já se perguntou porque o pior candidato de um partido envolvido até o pescoço em corrupção, cujos principais líderes estão todos na cadeia, recebeu 44 milhões de votos?
A resposta é simples. Conquistamos a presidência, mas o PT e suas variáveis ainda dominam tudo que leva até lá.
A esquerda ainda detém enorme influência e poder. Jamais subestimem um grupo que ganhou 4 eleições, passou 13 anos com acesso a reservas quase infinitas de dinheiro e colocou seu pessoal em absolutamente TODAS as engrenagens da máquina estatal.
A esquerda ainda domina: meio acadêmico, meio artístico, meio cultural, movimentos sociais a grande parte do meio político.
A influência deles é tão grande, que me fizeram , praticamente o culpado da facada que levei.
Fizeram de uma matéria esdrúxula de jornal, sem provas, uma acusação que foi parar no TSE e ficou uma semana em destaque. Fizeram meus apoiadores se passarem por bárbaros descontrolados noticiando ataques claramente forjados.
Acham mesmo que eles perderam esse poder só por que não chegaram à Presidência?
Se não tivessem esse poder, teríamos ganho com 80% dos votos.
O povo sabia que não queria o PT, mas a destruição da minha imagem foi colocada em prática por todo o sistema.
Perdeu-se milhões de votos por conta de calúnias divulgadas pela esquerda com tamanha intensidade que faria Goebbels se sentir um estagiário na xerox do DCE.
Ganhei a eleição para Presidente,  mas a máquina está toda podre e comprometida. Não irá deixar-me governar e fazer as reformas que o País precisa, sem apoio de vcs.
Irão sabotar-me desde o primeiro dia.
Todas as mudanças na área econômica serão anunciadas pelo sistema como uma tentativa de prejudicar os pobres e retirar direitos do trabalhador.
Todas as mudanças na área social serão anunciadas como uma tentativa de assassinar LGBTs/Mulheres/Negros/Pobres/Nordestinos.
É assim que a esquerda joga.
Estou recebendo o Brasil no pior estado que um Presidente já recebeu, serei criticado pelos seus acertos e massacrado pelos seus erros. Tentarei não errar.
O primeiro ano será bem difícil.
É preciso tomar o poder de influência da esquerda e devolvê-lo ao povo.
O povo tem que se informar por fatos e não por narrativas cuidadosamente construídas por intelectuais em universidades.
Voltarei ao assunto sobre onde estão instalados os inimigos e como desentocá-los.
Não há como acabar com a divisão no País, se não acabarmos com quem está nos dividindo.
Comemoremos a vitória, foi gigantesca. Mas não percamos a noção da realidade. Estamos só no começo.
Jair Messias Bolsonaro

fonte: EG NEWS

Esse é o insuportável “Brasil das regalias” que Bolsonaro vai governar!

Uma viagem de quatro dias em Nova York. Nada menos do que isso foi o que alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ganharam para participar de um seminário da Fundação Getúlio Vargas (FGV), poucos dias antes de obterem o seu “aumento salarial”, como informado em “O Antagonista”.
O Plaza Athénée, um dos hotéis mais caros da cidade, a duas quadras do famoso Central Park, recebeu Gilmar Mendes e sua mulher. E, inclusive, uma selecionada comitiva da qual Dias Toffoli participou.
Em resumo, além do auxílio-moradia, nossos ministros são beneficiados com o “auxílio-Plaza Athenée”, e, em sentido mais amplo, com o “auxílio-Nova York”.
Uma regalia como poucas, diga-se de passagem, para aqueles que já vêm sendo tão privilegiados, neste país, onde a corrupção, as desigualdades, e a impunidade, - causada até mesmo pela “soltura indevida de criminosos”, - são “escancaradas”.
Só resta, agora, a cada um dos que participaram de tão gratificante viagem, aguardar que seus salários “engordem ainda mais”, conforme recente decisão do Senado, a ser confirmada pelo presidente Temer, que condicionou a concessão do criticado aumento à retirada do “auxílio-moradia”.
“Penalidade mínima”, por sinal, principalmente para alguns que vêm “abusando de sua autoridade máxima”.
Ao que tudo indica, portanto, tudo vai acabar bem para os nossos “viajantes” e outros que ficarão mais felizes. Mesmo ao custo do injusto e inaceitável “efeito cascata” que essa “felicidade financeira”, obtida por “imposição”, irá provocar.
“Quanto ao povo... quem se importa? Que o povo se dane!”, demonstra pensar esse grupo de insaciáveis representantes do nosso Judiciário. Sejam “supremos” ou não.

texto por L.Oliver, redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global.

Teleton 2018 bate meta e registra mais de R$ 30 milhões em doações

O Teleton 2018, maratona televisiva brasileira anualmente exibida pelo SBT em prol da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), ultrapassou a meta dos R$ 30 milhões em doações.
A menção foi feita oficialmente pelo apresentador e dono da emissora Silvio Santos.
E dessa vez, o responsável por doar o cheque com o maior valor (R$ 4 milhões e meio) foi o Banco do Brasil Seguros.
Jair Bolsonaro, Henri Castelli, Ivete Sangalo, Claudia Leitte e outros famosos participaram do evento beneficente, informa o site Conexão Política

Governo vai gastar R$ 5,6 milhões com carros para Bolsonaro e vice

O Palácio do Planalto pretende gastar R$ 5,6 milhões na compra de carros blindados para uso do Presidente eleito Jair Bolsonaro e do general Hamilton Mourão, informa a Crusoé.

Jair Bolsonaro pede que brasileiros doem para o Teleton

Jair Bolsonaro, presidente eleito para governar o Brasil, nos próximos quatro anos, participou do Teleton por ligação telefônica, relata o site Conexão Política.
Ao final, pediu que os brasileiros doassem para a maratona e ajudassem às crianças da AACD.
Peço respeitosamente a todos que votaram em mim ou não votaram em mim, que façam uma doação para o Teleton. Porque o trabalho prestado é fantástico”.
Altamente elogiado pelo Silvio Santos, Bolsonaro encerrou agradecendo a oportunidade.
Muito obrigado por me atender, Silvio. Sou um fã seu. Estou muito feliz“, concluiu.

Silvio Santos diz que pede a Deus “8 anos de Bolsonaro e 8 anos de Sérgio Moro”

Neste sábado (10), durante o Teleton 2018, Silvio Santos comentou sobre a indicação de Sérgio Moro ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública, registra o site Conexão Política.
O comunicador engradeceu às medidas tomadas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro e disse que as primeiras medidas estão sendo eficientes.
Em certo momento, Silvio Santos quis deixar um palpite para os próximos anos políticos do Brasil.
Ele disse que pede a Deus para que políticos comprometidos com a população tomem forma e continuem no poder.
O senhor vai ficar em nosso governo. E, depois de oito anos, passando para o Sérgio Moro, o Brasil terá 16 anos de homens com vontade de fazer o Brasil caminhar. Peço a Deus que isso se realize“, afirmou Silvio. 

sábado, 10 de novembro de 2018

O novo partido de FHC

Os derrotados nas urnas querem fazer um novo partido.

Um deles disse para o Valor, muito modestamente:

“As pessoas boas do país estão conversando”.

O partido das “pessoas boas” reúne Geraldo Alckmin, Tasso Jereissati, Paulo Skaf, Márcio França, Aldo Rebelo e Paulo Hartung.

Este último, segundo a reportagem, “tem estreitado cada vez mais relações com ‘novos atores’ como Luciano Huck”.

E FHC conversa com todos eles.

Lula Livre acaba por falta de gente

O acampamento Lula Livre foi encerrado, de acordo com seus organizadores, “por cortes de gastos e por número reduzido de pessoas”, registra O Antagonista.

Ninguém mais quer dormir na porta da cadeia.

A nota dos petistas diz que “o acampamento opta em transformar a luta do espaço físico fixo para uma luta itinerante e virtual.”

A cela de Lula não é nem itinerante, nem virtual.

Bolsonaro: “Não posso correr o risco de a velha política vir para cima de nós”

Neste sábado (10), em entrevista à Record TV, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que o reajuste dos salários dos ministros do STF complica as convenções para a reforma da Previdência, relata o site Conexão Política.
Complica para a gente quando você fala em fazer reforma da Previdência, quando você vai tirar alguma coisa dos mais pobres, aceitar um reajuste como esse.”
Segundo Bolsonaro, ele não pretende estabelecer o planejamento atual da Reforma de Michel Temer.
Se bancarmos propostas dessas e formos derrotados, abre espaço para velha política vir para cima de nós. Não posso correr esse risco, tenho que começar o ano que vem com nossas propostas e tentar convencer deputados e senadores a votar de forma paulatina.”