sexta-feira, 30 de março de 2018

Brasil volta a era pré-Lava Jato, caso STF promova retrocesso sobre prisão em segunda instância - Impunidade de ricos e poderosos voltará a prevalecer no país


O Brasil deve voltar no tempo até a era pré-Lava Jato, caso Supremo Tribunal Federal insista em promover o retrocesso sobre o entendimento de permite que condenados em segunda instância possam iniciar o cumprimento da pena enquanto recorrem a instâncias superiores. 

Caso a corte Suprema do País promova tal retrocesso, a impunidade de criminosos ricos e poderosos voltará a prevalecer no Brasil, como ocorria com maior frequência antes de 2016, quando a regra passou a valer na maioria das apelações à Corte.

Há uma hipocrisia que prevalece nos argumentos dos ministros conhecidos como 'garantistas', que usam a Constituição como argumento, o mesmo dos advogados dos criminosos, para sustentar o tal  princípio da presunção de inocência, um instituto que assegura a impunidade de poderosos previsto no artigo 5º, inciso LVII da Constituição Federal de 1988.

Quando os ministros do STF votaram, em outubro de 2016, a favor da possibilidade de execução da pena após condenação em segunda instância, todos sabiam que a medida tinha como objetivo acabar com a impunidade de criminosos poderoso, com recursos para protelar suas penas até a prescrição total. Naquela ocasião, o Plenário do STF entendeu que o artigo 283 do Código de Processo Penal (CPP)* não impede o início da execução da pena após condenação em segunda instância e indeferiu liminares pleiteadas nas Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) 43 e 44.

Ocorre que, desde então, a Operação Lava Jato lançou e deve lançar ainda centenas de poderosos na condição que pode significar suas prisões, como é o caso do ex-presidente Lula. Desde que o petista, apontado ao próprio STF como chefe de organização criminosa, foi condenado em segunda instância, o assanhamento de alguns ministros para rever as tais Ações Declaratórias de Constitucionalidade atingiu níveis surpreendentes.

A falta de sensibilidade de alguns ministros para com o clamor da sociedade pela preservação de regras mínimas que garantam a possibilidade de combater a impunidade beira o absurdo. Não há como ignorar que qualquer mudança vá de encontro aos anseios de chefes de organizações criminosas. Nem mesmo as amaças sofridas pelo ministro Edson Fachin por estas organizações foram capazes de sensibilizar os colegas.

O problema é que os ministros do STF tentam sugerir que são intocáveis e que suas vontades são "Supremas" e devem prevalecer sobre os interesses da sociedade. Eles próprios sabem que não é bem assim que as coisas funcionam. O deputado Alex Manente (PPS-SP) já protocolou nesta terça-feira, 27, a proposta que inclui na Constituição a possibilidade de prisão de réu condenado em segunda instância. A proposta superou em poucas horas as 171 assinaturas necessárias.

A proposta de emenda à Constituição (PEC), que conta com o apoio do Presidente Michel Temer e toda sua base de apoio, propõe a substituição do artigo da Constituição em que diz que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” por “ninguém será considerado culpado até a confirmação de sentença penal condenatória em grau de recurso”. Os ministros sabem que podem sofrer um desgaste acima do tolerável perante a opinião pública tentando impor algo que contrarie tanto os interesses da sociedade. Os ministros sabem que o Congresso pode modificar qualquer lambança que venham a fazer, diante da inevitável pressão popular.

(Imprensa Viva conteúdo)

Gilmar Mendes perde o controle e manda editor da Folha enfiar pergunta 'naquele lugar'


Hostilizado por populares durante sua estadia em Lisboa, Portugal, o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), perdeu a paciência com uma pergunta formulada pelo editor da Folha de São Paulo sobre os custos com passagem aérea de sua viagem.

Segundo informou a Folha, "O jornal questionou o ministro se voltaria para o julgamento do habeas corpus de Lula em 4 de abril e se o voo para Portugal tinha sido pago pelo STF.  A presença dele tornou-se incerta em razão de um seminário que será organizado em Lisboa pelo instituto do qual ele é sócio, o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público). 

“Devolva essa pergunta a seu editor, manda ele enfiar isso na bunda. Isso é molecagem, esse tipo de pergunta é desrespeito, é desrespeito”, disse o ministro por telefone, de Lisboa, ao repórter"

Na sequência, Gilmar Mendes insinuou que a Folha teria promovido evento escondendo o patrocínio da Souza Cruz e sugeriu que o jornal passasse um dia sem patrocínio. A folha esclareceu que Gilmar Mendes "se referiu ao 2º Encontro Folha de Jornalismo realizado em fevereiro, em São Paulo, em que foi um dos convidados. O evento teve patrocínio da Souza Cruz, como constava do material de divulgação e de amplo painel atrás dos convidados".

A lógica ilógica e desonesta do PT

Jogar ovo no Dória é do jogo democrático.
Jogar no Lula é violência inadmissível.
Queima de pneus pelo MST é manifestação.
Pela população sulista é impedir o direito sagrado de ir e vir.
Boicotar o Santander por causa de exposição é censura.
Fazer o mesmo contra série de TV é ferramenta da cidadania.
Pedir o impeachment de todos os presidentes eleitos é constitucional.
Pedir o da Dilma é golpe.
Temer e PMDB representam retrocesso.
Governar 13 anos com eles é garantir governabilidade.
Todos os condenados em 2ª instância devem ser presos.
O Lula, apenas depois de trânsito em julgado.
Lutar contra o capitalismo malvado é obrigação.
Taxar os pobres para financiar os campeões nacionais é estratégico.
O racismo, o machismo e a homofobia são inaceitáveis.
Exceto se você é bolivariano.
Pede o fim da Polícia Militar.
Mas anda com seguranças armados.
Repudia a ditadura militar.
Mas financia ditaduras na África e América Latina.
Faz textão para denunciar tropas que registram moradores das favelas.
Vota no Lula, criminoso condenado, que pede pra PM invadir casa e dar corretivo em quem protesta contra ele.

Vereza advertiu sobre o atentado que o PT iria encenar

Numa postagem realizada há poucos dias, o famoso e respeitado ator Carlos Vereza havia alertado sobre a intenção de Lula e do PT em provocar a confrontação e, segundo ele, se possível, mais um cadáver que pudesse servir de bandeira para causar comoção social.
O ator estava certo. O PT não conseguiu o cadáver, mas criou um atentado para fazer a sua encenação.
Esse atentado tira o foco da denúncia feita pelo ministro Edson Fachin, de que estaria sendo ameaçado e põe um fim na discussão sobre as agressões que a segurança armada do meliante Lula, havia realizado contra manifestantes anti-PT e jornalistas, no Paraná.
Além dos fatos acima mencionados, o PT também tira o foco sobre o próprio fracasso de sua caravana na Região Sul do país. Aliás, um retumbante fiasco.
Nesse sentido, não faltou ao PT a providencial e parcial ajuda da imprensa amiga.
A Folha de S.Paulo, por exemplo, estampa nesta quarta-feira (28) a seguinte manchete: “Ataque a caravana infla tese de que Lula é alvo de caçada”.




Abaixo, veja o alerta que o ator Carlos Vereza havia postado, prevendo esse desfecho:



A Farsa: PRF que acompanhava a Caravana da Vergonha diz que não houve "atentado"

Inúmeros veículos da Polícia Rodoviária Federal (PRF), caracterizados e descaracterizados, acompanhavam a caravana petista no percurso entre Quedas do Iguaçu até Laranjeiras do Sul, onde supostamente aconteceu o ‘atentado’.
Para cada trajeto realizado, a PRF emite um relatório.
Vejamos o que diz o relatório desse trecho da caravana:
"Desde o início das atividades na praça em Quedas do Iguaçu, no ato com o ex-presidente, e no deslocamento até Laranjeiras do Sul, nada de anormal foi visualizado pelos agentes da PRF, tanto os que estavam nas viaturas caracterizadas quanto na viatura descaracterizada", diz o documento.
As próprias testemunhas arroladas pelo PT para forjar a encenação não descrevem o momento do suposto atentado.
O que disseram na delegacia é que em determinado momento em que os ônibus pararam constataram um pneu furado e marcas de tiro na lataria.
Noutras palavras, ninguém viu ou ouviu os disparos.
Doravante, a polícia deve começar a tratar o caso como ‘Falsa Comunicação de Crime’.
O atentado é mais um crime para o abastado prontuário do PT.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Melhor amigo de Michel Temer é preso pela PF

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (29) o advogado José Yunes, amigo e ex-assessor do presidente Michel Temer.
A decisão foi do ministro Luís Roberto Barroso e representa um enorme problema para Temer.
O advogado foi preso no bojo de uma operação que investiga se o presidente da República beneficiou empresas do setor de portos em troca do suposto recebimento de propina, registra o Jornal da Cidade Online.
A prisão por enquanto é temporária, de cinco dias.
O advogado de Yunes, José Luís de Oliveira Lima já se manifestou sobre o ocorrido, caracterizando como absurda a medida. "É inaceitável a prisão de um advogado com mais de 50 anos de advocacia, que sempre que intimado ou mesmo espontaneamente compareceu a todos os atos para colaborar. Essa prisão ilegal é uma violência contra José Yunes e contra a cidadania".
Todas as atenções agora estão voltadas para o falastrão Carlos Marun. 
O que dirá o ministro fanfarrão e irresponsável?

UMA MENSAGEM DO FUTURO


Esta é uma mensagem do futuro!
SÓ DEPENDE DE VOCÊ !

Mais um ex-ministro de Lula e Dilma é recolhido ao xilindró

O ex-ministro Wagner Rossi também foi preso nesta quinta-feira (29) pela Polícia Federal.
Homem de 75 anos de idade, filiado ao PMDB, Rossi foi ministro da Agricultura nos governos Lula e Dilma.
Quando deixou o governo em 2011, já pairavam denúncias de irregularidades.
Ante a carta de demissão em caráter irrevogável, Dilma, na época, expediu nota dizendo que Rossi "deu importante contribuição ao governo com projetos de qualidade que fortaleceram a agropecuária brasileira".
A contribuição foi tão relevante que acaba de levá-lo ao xilindró.

Gilmar Mendes parte para a agressão contra repórter da “Folha”

Entrevero áspero e de baixo nível envolveu nesta quinta-feira (29), em Lisboa (Portugal) o ministro Gilmar Mendes e um repórter do jornal Folha de S.Paulo.
O motivo foi a pergunta formulada.
O ministro considerou um tremendo desrespeito e partiu para a agressão verbal.
O repórter apenas quis saber quem havia pago a passagem aérea de Gilmar.
A resposta foi extremamente irada:
“Devolva essa pergunta a seu editor, manda ele enfiar isso na bunda. Isso é molecagem, esse tipo de pergunta é desrespeito, é desrespeito.”
É o segundo entrevero que Gilmar tem em Portugal, nesta temporada de 'férias extras'.
Ontem (28) foi com um popular, em plena rua.

Após recibos falsos, Lula pode ter se metido em nova encrenca no caso do ataque à caravana


O suposto ataque sofrido pela caravana do ex-presidente Lula pode lhe render muita dor de cabeça nos próximos dias, caso fique comprovado que houve algum tipo de simulação por parte de seus subordinados no episódio dos tiros nos ônibus da caravana do petista.

Parte das contradições envolvendo o incidente partiram do próprio PT, que, segundo noticiou o Globo, rebateu as informações prestadas pelas autoridades do Paraná: "A Secretaria de Segurança Pública do Paraná mente para omitir sua responsabilidade no atentado sofrido pela caravana do presidente Lula. O ex-presidente não usou helicóptero no percurso entre Quedas do Iguaçu e a Universidade Fronteira do Sul, no município de Laranjeiras do Sul. Esse percurso foi feito em um dos três ônibus da caravana. Centenas presenciaram Lula descendo do ônibus na universidade. O PT pediu, sim, ao governo do estado que providenciasse toda a segurança para a caravana." informou o PT, segundo O GLOBO.

Prematura, a nota apenas complicou ainda mais a situação. Logo em seguida, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná disse que a organização da caravana do ex-presidente Lula não pediu uma escolta. Em comunicado enviado à imprensa nesta quarta-feira (28), a pasta ainda pontuou que houve alteração no roteiro e no cronograma da caravana que haviam sido informados anteriormente às forças de segurança do estado.

Estas contradições tornam o incidente ainda mais suspeito. Por qual motivo os organizadores da caravana teriam alterado o roteiro e 'dispensado' a requisição de escolta, para logo em seguida ser envolvida em um suposto ataque? Qual o motivo em insistir em afirmar que Lula estava no ônibus?

Segundo a Sesp, "Não houve qualquer pedido formal de escolta da caravana do ex-presidente nem o próprio ex-presidente, embora ele tenha esta prerrogativa. Tanto é que o paradeiro dele é incerto e não sabido", diz a nota da Secretaria, rebatendo novamente a informação de que Lula estava em um dos ônibus.

É fato que há vários aspectos a serem esclarecidos em mais este episódio. O simples esclarecimento se Lula estava ou não presente no ônibus já é mais que suficiente por enquanto.  Sobre os organizadores da caravana terem alterado o roteiro e deixado de solicitar escolta à Polícia Militar nos momentos que antecederam o suposto araque, é pouco provável que algo seja esclarecido. O ex-presidente já se envolveu em uma série de enrascadas tentando criar soluções mágicas para problemas insolúveis, como no caso dos recibos 'ideologicamente falsos', segundo o Ministério Publico Federal.

PM do Paraná desmente Lula, Gleisi Hoffmann e o PT

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A Secretaria de Segurança Pública do Paraná acaba de desmentir declarações do ex-presidente Lula, da presidente nacional do PT, Senadora Gleisi Hofmman e do próprio PT sobre uma série de declarações relacionadas ao suposto ataque sofrido pela caravana do petista no trajeto entre os municípios de Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, no interior do Paraná.

Mais cedo, o PT havia rebatido a informação de que nem o ex-presidente Lula nem os organizadores da caravana haviam informado as autoridades o trecho que a comitiva iria percorrer ou solicitado escolta para o deslocamento. O PT também rebateu a informação Secretaria de Segurança Pública do Paraná, que havia assegurado que Lula não estava em nenhum dos ônibus da caravana no momento do incidente. A Sesp informou que Lula havia feito o trajeto em um helicóptero.

Diante das controvérsias criadas por declarações desencontradas divulgadas pelos integrantes do PT, incluindo o próprio ex-presidente Lula, a Sesp divulgou a seguinte nota:


"A respeito do episódio envolvendo a caravana do ex-presidente da República, a Secretaria da Segurança Pública informa: 
- Um inquérito policial foi aberto para apurar as circunstâncias do fato e duas equipes do COPE (Centro de Operações Policiais Especiais), unidade de elite da Polícia Civil do Paraná, estão na cidade de Laranjeiras do Sul para ajudar nas investigações. 
- O Instituto de Criminalística do Paraná está finalizando o laudo de perícia no ônibus e o documento deve ficar pronto nos próximos dias. 
- Não houve qualquer pedido formal de escolta da caravana do ex-presidente nem o próprio ex-presidente, embora ele tenha esta prerrogativa. Tanto é que o paradeiro dele é incerto e não sabido. Cabe ressaltar que houve alteração, por parte dos organizadores da caravana, do roteiro e do cronograma que foram informados previamente às forças de segurança do Estado do Paraná. 
- Por fim, a Sesp reafirma que a Polícia Militar do Paraná reforçou o policiamento em todos os locais indicados pelos representantes da caravana, onde seriam realizadas as manifestações com a presença do ex-presidente Lula".

Secretaria da Segurança Pública do Paraná

No vídeo divulgado pelo PT logo após o incidente, a senadora Gleisi Hoffmann informa o ex-presidente Lula, já na  Universidade Federal da Fronteira Sul, em Laranjeiras do Sul (PR), que a comitiva havia sido vítima de uma emboscada. Caso Lula estivesse de fato em um dos ônibus, não haveria necessidade da senadora informar o petista sobre o ocorrido. 


Temer responsabiliza Lula e o PT por suposto ataque a tiros contra caravana do petista


O presidente Michel Temer responsabilizou indiretamente o ex-presidente Lula e seus subordinados do PT pelo suposto ataque contra a caravana do ex-presidente Lula ocorrido na véspera no Paraná.

O presidente lamentou o ocorrido, mas insinuou que a responsabilidade pelo clima de instabilidade e divisão no país vem do passado e do discurso de "uns contra outros" que caracterizou a carreira política de Lula ao longo das últimas décadas.

É uma pena que tenha acontecido isso. Ficamos no país com essa coisa raivosa, isso não é útil", disse Temer. "Agora, devo dizer também que na verdade essa onda de violência não foi pregada talvez por esses que tomaram essa providência. Talvez tenha começado lá atrás, e a história de uns contra outros cria essa dificuldade que gera atritos dessa natureza", alertou Temer.

“É uma pena que tenha acontecido isso, porque vai criando um clima de instabilidade no país, de falta de pacificação, que é indispensável no presente momento”, disse Temer em entrevista à rádio Bandnews de Vitória, no Espírito Santo.

Obviamente, Temer se referiu ao espetáculo de hostilidades que Lula foi alvo ao longo de sua caravana pelo Sul, e não apenas ao episódio suspeito envolvendo disparos contra a comitiva do petista. Lula incita o ódio contra seus opositores há décadas, debocha dos 'coxinhas' e chegou a encorajar seus seguranças a darem 'porrada' em manifestantes durante a caravana no Sul do país, onde  o petista foi recepcionado por chuvas de ovos em várias cidades.

Horas mais tarde, Temer voltou a se manifestar sobre o caso em seu perfil no Twitter.


Tiros nos ônibus de Lula - Policiais experientes não descartam a hipótese de armação


O Diário do Poder publicou uma matéria na manhã desta quarta-feira, 28, informando que "Policiais experientes não descartam a hipótese de armação, no suposto atentado a tiros à caravana do ex-presidente Lula no Paraná", que teria ocorrido no município de Laranjeiras do Sul.


Segundo a publicação, que lembra que esta não é a primeira vez que atentados suspeitos a alvos ligados ao petista são registrados em momentos de crise política, como foi o caso do atentado ao Instituto Lula no ano passado, na ocasião em que Lula foi condenado na Lava Jato no caso do triplex.



Segundo a publicação, o atentado supostamente forjado teria  como objetivo de “vitimizar” o ex-presidente Lula nos dias que antecedem a  votação de um habeas corpus no qual o petista pede para não ser preso, no Supremo Tribunal Federal (STF).



Lula e seus subordinados há haviam tentado utilizar os ataques de manifestantes que atiraram ovos em sua comitiva e no palanque que o petista falava como motivos para vitimização de Lula, que estaria sendo perseguido por milícias e fascistas intolerantes.



Ainda segundo o Diário do Poder, "Três tiros teriam atingido dois dos três ônibus da comitiva, e o único a não ser perfurado por balas foi exatamente aquele que conduz o ex-presidente. Mas ele não estava no veículo porque fez o percurso de helicóptero. Um dos ônibus atingidos foi o que transportava jornalistas, claro, e o outro, com duas perfurações, levava “convidados”.



Os jornalistas estranharam porque não ouviram o disparo e somente perceberam o orifício supostamente produzido por bala quando chegaram ao destino e seguranças da comitiva e petistas chamaram atenção para os sinais do suposto atentado".



Os ônibus seguiam de Quedas do Iguaçu, no oeste do Paraná, para a cidade de Laranjeiras do Sul, quando segundo o PT os tiros foram disparados. A Polícia Militar do Paraná informou por meio de nota que "Lula não solicitou escolta" para o pequeno deslocamento de sua comitiva, apesar do petista e de seus subordinados terem acusado as autoridades por negligenciarem a segurança da comitiva do petista.



Opositores do PT destacam que em todos os episódios envolvendo protestos contra Lua, na visita que ele faz a Estados do Sul, foram vistas armas apenas na cintura e nas mãos de seguranças do ex-presidente. A Polícia Civil promete investigar e chegar aos autores, tendo sido o atentado real ou simulado.



Análises preliminares de especialista que avaliaram as imagens do local onde um dos disparos em um dos ônibus da comitiva levantaram a suspeita de que o tiro teria sido dado por uma pessoa parada com o ônibus também parado. Nas opiniões de peritos que circulam na internet, a perfuração da bala não poderia ter "aquelas" características, caso o ônibus estivesse em movimento.



Com informações do Diário do Poder

Ministro do STF que negou habeas corpus de Lula diz sofrer ameaças e aciona a PF


O ministro Edson Fachin, relator dos processos da operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou em entrevista que ele e seus familiares vem sofrendo ameaças. Fachin substituiu o ministro Teori Zavascki, morto em janeiro de 2017 em 'acidente' aéreo em Parati, no Rio de Janeiro.

O ministro fez o relato durante uma  Em entrevista ao programa de Roberto D´Ávila na Globonews, e informou que já  pediu providências à ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, e à Polícia Federal. Fachin negou um pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula e tem manifestado que vai votar contra novamente em 4 de abril, quando o STF vai julgar o mérito do habeas corpus no qual Lula pede para não ser preso.

— Uma das preocupações que tenho não é só com julgamento, mas também com a segurança de membros da minha família —disse o ministro. — Tenho tratado desse tema e de ameaças que têm sido dirigidas a membros da minha família”.

O ministro disse ainda ter solicitado “algumas providências” à presidente do STF e à PF “por intermédio da delegada que trabalha aqui no tribunal”.

— Nem todos os instrumentos foram agilizados, mas eu efetivamente ando preocupado com isso, e esperando que não troquemos fechadura de uma porta já arrombada também nesse tema — disse.

O ministro deixou claro que há uma preocupação real contra ameaças recebidas por seus familiares:

— De fato essas circunstâncias não são singelas, mas em relação a mim, que aqui estou por ter respondido afirmativamente a esse chamamento que a vida me fez, e sou grato à vida por isso. Fico preocupado sim com aqueles que, membros da minha família, não fizeram essa opção e poderão eventualmente sofrer algum tipo de consequência. Mas espero que nada disso se passe.

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, confirmou Cármen Lúcia que autorizou o aumento do número de agentes na escolta permanente de Fachin, bem como o uso da segurança do ministro no acompanhamento dos seus familiares.

Lula é ficha suja e está inelegível com tiro ou sem tiro


O ex-presidente Lula e seus subordinados na imprensa devem tentar explorar politicamente a episódio envolvendo disparos suspeitos contra os ônibus da caravana do petista pela região Sul do país. A narrativa de que Lula tem sido perseguido de forma implacável por opositores nos últimos dias deve ser amplificada agora após o episódio dos tiros na comitiva do petista. Os ovos atirados contra o petista ao longo da caravana não foram suficientes para colocá-lo no papel de vítima 'de milícias', como vinham denunciando a ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

A Polícia Federal deve investigar as circunstâncias dos disparos e procurar averiguar os motivos pelos quais os organizadores da caravana não solicitaram escolta policial durante o pequeno trajeto entre Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, no interior do Paraná, no final da tarde de terça-feira, 27. Conforme a Polícia Militar do Paraná, que tem cuidado do reforço o policiamento nos locais de manifestação determinados previamente pela caravana do ex-presidente, “não houve, por parte do ex-presidente, o pedido de escolta” para o referido trajeto, informou o Estadão.

Lula não estava nos ônibus atingidos por dois ou três disparos. O petista teria se deslocado entre uma cidade e outra em um helicóptero.  Segundo avaliação de peritos em balísticas divulgadas na internet, há suspeitas de que os disparos contra os veículos foram efetuados por uma pessoa parada e com o ônibus parado.

O fato é que o ex-presidente Lula tem pela frente o julgamento de um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal no qual pede para não ser preso, após ter sido condenado em duas jurisdições penais e ter sua prisão determinada pelos desembargadores do TRF-4. O Tribunal da Lava Jato confirmou sua condenação a uma pena de 12 anos e um mês de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Mais do que nunca, Lula e o PT precisam desesperadamente de 'fatos ou factoides' para mobilizar a imprensa em torno da figura do petista, que precisa estar em evidência máxima nestes dias que antecedem a decisão fatal do STF.

Independente de conseguir se safar da prisão por meio da camaradagem de alguns ministros do STF,  Lula já tornou-se  oficialmente, um “ficha-suja” – isto é, não pode ter sua candidatura a qualquer cargo eletivo aceita pela Justiça Eleitoral, em razão de condenação judicial em duas instâncias.

O fato é que com tiro ou sem tiro, Lula está inelegível. 

"Portar ovos não é crime", diz policial a petistas que expulsaram casal em ato de Lula em Curitiba

A caravana do ex-presidente Lula registra mais um episódio pitoresco na etapa final da comitiva que se encerra no ato em Curitiba nesta quarta-feira, 28. 

Segundo matéria publicada na revista EXAME,  "Um casal que carregava duas caixas de ovos foi expulso por militantes petistas da Praça Santos Andrade, no centro de Curitiba. 


Logo em seguida, um petista denunciou o casal para um grupo de policiais que se encontravam nas imediações. O soldado Silva Souza respondeu ao petista que portar ovos não é crime.

O casal formado pelo empresário Fabio Monroe, de 44 anos, e a gerente comercial Rosangela Araújo, de 47 anos, foram obrigados a deixar a praça sob ameaças de militantes petistas que diziam “coxinha aqui, não”. Um deles jogou água no casal, registrou o site Imprensa Viva.

Quando perguntados sobre quais seriam suas intenções com as caixas de ovos, Monroe respondeu: “se eles estão fazendo o exercício democrático deles, a gente também quer. Os ovos são para fazer o que paranaenses, riograndenses e catarinenses fizeram nos últimos dias”.


Senadora Ana Amélia enfrenta petistas: 'não vão me transformar em bode expiatório'

quarta-feira, 28 de março de 2018

O PT ESTÁ COLHENDO O QUE PLANTOU

Vereador de Porto Alegre faz contundente pronunciamento sobre procedimento do PT
Assista:

Meirelles cancela participação em evento com Gilmar Mendes

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, telefonou hoje para o ministro Gilmar Mendes declinando do convite para participar em Portugal, no dia 3 de abril, de abertura de evento do IDP e da FGV naquele País. 

Meirelles abriria o evento com palestra mediada pelo ministro do Supremo.

Um dia antes do evento, Meirelles vai se filiar ao MDB. O ingresso no partido foi decidido esta semana, o que o levou a cancelar a viagem para Portugal. No seu lugar, Meirelles disse que vai escalar Eduardo Guardia ou Mansueto Almeida. Guardia vai substituir Meirelles na Fazenda.

Soltura de Maluf mostra 'ciclo de impunidade da corrupção', diz Deltan Dallagnol

O procurador e coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, explicou o ciclo da impunidade da corrupção, que fica evidenciado com a soltura do deputado Paulo Maluf: 

"Ciclo da impunidade da corrupção: difícil descobrir. Descoberta, difícil provar. Provada, difícil o caso não ser anulado. Não anulado, demora mais de década e prescreve. Não prescrita, pena é baixa e indultada. Aplicada a pena a poderoso, adoece e vai para casa".

Dallagnol explicara, pouco antes: "Como disse ANTES de o Ministro Toffoli mandar Maluf para casa, temos uma justiça lenta que promete, mas não entrega. É a Justiça que estaremos condenados a ter por muito tempo se o STF proibir a prisão depois da 2ª instância".


Julgamento do foro privilegiado no Supremo deve ficar para maio

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar somente em maio o julgamento sobre a restrição do alcance do foro privilegiado para parlamentares federais. Na última terça-feira (27), o ministro Dias Toffoli devolveu a vista e liberou para julgamento a questão de ordem que discute a limitação da prerrogativa.

Segundo o Broadcast Político apurou, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, considera o tema uma prioridade e deve pautar a continuidade do julgamento para o mês de maio, considerando que a pauta de abril já foi fechada e divulgada.

Em 23 de novembro do ano passado, Toffoli pediu vista (mais tempo para análise) no julgamento, depois de ter sido formada maioria no STF para reduzir o alcance do foro privilegiado para deputados federais e senadores.

À época, Toffoli disse que precisava refletir melhor sobre o assunto e esclarecer eventuais dúvidas sobre as consequências da tese defendida pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo.

Sete ministros já deram votos favoráveis ao entendimento de que o foro privilegiado para políticos só vale se o crime do qual forem acusados tiver sido cometido no exercício do mandato e se for relacionado ao cargo que ocupam. Acompanharam o entendimento de Barroso os ministros Luiz Fux, Rosa Weber, Edson Fachin, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia.

O voto parcialmente divergente, do ministro Alexandre de Moraes, também defende a limitação do foro apenas para crimes cometidos no mandato, mas propõe que nestes casos as infrações penais, independentemente de terem relação ou não com o cargo, sejam analisadas no STF de qualquer forma.

PRAZO. Conforme revelou a “Coluna do Estadão” em janeiro deste ano, Marco Aurélio deu um prazo de 30 dias, a partir da volta do recesso do Judiciário, para Toffoli devolver ao plenário o processo. Depois disso, Marco Aurélio avisou que ia começar a enviar à primeira instância inquéritos de parlamentares que não estão enquadrados na tese de Barroso, ou seja, que investigam crimes cometidos fora do exercício do mandato e sem relação com o cargo que os parlamentares ocupam.

Em dezembro do ano passado, Barroso decidiu enviar para a primeira instância um inquérito instaurado contra o deputado federal Rogério Simonetti Marinho (PSDB-RN) baseado no entendimento firmado pela maioria da Corte de restringir o alcance do foro privilegiado.

No caso de Rogério Marinho, o inquérito em tramitação no STF investiga a suposta prática de crimes contra a administração pública ocorridos em 2005 e 2006, quando o tucano ocupava a presidência da Câmara dos Vereadores da cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Com a decisão de Barroso, os autos do processo foram enviados à 8ª Vara Criminal da Comarca de Natal.

Bolsonaro avalia processar o PT por insinuações sobre envolvimento com tiros em ônibus de Lula

Pré-candidato ao Planalto pelo PSL, o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) disse que avalia processar o PT por insinuações de ter algum envolvimento com os tiros que atingiram ônibus da caravana do Lula no Paraná na terça-feira (27). 

Segundo Bolsonaro, a presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse que ele estimula pessoas a atirar contra os ônibus da caravana do Lula. "O ônibus do PT já está todo atirado. Já está todo sujo de outra coisa. Não precisa fazer nenhum atentado contra vocês, não".

Bolsonaro está no Paraná, justamente no dia em que termina, no estado, a caravana do Lula pela região Sul. 

Eduardo Guardia será o novo ministro da Fazenda

O presidente Michel Temer decidiu acatar a sugestão do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e vai colocar Eduardo Guardia, atual secretário-executivo da pasta, no comando do Ministério. Segundo interlocutores da área econômica, a troca será formalizada na terça-feira, quando Meirelles finalmente anunciará que vai deixar o cargo para tentar viabilizar uma candidatura à Presidência da República.

O futuro ministro não era o nome preferido pela ala política do governo. Guardia é considerado “difícil” na hora de negociar projetos e assuntos de interesse de estados e municípios. Outra crítica era que o presidente estaria colocando à frente da Fazenda alguém muito ligado ao PSDB, partido que terá o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como candidato à Presidência. Guardia foi secretário de Fazenda de São Paulo na gestão de Alckmin.

Mesmo assim, prevaleceu no Palácio do Planalto a ideia defendida por Meirelles de que a melhor solução seria deixar na Fazenda seu substituto natural. Guardia, que foi secretário do Tesouro no governo Fernando Henrique e diretor da BM&FBovespa até ir para a equipe de Meirelles, seria um nome bem aceito pelo mercado financeiro e em condições de manter a agenda econômica que vem sendo implementada pelo governo.

Segundo fontes ligadas às Fazenda, Meirelles chamou a equipe e colocou dois nomes sobre a mesa para sua sucessão: Guardia e o do secretário de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria, Mansueto Almeida. A opção foi pelo primeiro.

A tarefa de Guardia à frente da Fazenda, no entanto, será tratar de uma agenda econômica com poucos projetos, mas importantes. O principal deles é a privatização da Eletrobras, que pode render R$ 12,2 bilhões aos cofres públicos em 2018. Com a reforma da Previdência suspensa e a proximidade das eleições, a pauta está limitada hoje à Eletrobras e algumas propostas, como a reoneração da folha de pagamento das empresas, que dará um ganho fiscal de R$ 3 bilhões este ano. Também estão na pauta a reforma do PIS/Cofins, o Cadastro Positivo, o projeto do Distrato (quando o comprador desiste da compra de imóvel), além da Lei Geral de Telecomunicações.

Guardia não foi o primeiro secretário-executivo de Meirelles. O ministro sempre quis que ele fosse o segundo da Fazenda. No entanto, como havia amarras na BM&FBovespa que impediam Guardia de ser anunciado, quando assumiu, Meirelles pediu que Tarcísio Godoy (ex-secretário do Tesouro) ficasse no posto temporariamente até que Guardia fosse liberado.

fonte: O Globo

Cristiano Zanin manda recado indecoroso para ministra Rosa Weber

A ousadia desse rapaz que atende pelo nome de Cristiano Zanin é espantosa e inaceitável.
Mesmo escanteado pelo ex-ministro Sepúlveda Pertence na banca de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atrevido, ele continua a fazer declarações indecentes e inapropriadas.
Nesta quarta-feira (28) ele colocou a ministra Rosa Weber numa posição extremamente delicada.
Insinuou que o voto da magistrada com relação ao habeas corpus de Lula já está definido.
Zanin disse esperar que a magistrada não ceda na discussão sobre o habeas corpus do ex-presidente a pedido de ‘ex-assessores ou integrantes do sistema de Justiça’.
Esse tipo de pressão de Zanin, é pouco inteligente, extremamente desrespeitoso e depõe contra o caráter da magistrada da Corte suprema, deixando transparecer que ele já conhece o voto que será proferido no dia 4.
Zanin, na realidade, fazia uma deselegante referência ao Juiz Sérgio Moro, que foi juiz auxiliar da ministra no processo do mensalão.
Moro, como se sabe, não fez qualquer pedido a Rosa Weber, apenas expressou confiança na sua ‘seriedade e qualidade técnica’.

Perícia irá comprovar a farsa do “atentado” à 'Caravana da Vergonha'

Não houve nenhum atentado contra a ‘Caravana da Vergonha’ do meliante Luiz Inácio Lula da Silva.
É mais uma estratégia de vitimização, como o Jornal da Cidade Online havia previsto.
Gleisi, a presidente do PT, já gritou ‘Querem matar o Lula’.
Eles são ótimos na encenação, péssimos na execução das pilantragens.
A perícia que a Polícia Federal irá realizar vai detectar que os tiros foram dados a curta distância, com os veículos parados.
Pela própria foto de um dos veículos perfurados é possível perceber a perfeição do furo, exatamente do tamanho de um projétil.
Quando um veículo é atingido em movimento, a marca é totalmente diferente, o furo é bem maior, o estrago é bem mais danoso e mais largo.
O site O Antagonista revela que só a perícia poderá resolver o enigma do ‘atentado’.
Mera e desnecessária prevenção.
Não houve atentado. A PF irá comprovar na perícia.

Bolsonaro é recebido em Curitiba aos gritos de 'presidente' e ataca Lula: 'Quero que ele vá em cana'

O pré-candidato à presidência da República pelo PSL, o deputado federal Jair Bolsonaro, desembarcou em Curitiba perto do meio dia nesta quarta-feira (28). Centenas de pessoas o aguardavam no saguão do Aeroporto Afonso Pena gritando palavras de ordem  como “Bolsonaro presidente do Brasil”. Ele passou pelo saguão e foi carregado pelos simpatizantes até um carro de som em frente ao aeroporto. Lá, ele falou em meio a muito empurra-empurra. Fez um discurso de ataque contra o ex-presidente Lula, que está hoje em Curitiba.

“Não quero o Lula na cadeia, quero o Lula em cana, já que ele gosta de uma caninha. É o estilo dele. Ele quis transformar o pais num galinheiro e agora está colhendo ovos por onde passa. E já aviso que eles vão levar um cruzado de direita em outubro. Vamos mostrar que o Brasil é nosso, fazer valer a força da família, do povo que quer produzir”, disse o pré-candidato.

Durante a tarde, o pré-candidato viaja até a cidade de Ponta Grossa, onde inicia 18h20 uma passeata na Avenida Vicente Machado.

Na quinta-feira (29), Bolsonaro volta a Curitiba onde participa de um almoço com eleitores e correligionários no Restaurante Madalosso, em Santa Felicidade. O almoço é por adesão a um custo de R$ 45.

Ato em Curitiba

Quase ao mesmo tempo em que a Caravana de Lula será encerrada no Sul com um ato na Praça Santos Andrade, às 17 horas, simpatizantes de Bolsonaro marcaram outro ato na Praça do Homem Nu, a poucas quadras da manifestação dos petistas. O policiamento foi reforçado já que há a preocupação de um confronto na tarde desta quarta-feira.