domingo, 29 de abril de 2018

Um sítio abandonado, mas que não interessa ao MST, nem ao MTST...

O belo imóvel está abandonado. O mato começou a tomar conta do local.
No seu interior ainda permanece uma infinidade de pertences de um amigo do dono.
Esse sujeito, o amigo do dono, usou as instalações, mandou reformar o imóvel, colocou uma bela cozinha, idêntica a de um tríplex no Guarujá, que ele também jura que não é o proprietário.
Porém, esses movimentos, ditos sociais - MST e MTST - se recusam a fazer a ocupação desse bem que está desocupado e sem dono.
MST e MTST são na realidade facções a serviço de uma organização criminosa e de um projeto diabólico, que felizmente não deu certo.

Moro peita o TRF-1 e manda prosseguir extradição de criminoso

A extradição do lobista Raul Schimidt Felippe Júnior, suspensa por uma liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), foi desautorizada nesta sexta-feira (27) pelo juiz Sérgio Moro.
O lobista é acusado pela força-tarefa da Operação Lava Jato de operar a distribuição de dinheiro de propinas aos ex-diretores da Petrobras Jorge Zelada, Renato Duque e Nestor Cerveró.
Para o magistrado da República de Curitiba a liminar do TRF-1 interfere indevidamente na competência do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).
No despacho, Moro aduz que a ordem de prisão foi mantida à unanimidade pelo TRF-4 e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
(via Jornal da Cidade Online)

sábado, 28 de abril de 2018

Lava Jato destrói o 'suplente de deputado' do PT, Wadih Damous

A força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná que integra a Operação Lava Jato divulgou uma resposta duríssima contra as manifestações estapafúrdias do suplente de deputado Wadih Damous (PT-RJ) contra a juíza federal Carolina Moura Lebbos. A Lava Jato repudiou as críticas do petista contra a magistrada que impediu que membros do PT transformassem a sede da PF em Curitiba, onde Lula está preso, em escritório político do condenado.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Lava Jato: força-tarefa repudia insultos proferidos contra procuradores e juízes



A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) repudia os insultos lançados pelo suplente de deputado federal Wadih Damous (PT/RJ) contra juízes e procuradores da República, especialmente em relação à juíza federal Carolina Moura Lebbos, responsável pela condução da execução penal da condenação de Luiz Inácio Lula da Silva. 
Suas palavras mostram destempero e completa falta de compromisso com a verdade, preferindo denegrir pessoas e instituições a estabelecer uma crítica minimamente razoável ou fundamentada, sobre os trabalhos de dezenas de agentes públicos nos processos da operação Lava Jato, o que se esperaria de um parlamentar e ex-presidente de seccional da Ordem dos Advogados. Infelizmente, o suplente de deputado esconde-se atrás da imunidade parlamentar para dar vazão aos seus despropósitos e insultos. 
Registra-se, por fim, que o fato de que juízes e procuradores chegaram às suas importantíssimas funções por meio de concursos abertos, competitivos e públicos, sem a necessidade de se valer de relações de compadrio ou econômicas, é motivo de orgulho e contribui para o caráter profissional e técnico de sua atuação.

Reveja o vídeo com os ataques de Damous à juíza  Carolina Moura Lebbos:

Não vamos permitir que supremas e injustas decisões afetem a nossa democracia

O que as FFAA farão se a Segunda Turma do STF soltar Lula, e afrontar a vontade dos brasileiros de bem?
 “Existe um golpe bem planejado para libertar o ex-presidente da prisão”. – a mídia vem alertando.
E, “injustamente”, diga-se de passagem, pela Suprema Justiça, que parece querer beneficiar esse mesmo Lula, que, desde 7 de abril, vem cumprindo pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Superintendência da PF de Curitiba.
Se isso acontecer, será público e notório que a “suprema arrogância”, que causa a “cegueira em relação a princípios e valores”, se instaurou, definitivamente, entre aqueles que deveriam se posicionar, e com total rigor, contra o mal.
Basta ver que quatro dos cinco ministros que compõem a Segunda Turma do STF são contra prisão após condenação em 2ª instância: Gilmar Mendes, Toffoli, Lewandowski e Celso de Mello.
Sem mencionar que três ministros dessa Segunda Turma atacaram, brutalmente, a Lava Jato, ao inviabilizar novas condenações de Lula, abrindo espaço para a anular a sua prisão.
Perguntamos: Isso é defesa de Estado de Direito ou “obstrução da Justiça”?
Falta consciência em relação ao dever a ser cumprido no supremo poder judiciário? Isso não é o mesmo que dizer: “falta tudo nessa Corte e no nosso país”?
Será que vai prevalecer, entre nós, a afirmação de Rui Barbosa, “A pior ditadura é a do poder judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”?
Ou será que os ministros Toffoli, Lewandovski e Gilmar, apoiados pelo ministro Marco Aurélio, - enquanto vêm ferindo as leis e agindo como se estivessem a serviço de um partido político e de seu líder -, vão abrir as portas para a “intervenção militar”? 
Uma coisa é certa: Nós, cidadãos de bem, não vamos aceitar ser afrontados!  E esperamos que as FFAA também não aceitem.
Até porque a situação de caos, - altamente nociva e preocupante, que estamos vivendo, - vai ter de acabar.
Nem que seja com uma providencial, justíssima e histórica “Intervenção Popular”.

texto de L.Oliver, redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. 

(via Jornal da Cidade Online)

Associação de magistrados sai em defesa da Juíza Carolina Lebbos

Os ataques a Juíza Carolina ofendem as mulheres magistradas e insulta todos os magistrados concursados do país

A Associação dos Juízes Federais do Brasil – Ajufe, entidade representativa da magistratura federal do Brasil, vem repudiar veementemente os ataques proferidos pelo suplente de deputado federal, Wadih Damous, à juíza federal Carolina Moura Lebbos, ao tempo em que presta total solidariedade à magistrada indevidamente atacada.
A manifestação irresponsável e antirrepublicana assacada contra membros da magistratura incitando ódio e desordem pública, em vídeo postado nas redes sociais, fora do exercício da atividade parlamentar ou política, é completamente descabida e revela o desejo de impedir a atuação firme da Justiça Federal e do Ministério Público no enfrentamento da corrupção.
Manifestações ofensivas à imagem da magistratura, tais quais as manifestadas pelo parlamentar Wadih Damous, que fala explicitamente em “fechar o Supremo Tribunal Federal", além de atacar um dos poderes da República, também ofende as mulheres magistradas e insulta todos os magistrados concursados do país.
Respeito às mulheres, às leis, à Constituição e a todo o povo brasileiro é o mínimo que se espera de uma pessoa que exerceu o elevado cargo de presidente de uma seccional da OAB.
Brasília, 25 de abril de 2018
Roberto Carvalho Veloso
Presidente da Ajufe

Deltan detona Gilmar

É guerra!
O bem resolveu encarar o mal.
As postagens do procurador da República e coordenador da força tarefa da Lava Jato, Deltan Dallangnol, dão uma clara demonstração de que ninguém está disposto a ceder às arbitrariedades e condutas ao arrepio da lei, patrocinadas por autoridades que se julgam realmente supremas, acima da própria Constituição, registra o Jornal da Cidade Online.
Mesmo um ser supremo deve obediência às leis, mas certos ministros não veem desta forma.
Veja o que postou o procurador a respeito de um desses seres, o insuportável Gilmar Mendes:
Na sequência, Deltan fez uma outra postagem com referência ao que foi publicado pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo. Veja em seguida o que publicou a colunista e o comentário do procurador.
E disse Deltan:
Salve-se quem puder!

Promotor escancara e chama ministros do STF de canalhas: “Até quando vamos ter que aguentar esta bandidagem togada?”

A postagem de um promotor público do estado de São Paulo nas redes sociais com comentários extremamente fortes sobre a decisão dos ministros da 2.ª Turma do Supremo que, na sessão de terça-feira (24), mandaram tirar dos processos contra Lula as delações da Odebrecht, causou enorme repercussão nos meios jurídicos.
O promotor Ricardo Montemor fez ataques diretos a quatro ministros do STF:
“Confesso estar muito, mas muito cansado mesmo de toda esta canalhice que é feita no STF pelos canalhas Lewandowski, Toffoli, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello. Não há um só dia que estes fdp não tentam sacanear e acabar com a Lava Jato ou botar na rua o bandido corrupto Lula. A solução ideal não posso dizer. Perderia o emprego se dissesse o que eles realmente merecem. Até quando vamos ter que aguentar esta bandidagem togada?”, postou o Montemor.
A Corregedoria do Ministério Público de São Paulo abriu procedimento para investigar o caso.
O promotor certamente tem o apoio da população.

Palocci prova a entrega de pacotes de dinheiro para Lula

Metódico, Antonio Palocci anotava todas as vezes que fazia repasse de dinheiro vivo para Lula. Dia, hora e local.
Um assessor que dirigia o carro para Palocci é testemunha de todos os encontros e repasses.
Esta pessoa está sob a proteção da Polícia Federal e sua identidade não é revelada.
O detalhe importante é que com a enorme listagem de entrega de dinheiro vivo para Lula, a PF terá condições de comprovar todos os encontros, vez que Palocci e Lula sempre se falavam via-celular momentos antes do repasse.
As identificações telefônicas estão sendo feitas e a posição dos aparelhos no mapa de antenas detectadas, registra o Jornal da Cidade Online.
É este apenas um dado da delação, que é simplesmente devastadora.

Calote de Venezuela e Moçambique faz Brasil buscar R$ 1,3 bi

Depois de Venezuela e Moçambique deixarem de pagar R$ 1,5 bilhão por obras e serviços, o governo brasileiro tenta mobilizar sua base no Legislativo para não ficar inadimplente, informa a Folha.

O Congresso vai precisar aprovar a inclusão no Orçamento de cerca de R$ 1,3 bilhão –total necessário para que o fundo garantidor de exportações pague os financiamentos do BNDES e do Crédit Suisse.

Segundo Romero Jucá, hoje o fundo garantidor não tem recursos para esse pagamento.

“O não pagamento teria consequências completamente indesejadas. O Brasil se tornaria inadimplente. Temos necessidade de [fazê-lo], para que continuemos gozando da real condição de bons pagadores”, afirmou Carlos Marun.

Nunca é demais lembrar que Venezuela e Moçambique são países amigões das gestões de Lula, hoje encarcerado em Curitiba, e Dilma Rousseff.

E que quem vai pagar pelo calote somos nós.

Nem só de cueca, Temer

A verdade sobre Michel Temer é que ele não atrairia muita atenção mesmo se fosse a público só de cueca para dizer que roubou.

Mais do que um presidente em exercício, Temer é um exercício de paciência, registra O Antagonista.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Lula não explicou por que roubou objetos de ouro do acervo público e escondeu numa sala-cofre do Banco do Brasil


O ex-presidente Lula, que se encontra devidamente preso numa sala especial da Policia Federal em Curitiba, teve várias oportunidades para explicar à população porque roubou vários objetos de ouro do acervo da Presidência da República e escondeu em uma sala-cofre de uma agência do Banco do Brasil em São Paulo.

O tesouro foi descoberto durante a operação Aletheia, em em 24 de fevereiro de 2016, quando Lula foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento à PF, por determinação do juiz Sérgio Moro. Perto das 8h40, Lula foi levado para o Aeroporto de Congonhas, em um carro descaracterizado, para depor à PF. Foi naquela ocasião que as autoridades descobriram que Lula ocupava duas coberturas no Edifício Green Hill, em São Bernardo do Campo. Enquanto o petista era interrogado na sala da PF no Aeroporto, agentes realizavam buscas nos dois imóveis.

Entre outras coisas, os investigadores encontraram um documento relacionado à uma sala-cofre de uma agência do Banco do Brasil, em São Paulo, em nome da ex-primeira dama Marisa Letícia e de um dos filhos do casal. Os agentes acharam o documento “Termo de Transferência de Responsabilidade” (Custódia de 23 caixas lacradas). A descoberta foi comunicada pela PF ao juiz federal Sérgio Moro por meio de relatório que inclui fotos do local onde estão os itens. Quando chegaram ao local, os agentes se depararam com 133 peças peças de ouro, jóias, obras de arte e outros objetos que deveriam ter permanecido no Acervo da Presidência da República.

Desde aquele episódio, o ex-presidente Lula concedeu centenas de entrevistas, subiu em dezenas de palanques, fez caravanas por quase uma centena de cidades pelo país, mas não explicou à população por que roubou um tesouro do acervo do povo e escondeu em uma sala-cofre do Banco do Brasil. 

Na época da descoberta, o Instituto Lula divulgou uma nota informando que Todos os objetos listados estavam "guardados, preservados e intocados.” 

Lula também está guardado, preservado e intocado numa sala especial da Polícia Federal, em Curitiba, mas por outro crime. 

Moro não tem pressa. Lula está na cadeia, preso com força. Demais processos contra o petista também ficam em Curitiba


O juiz federal Sérgio Moro declarou nesta quinta-feira, 26, que os processos contra o ex-presidente Lula vão permanecer na 13.ª Vara Federal, em Curitiba, sob sua jurisdição. A afirmação ocorre um dia após a decisão dos ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, da Segunda Turma do STF, de retirar das mãos de Moro trechos das delações da Odebrecht sobre os processos contra Lula nos casos do sítio em Atibaia e recebimento de vantagens indevidas da empreiteira.

Moro afirmou que os processos não dependem dos trechos das delações, pois já estão em fase adiantada, com acúmulo de outras provas, depoimentos e demais diligências. No caso do sítio em Atibaia, Lula responde por ter recebido propina das construtoras OAS e Odebrecht por meio da realização de reformas.

Na ação sobre o terreno do Instituto Lula, o ex-presidente foi acusado de ter sido beneficiado pela Odebrecht por meio da compra de um terreno que serviria para a futura instalação da entidade que leva o nome do petista. Nos dois casos, Moro já colheu depoimentos de cúmplices nos esquemas de corrupção, como Léo Pinheiro, Marcelo Odebrecht e Antonio Palocci, que confirmaram que os esquemas de corrupção envolveram desvios na Petrobras. 

O juiz lembrou ainda que, no caso do sítio de Atibaia, a Odebrecht não é a única envolvida, já que as obras tiveram participação também da OAS e do pecuartista José Carlos Bumlai, amigo de Lula.

O processo do sítio de Atibaia está na fase de depoimentos de testemunhas. Até 29 de junho, mais de 100 pessoas convocadas pela defesa dos réus deverão ser ouvidas. 

Já o caso que envolve o Instituto Lula e um apartamento em São Bernardo está mais adiantado. Esta ação já deveria ter sido encerrada, mas o pedido por produção de novas provas e novos interrogatórios fez o caso se arrastar. 

Para que Moro apresente sua sentença, ainda é necessário passar pela fase de alegações finais. Isso deve acontecer apenas no segundo trimestre deste ano.

De qualquer forma, Lula já está devidamente preso em Curitiba após ter sua condenação no processo do tríplex do Guarujá (SP) confirmada pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). Trata-se de um processo finalizado, onde dificilmente haverá alguma reversão em favor do condenado. A defesa de Lula já apresentou recursos contra a prisão do petista, mas todos já foram negados pelo STJ e pelo STF. 

Contar com a conivência de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli não adianta nada ao petista. Dificilmente qualquer um destes ministros terá justificativas ou mesmo coragem de livrar Lula da cadeia, ou mesmo livrá-lo de algum processo das mãos de Moro. Lula segue preso.

Sutil, Moro lembrou que o próprio ministro Dias Toffoli evitou cruzar a linha ao ousar votar favoravelmente a remessa dos trechos da delação da Odebrecht para a Justiça de São Paulo:

"Pelas informações disponíveis, porém, acerca do respeitável voto do eminente Relator Ministro Dias Toffoli, redator para o acórdão, não há uma referência direta nele à presente ação penal ou alguma determinação expressa de declinação de competência desta ação penal. Aliás, o eminente ministro foi enfático em seu respeitável voto ao consignar que a decisão tinha caráter provisório e tinha presente apenas os elementos então disponíveis naqueles autos", escreveu Moro no despacho em que decidiu manter em Curitiba o processo em curso contra Lula.

Moro deve homologar acordo de delação de Palocci com a PF. Não adiantou nada manobra da 2.ª Turma do STF para livrar a cara de Lula


A manobra dos ministros da 2.ª Turma do STF para livra a cara de Lula nos processos em curso sob jurisdição do juiz federal Sérgio Moro pode ter sido completamente em vão. A assinatura de um acordo de delação do ex-ministro Antonio Palocci a ser homologado pelo próprio Moro não apenas anula qualquer efeito sobre a decisão dos ministros do Supremo, como também agrava ainda mais a situação de Lula na Lava Jato.

Palocci era justamente o administrador das contas de Lula e do PT no banco de propinas da Odebrecht. Cabia a ele gerenciar os recursos ilícitos originários de desvios da Petrobras num montante que superou a cifra dos R$ 300 milhões, sendo que cerca de R$ 35 milhões eram de uso exclusivo do ex-presidente Lula, segundo Palocci.

Neste aspecto, de nada adiantou os ministros do STF Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski terem tirado os trechos das delações da Odebrecht relativos ao triplex do Guarujá, ao sítio em Atibaia, a cobertura de São bernardo do Campo e as negociações envolvendo a compra de um terreno para o instituto Lula. O próprio Palocci foi o responsável pela gestão dos recursos referentes a praticamente todas estas transações.

Um outro fator bastante claro neste episódio é que Palocci não teria conseguido fechar um acordo de delação com a Polícia Federal sem que conseguisse comprovar os relatos constantes no acordo. 

Apenas fatos comprovados documentalmente entram num acordo de delação, após as longas tratativas e depoimentos colhidos pela Polícia Federal, etapa já concluída até este ponto.

O pavor de Lula com acordo de delação de Palocci. "Se ele não fosse um ser humano, ele seria um simulador"


O ex-presidente Lula e seus subordinados estavam confiantes que o acordo de delação do ex-ministro Antonio Palocci jamais sairia do papel, assim como ocorre atualmente com o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, que teria delatado favores ao ministro do STF, Dias Toffoli.

Palocci também teria citado a Rede Globo, bancos e membros do Judiciário nos anexos de sua primeira tratativa visando a celebração de um acordo de delação com o Ministério Público Federal. Preso desde 2016, o ex-ministro petista não conseguiu avançar em seu promissor acordo, no qual fazia revelações estarrecedoras sobre Lula, Dilma, Guido Mantega e outros membros da cúpula do PT. Durante todo este tempo, surgiram suspeitas de que setores do MPF, capitaneados pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, teriam criado embaraços apenas para blindar gente poderosa e influente, como Dilma, ministros do STF e outras autoridades.

Diante da resistência de setores do MPF em celebrar um acordo de delação, Palocci resolveu adiantar alguns trechos durante seus depoimentos ao juiz federal Sérgio Moro. Em uma das ocisões, Palocci chegou a afirmar que suas revelações poderiam prolongar a Lava Jato por muito tempo.

Em um destes depoimentos, Palocci, afirmou que ele recebeu mais de 300 milhões de reais da Odebrecht em vantagens indevidas, e afirmou que a parte de Lula era de R$ 35 milhões. Cabia ao próprio Palocci, segundo admitiu Marcelo Odebrecht, administrar os fundos de Lula e do PT no banco de propina da empreiteira. Uma semana depois deste depoimento, Lula foi interrogado pelo juiz Sérgio Moro. Na ocasião, o ex-presidente afirmou que Palocci é um sujeito "simulador, frio e calculista".

"O Palocci, se ele não fosse um ser humano, ele seria um simulador", disse o petista. "Ele é tão esperto que ele é capaz de simular uma mentira mais verdadeira que a verdade", disse Lula a um estupefato Sérgio Moro. 

Intimamente, o magistrado conhecedor de coisas do arco da velha sobre o petista, deve ter se questionado se Lula estava mesmo se referindo a Palocci ou a ele mesmo.


Ciro Gomes diz que é preciso ser ‘muito homem’ para derrubá-lo

Ciro Gomes esteve hoje na 16ª Marcha dos Vereadores, em Brasília, e disse no evento que, se for eleito presidente, não será tarefa fácil derrubá-lo do cargo.

“Se vocês deixarem, vão me derrubar. [Mas] Não vai ser fácil, não, porque não sou a Dilma [Rousseff], sou do ramo. Tu acha que um marginal como Eduardo Cunha me derrubaria? É preciso ser muito mais homem do que eu para me derrubar”, declarou o presidenciável do PDT.

Salvo engano, isso é o que a esquerda costuma classificar de machismo –quando não vem de um dos seus adeptos.

Jair Bolsonaro tem brincado com seus aliados

Jair Bolsonaro tem brincado com seus aliados:

“Não sou eu quem sou bom. Os outros que são ruins demais.”

Palocci explode Lula e Dilma

Antonio Palocci, em seu acordo com a PF, vai explodir Lula de uma vez por todas.

Mas ele promete entregar também Dilma Rousseff.

Diz O Globo:

“Ao falar da ex-presidente Dilma Rousseff, o ex-ministro disse que ela não apenas sabia do esquema corrupto entre PT e as empreiteiras, como teria sido beneficiária e mantenedora dos arranjos. Palocci deu exemplos de situações em que tais temas foram tratados na presença de Dilma ou dependeram de sua chancela.”

Mais do que nunca, Dilma Rousseff precisa de um foro privilegiado.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Trapalhada de Gilmar Mendes, Toffoli e Lewandowski para livrar Lula da cadeia pode não dar em nada. Moro não seria obrigado a transferir processos para Justiça de SP


Ao que tudo indica, a grande trapalhada dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal para aliviar a barra de Lula na Lava Jato pode não dar em nada. A princípio, o juiz federal Sérgio Moro não é obrigado a transferir os processos pendentes de Lula na 13.ª Vara Federal em Curitiba para a Justiça de São Paulo.


A determinação do STF diz respeito apenas a trechos das delações de executivos da Odebrecht relativos ao caso do triplex do Guarujá, no qual Lula já foi efetivamente condenado, e relativos ao sítio em Atibaia, a negociação envolvendo um terreno de R$ 12 milhões para o Instituto Lula e esquemas de corrupção na Usina de Belo Monte.



Lula ainda é réu em dois processos nas mãos do juiz Sérgio Moro. Além da ação penal do triplex, cuja jurisdição já foi concluída, há ainda os processos do sítio em Atibaia e o recebimento de vantagens indevidas da Odebrecht, o que inclui o repasse dos R$ 12 milhões para o terreno do Instituto Lula e a cobertura vizinha ao apartamento de Lula em São Bernardo do Campo.



Procuradores da República afirmaram em petições ao juiz federal Sergio Moro nesta quarta-feira (25) que a decisão dos ministros da 2ª Turma do STF de tirar dele os relatos de delatores da Odebrecht sobre Lula pode gerar apenas um "lamentável tumulto processual", mas não impedirá o juiz responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância do Paraná.



"Apesar do lamentável tumulto processual gerado pela remessa de depoimentos a uma jurisdição diversa da definida nas vias ordinárias, ignorando realidade conhecida, a decisão majoritária da 2ª Turma do STF não tem qualquer repercussão sobre a competência desse douto juízo para promover e processar a presente ação penal", informaram os procuradores no texto.



"A decisão do STF evidentemente não impede que os mesmos colaboradores sejam ouvidos sobre fatos relevantes para instrução de outras investigações e ações penais, que tiveram e têm sua competência definida no âmbito dos canais próprios de decisão e revisão do Judiciário. Vários deles, aliás, já foram ouvidos na investigação que embala esta ação penal", afirmam os procuradores.



A defesa de Lula chegou a tirar um sarro do juiz Sérgio Moro nesta mesma quarta-feira. Os advogados do condenado pediram que os processos fossem remetidos imediatamente para a Justiça de São Paulo e questionaram Moro se ele iria 'desafiar uma determinação do STF'. 

Como ficou bem claro, os ministros da Segunda Turma do Supremo decidiram enviar apenas trechos dos depoimentos de delatores da Odebrecht, e não os processos de Lula, que continuam com Moro. 

Pelo visto, os petistas comemoraram prematuramente. De novo.

Defesa de Lula provoca Moro e pede que ele transfira processos como o do sítio em Atibaia para Justiça de SP


A defesa do ex-presidente Lula já provocou o juiz Sérgio Moro, após a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, que retirou das mãos do juiz federal trechos da delação da Odebrecht e ordenou a remessa para a Justiça de São Paulo.

Nesta quarta-feira, 25, a defesa do petista protocolou petição no gabinete de Moro, para que promova a ‘imediata remessa’ para a Justiça de SP dos processos em que é réu – a ação do sítio de Atibaia e a do terreno destinado à futura sede do Instituto Lula, ambas abastecidas com delações de executivos da Odebrecht.

A provocação: No ofício encaminhado ao magistrado, os advogados de Lula citam a decisão do Supremo. “Na data de ontem (24.04.2018), a 2.ª Turma do Supremo Tribunal Federal acolheu embargos de declaração opostos pelo aqui Peticionário no Quarto AgRg na PET 6.780/DF ‘determinando a remessa dos termos de colaboração e seus respectivos elementos de corroboração à Seção Judiciária do Estado de São Paulo’.”

“Diante do exposto, requer-se a imediata remessa dos autos processuais para livre distribuição na Seção Judiciária do Estado de São Paulo com os consectários legais decorrentes da incompetência deste Juízo (Código de Processo Penal, artigo 564, I), a menos que se queira desafiar a autoridade da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal.”, ironizaram os advogados de Lula. 

Militares já avisaram que não vão tolerar baderna no Brasil. Ministros do STF que esvaziam Moro para Livrar Lula estão provocando


A decisão dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal de retirar trechos importantes de delações contra o ex-presidente Lula das mãos do juiz Sérgio Moro é uma clara provocação à sociedade. A decisão dos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski que pode livrar Lula da prisão é um desaforo com os anseios de milhões de brasileiros que foram às ruas na véspera do julgamento do habeas corpus do petista no STF há poucas semanas.

Também nesta data, o Comandado do Exército Brasileiro, General Eduardo Villas Bôas, e apoiada por demais integrantes da Cúpula das Forças Armadas, no sentido de que o Exército está atento ao que acontece no país e que permanecerá ao lado da sociedade brasileira no combate à impunidade.

Neste contexto, a decisão dos ministros de tentar livrar Lula de responder por seus crimes soa como uma provocação que a sociedade dificilmente irá tolerar, após tantos anos de manifestações e esperança no combate à eterna impunidade no país.

O Exército está com o povo e com o juiz Sérgio Moro, aparentemente um dos únicos membros do Judiciário dispostos a corresponder aos anseios da sociedade por Justiça contra os corruptos poderosos.

Há poucos meses, setores da esquerda ficaram aturdidos com a homenagem do Exército ao juiz federal Sérgio Moro, e muitos chegaram a interpretar a mensagem do comandante da instituição, Eduardo Villas Bôas, como um recado direto aos agitadores de plantão. Também naquela ocasião, o general afirmou que o país passa por "incontáveis escândalos de corrupção" e "aguda crise moral", numa clara referência aos escândalos que apontaram Lula como o chefe de uma organização criminosa.

Na ocasião, o comandante do Exército aproveitou a cerimônia em que o juiz Sérgio Moro foi condecorado com a Ordem do Mérito Militar, para manifestar sua insatisfação com o legado dos governos do PT e criticou a sobreposição de "lutas por interesses pessoais e corporativos" ao interesse nacional.

— Esse momento tão grave não pode servir a disputas paralisantes. Em seguida, Eduardo Villas Bôas lembrou que "não há atalhos fora da Constituição", numa clara referência a tentativas da esquerda de desestabilizar o governo. O recado também é um reforço dos militares e de sua disposição de assegurar a manutenção do Estado de Direito. Caso os ministros do STF caiam na bobagem de livrar Lula da cadeia e retirar os demais processos das mãos de Sérgio Moro, as consequências podem ser bastante desagradáveis para aqueles que insistem em prevalecer sobre as Leis, a Constituição e à vontade soberana do povo.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

O BRASIL PRECISA ACORDAR: STF abre caminho para tirar Lula das mãos de Moro

A decisão da última terça-feira da Segunda Turma do STF de tirar das mãos do juiz Sergio Moro as delações da Odebrecht que citam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode abrir uma avenida para que os advogados do petista contestem outras ações e até mesmo a condenação no caso triplex do Guarujá.
O entendimento abre não só uma brecha, mas uma avenida não só para que duas ações penais a que o petista responde perante Moro migrem para a Justiça de São Paulo, como também tira a apreciação de eventuais recursos nesses casos da alçada do TRF-4, de Porto Alegre.
Com essa mudança, a Justiça de São Paulo terá que abrir inquérito para apurar as menções a Lula na delação da Odebrecht. Com isso, a defesa do ex-presidente está pronta para argumentar que a lei veda que alguém responda por um mesmo fato em dois juízos, o que é o caminho das pedras para tirá-lo das mãos de Moro.
O SFT fez um desserviço ao combate a corrupção e uma clara afronta ao que espera a sociedade Brasileira.
Nas palavras do General Villas Boas:
Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?
Vamos novamente as ruas, precisamos acordar.

Caso grave de Doutrinação em Escola: Professor ameaça tirar pontos de aluno que falar em Bolsonaro (veja o vídeo)

Ocorreu mais um caso grave de doutrinação ideológica por parte de professores.
Aproveitando da plateia cativa dos estudantes, um professor claramente exaltado, ataca e agride verbalmente os alunos e por fim ameaça:
"Falou em Bolsonaro, menos dois pontos" 
O aluno claramente constrangido, praticamente implora para que cessem os ataques do raivoso professor.
Não se pode permitir que esse tipo de atitude continue acontecendo em nossas escolas.
Obs: Até o momento não temos informações sobre o nome da escola ou nome do professor doutrinador.
ASSISTA:


via Jornal da Cidade Online

Gilmar detonou a Lava Jato e foi se encontrar com Temer, fora de agenda, na calada da noite

Na noite desta terça-feira, logo após sacramentar com o seu voto o ‘golpe’ contra a Operação Lava Jato, o ministro Gilmar Mendes teve um encontro com o presidente Michel Temer.
Gilmar chegou ao Palácio Jaburu às 21h30 e só deixou o local após às 23h.
Foi mais de uma hora e meia de conversa.
É evidente que a pauta foi o ‘golpe’.
Temer e Lula tem interesses recíprocos.
Flagrado por uma repórter da Globo, Gilmar disse que foi discutir a proposta de semi-presidencialismo e convidar o presidente para uma entrevista sobre o tema no IDP.
Alguém acredita?
É a lama!

via Jornal da Cidade Online

Força-Tarefa da Lava Jato contra-ataca

Após o STF impedir que as delações do empreiteiro Marcelo Odebrecht fossem utilizada contra o ex-presidente Lula no âmbito da operação Lava Jata, a força-tarefa da operação não desistiu dos processos.
Segundo a jornalista Miriam Leitão, “a força-tarefa vai protocolar manifestações nas duas ações penais que correm na 13ª Vara Federal, informando que entende que o STF não discutiu a competência ao retirar a delação da Odebrecht de Curitiba”.

Ministros do STF debocham dos Generais

Parece que aquela conhecida “tchuminha” lá do Supremo está “cagando-e-andando” para os alertas sobre a política e a “Justiça” que foram dados publicamente por alguns conceituados generais da ativa e da reserva, inclusive pelo Comandante do Exército, General Villas Bôas.
As decisões casuísticas de um grupo de “supremos” Ministros para livrar Lula da sua condenação criminal, da cadeia e mesmo das malhas da Operação Lava Jato, passaram de todos os limites, no sentido do total desrespeito das leis e favorecimento de Lula e de toda a bandidagem que o cerca, integrada agora, com mais clareza que nunca, pelos citados “supremos” Ministros.
As “chicanas” processuais, que antes só eram praticadas por advogados não muito éticos, hoje estão incorporadas nas atitudes de alguns Ministros do STF.
Esses togados estão usando e abusando dos seus “direitos”, principalmente daquele que foi bem definido pelo ilustre jurista e tribuno Rui Barbosa, patrono da advocacia brasileira: “A pior ditadura é a do Poder Judiciário. Contra as suas decisões não há a quem recorrer”.
Ora, se os ditos Ministros estão tomando as suas decisões na contramão do direito, favorecendo os que agem fora da lei, nada mais justo e necessário que um contra-ataque, conforme as necessidades sentidas pela sociedade, mesmo que fora dos métodos “convencionais”.
Se “Suas Excelências” consultassem o passado, veriam que lá em 64, três Ministros do Supremo estavam na “lista” para serem cassados imediatamente pelo Regime Militar, mas que graças a certos “arranjos” políticos feitos, essas cassações só foram consumadas mais tarde, com o AI-5, de dezembro de 1968, no Governo Costa e Silva.  E os Ministros cassados na ocasião jamais ousaram debochar dos generais, como agora acontece. 
E a única saída que se vislumbra hoje no horizonte não poderia ser através daquela   “democracia”, como erradamente a concebemos, porquanto ela está totalmente  viciada e controlada por maus elementos, sob o olhar omisso e inconsequente da parcela da população ingênua ou idiotizada politicamente (que apesar dos pesares ainda vota “neles”), e que por tal razão deixou de ser democracia,  transformado-se na sua contrária, na OCLOCRACIA, que resumidamente pode ser definida como a democracia deturpada, degenerada, corrompida, ao “avesso”, onde o voto inconsequente e de má qualidade elege a pior escória da sociedade para dirigi-la.
Mas se os que nos governam, escrevem as leis e julgam as demandas da sociedade não agem com as virtudes requeridas para tais tarefas, o PODER INSTITUINTE e SOBERANO DO POVO, consagrado explicitamente no Parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal (“todo o poder emana do povo...”), poderia ser uma saída LEGAL e CONSTITUCIONAL para eliminá-los do controle dos Três Poderes Constitucionais.
Essa “saída” poderia estar numa CONVOCAÇÃO DO POVO, dirigida ao PODER MILITAR, para que fosse acionado o comando do artigo 142 da Constituição, estabelecendo-se, excepcionalmente, o regime de INTERVENÇÃO, chamada por uns de “constitucional”, por outros de “militar”, mas que na verdade não é nenhuma delas.
A chamada INTERVENÇÃO não seria propriamente dos militares, que se constituiriam somente em “instrumentos” para tanto, porém do PODER INSTITUINTE, CONSTITUINTE E SOBERANO DO POVO, por intermédio das “suas” FORÇAS ARMADAS, que em última análise seria o único poder com força suficiente para destituir toda a rafuagem moral que se adonou ilicitamente dos Três Poderes Constitucionais.
É claro que uma primeira etapa teria que ser decidida também no interior das próprias Forças Armadas. Ninguém pode desconsiderar que politicamente elas têm uma divisão interna bastante acentuada, inclusive no aspecto ideológico (esquerda, direita, etc.). Por isso há que se considerar que uma grande parcela dos seus Oficiais Superiores, inclusive do generalato, foi promovida a partir de 2003, do Governo Lula em diante, e provavelmente muitos deles já eram ou “avermelharam” durante esse longo período de 15 anos. Até que ponto esses oficiais seriam “fiéis” aos seus padrinhos “colorados” é dúvida e questão interna a ser resolvida, num primeiro momento.
Portanto, a “guerra” para derrubar esses delinquentes que se apoderaram da política e de todos os poderes, infelicitando o Brasil de tanta roubalheira, teria que começar pelo Povo e ter prosseguimento dentro das próprias FA. Essa etapa no meio militar seria a mais difícil. Superada essa, a seguinte seria bem mais fácil.  
Mas 64 só serviria de “guia” para a derrubada dos poderes que hoje estão instalados. No mais, teria que haver honestidade, capacitação e criatividade para que não se repetissem os eventuais erros de 64, que apesar de tudo foram muito menores que os cometidos após a “Nova República” de 1985, assumindo características “trágicas” depois de 2003, com Lula, Dilma, Temer, “et caterva”.

artigo de Sérgio Alves de Oliveira, Advogado, sociólogo,  pós-graduado em Sociologia PUC/RS
via Jornal da Cidade Online