segunda-feira, 11 de junho de 2018

O ministro trapalhão e trapaceiro

Assim foram os 14 anos da era PT... 

Repletos de trapalhadas e trapaças. Guido Mantega representa com precisão esse período nefasto de nossa história, relata o Jornal da Cidade Online.

Como ministro da fazenda, no mínimo, omitia os seus negócios. 
Deixava de prestar a devida declaração de suas transações. E, neste ponto ele é confesso. 

Ocupando um dos mais importantes cargos da República, ele, no mínimo, agia criminosamente dando um péssimo exemplo para todo o povo brasileiro. 

Mais do que isso, Guido, usando a sua condição de ministro, atuava fortemente na captação de dinheiro ilícito para o PT e para os petistas. Dai a sua permanência no cargo por tanto tempo. 

Na condução da economia, Guido foi uma lástima. Na captação de recursos ilícitos foi extremamente eficiente. 

Assim, a tônica sempre foi, em nome das trapaças, todas as trapalhadas serão perdoadas.

Renato Teixeira dá humilhante corretivo em Chico Buarque sobre apoio a Lula

O cantor e compositor, autor do clássico 'Romaria', mandou um recado para Chico Buarque, em conversa com a colunista Mônica Bergamo. 

O Jornal da Cidade Online publicou que Renato Teixeira deixa claro que vê Chico Buarque como um ‘gênio da música’, mas pontua o seguinte:

Para mim é o maior compositor da terra. É a minha influência absoluta. Mas eu acho que politicamente ele tá num lugar que não precisa mais estar. Essa política em que ele atua não existe mais, acabou. É uma ilusão. É xepa, totalmente xepa. 

Renato esclarece ainda que é contra cantores e compositores que usam a fama para apoiar algum candidato.

“Se a música te dá uma projeção e você desce pra praticar política e traz a sua arte junto, é feio. Não gosto disso não.” 

Está corretíssimo. Chico fez muito mais do que descer para apoiar Lula, se chafurdou na lama da Lei Rouanet. 

Esse é o diferencial de um artista ético, como Renato Teixeira, em relação a Chico, fissurado por dinheiro.

Temer: não se trata criminalidade ‘com rosas na mão’

Michel Temer, campeão de impopularidade, discursou hoje no Planalto na cerimônia de sanção da lei que cria o Sistema Único de Segurança Pública, relata o G1.

“Todos somos vítimas de uma criminalidade que, cada vez mais sofisticada, precisa de um combate também sofisticado, igualmente articulado e coeso”, disse o presidente sobre o Susp, cuja criação foi articulada pelo Ministério da Segurança Pública.

Temer afirmou também que a tortura é “inadmissível”, mas não se pode tratar a criminalidade “com rosas na mão”.

Fernando Morais faz propaganda do presidiário no tribunal

Ao prestar depoimento em defesa de Lula, Fernando Morais atribuiu a seguinte frase a Bono Vox:

“Depois da morte de Mandela, só existe no mundo uma pessoa capaz de juntar ricos e pobres, pretos e brancos, magros e gordos, e essa pessoa se chama Luiz Inácio Lula da Silva”.

Sergio Moro cortou:

“O processo não deve ser usado para esse tipo de propaganda”.

Fernando Morais perguntou:

“Posso fazer uso da palavra?”

Sergio Moro respondeu:

“Não, o senhor pode responder as perguntas que forem feitas”.

Fernando Morais acompanhou Lula em sua viagem a Cuba, em jatinho fretado pela Odebrecht. Enquanto o lobista negociava contratos para a empreiteira, Fernando Morais apresentava seu livro.

A Companhia das Letras encomendou-lhe a biografia do presidiário.

É vergonhoso.

O prazer de FHC

FHC disse à GloboNews que foi “prazeroso” testemunhar em defesa de Lula.

Prazeroso será ouvir os depoimentos de Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro sobre a propina paga ao presidiário.

“A camisa do Brasil virou sinônimo de filho da p…, de golpista”

Os petistas se recusam a vestir a camisa amarelinha do impeachment durante a Copa.

Marcelo Rubens Paiva disse para a Época:

“Não dá para vestir a camisa da Seleção, que virou símbolo de uma massa de manobra comandada por golpistas”.

João Gordo concorda:

“Está chegando a Copa, e não vejo ninguém com a camisa do Brasil. Porque essa camisa virou sinônimo de filho da p…, de golpista”.

O fim de Temer

A economia piorou para 72% dos brasileiros, segundo o Datafolha.

E melhorou para apenas 6%.

Os governistas esperavam que a retomada da economia fosse engavetar as denúncias contra Michel Temer e alavancar sua popularidade.

Ocorreu o contrário.

A PF seguiu o rastro da propina do coronel Lima e Michel Temer se tornou o presidente mais detestado de todos os tempos.

Se os governistas quiserem se reeleger, precisam afastá-lo do Palácio do Planalto o quanto antes, publica O Antagonista.

Mais dor de cabeça para políticos. Polícia Federal identificou 2.000 codinomes no sistema de propinas da Odebrecht


Um assunto que tirou o sono de muitos políticos há cerca de uma semana, mas vem recebendo pouco destaque por parte da imprensa, promete dar panos para mangas nos próximos meses. 

Trata-se da perícia feita pela Polícia Federal no sistema de informática usado pela construtora Odebrecht para registrar pagamento de propina e caixa dois. que identificou nada menos que 2.000 codinomes de beneficiários, incluindo agentes públicos.

Onze peritos do Setor Técnico-Científico da Superintendência da PF em Curitiba tem se debruçado na análise sobre os dois sistemas da construtora, Drousys e MyWebDay, o sistema do fim do mundo. Até o momento, os peritos já identificaram pagamentos relativos a mais de cem obras públicas em mais de dez países além do Brasil. Os pagamentos estão registrados em 1,9 milhão de arquivos com um total de 54 terabytes.

Não adianta fugir do assunto. Um balanço parcial já foi inclusive  apresentado pelos peritos Ricardo Hurtado e Rodrigo Lange em congresso organizado pela APCF (Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais), em Foz do Iguaçu (PR) na semana passada. 

Na ocasião, os peritos afirmaram que só tiveram acesso aos sistemas no final do ano passado. Até então, os dados estavam sob custódia da Procuradoria-Geral da República.

O que precipitou o acesso da PF ao sistema foi uma decisão provocada por petições da defesa do ex-presidente Lula, que queria ter acesso integral aos sistemas. Ao se pronunciar sobre o sigilo dos arquivos, o juiz Sergio Moro decidiu que a PF deveria periciar o material. O magistrado ordenou que os arquivos fossem periciados em uma "sala reservada, com mecanismos de segurança e controle de acesso", dada a gravidade das informações constantes no sistema.

Para a operação, a PF criou ambiente monitorado por circuito interno de vídeo, com porta blindada e barras de ferro nas janelas, no qual podem entrar apenas os peritos credenciados. Como os dados podem revelar centenas ou milhares de novas linhas de investigações, Moro solicitou que fosse entregue uma lista de autorizados a entrar na sala.

A perícia mostrou que os pagamentos eram feitos quase sempre em dinheiro após uma complexa rede de mensagens que envolvia 54 máquinas virtuais em pelo menos três países: Brasil, Suíça e Suécia.

Até o momento quatro laudos foram elaborados a pedido do STF sobre parlamentares com foro especial, em processos sob sigilo, e dois a pedido de Moro, em casos que envolvem Lula. 

Outros laudos estão sendo produzidos.

Mais um possível pré-candidato do PT cai nas garras da Lei. Juiz eleitoral recebe denúncia contra Haddad por caixa 2

Considerado por boa parte do PT como a melhor opção para ocupar o lugar de Lula na disputa pela Presidência da República nas eleições de outubro, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, vê sua situação perante a Justiça Eleitoral se complicar ainda mais. O juiz Francisco Shintate, da primeira Zona Eleitoral de São Paulo, acaba de acolher denúncia do Ministério Público Eleitoral contra Haddad.

Assim como outros petistas, o ex-prefeito também foi acusado da prática de caixa dois na campanha de 2012, por supostamente ter recebido por fora recursos da empreiteira UTC, investigada na Operação Lava Jato.

Segundo a assessoria de Haddad, ele ainda não é considerado réu e segue apenas como acusado no processo, informou a Folha na sexta-feira, 08.

Lula está sóbrio na prisão, mas parece que andou bebendo. Condenado traça programa de governo e descarta Haddad


O ex-presidente e agora presidiário Luiz Inácio Lula da Silva parece que perdeu o juízo longe da cachaça. Sóbrio, o condenado delira de seu quartinho de 15 metros quadrados no isolado quarto andar do prédio da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O petista reafirmou, nesta quinta-feira (7), que pretende concorrer à Presidência e já escreve até seu programa de governo, que, segundo a Folha, tem foco especial na Segurança Pública.

O ex-presidente presidiário também está contrariando uma corrente crescente no PT, que defende a candidatura do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Ainda segundo a Folha, Lula defende uma chapa formada por ele e um vice de outro partido. O petista reafirmou sua disposição de disputar a Presidência em uma carta que foi lida nesta sexta-feira (8) durante ato de lançamento de sua pré-candidatura, na cidade de Contagem (MG). Lula finge ignorar que terá o registro de sua candidatura negado, assim que o emissário pisar nas escadas no Tribunal Superior Eleitoral. 

Segundo o site Imprensa Viva publicou, há poucos dias, circularam rumores maldosos sugerindo que Lula estaria enfrentando problemas com a abstinência de bebida alcoólica. Quem sabe uma cachacinha não faria o petista recobrar o juízo e voltar à realidade?

Lula diz que está 'numa solitária na Polícia Federal de Curitiba'. Não poderia ser diferente. É questão de Segurança Nacional

Em carta redigida da prisão esta semana para o cantor pernambucano Maciel Melo, o ex-presidente Lula se queixou do isolamento e disse que está 'numa solitária na Polícia Federal de Curitiba'. Ocupantes de cargos estratégicos devem mesmo ficar detidos em instalações conhecidas como Sala de-Estado Maior, publica o site Imprensa Viva.

Segundo a publicação, o que pode ser compreendido por muitos como um privilégio ou o reconhecimento da importância pessoal do prisioneiro não faz qualquer sentido. No caso do ex-presidente Lula, este tipo de reclusão se destina a proteger não apenas a instituição da Presidência da República, como também assegurar que informações sigilosas a que apenas chefes do executivo tem acesso não sejam compartilhadas no cárcere.

O ex-presidente Lula, como ex-mandatário do país, teve acesso a acordos internacionais sigilosos, informações confidenciais sobre o pré-sal, protocolos de segurança interna envolvendo estratégias a serem adotadas pelo país em casos de ataques externos, endemias e outros tipos de ameaças a que qualquer nação pode ser submetida.

Caso Lula fosse mantido em companhia de outros detentos, espiões estrangeiros e brasileiros poderiam cooptar parentes de outros presos oferecendo milhões em troca de informações confidenciais. Nestes casos, especialistas em obter informações secretas não medem esforços, fornecendo inclusive substâncias alucinógenas.

Lula precisa ser mantido isolado por uma questão de Segurança Nacional. Além de ter a boca mole e falar demais, o petista tem ainda uma queda por bebidas alcoólicas. Em um presídio comum, convivendo com outros presos, Lula poderia falar o que não deve ou ser coagido a revelar segredos de Estado que tem compromisso em manter em sigilo. “Conforme despacho de 05 de abril 2018 na ação penal, foi determinado o recolhimento do condenado em sala reservada, espécie de Sala de Estado Maior, na própria Superintendência da Polícia Federal, para o início do cumprimento da pena” “Na qual o ex-Presidente ficará separado dos demais presos, sem qualquer risco para a integridade moral ou física, a fim de igualmente atender a dignidade do cargo ocupado.”, diz o despacho do juiz federal Sérgio Moro.

Lula cumpre pena de 12 anos e 1 mês, em regime fechado, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, após ter sido condenado no caso apartamento triplex no Guarujá. O petista está detido em um quarto de 15 metros quadrados no isolado quarto andar do prédio da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, não é por acaso. No local onde Lula está preso não há circulação de pessoas e o petista é vigiado 24 horas por dia por quatro agentes federais, que se intercalam em turnos. 

Paulo Henrique Amorim condenado no STF por injúria racial contra o jornalista Heraldo Pereira


O apresentador Paulo Henrique Amorim foi condenado pelo crime de injúria racial contra o também jornalista Heraldo Pereira. Em decisão do dia 5 de junho, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, decretou o trânsito em julgado de decisão da 1ª Turma que condenou Amorim a um ano e oito meses de prisão por injúria racial. A pena foi convertida em restrição a direitos, informa o site Conjur.

Em agosto de 2017, a 1ª Turma do STF, por unanimidade, manteve a condenação de Paulo Henrique Amorim a pena de 1 ano e 8 meses em regime aberto, mais multa, por prática de injúria racial contra o jornalista da TV Globo. Além disso, afastou qualquer possibilidade de um novo recurso.

"A Lei n. 9.459/97, introduzindo o dispositivo da injúria racial, criou mais um delito no cenário do racismo, portanto, imprescritível, inafiançável e sujeito à pena de reclusão", apontou Barroso, na ocasião. Ele afirmou que, para se chegar à conclusão diversa do acórdão recorrido, seria necessária a análise da legislação infraconstitucional pertinente, o que é inviável em recurso extraordinário.

O recurso pedia a reforma de acórdão proferido pela 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça que estendeu ao crime de injúria racial a imprescritibilidade de que cuida o artigo 5º, XLII, da Constituição Federal, que trata do racismo.

Mas, segundo Barroso, os fatos foram detida e profundamente apreciados nas instâncias ordinárias. De modo que não se pode rediscutir a matéria sem revolver os fatos para que se chegue à conclusão diversa da encontrada pelo STJ. "De se salientar que não se trata de manter a decisão, com exame da questão de fundo a, mas da impossibilidade de proceder à revisão nesta via recursal", disse o ministro.

O apresentador da Record, que mantém um blog que recebia verbas dos governos do PT, tem a língua afiada e costuma proferir declarações furiosas contra o juiz federal Sérgio Moro e à Polícia Federal com frequência em suas matérias e vídeos publicados no Youtube.

Gleisi comemora resultado do Datafolha

Gleisi Hoffmann interrompeu momentaneamente seus ataques à chamada “mídia golpista” e comemorou, no Twitter, o resultado do Datafolha.

“A pesquisa DataFolha deixa duas certezas: Lula é o preferido pra governar o Brasil e é o grande eleitor de 2018”.

A pesquisa DataFolha deixa duas certezas: Lula é o preferido pra governar o Brasil e é o grande eleitor de 2018. Lula é autoexplicativo, seus governos foram os melhores para a maioria do povo e se comparados ao que vivemos hj era quase o paraíso

VÍDEO: Bolsonaro questiona Datafolha

Jair Bolsonaro publicou hoje um vídeo nas redes sociais questionando os números apresentados no Datafolha.

Segundo o presidenciável do PSL, na pesquisa Datafolha ele perderia de todos os candidatos no segundo turno.

Veja o vídeo abaixo:

domingo, 10 de junho de 2018

O dia em que um juiz fez uma confissão a um criminoso

O significado da confissão de Marcelo Bretas a Luiz Inácio Lula da Silva

Não raro vemos relato de pessoas que acreditaram e se decepcionaram com a possibilidade de que um simples metalúrgico, calejado pela vida e conhecedor da mais absoluta pobreza, pudesse fazer a diferença. E, sem dúvida, poderia. 

Infelizmente, o metalúrgico que escolhemos, não era detentor de uma boa índole, havia se deteriorado no meio da politicagem sindical e não soube transformar as dificuldades que havia passado na vida em coisas boas para a sua alma. 

Muito pelo contrário, alimentou uma ganância cega pelo poder. O poder pelo poder, custe o que custar.

Em audiência com Sérgio Cabral, um outro criminoso, comparsa de Lula, o juiz Marcelo Bretas confessou que em 1989 havia usado boné com o nome do petista e votado nele. 

Antes porém, o próprio juiz Sérgio Moro, certa ocasião, havia dito que deu o seu primeiro voto para o homem que condenou por ter roubado a nação. 

Quem escreve esse texto, ainda não era eleitora em 1989, mas torceu por Lula. 

Bretas, Moro e eu, somos três das milhões de pessoas que se decepcionaram com este canalha.

texto de Amanda Acosta, articulista e repórter.
(artigo publicado originalmente no Jornal da Cidade Online.)

Juíza vai indeferir estúdio e TSE não irá permitir exibição de vídeos já gravados, mas PT já tem outro plano

A Justiça não pretende amolecer ante aos pleitos absurdos do PT e dos advogados de Lula. 

O pensamento das autoridades envolvidas é de que, pela condição de ex-presidente, muitas regalias já foram permitidas a Lula. Chegou a hora de apertar o cerco para que o petista brevemente possa cumprir sua pena como preso comum, segundo o Jornal da Cidade Online. 

Nesse sentido, a autorização para transformar a cela em um estúdio, solicitada pelo advogado Cristiano Zanin, afim de que o presidiário possa gravar vídeos para um eventual programa eleitoral, será negada pela juíza Carolina Lebbos. Não tenham dúvida. 

Da mesma forma, o TSE não irá permitir a exibição de uma série de vídeos que Lula gravou antes de ser preso. 

Por outro lado, a intenção da corte é obstar o registro da candidatura, que a senadora Gleisi, presidente do PT, garante que vai registrar no dia 15 de agosto. 

Assim, no PT, começa a ganhar ênfase o plano do deputado Arlindo Chinaglia. 

A ideia é lançar outro candidato agora, que renunciaria faltando 20 dias para a disputa eleitoral, dando lugar a Lula. 

É apenas mais um plano infame dos petistas, que certamente não será permitido. 

Eles se julgam muito inteligentes e acima da lei. 

Felizmente, o Brasil está mudando.

Nada mais apropriado para o lançamento de uma candidatura fake do que Dilma usando máscara

Nada mais apropriado para o momento. Dilma usando máscara lançando uma candidatura inelegível e lendo uma carta supostamente escrita por Lula. Uma farsa indisfarçável, em Minas Gerais, publica o Jornal da Cidade Online.

A quadrilha que iria incendiar o Brasil, caso o chefe fosse preso, conseguiu reunir, segundo a Folha de S.Paulo, apenas duas mil pessoas. 

Na carta, a hipocrisia: 

"É para acabar com o sofrimento do povo que sou novamente candidato à Presidência da República". 

No vídeo apresentado, a mentira deslavada: 

"O povo quer, a lei permite, o Brasil precisa. Lula, o Brasil feliz de novo". 

Segundo a publicação, o povo não quer, a lei não permite e o Brasil não quer ser roubado novamente. 

Todos esses que protagonizaram esta lambança em Minas Gerais, também estão envolvidos em esquemas escabrosos de corrupção, inclusive os anfitriões, o governador Fernando Pimentel e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann. 

Brevemente terão o mesmo castigo do comandante máximo. 

Veja abaixo a carta do presidiário, que certamente não foi ele que escreveu: Há dois meses estou preso, injustamente, sem ter cometido crime nenhum. 

Há dois meses estou impedido de percorrer o País que amo, levando a mensagem de esperança num Brasil melhor e mais justo, com oportunidades para todos, como sempre fiz em 45 anos de vida pública. 

Fui privado de conviver diariamente com meus filhos e minha filha, meus netos e netas, minha bisneta, meus amigos e companheiros. Mas não tenho dúvida de que me puseram aqui para me impedir de conviver com minha grande família: o povo brasileiro. Isso é o que mais me angustia, pois sei que, do lado de fora, a cada dia mais e mais famílias voltam a viver nas ruas, abandonadas pelo estado que deveria protegê-las. 

De onde me encontro, quero renovar a mensagem de fé no Brasil e em nosso povo. Juntos, soubemos superar momentos difíceis, graves crises econômicas, políticas e sociais. Juntos, no meu governo, vencemos a fome, o desemprego, a recessão, as enormes pressões do capital internacional e de seus representantes no País. Juntos, reduzimos a secular doença da desigualdade social que marcou a formação do Brasil: o genocídio dos indígenas, a escravidão dos negros e a exploração dos trabalhadores da cidade e do campo.

Combatemos sem tréguas as injustiças. De cabeça erguida, chegamos a ser considerados o povo mais otimista do mundo. Aprofundamos nossa democracia e por isso conquistamos protagonismo internacional, com a criação da Unasul, da Celac, dos BRICS e a nossa relação solidária com os países africanos. Nossa voz foi ouvida no G-8 e nos mais importantes fóruns mundiais. 

Tenho certeza que podemos reconstruir este País e voltar a sonhar com uma grande nação. Isso é o que me anima a seguir lutando. 

Não posso me conformar com o sofrimento dos mais pobres e o castigo que está se abatendo sobre a nossa classe trabalhadora, assim como não me conformo com minha situação.

Os que me acusaram na Lava Jato sabem que mentiram, pois nunca fui dono, nunca tive a posse, nunca passei uma noite no tal apartamento do Guarujá. Os que me condenaram, Sérgio Moro e os desembargadores do TRF-4, sabem que armaram uma farsa judicial para me prender, pois demonstrei minha inocência no processo e eles não conseguiram apresentar a prova do crime de que me acusam. 

Até hoje me pergunto: onde está a prova? 

Não fui tratado pelos procuradores da Lava Jato, por Moro e pelo TRF-4 como um cidadão igual aos demais. Fui tratado sempre como inimigo. 

Não cultivo ódio ou rancor, mas duvido que meus algozes possam dormir com a consciência tranquila

Contra todas as injustiças, tenho o direito constitucional de recorrer em liberdade, mas esse direito me tem sido negado, até agora, pelo único motivo de que me chamo Luiz Inácio Lula da Silva. 

Por isso me considero um preso político em meu país.

Quando ficou claro que iriam me prender à força, sem crime nem provas, decidi ficar no Brasil e enfrentar meus algozes. Sei do meu lugar na história e sei qual é o lugar reservado aos que hoje me perseguem. Tenho certeza de que a Justiça fará prevalecer a verdade. 

Nas caravanas que fiz recentemente pelo Brasil, vi a esperança nos olhos das pessoas. E também vi a angústia de quem está sofrendo com a volta da fome e do desemprego, a desnutrição, o abandono escolar, os direitos roubados aos trabalhadores, a destruição das políticas de inclusão social constitucionalmente garantidas e agora negadas na prática. 

É para acabar com o sofrimento do povo que sou novamente candidato à Presidência da República.

Assumo esta missão porque tenho uma grande responsabilidade com o Brasil e porque os brasileiros têm o direito de votar livremente num projeto de país mais solidário, mais justo e soberano, perseverando no projeto de integração latino-americana. 

Sou candidato porque acredito, sinceramente, que a Justiça Eleitoral manterá a coerência com seus precedentes de jurisprudência, desde 2002, não se curvando à chantagem da exceção só para ferir meu direito e o direito dos eleitores de votar em quem melhor os representa.

Tive muitas candidaturas em minha trajetória, mas esta é diferente: é o compromisso da minha vida. Quem teve o privilégio de ver o Brasil avançar em benefício dos mais pobres, depois de séculos de exclusão e abandono, não pode se omitir na hora mais difícil para a nossa gente. 

Sei que minha candidatura representa a esperança, e vamos levá-la até as últimas consequências, porque temos ao nosso lado a força do povo.

Temos o direito de sonhar novamente, depois do pesadelo que nos foi imposto pelo golpe de 2016. 

Mentiram para derrubar a presidenta Dilma Rousseff, legitimamente eleita. Mentiram que o país iria melhorar se o PT saísse do governo; que haveria mais empregos e mais desenvolvimento. Mentiram para impor o programa derrotado nas urnas em 2014. Mentiram para destruir o projeto de erradicação da miséria que colocamos em curso a partir do meu governo. Mentiram para entregar as riquezas nacionais e favorecer os detentores do poder econômico e financeiro, numa escandalosa traição à vontade do povo, manifestada em 2002, 2006, 2010 e 2014, de modo claro e inequívoco

Está chegando a hora da verdade. 

Quero ser presidente do Brasil novamente porque já provei que é possível construir um Brasil melhor para o nosso povo. Provamos que o País pode crescer, em benefício de todos, quando o governo coloca os trabalhadores e os mais pobres no centro das atenções, e não se torna escravo dos interesses dos ricos e poderosos. E provamos que somente a inclusão de milhões de pobres pode fazer a economia crescer e se recuperar. 

Governamos para o povo e não para o mercado. É o contrário do que faz o governo dos nossos adversários, a serviço dos financistas e das multinacionais, que suprimiu direitos históricos dos trabalhadores, reduziu o salário real, cortou os investimentos em saúde e educação e está destruindo programas como o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Pronaf, Luz Pra Todos, Prouni e Fies, entre tantas ações voltadas para a justiça social.

Sonho ser presidente do Brasil para acabar com o sofrimento de quem não tem mais dinheiro para comprar o botijão de gás, que voltou a usar a lenha para cozinhar ou, pior ainda, usam álcool e se tornam vítimas de graves acidentes e queimaduras. Este é um dos mais cruéis retrocessos provocados pela política de destruição da Petrobrás e da soberania nacional, conduzida pelos entreguistas do PSDB que apoiaram o golpe de 2016. 

A Petrobras não foi criada para gerar ganhos para os especuladores de Wall Street, em Nova Iorque, mas para garantir a autossuficiência de petróleo no Brasil, a preços compatíveis com a economia popular. A Petrobras tem de voltar a ser brasileira. Podem estar certos que nós vamos acabar com essa história de vender seus ativos. Ela não será mais refém das multinacionais do petróleo. Voltará a exercer papel estratégico no desenvolvimento do País, inclusive no direcionamento dos recursos do pré-sal para a educação, nosso passaporte para o futuro.

Podem estar certos também de que impediremos a privatização da Eletrobrás, do Banco do Brasil e da Caixa, o esvaziamento do BNDES e de todos os instrumentos de que o País dispõe para promover o desenvolvimento e o bem-estar social. 

Sonho ser o presidente de um País em que o julgador preste mais atenção à Constituição e menos às manchetes dos jornais. 

Em que o estado de direito seja a regra, sem medidas de exceção. 

Sonho com um país em que a democracia prevaleça sobre o arbítrio, o monopólio da mídia, o preconceito e a discriminação. 

Sonho ser o presidente de um País em que todos tenham direitos e ninguém tenha privilégios.

Um País em que todos possam fazer novamente três refeições por dia; em que as crianças possam frequentar a escola, em que todos tenham direito ao trabalho com salário digno e proteção da lei. Um país em que todo trabalhador rural volte a ter acesso à terra para produzir, com financiamento e assistência técnica.

Um país em que as pessoas voltem a ter confiança no presente e esperança no futuro. E que por isso mesmo volte a ser respeitado internacionalmente, volte a promover a integração latino-americana e a cooperação com a África, e que exerça uma posição soberana nos diálogos internacionais sobre o comércio e o meio ambiente, pela paz e a amizade entre os povos. 

Nós sabemos qual é o caminho para concretizar esses sonhos. Hoje ele passa pela realização de eleições livres e democráticas, com a participação de todas as forças políticas, sem regras de exceção para impedir apenas determinado candidato.

Só assim teremos um governo com legitimidade para enfrentar os grandes desafios, que poderá dialogar com todos os setores da nação respaldado pelo voto popular. É a esta missão que me proponho ao aceitar a candidatura presidencial pelo Partido dos Trabalhadores. 

Já mostramos que é possível fazer um governo de pacificação nacional, em que o Brasil caminhe ao encontro dos brasileiros, especialmente dos mais pobres e dos trabalhadores.

Fiz um governo em que os pobres foram incluídos no orçamento da União, com mais distribuição de renda e menos fome; com mais saúde e menos mortalidade infantil; com mais respeito e afirmação dos direitos das mulheres, dos negros e à diversidade, e com menos violência; com mais educação em todos os níveis e menos crianças fora da escola; com mais acesso às universidades e ao ensino técnico e menos jovens excluídos do futuro; com mais habitação popular e menos conflitos de ocupações nas cidades; com mais assentamentos e distribuição de terras e menos conflitos de ocupações no campo; com mais respeito às populações indígenas e quilombolas, com mais ganhos salariais e garantia dos direitos dos trabalhadores, com mais diálogo com os sindicatos, movimentos sociais e organizações empresarias e menos conflitos sociais.

Foi um tempo de paz e prosperidade, como nunca antes tivemos na história. 

Acredito, do fundo do coração, que o Brasil pode voltar a ser feliz. E pode avançar muito mais do que conquistamos juntos, quando o governo era do povo. 

Para alcançar este objetivo, temos de unir as forças democráticas de todo o Brasil, respeitando a autonomia dos partidos e dos movimentos, mas sempre tendo como referência um projeto de País mais solidário e mais justo, que resgate a dignidade e a esperança da nossa gente sofrida. Tenho certeza de que estaremos juntos ao final da caminhada.

Daqui onde estou, com a solidariedade e as energias que vêm de todos os cantos do Brasil e do mundo, posso assegurar que continuarei trabalhando para transformar nossos sonhos em realidade. E assim vou me preparando, com fé em Deus e muita confiança, para o dia do reencontro com o querido povo brasileiro. 

E esse reencontro só não ocorrerá se a vida me faltar.

Até breve, minha gente 

Viva o Brasil! Viva a Democracia! 

Viva o Povo Brasileiro! 

Luiz Inácio Lula da Silva 

Curitiba, 8 de junho de 2018