sábado, 21 de julho de 2018

No momento em que mais deveria demonstrar serenidade e equilíbrio, Ciro Gomes patina no temperamento


O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, pode ter exagerado na dose em declarações polêmicas recentes. Nos dias que antecedem o início da campanha eleitoral vistando as urnas em outubro, o explosivo e temperamental presidenciável até que conseguiu mobilizar os meios de comunicação, mas acabou atraindo a atenção de forma nada louvável, registra O Globo.

Segundo a publicação, dois episódios recentes denunciaram a falta de serenidade e de equilíbrio do pedetista, que prefere assumir sua verve mais contundente quando se refere a certos temas. No afã de agradar setores da esquerda, Ciro se porta como um militante radical de Redes Sociais, disparando declarações que podem ter lhe custado apoios preciosos.

Ciro se referiu aos integrantes do MBL como delinquentes juvenis, chamou o vereador Fernando Holiday (DEM-SP), de 'capitãozinho do mato', foi apontado por uma promotora de São Paulo como autor de injúria racial e, na sequência de destemperos, chamou a integrante do Ministério Público de F* da P* e ainda ameaçou a promotora, recomendando que ela cuidasse de suas atribuições pois se ele fosse eleito presidente "a mamata iria acabar". A declaração foi interpretada como uma ameaça velada à promotora que cumpriu seu papel como membro do MP.

— Um promotor aqui de São Paulo resolve me processar por injúria racial. E pronto, um filho da puta desse faz isso. Ele que cuide de gastar o restinho das atribuições dele, porque se eu for presidente essa mamata vai acabar — afirmou Ciro durante a palestra.

Segundo o Globo, o presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Victor Hugo Palmeiro, as declarações de Ciro Gomes e o "tom ameaçador" causaram apreensão em entidades representantes da categoria.

— O que é mais grave é o tom ameaçador, que nos surpreendeu e nos causou apreensão. No momento em que ele sugere que, se eleito, vai investir contra as atribuições do Ministério Público e de seus membros, será que ele realmente acha que tem que mexer nas prerrogativas do Ministério Público? — questiona o presidente da Conamp.

Ciro pode ter sido profundamente prejudicado por seu temperamento explosivo. O presidenciável, que tentava atrair o apoio de partidos do centro para sua chapa, pode ter afastado as chances de formar alianças importantes visando as eleições de outubro.


Comemorando o Centrão com Alckmin, deputado diz que Ciro Gomes tem ‘distúrbios’

Darcísio Perondi, deputado pelo MDB do Rio Grande do Sul, disse a O Antagonista que os partidos do chamado Centrão fizeram “um grande serviço à nação” ao abandonarem Ciro Gomes.

Ele acabou, assim, confirmando a participação do Planalto nesse movimento pró-Alckmin.

“Nós queríamos afastar o ciclo explosivo do desbocado, despreparado e transloucado Ciro Gomes. Nós conseguimos separar isso, ainda bem. Havia o risco de um louco desse, com desequilíbrio mental e distúrbios de comportamento e de caráter, avançar.”

Crise prisional brasileira poderia ser resolvida com menos de 1% da arrecadação anual

Você não leu errado, o número é esse mesmo. E é ainda pior do que você imagina: o cálculo considera “apenas” os tributos federais e o ICMS dos estados. Não fazem parte desse número os impostos municipais, as receitas previdenciárias ou o IPVA, por exemplo.

Falta de vontade dos governantes ou domínio do narcotráfico na nossa política?

O descaso dos governantes com o sistema prisional é algo muito nebuloso. O relatório de auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) elaborado para avaliar a execução dos gastos do sistema penitenciário, após a onda de rebeliões nos presídios em 2017, é um show de horrores: repasses de recursos federais aos governos estaduais sem qualquer planejamento, a não utilização dos recursos disponibilizados pelo FUNPEN (Fundo Penitenciário Nacional) no valor de R$3 bilhões, números de eficiência e de gestão penitenciária não auditáveis e não disponíveis.

O Pnasp (Programa Nacional de Apoio ao Sistema Prisional) foi lançado em 2011. É um programa que visava, em resumo, criar 42 mil vagas prisionais. Seu resultado final foram obras inacabadas e o abandono da gestão do programa pelo próprio gestor.  Nem metade das vagas foram criadas. As obras desse programa foram marcadas por falhas no processo de licitação, local de construção inadequado e outras diversas falhas apontadas no relatório do TCU. O TCU ainda detectou que os estados foram responsáveis por 56% dos entraves para o sucesso do projeto e a Caixa Econômica Federal por 22%. Que entraves seriam esses?

O que transparece é que não há vontade política nenhuma de resolver o problema. Seria falta de vontade por motivo ideológico, falta de competência ou por coerção do narcotráfico?

A audiência de custódia e as vagas prisionais

Alguns estados utilizam o déficit de vagas prisionais para justificar a implementação da audiência de custódia, algo que não é bem visto pela Polícia Militar e pela sociedade em geral. Diversos vídeos no YouTube mostram depoimentos de policiais reclamando da maneira enganosa que a audiência de custódia é utilizada, sendo utilizada apenas pra fomentar a impunidade dos criminosos, e libertá-los do encarceramento. Acabar com a audiência de custódia parece ser algo benéfico para a luta contra o crime. Havendo mais presídios e mais vagas prisionais, haveria menos razões para a prática da audiência de custódia.

Como menos de 1% da arrecadação pode resolver esse problema?

O déficit de vagas prisionais no Brasil gira em torno de 250 mil e o custo médio de construção por cada vaga é de R$59 mil reais, de acordo com o relatório de auditoria do TCU n°. TC 003.673/2017-0.

Convertendo esses números, resolver o problema do déficit de vagas prisionais no Brasil custa aproximadamente R$15 bilhões no total (250 mil vagas vezes R$59 mil). O fato de esse problema existir é tão absurdo, em termos financeiros, que a tese de que o problema é político fica em evidência e difícil de ser refutada.

O próprio FUNPEN disponibilizou para os estados R$ 3,6 bilhões em verbas para construção e ampliação de presídios.

Portanto, para prover as 250 mil vagas necessárias para solucionar o problema do déficit de vagas prisionais seria preciso mais R$12 bilhões (R$15 bilhões necessários menos R$3 bilhões já disponibilizados). Em apenas 2 anos, se o governo federal aplicar 0,5% de suas arrecadações federais e os governos estaduais aplicarem 0,5% de sua arrecadação com ICMS, o problema estaria resolvido. A conta é simples. As arrecadações federais (R$900 bilhões) e as arrecadações de ICMS (R$400 bilhões), por ano, somadas totalizam R$1,3 trilhões. 0,5% de R$1,3 trilhões totaliza R$6,5 bilhões. Em dois anos poderiam ser direcionados R$13 bilhões de reais para a construção e manutenção de presídios, mais que suficientes para a construção de mais de 250 mil vagas prisionais.

O problema da manutenção dos presídios, após a criação das vagas

O custo médio mensal de um presidiário é de R$2.400,00 (por ano R$28.800,00). Portanto, a criação de 250 mil vagas criaria um custo adicional de manutenção de presídios de R$7,2 bilhões por ano (R$28.800,00 vezes 250 mil vagas).

Se cada estado direcionar 1,77% de sua arrecadação anual APENAS com o ICMS para cobrir esse custo seria suficiente. Alguns estados gastam mais do que esse percentual com comunicação e propaganda. Numa escala de prioridade, o problema da segurança pública parece ser mais importante do que a propaganda.

Resultado nítido

Existem recursos abundantes para resolver o problema do déficit de vagas na prisão. É financeiramente nítido que os governantes não desejam resolver o problema prisional no Brasil. Resta entender qual a verdadeira motivação pra isso.

Eduardo da Costa, para o site Conexão Política.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

FORO DE SÃO PAULO: O SILÊNCIO SEPULCRAL DA MÍDIA

 
FORO DE SÃO PAULO
É para lá de intrigante o silêncio sepulcral que praticamente todos os meios de comunicação de maior abrangência no nosso pobre território, quanto à existência e, principalmente, quanto aos maquiavélicos propósitos pregados e defendidos com unhas e dentes pelos membros da organização comunista - FORO DE SÃO PAULO.
 

MEMBROS DO FSP
Tudo leva a crer que esta falta absoluta de esclarecimento serve, basicamente, para esconder a verdadeira origem dos mentores, e desenvolvedores, da criminosa e arrasadora MATRIZ ECONÔMICA BOLIVARIANA, que é imposta a todos os países cujos líderes-governantes são membros efetivos do Foro de São Paulo.
 
POUCO À VONTADE
Considerando que a maioria dos colaboradores (algo como 70%) dos meios de comunicação -jornais, emissoras de rádio e televisão e demais plataformas digitais- são adeptos da ideologia social-comunista, só por aí é possível chegar à conclusão, óbvia, do quanto preferem não revelar as graves mazelas que só o comunismo é capaz de produzir.

CANOA FURADA DO COMUNISMO
Vejam que nem mesmo a destruição econômica que resultou da aplicação da MATRIZ BOLIVARIANA, imposta pelo PT, ao longo dos 13 anos dos governos Lula (preso) e Dilma (afastada da presidência), fez com que a mídia se interessasse em saber e/ou divulgar a origem das ideias comunistas que levaram o Brasil a embarcar na CANOA FURADA DO COMUNISMO. 

LULA E FIDEL
Pois, para quem ainda não se ligou, tudo, absolutamente tudo, que acontece nos países presididos por líderes-membros do FORO DE SÃO PAULO é produzido nos maquiavélicos laboratórios do FORO de SÃO PAULO, com o aval cuidadoso dos seus mentores e desenvolvedores. Aliás, é sempre oportuno lembrar que a dupla fundadora do FSP é formada pelos crápulas:  Lula e Fidel Castro. 

CARTILHA COMUNISTA
Pois, nesta semana, (de 15 a 17 de julho) durante o 24º ENCONTRO do Foro de São Paulo-, em Cuba, foi muito festejada a eficiência obtida pela aplicação da Cartilha Comunista na Venezuela e na Nicarágua. Maduro e Ortega foram cumprimentados pelo atingimento pleno da meta de DESTRUIÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL.

DOCUMENTO FINAL DO 24º ENCONTRO DO FSP
Além do pedido de liberdade para o ex-presidente Lula, a secretária-executiva do FSP, Mônica Valente leu o documento final do Encontro que reuniu mais de 600 delegados de América Latina, América do Norte, Europa, Ásia e África para um amplo debate sobre o papel da esquerda no continente americano:
 “Seguimos lutando ante os efeitos de uma ofensiva reacionária, conservadora e restauradora neoliberal das elites mundiais”, impulsionadas pelo “capitalismo do governo dos Estados Unidos, seus aliados e pelas classes hegemônicas”, disse.
O documento também destacou o bloqueio dos EUA contra Cuba, a situação social da Argentina de Macri, a independência de Porto Rico, o avanço da direita em países como Chile, Colômbia e Paraguai e a situação da Venezuela.
“Condenamos a guerra não convencional dos EUA e seus aliados contra a Revolução Bolivariana, a qual se voltou ao objetivo estratégico imediato de derrotar o império. É, portanto, nosso objetivo maior de solidariedade nestas circunstâncias”, disse Valente. “Permaneceremos alertas contra a intervenção na Venezuela”, afirmou.

QUANTO A LULA
“A detenção ilegal do irmão Lula, apesar do habeas corpus que lhe devolveu sua liberdade, demonstra que há um Plano Condor judicial e midiático dos EUA e da direita regional para perseguir e eliminar politicamente líderes da esquerda, como Correa, Dilma e Cristina”, afirmou o líder boliviano Evo Morales, comparando a situação do Brasil com a de Argentina e Equador.
Já o atual líder cubano, Miguel Díaz-Canel, lembrou, pedindo a liberdade de Lula, que o ex-chefe de Estado brasileiro foi, ao lado de Fidel Castro, um dos criadores do Foro de São Paulo, conferência que, há 28 anos, reúne partidos e organizações de esquerda da América Latina em uma tentativa de encontrar novos caminhos para a luta contra o neoliberalismo na região.
“O desafio é continuar no avanço progressista utilizando toda nossa experiência, conquistar com as ideias da mudança todos os espaços de luta e debate. O projeto político, humano e progressista das grandes maiorias populares é legítimo e irrevogável”, declarou Salvador Sánchez Cerén, presidente salvadorenho.
 

texto de Gilberto Simões Pires, jornalista e comentarista político.

Eduardo Paes escolhe vice da ‘merda de lugar’

Eduardo Paes escolheu o deputado federal Marcelo Delaroli, do PR, como seu vice na chapa que disputará o governo do Rio, informa Igor Gadelha em Crusoé.

A base eleitoral de Delaroli é Maricá, a mesma cidade que o ex-prefeito do Rio chamou de “merda de lugar” em conversa com Lula, grampeada pela PF.

Janaina Paschoal deve ser anunciada no domingo como vice de Bolsonaro

A jurista e professora doutora de Direito da USP, Janaina Paschoal, está perto de ser anunciada como candidata a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL). Os dois se falaram por telefone na quinta-feira, e Janaína deve vir ao Rio neste sábado para conversar pessoalmente com o pré-candidato — será a primeira vez em que Bolsonaro e a advogada vão se encontrar. Caso as negociações avancem, a parceria será anunciada oficialmente na manhã de domingo, na convenção nacional do PSL. O próprio pré-candidato antecipou as informações ao GLOBO na tarde desta sexta-feira.
O meu sentimento é que ela (Janaína) está com vontade de ajudar a transformar o Brasil. Estamos ‘namorando’ por telefone. Ela deu sinal verde. Ela deve vir ao Rio amanhã (sábado) e, provavelmente, no domingo estará na convenção. Pode acontecer de anunciar (a chapa) lá. Vai ser a dupla Já-Já“, disse Bolsonaro, na tarde desta sexta-feira.
Janaina Paschoal se filiou ao PSL em abril, no limite do prazo que tornaria possível uma candidatura este ano. Ela foi convidada pelo deputado Major Olímpio (PSL-SP), presidente do partido em São Paulo, a concorrer ao governo do estado, mas recusou e estudava uma candidatura a deputada estadual. Na quinta-feira, o presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno, esteve em São Paulo e conversou com a advogada.

Ex-corregedora do CNJ diz que "A Justiça do Trabalho foi aparelhada pelo PT"


A ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Eliana Calmon, é uma das críticas mais contundentes no que diz respeito aos desacertos do sistema Judiciário Brasileiro.

Eliana Calmon ocupou o posto de Corregedora Nacional de Justiça entre 2010 e 2012, levantou dúvidas sobre a isonomia e combateu como ninguém o corporativismo no Judiciário. Crítica feroz do sistema, a jurista chegou a usar a expressão ‘bandidos de toga’ ao se referir a parte dos membros do Judiciário suspeitos de atuarem em defesa de interesses espúrios de empresas e autoridades influentes.

No ano passado, em entrevista ao jornalista Ricardo Boechat, da revista IstoÉ, Eliana Calmon chegou a declarar que “delação da Odebrecht sem pegar Judiciário não é delação”. Ao explicar sua declaração ao jornal Tribuna da Bahia, a jurista afirmou que “Nessa república louca que é o Brasil, temos aí o Executivo e o Legislativo altamente envolvidos nas questões da Odebrecht, de acordo com as delações no âmbito da Operação Lava Jato. Tem-se aí pelo menos uns 30 anos em que a Odebrecht ganha praticamente todas as ações na Justiça. O Judiciário nunca toma uma posição contrária à empresa? Será que o Judiciário é o mais correto dos poderes? Em todas essas inúmeras licitações que a Odebrecht já ganhou no Brasil nunca a Justiça encontrou nada suspeito sem que precisasse alguém denunciar”.

Na matéria divulgada esta semana pelo jornal Estado de Minas, a publicação destaca que "A desembargadora aposentada, que, hoje, atua em seu escritório de direito tributário e contencioso em Brasília, afirma que o Partido dos Trabalhadores, para defender interesses sindicais, aparelhou a Justiça do Trabalho, inchando seus custos e criando distorções. A seguir, trechos da entrevista.

A Justiça trabalhista custa em torno de R$ 8 bilhões por ano, enquanto o valor de todas as causas gira ao redor de R$ 4 bilhões. Como sair desse contrassenso?

A Justiça do Trabalho foi aparelhada pelo PT. Eu vi de perto esse aparelhamento. Isso começou a acontecer no momento em que houve aquela ideia de acabar com a Justiça do Trabalho, e isso ia contra os interesses do sindicalismo, porque o grande e fiel escudeiro do sindicalismo é a Justiça do Trabalho. Eles viram que nenhum país civilizado tem uma Justiça do Trabalho. Então, começaram a criar conflitos e a largar o maior número de processos. Na época, aprovou-se uma lei: a cada mil processos, você criava uma vara – não sei se revogaram isso, mas estava lá. Eu era corregedora e vi isso acontecer".

As informações são do Estado de Minas

Lula tem mais de 250 pedidos de liberdade negados em 8 dias


O ex-presidente Lula já teve mais de 250 pedidos de liberdade negados nos últimos oito dias, segundo o UOL. Nesta quarta-feira, 18, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) continuou recebendo novos pedidos de soltura do petista apresentados por pessoas que não integram a defesa do Lula. Os novos habeas corpus em favor de Lula foram apresentados à Justiça, mesmo depois da decisão da presidente da Corte, ministra Laurita Vaz, de negar 143 habeas corpus com a mesma solicitação.

O vice-presidente do STJ, ministro Humberto Martins, negou mais um destes pedidos nesta quarta. Martins justificou sua decisão citando a posição adotada pela defesa de Lula de não endossar pedidos de habeas corpus que não sejam feitos pelos advogados formalmente nomeados pelo ex-presidente.

A estratégia estimulada por alguns apoiadores do ex-presidente Lula de entupir a justiça com pedidos de habeas corpus em favor do condenado foi desencorajada pelo próprio representante de sua defesa Cristiano Zanin. Martins confirmou que não há qualquer interesse em representações excepcional de terceiros não constituídos para defender o ex-presidente.

Segundo o UOL, "O pedido negado hoje por Martins foi apresentado na segunda (17) por um advogado de Minas Gerais. Há mais um habeas corpus pedindo a liberdade de Lula em tramitação no STJ, enviado à corte por e-mail por um homem que tem como advogado a Defensoria Pública da União.

A Constituição permite a qualquer pessoa apresentar um habeas corpus, advogado ou não.

No dia 11 de julho, quando a presidente do STJ negou os 143 habeas corpus apresentados até o dia anterior, outros 107 pedidos pela soltura de Lula foram protocolados no tribunal. Todos foram negados no dia seguinte.

Ao todo, portanto, já foram negados 251 pedidos de libertação do ex-presidente apresentados por terceiros em oito dias, conforme mostra o sistema de consulta processual do STJ".

As informações são do UOL

Ciro diz que Brasil não terá 'paz' enquanto Lula estiver preso

Em um breve discurso, de menos de oito minutos a representantes das centrais sindicais, o pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, disse ontem (19) que o Brasil nunca terá paz enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estiver preso e voltou a criticar promotores e “juízes que fazem política”, publica o site Folha Política.

Segundo a publicação, ele chamou de “aberração” as idas e vindas do Judiciário em torno da soltura do petista. A sinalização à esquerda foi feita para plateia historicamente ligada ao PT, e no mesmo dia em que viu se esvair a possibilidade de fechar uma aliança com o bloco do centrão.

— O Brasil nunca será um país em paz enquanto o companheiro Luiz Inácio Lula da Silva não restaurar a sua liberdade — disse.

Ciro criticou o embate de decisões sobre a soltura ou não de Lula, entre desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e o juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal, ocorrido no dia 8 de julho.

— (Todo dia tem) procurador fazendo crítica, juiz fazendo política, invadindo as atribuições uns aos outros dos poderes. Aquele domingo foi uma das coisas que eu mais assustado assisti como um velho professor de direito. Como è que pode tanta aberração lidando com coisas graves como a liberdade do maior líder popular do país ou o próprio direito, regra de convivência que substitui a lei do mais forte, a prepotência da violência e o caos — discursou.

Antes dele, o representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT) Ismael Cesar da Costa fez uma fala contundente, classificando Lula como “preso político”.

Ciro encerrou seu breve discurso fazendo uma mea culpa. Reconheceu que comete erros, e tentou justificá-los contando que dorme no máximo quatro horas por noite, e que fala todos os dias quase 10 horas.

— Não sou o dono da verdade, não sou poupado do erro, eu cometo erros. Eu cometo erros e não me custa nada reconhecer erros. Mas nenhum deles foi por deserção do que me trouxe à vida pública de volta, que é compromisso e o amor a essa terra e esse povo — confessou.

O evento aconteceu num pequeno auditório na sede do PDT em Brasília, que não lotou. Em seguida, Ciro partiu para uma reunião com mulheres do PDT. Ao pedir a palavra, prometeu dar metade dos ministérios às mulheres, caso seja eleito.

— Preparem-se para além de sugerir, virem fazer no meu governo — disse, sob fortes aplausos.

Ciro chegou ao PDT pelos fundos, evitando a imprensa e sentou-se à mesa com o semblante tenso. Para hoje (20), quando será oficializado candidato do PDT na convenção nacional, ele preparou um discurso em que explicará seus “12 passos para mudar o país”. Segundo Cid Gomes, irmão de Ciro e um dos coordenadores da campanha, o principal objetivo é “traduzir para a linguagem popular” tudo aquilo que o presidenciável já vem dizendo a plateias mais especializadas sobre o seu projeto nacional de desenvolvimento.

— Falar de ajuste fiscal é uma coisa árida. O povo quer ouvir falar é de saúde, de educação, de segurança. Será um discurso lido e a mensagem vai ser de que ele vai fechar compromissos populares. Ele vai falar de universalização da pré-escola, de ampliar o ensino profissionalizante_ contou Cid ao GLOBO.

Os doze temas de seu programa de governo que serão apresentados hoje são: segurança; saúde; educação; combate à corrupção; políticas afirmativas para mulheres, negros e LGBT; ciência, tecnologia e inovação; cultura; soberania nacional; emprego; economia e meio ambiente; infraestrutura e programas sociais. O pedetista montou o programa com a ajuda do professor Nelson Marcone, da Fundação Getúlio Vargas e do economista Mauro Benevides Filho.

Juíza manda Geddel e Luiz Estêvão para ala de segurança máxima da Papuda

O ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-senador Luiz Estêvão foram transferidos para o bloco de segurança máxima da Penitenciária da Papuda, em Brasília, após ambos serem flagrados com objetos proibidos em suas celas. Eles foram separados durante a apuração, relata o site Folha Política.

Em uma operação realizada no domingo, policiais civis encontraram chocolate, tesoura e cinco pendrives na cela de Estêvão. Não é a primeira vez que esses objetos são encontrados com ele. Em outra vistoria, quando José Dirceu ainda estava preso, encontraram com ele anotações para pedir a Luiz Estêvão autorização para visita de menor fora de horário. 

Para a juíza Leila Cury, "Há indícios de que ele vem exercendo liderança negativa no ambiente em que atualmente está recolhido, pois, através de alguma das hipóteses acima elencadas (ou eventualmente de qualquer outra sequer imaginada) ele já foi flagrado, pelo menos duas vezes, na posse de objetos proibidos, tudo estando a indicar que, se não for imediatamente realocado em outro local, além de dificultar a efetiva apuração dos fatos, pode vir a conseguir novamente outros privilégios". 

Tumulto permanente em torno da prisão de Lula mostra que o PT e a esquerda desistiram da disputa política democrática, diz jornalista

O jornalista J. R. Guzzo, da revista Veja, explica que o desrespeito assumido às instituições, que o PT adotou, indica que o partido não está mais  preocupado  em respeitar o jogo democrático: 

"O tumulto permanente criado em torno da prisão de Lula, com exigências diárias de privilégios, desrespeito às regras e aberta agressão ao judiciário mostra que o PT e a esquerda desistiram da disputa política democrática. O 'Lula Livre' é uma aposta 'all in' na virada de mesa"'.

Vídeo cortado pela Globo mostra momento em que escritor expõe notícias falsas do Grupo Globo no rosto de repórter

O escritor Carlos Augusto de Moraes Afonso,  que utiliza o pseudônimo de Luciano Ayan, concedeu uma entrevista ao programa Profissão Repórter, da rede Globo. O programa apresentou o escritor como um produtor e divulgador de notícias falsas, publica o site Folha Política.

Segundo a publicação, Luciano Ayan disponibilizou o vídeo que gravou da entrevista, onde ele explica ao repórter o que são notícias falsas, utilizando exemplos de notícias já veiculadas pelo Grupo Globo. Esta parte da entrevista não foi veiculada na reportagem sobre "fake news". 

E mais, o programa também apresentou sites de direita como produtores e divulgadores de notícias falsas, apondo um "carimbo" com o texto "MENTIRA" em matérias dos sites, sem necessariamente fazer a verificação dos fatos e sem verificar se os sites publicam majoritariamente notícias falsas. Os repórteres aparentemente não encontraram sites importantes de esquerda que veiculem notícias falsas. 

O programa apresentou a Folha Política como um "site de notícias falsas", com base em uma única notícia, que é verdadeira, reproduzida da revista IstoÉ com o devido crédito. A informação contida na notícia foi, inclusive, veiculada pela própria rede Globo, no Jornal Nacional. 

A veiculação do programa gerou muitas interações por parte de internautas, que questionaram por que o programa não apresentou as notícias falsas do próprio grupo ou da imprensa tradicional, limitando-se à tentativa de demonizar a internet e as mídias independentes. O investidor Leandro Ruschel classificou o programa como "uma aula de fake news. 

Melhor colocando, é uma aula meia-boca de como fazer uma reportagem falsa sobre notícias falsas". 

ASSISTA AO VÍDEO:



As informações são do site Folha Política.


quinta-feira, 19 de julho de 2018

DEPUTADOS COGITAM A VOLTA DA FARRA DAS ESTATAIS

CAINDO NA REAL
Durante a realização do Mundial, mais do que sabido, as atenções dos principais meios de comunicação do nosso empobrecido país estiveram voltadas, basicamente, para notícias da Copa. Com isso, muito daquilo que aconteceu em Brasília, lugar onde políticos em geral se encontram para fazer grandes maldades, passou desapercebido do grande público.  

MALDADES

Uma de tantas maldades que acontecem no dia a dia dos nossos maus parlamentares diz respeito à LEI DAS ESTATAIS ( Lei n°13.303 ), aprovada em 2016 nos plenários da Câmara e do Senado.
 
 PROIBIÇÃO IMPORTANTE
Ainda que para o bem do Brasil melhor seria o fim definitivo de todas as estatais, uma coisa importantíssima consta na Lei: a PROIBIÇÃO de indicações, para ocupar cargos de DIRETORIA e/ou MEMBROS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, de pessoas que tenham atuado nos três anos anteriores em partidos políticos ou em trabalho vinculado a campanhas eleitorais. 

REDUTO DE GRANDES FARRAS

Pois, para desespero geral dos brasileiros decentes, no último dia 12 de julho a Comissão Especial da Câmara dos Deputados achou por bem que as Estatais devem voltar a ser REDUTO DE GRANDE FARRA de políticos. Mais: a medida também foi incluída no texto da -Lei Geral das Agências Reguladoras-.
 

INDEPENDÊNCIA
Por enquanto, a única voz que se levantou contra a nojenta aprovação da comissão Especial da Câmara foi o coordenador do IBGC- Instituto Brasileiro de Governança Corporativa,  João Laudo de Camargo. Segundo ele, e todos aqueles que têm um mínimo de decência, “As agências reguladoras devem harmonizar os interesses entre consumidores, concessionárias e Estado”. “Se não houver INDEPENDÊNCIA em relação aos partidos e à iniciativa privada, elas não vão prestar um bom serviço.” Bingo!

PAÍS MELHOR
Detalhe preocupante: caso não haja recurso para apreciação no plenário da Câmara, o texto pode ir direto para o Senado.  Bom seria se o povo brasileiro, que tanto quer mudanças para fazer do Brasil um PAÍS MELHOR, que comece a se manifestar contra a VOLTA DA ESTUPIDEZ.

texto de Gilberto Simões Pires, jornalista e analista político

Centrão trata aliança política como um negócio.

Desde que a Lava Jato estilhaçou lideranças e partidos, o noticiário político migrou da editoria de política para a de polícia. A costura das coligações para 2018 exige um novo arranjo. O melhor lugar para veicular as notícias sobre a sucessão presidencial é, no momento, a sessão de economia e negócios. 

Valdemares, Jeffersons e outros azares, que já passaram ou ainda vão passar pela cadeia negociam com os candidatos como se fossem executivos de empresas falidas que ainda detêm um espólio valioso no mercado eleitoral: tempo de propaganda no rádio e na TV. 

O centrão farejou no mercado uma oportunidade de negócios. O grupo reuniu num mesmo cesto todo o tempo de que dispõem no horário eleitoral. E encostou seus interesses inconfessáveis nos projetos de Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. 

Com ares de quem brinca de cubos, os candidatos negociam suas alianças com os mesmos métodos que deram no mensalão e na Lava Jato. Logo, logo o lema da bandeira —“Ordem e Progresso”— será substituído por negócio é negócio.

fonte: blog de Josias de Souza, comentarista político

Alckmin na TV

Se fechar com o Centrão, Geraldo Alckmin terá 5m11s de cada bloco do programa eleitoral.

É mais da metade do total.

Só para comparar: o candidato do PT terá apenas 1m35s.

A questão é saber se, diz o site O Antagonista, mostrando-se na TV, com sua retórica entusiasmante, Geraldo Alckmin vai ganhar ou perder eleitores.

Basta!

O Estadão, em editorial, comentou as asneiras dos cupinchas de Lula no Foro de São Paulo:

“Na edição deste ano, realizada em Havana, não foi diferente: até mesmo a prisão de Lula da Silva foi caracterizada como parte da ‘guerra de caráter não convencional’ que, segundo o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, os americanos deflagraram contra os ‘líderes progressistas’ do continente.

‘Exigimos a liberdade imediata de Lula, depois de uma condenação e prisão sem provas, e o direito a ser candidato presidencial nas eleições de outubro no Brasil, respeitando a vontade da maioria do povo brasileiro. Lula livre! Lula inocente! Lula presidente!’, diz a declaração final da 24.ª reunião anual do Foro de São Paulo – que, é claro, denuncia a ‘ofensiva reacionária, conservadora e restauradora neoliberal’ capitaneada pelos Estados Unidos.

Em seu discurso, o ditador Maduro – que liquidou a oposição em seu país, encarcerou e exilou os dissidentes e reprimiu duramente todo tipo de manifestação contra seu governo, responsável pela penúria venezuelana – caracterizou o Brasil como um regime de exceção. Maduro disse ver o ‘martírio de Lula com dor, mas não com resignação’, denunciando que seu companheiro petista foi ‘escondido numa masmorra’ para ‘impedir sua ação política’, porque ‘sabem que Lula livre ganhará a eleição presidencial no Brasil’. E acrescentou: ‘Basta!’”.

“Quem tem de debater com Ciro é um psiquiatra”, diz presidente do PSL

Gustavo Bebianno, presidente nacional do PSL, foi questionado pelo site O Antagonista por que o partido tem evitado confirmar a presença de Jair Bolsonaro em debates eleitorais de rádio e TV.

“Sobre debates, não tem nada decidido. Pode ir ou não. É uma angústia que se vive. Como o Jair não tem tempo de TV, a oportunidade de aparecer é um debate. Mas é uma palhaçada, o tempo é curto. Debate na TV é campeonato de mentira: ganha quem mente mais. Como Bolsonaro não é mentiroso… [tem menos chance de vitória.]”

Bebianno também disse que o PSL “não tem manual” de campanha.

“A gente vai tateando. A gente não tem dinheiro para fazer pesquisas, vai vendo as dos outros. Profissionais construíram o Titanic, amadores construíram a Arca de Noé. Estamos aqui na Arca de Noé. Até que ponto vale a pena para o Bolsonaro participar dos debates? Ficar debatendo com Ciro é perda de tempo. É um xiita, um louco. Quem tem de debater com Ciro é um psiquiatra. O Alckmin está lá embaixo nas pesquisas.

Realmente, é difícil decidir. Talvez a gente só vá ao debate da Bandeirantes. Ao da Globo, não. Vamos dar audiência para a Globo? Talvez, na hora do debate da Globo, a gente faça uma ‘live’ [entrada ao vivo nas redes sociais] e vamos ver quem dá mais audiência. Mas, para tomar essa decisão, preciso sentar com o Jair durante meia hora, sem ninguém amolar.”

PT frita Márcia Tiburi

O PT se arrependeu de ter candidatado Márcia Tiburi para o governo do Rio de Janeiro.

Dirigentes do partido, diz o Estadão, avaliam que ela pode atrapalhar o plano de fazer uma bancada grande na Câmara.

A gaúcha Márcia é desconhecida do eleitor fluminense. Por seu perfil, disputa o voto classe média alta da capital, mas será um peso para os deputados com base no interior. Fora que gastará recursos que poderiam ser destinados às campanhas deles.”

O PT está tentando fritar Márcia Tiburi.

Bolsonaro: tenho apoiadores no Brasil todo

Em visita a Goiânia, Jair Bolsonaro rebateu as críticas sobre seu isolamento. “Apoiadores tenho no Brasil todo. Simpatizantes. Alguns até me amam”, disse o deputado.

Com dificuldades para conseguir um vice, Bolsonaro afirmou que ainda não está descartado o nome de Augusto Heleno –vetado pelo partido do general reformado, o PRP, registra o site O Antagonista.

Na chegada ao aeroporto da capital goiana, o deputado subiu em um carro de som e brincou que “não queria” apoio para 2018. “Eu quero apoio para 2022, porque 2018 já era.”

Também disse não estar preocupado com os oito segundos de tempo de TV que deve ter na propaganda eleitoral. “Em não tendo tempo de televisão –e tudo indica que eu não terei, a não ser oito segundos–, não sei porque a esquerda ou o centrão estão preocupados comigo.”

Forza, Folha

Lula assinou um texto para a Folha de S. Paulo:

“Aqueles que não querem que eu fale, o que vocês temem que eu diga? O que está acontecendo hoje com o povo? Não querem que eu discuta soluções para este país? Depois de anos me caluniando, não querem que eu tenha o direito de falar em minha defesa? Fizeram tudo isso porque têm medo de eu dar entrevistas? O que temem?”

Agora a Folha de S. Paulo, diz o site O Antagonista, tem de publicar também um texto de Marcinho VP e outro de Fernandinho Beira-Mar, para atender aos pedidos de Gleisi Hoffmann.

A barganha de Lula no STF

A  soltura de Lula não tinha maioria no STF e que só lhe restava barganhar uma prisão domiciliar, disse O Antagonista, quatro meses atrás.

É o que ele está fazendo agora. E é preciso impedi-lo.

O que Lula pode esperar agora?

Rosa Weber e Dias Toffoli, como disse Andréia Sadi, se recusam a acompanhar uma eventual questão de ordem de Marco Aurélio Mello para retomar a discussão sobre a prisão dos condenados em segunda instância.

O máximo que o chefe da ORCRIM pode obter na Segunda Turma do STF é a prisão domiciliar, mas apenas depois de passar pelo STJ.

fonte: O Antagonista

O Judiciário Brasileiro é tão bacana que a condenação de seus membros por má conduta é receber altos salários sem precisar trabalhar nunca mais na vida


No momento em que o Judiciário investiga e decide sobre uma possível punição para o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região de Porto Alegre que mandou soltar o ex-presidente Lula em seu plantão, o Estadão traz uma matéria sobre outro caso de 'punição exemplar' a membros do Judiciário.

A desembargadora Willamara Leila de Almeida, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins, foi 'condenada' à uma aposentadoria compulsória, após ter sido afastada do cargo em 2011, após uma operação da Polícia Federal apontar o envolvimento da magistrada em esquema de venda de sentença e fraude em cobrança de precatórios.

Segundo a publicação, "O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu pela aposentadoria compulsória em 2012 e, três anos depois, ela foi condenada pela Justiça a 5 anos e 10 meses de prisão em regime semiaberto por peculato e porte ilegal de arma. Em maio deste ano, porém, o Tribunal de Justiça reduziu a pena para 2 anos e 8 meses e declarou extinta a punição". Apesar da condenação,  Willamara continua recebendo seu salário de desembargadora, sem precisar trabalhar.

Segundo a própria Willamara, a situação não é 'justa': "Preferiria não receber nada e ter as provas contra mim analisadas e, depois, absolvida, do que receber o que recebo. Não é um prêmio, como muitas pessoas acham. Para mim, é castigo, mesmo recebendo um valor por mês sem trabalhar. Queria trabalhar para fazer jus ao recebimento. Tenho plena condição física de trabalhar".

Willamara Leila de Almeida , nasceu no dia 22 de novembro de 1955, tem 57 anos e recebe seu salário como desembargadora há sete anos, sem precisar trabalhar. O homem que se aproveitou de seu plantão no TRF-4 para mandar soltar Lula pode ter o mesmo destino 'trágico'. O Judiciário Brasileiro é mesmo muito bacana com seus pares e bastante generoso com o dinheiro suado do contribuinte.

Com informações do Estadão

'Se Lula roubou, eu sou o maior idiota do mundo', diz Vanderlei Luxemburgo


Em entrevista a um jornalista esportivo, registra o site Imprensa Viva, o ex-técnico da seleção brasileira, Vanderlei Luxemburgo, disse que sempre defenderá Lula e atacou o juiz Sérgio Moro:

 “Continuo sempre sendo Lula e vou sempre defendê-lo”, reafirmou Vanderlei Luxemburgo, que disse ainda que 'Se Lula roubou, eu sou o maior idiota do mundo.'  Sobre Moro, o ex-técnico foi além e disse que “Um juiz de primeira instância jogou nossa Constituição no lixo, mandou prender, mandou matar, mandou fazer não sei o que, passando por cima de todo mundo. Ele poderia ter feito tudo o que fez, mas sem atropelar a Constituição”, avaliou o fã de Lula.

Dilma, Gleisi Hoffmann e Lula são praticamente ignorados no 24º Encontro Foro de São Paulo em Cuba


A ex-presidente Dilma Rousseff e a senadora Gleisi Hoffmann não tiveram a recepção esperada durante o 24º Encontro do Foro de São Paulo, realizado em Havana, capital de Cuba, entre os dias 15 e 17 deste mês. 

As duas não foram sequer convidadas para ocupar a mesa composta pelos principais nomes do encontro. Foram convidados apenas Miguel Díaz-Canel, presidente de Cuba; Nicolás Maduro, da Venezuela; Evo Morales, da Bolívia; Salvador Sánchez Cerén, de El Salvador; e Manuel Zelaya, ex-presidente de Honduras que foi afastado do poder e até chegou a se hospedar em uma embaixada do Brasil, publica o site Imprensa Viva.

Segundo a publicação, as poucas menções ao nome do ex-presidente Lula durante o evento também deixaram as petistas e suas comitivas embaraçados. A prisão de Lula não foi tema de debate entre os presentes. Dilma fez um discurso rápido, enquanto Gleisi e outros apoiadores de Lula tentaram repercutir a pauta sobre a prisão do petista no varejo, entre os cerca de 600 delegados representantes de várias regiões.

O 24º Encontro do Foro de São Paulo aprovou uma Declaração conjunta oficial sem mencionar o nome de Lula. Foram aprovadas cerca de 40 resoluções relacionadas com temas como o rechaço ao bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba e o apoio à Venezuela e Nicarágua, países agredidos pela direita interna e externa com o protagonismo dos Estados Unidos.

Entre as ações informais em relação a situação do ex-presidente Lula, apenas a promessa de envio de cartas a autoridades do Brasil e a realização de um tuitaço mundial.