Neste sábado (25), a digital influencer Paula Holanda, denunciou no Twitter, um esquema de pagamento para impulsionar candidaturas petistas nas redes sociais.
Segundo ela, “muitos ativistas das redes estão participando dessa ação no twitter, a proposta era criar um tweet por dia, se alinhado à uma pauta específica que nos enviavam por e-mail”, sendo à Agência Lajoy a principal responsável, registra o site Conexão Política.
LEIA NA ÍNTEGRA:
“Tenho algo muito importante para falar. quero deixar claro que vou expor essa situação depois de muita tentativa de diálogo, o que não aconteceu.
E dizer que desprezo tudo o que está envolvido com a direita brasileira, antes que organizações partidárias usem isso ao seu favor.
Quem me segue aqui sabe que não sou e nem nunca fui partidária. Eu sou antifascista, defensora dos direitos humanos e das liberdades individuais.
Não tenho meu pensamento engessado por partidos e ideologias. Posso não ser a pessoa mais coerente, mas sou coerente ao que acredito.
Eu nunca na vida fui paga para produzir conteúdo nas minhas redes sociais pessoais. eu nunca trabalhei como “influencer” e nem nunca fiz questão. Há três dias, recebi a minha primeira proposta.
Pensei “ok, legal, eu acredito na esquerda e nos direitos humanos, então por quê não?”
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Muitos ativistas das redes estão participando dessa ação. No twitter, a proposta era criar um tweet por dia, se alinhado à uma pauta específica que nos enviavam por e-mail.
Reforçando que o que nos foi passado é que seria uma campanha de esquerda, e não uma campanha partidária.
Reforçando aqui também que a isabella, que me passou o e-mail da proposta, não está envolvida diretamente com o caso.
Ela só estava ali como contratada, assim como eu. a principal envolvida é aagência lajoy.
A primeira pauta foi sobre a Gleisi Hoffman. acompanhei o caso da gleisi e ele ilustra bem a perseguição partidária, bem como a prisão do lula, que foi sim de cunho político.
Me pareceu uma pauta muito justa, então eu fiz o tweet sem resistência.
A segunda pauta foi sobre o Luiz Marinho. Parte da minha família mora em são paulo e eu viajo com certa frequência para lá, então a agenda paulista me interessa.
Eu conheço o plano do marinho e sou anti-dória desde sua gestão como prefeito. twittei.
Eu comecei a ficar desconfiada pois as duas primeiras pautas eram sobre petistas.
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Minha desconfiança explodiu hoje, na terceira pauta, sobre o governador petista do piauí Wellington Dias.
O combinado foi manter sigilo sobre a ação. mas o combinado também foi que a ação seria de esquerda, não uma ação partidária.
Então eu posso falar sobre toda a situação aqui, até porque eu não assinei nenhum contrato. repito que não foi por falta de tentativa de diálogo.
Eu me recusei a twittar sobre o Wellington Dias. Não tenho nenhuma ligação com o piauí e não o conheço.
Pesquisei rapidamente e pela opinião pública da esquerda, e ele aparentemente não foi um bom governador. Li que ele sucateou e militarizou a educação e silenciou mulheres.
Eu tenho meus princípios. Eu nunca vou falar sobre o que eu não acredito.
Eu nunca vou aceitar receber dinheiro para fazer ou opinar algo que não acredito. Quem me segue aqui e me conhece sabe que nem sempre tomo as melhores atitudes, mas sou fiel aos meus posicionamentos.
Foi a terceira pauta sobre um político petista e já nos encaminharam uma quarta, também sobre um político petista.
Algumas pessoas da equipe começaram a ficar incomodadas sobre a ação (mais por conta de “haters” de direta) e eu trouxe isso à tona para o grupo.
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O que me deixou verdadeiramente irritada, além de um descumprimento com a proposta (ser de esquerda, e não necessariamente partidária) foi o silenciamento. Fui expulsa do grupo da ação por me posicionar — e eu me posicionei educadamente, a fim de promover diálogo e discussão.
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Eles disseram que o grupo seria restrito para discutir as pautas, e que não faria sentido eu continuar nele se “eu não queria continuar na ação”.
Mas em momento nenhum pedi para sair. Em momento nenhum eles me perguntaram se eu queria continuar. queria dialogar e fui silenciada.
Uma das responsáveis pela ação, que foi também a responsável pela minha remoção do grupo, veio falar comigo no privado.
Ela tentou me convencer que não foi silenciamento, mas tipo assim, eu não sou burra. só um adendo, tudo o que estou dizendo é ponto de vista. Segue o diálogo.
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Eu pedi para sair principalmente porque, repito, não sou partidária. Sou apegada aos meus valores, à ética.
O silenciamento só reforçou que essa ação fedia. não quero defender candidatos petistas cegamente, até porque tenho muitas divergências quanto ao governo de Rui Costa na Bahia.
Repetindo aqui. a thread não é contra a esquerda. não é contra governos petistas. Lula é o melhor presidente que o Brasil já teve e vou votar nele, apesar de ter minhas ressalvas.
A thread é contra a falta de honestidade de agências de comunicação e de influenciadores digitais”, escreveu Paula.
DIGITAIS INFLUENCERS
Após a denúncia da jovem, ao pesquisarmos o nome do político Wellington Dias no Twitter, imediatamente apareceu diversas publicações no topo dos ‘Tweets populares’ — todos eles formados por digital influencers.
Numa estratégia muito bem elaborada, as publicações enalteciam a figura do governador do Piauí de uma forma diferente, com temáticas metricanente calculadas.
O mais contraditório é que nenhum dos influencers conhecem o político Wellington Dias, muitos menos a rejeição que o candidato tem na região ao qual estavam levantando bandeira.
ANÁLISE DO CASO
Ao difundir uma ação de rede coordenada do PT, para promover candidatos como Wellington Dias, do Piauí — a thread de Paula Holanda começou citando Gleisi Hoffmann, do Paraná, e Luiz Marinho, de São Paulo. A jovem ainda afirmou existe um quarto petista na fila. Além de algo grave, a publicação revela que não é uma ala isolada do PT do Piauí. É um envolvimento com toda cúpula do PT nacional.
Outro ponto a ser questionado com bastante cautela: O dinheiro pago para essas ‘ações’ estava declarado ou era caixa dois?
Se a origem do dinheiro for ilícita, toda essa operação de contratos seria lavagem de dinheiro.
Segundo a agência de notícias RIA. a Rússia planeja abrir em 2019 uma unidade de produção de fuzis Kalashnikov na Venezuela, disse a empresa exportadora de armas russa Rosoboronexport na terça-feira (21), registra o site Folha Política.
O país comandado pelo ditador Nicolás Maduro enfrenta uma grave crise econômica. Em meio a uma hiperinflação que pode atingir 1.000.000% neste ano, segundo o FMI, o regime venezuelano iniciou na segunda-feira (20) um novo plano econômico que cortou cinco zeros da moeda.
A empresa Rosoboronexport, de acordo com a agência russa Interfax, também começará a exportar seu avançado sistema de defesa antimísseis S-400 à Turquia em 2019.
Os Estados Unidos têm expressado preocupação de que a implementação do sistema S-400 pela Turquia, integrante da Otan, possa colocar em risco a utilização de diversas armas de origem americana utilizadas pelos turcos, como o caça militar F-35.
A Rosoboronexport informou, ainda, que utilizará moedas locais nos acordos de comércio exterior em vez do dólar.
Relatos de uma ação coordenada por agências para simular aprovação de políticos petistas nas redes sociais chamaram a atenção de internautas no dia de hoje e podem revelar um esquema de fraudes, publica o site Folha Política.
Segundo a publicação, uma ativista que foi contratada por uma agência tornou públicas algumas de suas interações; ela decidiu sair do "esquema" ao notar que, ao contrário do que acreditava, estava sendo usada para difundir propaganda para o PT.
O jornalista Diego Escosteguy verificou os fatos e publicou um resumo em seu blog. Leia abaixo o relato de Escosteguy:
Atenção: alguns dos envolvidos no caso da publicidade eleitoral oculta do PT estão apagando os rastros digitais. O site da Lajoy, uma das agências à frente da ação petista, foi retirado do ar há 8 horas. Há fundada suspeita de que evidências importantes estão sendo destruídas. As migalhas digitais indicam alterações ainda hoje das empresas associadas à ação petista – alterações em sites, contas sociais e outros registros. É um processo de higienização digital. Há um emaranhado de empresas associado ao caso – associado às duas empresas que aparecem, a Lajoy e a Follow. Houve grande preocupação, por parte de quem controla essas empresas, em não deixar rastros. Aguardo mais documentos oficiais para verificar todos que estão por trás disso. Estou entrando em contato com os personagens relevantes que aparecem associados a essas empresas. Quando tiver uma resposta, dividirei com vocês. Procedo com cautela para não cometer qualquer injustiça.
Vamos ao que, até agora e resumidamente, sabemos – e o que não sabemos:
1. Após depoimento de uma influenciadora digital, descobriu-se ontem que uma agência de nome Follow organizava publicidade digital paga – e secreta – em favor de candidatos do PT: Gleisi Hoffmann, Luiz Marinho e Wellington Dias. Esse tipo de ação é ilegal, segundo súmula do TSE. 2. O depoimento da influenciadora foi corroborado pelo depoimento de outros influenciadores. Nas redes sociais, eles admitiram ter sido procurados por representantes da Follow e da Lajoy. Alguns admitiram ter participado da ação secreta. Ao menos um deles admitiu ter recebido. 3. Em emails a que tive acesso e cuja integridade pude verificar digitalmente, representantes da Lajoy diziam agir em nome da Follow – indicando ser subcontratados dela. Também frisavam que a ação era paga e precisava permanecer em sigilo. Também mencionavam a “esquerda política”. 4. Nos contatos por email e WhatsApp, esses intermediários ofereciam aos influenciadores a possibilidade de ganhar até R$ 2 mil por mês para falar de temas caros a eles e à esquerda. Não esclareciam de onde viria o dinheiro. 5. Conforme documentos no Google, havia um briefing diário, no qual se orientava os influenciadores. Cada dia era dia de um tema ou candidato diferente. Sempre, claro, em defesa do PT. Muitos influenciadores postavam o que estava no briefing. 6. Paralela a essa ação direta com os influenciadores, a Follow, a mesma que, segundo os emails, subcontrata a Lajoy, pedia participação no app “Brasil feliz de novo”, associado ao PT. Esse aplicativo era (é) uma outra plataforma para ganhar dinheiro – não se sabe de qual origem. 7. Sob o disfarce de ser uma plataforma de notícias, o aplicativo paga em troca de conteúdo. Os donos do app entram com o dinheiro; os usuários, influenciadores ou não, com o conteúdo favorável ao PT. É uma troca clara, registrada em depoimentos de quem participou disso. 8. O app disfarça como “gamificação”, com missões, a divulgação de conteúdo favorável ao PT. E paga por isso. Trata-se de publicidade digital paga e, portanto, ilegal? Ao que tudo indica, sim, por meio de uma burla. Mas essa avaliação caberá ao Ministério Público Federal. 9. Esse app “Brasil feliz de novo” do PT é desenvolvido pela mesma empresa que desenvolveu o app “Follow Now”, pelo qual se podia receber pela postagem de conteúdo favorável ao partido. “Ativistas” faziam propaganda desse “Follow Now”. 10. Apesar do emaranhado de empresas, foi possível verificar que o endereço do app Follow Now é o mesmo da sede do CNPJ da Follow Análises Estratégicas. Tudo em Belo Horizonte. Um dos donos dessa empresa é o deputado mineiro Miguel Corrêa, do PT, candidato ao Senado. 11. Não se sabe, ainda, a extensão dessa ação coordenada por empresas associadas ao PT. Quantas pessoas participaram dela? Em benefício de quais candidatos? Qual o impacto eleitoral dessa ação? 12. Não se sabe, também, quem financiou essa ações – tanto a de abordagem direta, via influenciadores, quanto a de “ativistas”, pelo app “Follow Now” e “Brasil feliz de novo”. O PT bancou essas despesas? Contratou formalmente algum dos CNPJs desse emaranhado chamado Follow? 13. Caso o PT tenha bancado essas despesas, fez isso com dinheiro do fundo eleitoral? O partido pode comprovar os pagamentos? Quem, no PT, tinha conhecimento e quem deu ordem para essa grande ação digital pretensamente secreta? Quem sabia da operação com a Follow e a a Lajoy? 14. Trata-se de um caso relevante, que descortina as novas estratégias para influenciar os eleitores sem que eles saibam. Sabe-se, ao menos, que foi uma ação às escondidas. Não se sabe se foi a única – e nem se o PT é o único partido a fazer isso nesta campanha. 15. São por essas razões que se faz necessária a atuação do MPF e da Justiça Eleitoral. O uso potencialmente abusivo e ilegal de informações durante a campanha é uma das grandes preocupações das autoridades nas eleições de 2018. É preciso, portanto, investigar esse caso a fundo. 16. Por fim, ressalto que não terminei a apuração desse caso – um proverbial novelo, que pode puxar outros. Compartilharei com vocês o que descobrir. Se tiverem dicas desse e de outros casos, mandem para mim: diego@mykolab.com. Friso que o site segue à disposição dos envolvidos no caso. Diante de tantos indícios de irregularidades, qualquer esclarecimento é bem-vindo.
O procurador Aílton Benedito, pela própria rede social, chamou a atenção do Ministério Público Eleitoral e da Procuradoria-Geral da República: "ATENÇÃO! Informações jornalísticas importantes para @MPF_PGR @MPF_eleitoral. Suposta violação do art. 57-C da Lei das Eleições (9.504/97)".
Um octógono tomado por cambaleantes jogadores de ‘purrinha’, contra um bem-humorado ‘peso pesado’, mas com disposição para enfrentar as frívolas regras dos desafiantes.
De um lado, com pouquíssimas e raras exceções, uma turma ávida por saber detalhes ridículos e de pormenores sem importância sobre seus planos para o Brasil. Digamos que a curiosidade jornalística foi atabalhoada, pois candidato algum, até agora, apresentou um plano esmiuçado de governança, o será feito em tempo oportuno. A estratégia não é muito original e mostrou que a intenção era “pegar” o entrevistado em alguma contradição ou na infelicidade de uma frase tosca qualquer.
Já do outro lado, um homem honesto, seguro de seus propósitos e que teve a humildade de reconhecer publicamente suas limitações e seus erros do passado. Sem falar que demonstrou total desapego ao poder, deixando claro que encara a presente disputa como uma missão divina.
Pareciam leões disputando a refeição que insistia em não atingir as bocas famintas. Nada parecia funcionar!
Jair Bolsonaro deu um show de segurança, democracia e foi irreverente - na medida certa - para ridicularizar a tentativa frustrada em menosprezar seu nome e seus projetos de resgate do país, este, sabidamente sequestrado ideologicamente pela pauta e políticas de esquerda.
Comentários ressentidos, recorrentes, idiotas, eivados de desonestidade intelectual contrastaram com a boa vontade do sabatinado, que de forma ímpar soube desarmar a armadilha e soprar os olhos de seus chorosos desafetos, para ao final o Brasil inteiro assistir a leitura gaguejante de um texto remendado ( redigido às pressas) que mais pareceu uma receita de bolo sem ingredientes definidos.
Perderam mais uma ótima oportunidade de mostrar ao país o que vem a ser o bom e honesto jornalismo. Tentaram expor as vísceras do entrevistado e sofreram um revés: tiveram suas próprias entranhas expostas em rede nacional.
Esta é a cara predominante do jornalismo brasileiro.
Na ausência de outra liderança nacional, apesar de seus 37 anos de história, o PT deve mesmo insistir na campanha do presidiário à Presidência. Segundo o blog da Jornalista Andréia Sadi, "o partido já trabalha em seis programas de TV com Lula na condição de candidato".
A jornalista informa que "a expectativa de advogados do PT é de que a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aconteça na semana do dia 5 de setembro.", mas o partido já teria pelo menos seis programas com Lula candidato para exibir no horário da propaganda eleitoral, se colar. A cúpula do partido avalia o risco de a decisão da Corte sair antes da previsão da data pelos petistas e não dar tempo de usar o material programado.
Segundo outras fontes da imprensa. Lula gravou vários vídeos pouco antes de se entregar à Polícia Federal na noite de 07 de abril deste ano, mas não teria gravado nenhum conteúdo mencionando ou favorecendo Haddad, o candidato reserva do PT. No entanto, o pessoal do marketing estaria fazendo algumas edições para aproveitar trechos dos vídeos de Lula que podem ser inserido em meio ao programa eleitoral de Haddad na TV.
Ainda segundo Andréia Sadi, nas peças produzidas até o momento, Fernando Haddad aparece como vice. "O programa mostra Lula como candidato, não é ele que se apresenta como candidato", afirmou um integrante do QG petista ao blog da jornalista no G1.
Segundo o G1, durante o governo Dilma, mais de 500 mil funcionários públicos recebiam indevidamente o Bolsa Família. A fraude descoberta pelo Ministério Público Federal já havia causado prejuízos aos cofres públicos de mais de R$ 2,5 bilhões apenas no período que antecedeu as eleições de 2014.
Segundo as investigações, os casos se multiplicaram pelo país. Gente que não tinha direito ao benefício tirando a vez de quem precisa. Essa não foi uma investigação superficial e levou em conta o cruzamento de dados da Receita Federal, de Tribunais de Contas, do TSE e do Ministério do Desenvolvimento Social, que é responsável pelo Bolsa Família. O programa pagou mais de R$ 2,5 bilhões entre 2013 e 2014 a quem não tinha direito. O valor corresponde a 4,5% do total pago pelo programa no período. Os municípios onde foram detectados mais casos suspeitos de fraude são Salvador, Brasília, João Pessoa, Manaus e Recife.
Cabos eleitorais. Desde meados de 2016, o governo federal já cancelou ou bloqueou o pagamento de cerca de 1,1 milhão benefícios do Bolsa Família. O prejuízo aos cofres públicos pode superar a casa dos R$ 10 bilhões, relata o site Imprensa Viva.
Após ter acompanhado Jair Bolsonaro pelo interior de SP por quatro cidades (Presidente Prudente, Araçatuba, Glicério e São José do Rio Preto), divido com vocês, caros leitores, o que percebi até aqui:
1-) Ao contrário do estereótipo que a mídia criou e que impõe goela abaixo ao seu público, a personalidade de Jair Bolsonaro é tremendamente afável, simpática, calorosa e receptiva com todos à sua volta. Isto salta às vistas e é preciso ser muito desonesto para negá-lo.
2-) Ao contrário do que certos ´intelectuais´ frustrados dizem, a equipe que o cerca é tremendamente capacitada, competente e patriota. Estão dando até a última gota de sangue pelo Jair, o que é outrossim evidente;
3-)O apoio popular ao “mito” é uma coisa indescritível, uma energia tremenda toma conta das ruas por onde ele passa, como um gigante que desperta das profundezas da pátria, do morador de rua ao ruralista; do guarda municipal ao general de exército; do prefeito do interior ao gari; do vendedor ambulante ao aposentado, todos são unânimes – querem Jair Bolsonaro presidente do Brasil. Nasci no Interior de SP e morei a maior parte da minha vida nesta região e NUNCA vi nada parecido por aqui, e eu já participei de comícios de FHC, Lula e cia ltda e não senti nem 0,001% da energia que ora descrevo – o que qualquer um percebe, igualmente.
4-)Minha simples presença, juntamente com a de meu amigo Paulo Eneas junto à comitiva de imprensa simplesmente inibiu a realização de perguntas idiotas sobre temas irrelevantes, vez que eu e o Paulo perguntamos sobre temas de verdadeiro interesse do povo brasileiro – e que por isso mesmo saltam às vistas -, sem a menor deferência aos grandes veículos de mídia, os quais ficaram bem comportadinhos em nossa presença. Extraímos disso uma forte recomendação a quem for entrevistar Jair Bolsonaro daqui em diante: jamais deixe a grande mídia sentir-se confortável em sua presença. E para quem é da grande mídia: aprenda a fazer perguntas decentes, caso contrário começarão a passar cada vez mais vergonha.
5-)As observações que os mesmos intelectuais que têm a bunda grudada na cadeira adoram fazer sobre o “amadorismo da campanha”, consistem no fato de que a campanha não dispõe de recursos financeiros de fundos partidários e demais mordomias que os grandes saqueadores do Brasil ainda possuem. Ainda.
6-)A carga de afeto do povo ao MITO é brutal, mas também a carga de compromissos, eventos, convites, solicitações de toda espécie é avassaladora, o que exige uma força interior ímpar;
7-)Os candidatos (ao senado, deputado estadual, federal) que o cercam são em sua maioria muito bons, e em especial muito MELHORES do que qualquer petista, tucano ou comunista que saia por aí tendo a cara de pau de ainda pedir votos ao povo brasileiro, portanto, merecem todo nosso apoio. A menos, é claro, que vocês queiram comunistas que vão destruir o Brasil com muito mais rapidez entrando no Congresso Nacional;
8-)A coragem de Jair Bolsonaro em enfrentar tudo que tem enfrentado , com os poucos recursos que dispõe, na carga de exigências que esta missão quase suicida impõe, mostra que este cidadão é antes de tudo um grande PATRIOTA, que não tem nada, absolutamente NADA de extremista e muito menos de despreparado.
9-)Possuo graduação, especialização, mestrado, doutorado, vários cursos no exterior, livros publicados no Brasil e exterior e ao realizar diversas perguntas a Jair Bolsonaro aprendi muito com as respostas que ele me deu. Posso assegurar que quem o chama de despreparado é ele(a) próprio(a) despreparado(a);
Eu tenho certeza de que se o povo brasileiro continuar por este caminho que vi e testemunhei nas ruas, no tocante apoio à ÙNICA candidatura DECENTE e minimamente CAPACITADA para governar o Brasil, Deus permitirá que JAIR MESSIAS BOLSONARO seja o Presidente de TODOS os brasileiros a partir de 01 de janeiro de 2019.
Post Scriptum: Este não é um texto publicitário de campanha, é uma anotação de caráter pessoal e meramente documental, embora contenha tonalidade opinativa.
Há ainda quem estranhe o fato do PT conseguir mobilizar setores da imprensa, organizar manifestações e manter o nome do ex-presidente Lula em evidência máxima durante o período eleitoral, mesmo com ele preso em Curitiba desde o início de abril.
Lula está preso e com cerca de R$ 16 milhões em bens e dinheiro bloqueados na Justiça. Mas Lula não está morto nem duro. Ao longo das últimas décadas, muitas pessoas conseguiram tirar o pé da lama graças ao condenado. Alguns se tornaram bilionários. Para esta gente, alguns milhões não representam nada, mas é dinheiro que pode ajudar a manter o presidiário no jogo político até que ele saia da cadeia, sabe-se lá quando. Enquanto isso, o petista conseguiu transformar sua salinha no quarto andar da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, num escritório político. É de lá que Lula despacha, dá ordens e tem se feito presente ao longo de todo o processo eleitoral, registra o site Imprensa Viva.
Aqui fora, há gente criativa trabalhando em tempo integral, concebendo ideias e recursos que visam manter Lula em evidência. Tudo custa muito dinheiro, mas não deve faltar quem esteja disposto a pagar para se manter livre de menções por parte do condenado ou por sua rede de associados na cadeia ou no Judiciário.
A jurista Janaína Paschoal, que é candidata a deputada estadual, fez um relato de sua experiência em viagem de campanha com o candidato Jair Bolsonaro. Em seu testemunho, Janaína enfatizou a esperança na possibilidade de uma mudança de rumo no país. Janaína reforça: "O sentimento que nos unia era o de buscar um país que respeite a legalidade, abandonando-se não só a corrupção, mas os favorecimentos", registra o site Folha Política.
Leia abaixo o relato de Janaína Paschoal:
Gostaria de dar um testemunho. Eu não pude acompanhar a comitiva de Bolsonaro em todas as Cidades, pois já tinha compromissos previamente agendados. Mas, nas Cidades em que estive, constatei a presença de homens, mulheres e muitas crianças. Havia brasileiros de todas as idades, esperançosos com a possibilidade de uma mudança de rumo no nosso país. Acho importante dizer isso, pois criou-se uma ideia de que seus eleitores não têm representatividade. Têm sim.
Fomos bem recebidos por brancos, negros, pessoas muito simples e pessoas muito ricas. O sentimento que nos unia era o de buscar um país que respeite a legalidade, abandonando-se não só a corrupção, mas os favorecimentos.
Eu perdi a conta do número de abraços que dei e das fotografias que tirei. Como ainda não consegui fazer material de campanha, praticamente não avisei que sou candidata a Deputada Estadual (rs). As pessoas que estavam ao lado, às vezes, avisavam. Mas eu confesso que isso até me incomodava, pois as pessoas vinham me agradecer pelo impeachment e eu não queria quebrar um momento tão especial de carinho, pedindo voto. Claro que quero ser eleita. Quero ser eleita para trabalhar por São Paulo e, principalmente, para ter respaldo para seguir falando pelo Brasil. Mas ganhar não é o determinante. Essa troca de energia positiva. A constatação de que nosso povo se importa é o que vale.
A degringolada econômica da Venezuela já se transformou em crise humanitária internacional. Segundo a ONU, 2,3 milhões de venezuelanos deixaram o país em dois anos. A título de comparação, 1,8 milhão de migrantes entraram em toda a União Europeia em quatro anos.
A crise de refugiados na Europa começou em 2015, quando levas crescentes de pessoas que fugiam de dificuldades econômicas ou de conflitos tentavam alcançar a União Europeia, atravessando o mar Mediterrâneo ou por terra, pelo sudeste europeu.
De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR), as três principais nacionalidades entre mais de um milhão de migrantes que chegaram pelo mar Mediterrâneo entre janeiro de 2015 e março de 2016 eram sírios (46,7%), afegãos (20,9%) e iraquianos (9,4%).
O número de refugiados e migrantes caiu drasticamente nos últimos anos, devido a medidas de retenção de entrada como o acordo que a União Europeia assinou com a Turquia.
Enquanto cerca de 1,8 milhão de refugiados chegaram à Europa desde 2015, a crise migratória da Venezuela já contabiliza mais de 2,3 milhões de migrantes que fogem da miséria em apenas dois anos.
Os países sul-americanos foram surpreendidos com essa onda migratória inédita. A partir do dia 18 de agosto, o Equador passou a exigir um passaporte aos venezuelanos. Essa decisão unilateral vai contra os acordos regionais em vigor. Quito nem se deu ao trabalho de informar a Colômbia, que sozinha já recebeu cerca de um milhão de migrantes e por onde passam os que seguem para o Equador.
Por sua vez, o Peru pretende proibir que venezuelanos sem passaporte entrem no país a partir do próximo sábado (25).
Diante do desafio migratório, todos os países envolvidos evocam, no entanto, as virtudes da cooperação regional, assim como a ONU e a Organização dos Estados Americanos (OEA). Mas o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterrez, se mantem estranhamente silencioso sobre o assunto.
Já o secretário-geral da OEA, Luis Almagro, quer restabelecer a democracia na Venezuela, ou seja, com a saída do ditador Nicolás Maduro.
A integração regional fracassou e os migrantes venezuelanos – espremidos na fronteira entre a Colômbia e o Equador – são os prejudicados.
Outra faceta mais dramática é que o perfil social dos migrantes mudou nos últimos meses. “Antes, eram pessoas com diplomas superiores que chegavam”, explica Giovanna Tipan, responsável pela circulação na ponte de Rumichaca, que liga Colômbia e Equador.
“Além disso, eles tinham um pouco de dinheiro para se instalar. Era mais fácil para eles encontrar trabalho e se integrar. Agora, é diferente. As pessoas deixam uma situação extremamente precária. E sabemos que ela vai piorar no país de chegada, seja no Equador, no Peru ou onde quer que seja”, diz.
Solidariedade entre precários
Sem uma recepção institucional nos países vizinhos da Venezuela, os exilados criam sua própria rede de solidariedade. “É interessante ver como são tão solidários, mesmo sendo tão vulneráveis ao mesmo tempo. Eles se organizam para que as mulheres e crianças passem primeiro e ajudar os que mais necessitam”, acrescenta Giovanna Tipan.
Antony, que deixou Caracas há uma semana, confirma: “No começo eu não conhecia ninguém. Mas fiz amigos de verdade. Todos ajudam uns aos outros. Se há pessoas que não têm o que comer ou se lhes faltam algo, outros vão compartilhar o que possuem. Estou viajando agora com duas garotas que se tornaram minhas irmãs”.
Um ano e meio após determinar a indisponibilidade dos bens da advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), a Justiça bloqueou em abril deste ano dois imóveis de propriedade da ex-primeira-dama do Rio de Janeiro.
Os dois apartamentos num prédio em Ipanema (zona sul), avaliados em R$ 6,3 milhões, não estão em nome de Ancelmo no registro de imóveis. Os documentos do cartório mostram até hoje como proprietário a Cyrela, responsável pela construção do edifício Wave Ipanema, concluído em 2014.
Os imóveis só foram bloqueados em abril após o condomínio apontar uma dívida de cerca de R$ 100 mil, indicando como real proprietária a ex-primeira-dama do Rio.
Ancelmo adquiriu os apartamentos em 2012 e 2014, ambos antes da conclusão da obra. Embora não fossem de conhecimento da Justiça, ela os declarou em seu Imposto de Renda, constam no relatório produzido pela Receita Federal e juntado na ação penal contra a advogada.
As duas transações com a Cyrela foram oficializadas em escrituras públicas, mas nunca comunicadas ao registro de imóveis.
Ao determinar o bloqueio de bens, é a esses cartórios que a Justiça Federal envia ofício a fim de impedir a venda do patrimônio em nome de investigados. Como eles não estavam em nome da ex-primeira-dama, a indisponibilidade não havia sido imposta até abril deste ano.
Ancelmo teve os bens bloqueados em janeiro de 2017, um mês após ser presa em razão dos desdobramentos da Operação Calicute, que prendeu seu marido, Sérgio Cabral (MDB), em novembro de 2016.
Ela já foi condenada em quatro ações penais pelo juiz federal Marcelo Bretas a, no total, 41 anos e cinco meses de prisão.
As investigações apontam que Cabral usou o escritório de advocacia da mulher para lavar dinheiro de propina. Ela também foi condenada por branquear ativos por meio da compra de joias. Ela nega as acusações.
Apesar de discordar das denúncias, o casal decidiu entregar todos os seus bens à Justiça, a fim de obter redução de pena nos processos de lavagem de dinheiro.
No dia 4 de setembro a Justiça fará o primeiro leilão do patrimônio da família Cabral. Fazem parte da lista a casa no condomínio Portobello, em Mangaratiba (R$ 8 milhões), uma lancha (R$ 4 milhões), um jet ski (R$ 45 mil), um jet boat (R$ 50 mil) e três carros (R$ 436 mil).
O casal tem ainda cerca de R$ 18 milhões em contas bloqueadas pela Justiça.
Também fazem parte do certame apartamentos na Barra da Tijuca do ex-assessor de Cabral Ary Filho e relógios do ex-secretário estadual de Obras Hudson Braga.
Os dois apartamentos, de cerca de 80 metros quadrados, em Ipanema serão leiloados mais adiante. Há ainda expectativa sobre a venda das joias da ex-primeira-dama apreendidas.
O imóvel de 360 metros quadrados no Leblon, onde o casal de fato morava, está alugado, sem previsão de venda.
A defesa de Adriana Ancelmo afirmou que desconhecia o fato dos imóveis da ex-primeira-dama não estarem bloqueados.
A Cyrela afirmou, em nota, que compete à compradora providenciar o registro junto ao cartório de imóveis.
O candidato Jair Bolsonaro ironizou os boatos sobre sua presença ou ausência em debates entre candidatos. Após o candidato avisar que não compareceria a um debate, setores da imprensa afirmaram que ele não compareceria a mais nenhum. Bolsonaro fez uma lista de respostas às perguntas que mais ouve nos debates, todas relativas a boatos sobre ele.
Leia abaixo a postagem de Jair Bolsonaro:
Não sou homofóbico. Não acho que ninguém deve ser estuprado. Não defendo que mulher deve ganhar menos. Não sou racista. Estou firme com Paulo Guedes. Não quero dar porte de arma para criança. Como não poderei ir a algumas sabatinas por questão de agenda, já adianto as respostas!
O PT chegou às eleições deste ano com o maior nível de isolamento nos estados desde 1998.
Serão 16 candidatos a governador, sendo que 5 disputarão a eleição sem nenhum aliado e outros 5 apenas com o apoio do PC do B, lembra a Folha.
Coligações maiores em torno dos nomes do PT foram formadas apenas na Bahia, Acre, Ceará e Piauí. Em Minas, Fernando Pimentel terá uma coligação modesta formada apenas por PC do B, PR e DC.
No livro lançado esta semana, o ex-ministro José Dirceu, de 72 anos, comprovou que não chega nem perto daquilo que se entende como cavalheiro. O petista cometeu uma série de indiscrições ao narrar seus casos do passado no livro Zé Dirceu — Memórias (Geração Editorial).
As indiscrições foram escritas à mão,ainda da cadeia, durante os quase dois anos que esteve preso em Pinhais, no Paraná. Na última vez em que foi preso, Dirceu não passou nem dois meses na prisão e ganhou a liberdade por obra dos ministros da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, registra o site Imprensa Viva.
Livre do cárcere, o lavador de dinheiro planeja circular o país para promover suas inconfidências. Quem imagina que o mensaleiro corrupto lavador de dinheiro teria moral de narrar ao menos parte dos crimes que cometeu desviando dinheiro do povo, pode ir tirando o cavalo da chuva. Não há qualquer honra na obra do corrupto condenado.
Amante da boemia, Dirceu dedicou boa parte do livro para narrar suas conquistas amorosas, citando nomes e circunstâncias.
Jair Bolsonaro, em entrevista à TV Tem, disse que a atuação do Ministério Público do Trabalho é um obstáculo para o desenvolvimento do país.
“O maior incentivo que a gente pode dar com o setor produtivo é tirar o Estado do cangote do produtor. Por outro lado, conversando com a nossa equipe econômica, nós temos que desburocratizar e desregulamentar muita coisa, de forma que aquela pessoa que queira empregar não seja refém do Estado (…).
Conversei com um piscicultor agora há pouco aqui [Catanduva] sobre as dificuldades, imposto, energia cara e licença ambiental. Um país que tem um Ministério Público do Trabalho atrapalhando não tem como ir para frente.”
Ciro Gomes, em evento com militâncias das redes sociais, criticou a insistência do PT em manter a candidatura fake de Lula.
“Por mais gratidão que o povo tenha a Lula, ele está preso e condenado (…).
O que pode nos prejudicar, no campo progressista, é a fraude que a cúpula petista comete mantendo a ilusão de que o ex-presidente Lula vai ser candidato.”
O procurador regional eleitoral do Ceará, Anastácio Tahim Jr., solicitou o envio de tropas federais para evitar a ação do crime organizado durante as eleições 2018, no dia 7 de outubro.
Um dos argumentos usados pelo procurador é uma circular atribuída ao Comando Vermelho do Ceará que proíbe candidatos saídos das corporações militares, entre eles Jair Bolsonaro (PSL), de pedir votos nas áreas dominadas pela facção.
A circular cita nominalmente o deputado federal Vitor Valim – que é apresentador de TV – e o deputado estadual Capitão Wagner, ambos do PROS, além do próprio Bolsonaro, mas se estende a “outros polícias (sic)”.
“Esses políticos apoiam a ditadura, tortura e tudo que é contra as comunidades carentes. Eles camuflam o que os policiais vêm fazendo nas nossas comunidades”, diz o texto.
Segundo o procurador, somente uma investigação aprofundada pode atestar a autenticidade do texto, mas uma série de fatos ocorridos ultimamente, como a expulsão de candidatos em campanhas em favelas, serviriam como indícios.
“A corroborar em alguma medida o que ali está escrito, nós colhemos alguns relatos”, disse Tahim Jr. “A preocupação com a segurança ganhou outros contornos. Até então, tinha a demarcação do território e a substituição do Estado nas áreas dominadas. Agora, tem este viés eleitoral”, afirmou.
Um dos exemplos usados por ele é ação na qual o Ministério Público Federal pede reintegração de posse para 42 beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida que foram expulsos de suas casas por criminosos de uma facção.
“O crime já financia a política em muitos Estados. Com isso, a arregimentação coercitiva dos eleitores habitantes dos espaços controlados por esses ousados e equipados grupos consubstancia uma prática iminente, a qual exige uma postura preventiva e repressiva, prontificada e contundente”, diz o pedido de apoio federal.
A solicitação de tropas federais para garantir a segurança na eleição ainda vai ser votada no plenário do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE).
Segundo o procurador eleitoral, a decisão de pedir reforço federal foi tomada com base no parecer de uma comissão que ouviu todos os juízes eleitorais do Estado.
Geraldo Alckmin terá de brigar muito se quiser chegar ao segundo turno.
Um levantamento feito nas 22 pesquisas estaduais do Ibope, publicada por O Globo, mostra que Jair Bolsonaro avançou em todos os estados tradicionalmente tucanos.
“No mapa eleitoral que já foi tucano, Bolsonaro lidera em São Paulo, com 22%, enquanto Alckmin, que governou o estado por quatro mandatos, marca 15%. O candidato do PSL também está à frente em Santa Catarina, Goiás, Espírito Santo, Rondônia e Roraima, outros redutos tucanos há quatro anos. No Paraná, Alckmin enfrenta ainda a concorrência de Alvaro Dias, ex-governador do estado, que chega a 27% — Bolsonaro tem 22%, e Alckmin, 5%”.
O TSE negou liminar ao ex-presidente Lula para que emissoras de TVs ‘incluam’ em suas coberturas a campanha presidencial do petista e da Coligação ‘O Povo Feliz de Novo’, “exatamente como o fazem em relação aos demais candidatos ao mesmo cargo”, relata o site Folha Política.
O ministro Sérgio Banhos quer ouvir emissoras e MP. “Diante da contraposição de valores constitucionais de inegável relevo, no caso, liberdade jornalística e isonomia entre candidatos, entendo que a matéria apresenta complexidade que exige análise verticalizada”.
O ex-ministro Gilberto Carvalho, um dos principais caciques do PT na atualidade, afirmou com todas as letras que o ex-prefeito Fernando Haddad é apenas um figurante na disputa pela Presidência da República e disse que, em caso de vitória de Haddad, será Lula que vai mandar no Brasil.
Segundo a Gazeta do Povo, o "Seminarista, como Gilberto Carvalho é conhecido, afirmou que "Na campanha, vamos deixar claro para o povo o seguinte: votar no Haddad é votar no Lula. É o Lula quem vai governar. Vamos tirar o Lula da cadeia em algum momento. Até porque ele não vai passar o resto da vida lá. E vai sair direto para o Palácio do Planalto para co-governar com o Haddad. Quem vai governar formalmente é o Haddad", disse Gilberto Carvalho à Gazeta do Povo.
Ex-chefe do gabinete da Presidência nos oito anos de Lula, Gilberto conta que o partido vai manter a candidatura do presidiário até o final e que cabe a "eles" impedirem seu registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Continuando seu périplo pelo interior paulista, Jair Bolsonaro falou nesta sexta (24) em Jaci, perto de Rio Preto, e prometeu –caso eleito– condecorar por “bravura” policiais e civis que reagirem a tentativas de assaltos.
“Vamos buscar retaguarda jurídica, não só para nossos policiais civis e militares, mas para o cidadão de bem também poder reagir à tentativa de alguém surrupiar seu patrimônio ou atentar contra sua vida”, declarou o deputado.
“Ele poderá reagir e não será processado. Muito pelo contrário, será condecorado por ação de bravura”, acrescentou, de acordo com o relato do G1.
Bolsonaro também voltou a afirmar que, se vencer a eleição, vai incentivar a reação armada a invasões de terras pelo MST e por outros grupos.
Lula atrapalhou os planos dos grevistas de fome, que queriam desistir. O prisioneiro escreveu uma carta, segundo O Globo, aos sete militantes que fazem greve de fome em defesa da sua libertação. No manuscrito, ele agradece a dedicação dos ‘companheiros e companheiras’.
Parece que fez efeito.
O site do PT publicou um texto atribuído a um dos grevistas que diz:
“Continuamos em greve de fome, cada vez mais firmes, por tempo indeterminado, até que a verdade se estabeleça.”
Só para recordar: o grupo de sete pessoas recrutadas pelo MST está devidamente hospedado no centro cultural dos jesuítas em Brasília, recebendo todo o apoio da ordem religiosa. Eles dizem que estão há 24 dias tomando apenas água e soro.
A justiça de São Paulo condenou o ex-prefeito da capital e candidato ao governo por improbidade administrativa e suspendeu seus direitos políticos por quatro anos. Cabe recurso e ele pode seguir em campanha ao governo normalmente.
Doria foi acusado de usar o símbolo “Cidade Linda” em ações da prefeitura agindo em benefício próprio e assim ferir à lei municipal que diz que somente a bandeira, brasão e hino podem ser símbolos da cidade.