sábado, 2 de junho de 2018

Veja como é fácil descobrir se um político está te enganando!


Em um brilhante artigo publicado no Estadão, o advogado, Especialista em Gestão Pública Humberto Dantas chamou a atenção para a necessidade de educação política do cidadão brasileiro. Membro da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas, Dantas defendeu a implantação da disciplina de educação cívica e cidadã nas escolas brasileiras.


"Educação Política é um conjunto de informações, conhecimentos e valores voltados ao cidadão que lhe permita compreender o debate político, seus direitos e seus deveres, a fim de que esteja capacitado a participar ativamente da política de forma digna, ética e responsável. Se por um lado, há a disseminação de conteúdos e boas práticas sobre o assunto pela internet, por outro precisamos reconhecer que a introdução adequada desta disciplina nas escolas pode colaborar na formação de uma nova geração de cidadãos brasileiros para aprendermos o pleno exercício da cidadania" observou Dantas em seu artigo.


De fato, os brasileiros são facilmente manipulados por políticos inescrupulosos que se aproveitam da ignorância do povo para angariar simpatia e votos. Muitos mentem quando prometem reduzir impostos, sem que digam como pretendem repor as receitas, tendo em vista a Lei de Responsabilidade Fiscal, publicou o site Imprensa Viva.

Segundo a publicação, o eleitor também precisa ter consciência de que os cortes de alguns gastos obrigatórios da União, Estados e Municípios prometidos pelos candidatos não são possíveis, pois são promessas que fogem das atribuições dos chefes dos executivos. 

Neste rol de despesas obrigatórias, apenas o Judiciário, o Congresso ou as casas legislativas possuem poder de mexer em altos salários, privilégios e penduricalhos.  

Candidatos a cargos nos executivos, como presidente da República e Governadores, que estão fazendo este tipo de promessa estão mentindo para o eleitor. 

Normalmente, os privilégios, altos salários e benefícios vergonhosos são aprovados em Lei pelos próprios políticos e membros do Judiciário para satisfazer integrantes da elite de servidores privilegiados.

Influentes na imprensa, no serviço público e nas Redes Sociais, estes grupos atuam como cabos eleitorais de políticos dispostos a manterem seus privilégios.



No caso do Brasil, os gastos obrigatórios da União consomem cerca de 93% de tudo que o país arrecada dos contribuintes. 

O cidadão é induzido a crer que é possível avançar sobre gastos obrigatórios previstos em Lei, mas o fato é que nem o presidente tem o poder de mexer nestes gastos. 

Apenas os parlamentares e membros do Judiciário podem alterar Leis.



Vale lembrar ainda que, entre os candidatos a cargos no executivo, há vários que se servem há décadas do sistema político, que não combateram privilégios e que legislaram em favor de determinadas categorias, o que contraria o princípio democrático segundo o qual todo cidadão tem os mesmos direitos e deveres.

Defender privilégios de determinadas categorias significa tratar os demais contribuintes como cidadãos de segunda classe.



O Brasil é um dos países onde mais se elege  políticos desqualificados para as funções que exercem. 

Muitos candidatos exploram sua popularidade apenas para garantir salários, benefícios e aposentadorias gordas. 

Se não há como imaginar uma grande empresa entregando sua administração para pessoas comprovadamente inexperientes, como conceber entregar um estado ou mesmo o país nas mãos de governantes desqualificados e sem experiência em cargos executivos? 

O país esteve mergulhado na pior recessão de sua história e ainda se esforça para recuperar a economia e gerar empregos para mais de 10 milhões de chefes de família. 

Nas próximas eleições, o cidadão consciente tem o dever de pesar suas decisões e votar com responsabilidade, sem paixões, partidarismos ou outros quesitos que não contemplem a competência e preparo de cada um dos candidatos.



Em época de eleições, quanto mais um político promete, mais está mentindo e mais perigoso é para a Democracia. 

Um país de dimensões continentais como o Brasil enfrenta problemas estruturais históricos de difícil resolução a curto prazo. 

Muitos não imaginam, mas o maior fluxo migratório da história da humanidade ocorreu e ainda está em curso justamente no Brasil. Cerca de 50 milhões de pessoas migraram para os grandes centros ao longo das últimas décadas, gerando desafios monumentais para a infraestrutura urbana. 

Setores como saúde, educação e segurança foram minimamente atendidos, tendo em vista a sede do dinheiro do contribuinte por parte da elite de servidores e políticos, e o número gigantesco de cidadãos que deixaram o campo rumo às cidades. 

Países ricos como Alemanha, Estados Unidos e Inglaterra enfrentaram dificuldades para absorver pequenos números de refugiados nos últimos anos. Se potencias mundiais não conseguem abrigar 10 mil refugiados, o que dizer de cidades como Rio e São Paulo, que receberam milhões de imigrantes em tão pouco tempo?



O Brasil tem ainda um longo caminho a trilhar, rumo à Justiça Social. 

Para que isto ocorra de forma mais perene, dependerá única e exclusivamente da responsabilidade de cada cidadão eleitor. 

Dilma desafia Cármen Lúcia e diz ter certeza que Lula pode participar da eleição


Há poucos dias, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia afirmou categoricamente que condenados em segunda instância, como é o caso do ex-presidente Lula, condenado e preso na Operação Lava Jato,  não podem registrar a candidatura.

“Direito brasileiro não permite que haja, pela Lei da Ficha Limpa, o registro válido daquele que tenha sido condenado a partir de um órgão colegiado. Juridicamente, é isso que se tem no Brasil”, disse a ministra, na terça-feira, 29, em evento realizado pela revista Veja

Nesta quinta, 31, a presidente cassada Dilma Rousseff afirmou que Lula está apto a vencer a corrida pela Presidência neste ano, como candidato do PT. "Temos certeza de que ele tem condições de participar das eleições e ser eleito", disse a petista  a jornalista em Curitiba, após visita a Lula, condenado e preso pela Operação Lava Jato há quase dois meses pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá, informa o site Imprensa Viva.

Como observou a ministra Cármen Lúcia, Lula foi devidamente condenados em segunda instância e enquadrado na  Lei da Ficha Limpa, tornando-se automaticamente inelegível.

Dilma, que teve os bens bloqueados na Justiça por ter causado prejuízos bilionários na Petrobras, foi denunciada por integrar a organização criminosa comandada pelo ex-presidente Lula. 

Apontada por dezenas de delatores como partícipe dos desvios de recursos públicos para suas campanhas, Dilma agora desafia a presidente da mais alta Corte país. 

Só mesmo no Brasil isto é possível. 

Depois de 70 anos de escravidão, Fachin ameaça voltar com imposto sindical que rouba um dia de trabalho do cidadão


O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, assumiu que está disposto a adotar uma decisão monocrática para atropelar atribuições do Congresso Nacional, que após muitos debates, colocou um fim ao imposto sindical obrigatório no país, cobrado dos trabalhadores ao longo dos últimos 70 anos. A cobrança foi proibida a partir de novembro do ano passado, com a aprovação da modernização das Leis Trabalhistas. 

Em despacho desta quarta-feira (30/5), Fachin afirmou que, caso a ação proposta por sindicatos contra o fim do imposto sindical obrigatório não seja levada ao Plenário do Supremo, poderá decidir sozinho em favor de dezenas de entidades e sindicatos atuam como amici curiae no processo.

Segundo Fachin, para acabar com a obrigatoriedade da contribuição sindical, a reforma trabalhista deveria ter sido precedida de um "debate profundo" sobre o sistema de representação dos trabalhadores. O ministro alega que os sindicatos foram prejudicados com o fim da contribuição obrigatória, que reduziu em mais de 80% as receitas das entidades. 

Fachin alega que a medida pode contrariar a Constituição, mas o que contraria de fato a Carta Magna é tirar do trabalhador os rendimentos de um dia de trabalho para dar o dinheiro para quem não faz praticamente nada. 

Antes da derrubada do imposto, mais de 400 mil sindicalistas viviam das receitas oriundas do suor do trabalhador. 

Imposto sindical obrigatório significa que a adesão é involuntária e que os sindicatos não se veem obrigados a oferecer qualquer contrapartida ao trabalhador. Simplesmente embolsam a grana e fazem dela o que bem entendem. Não precisam convencer o trabalhador a aderir, oferecendo benefícios convincentes.

Em seu despacho, Fachin sugere, por meio de decisão monocrática, judicializar uma discussão política e invadir a competência do Congresso. 

Notadamente, para defender os interesses de grupos com os quais é apontado por possuir afinidade histórica, como a CUT, que já indicou o ministro para comissões envolvendo perseguições políticas durante o regime militar. 

Por suspeição de ter afinidade ideológica com sindicalistas, Fachin deveria ser declarado impedido de julgar qualquer assunto relacionado ao fim do imposto sindical. 

(As informações são do site Imprensa Viva)

Para ONU, Lula está bem preso. Após derrota, defesa do petista entra com novo recurso para alimentar narrativas de apoiadores


O Comitê de Direitos Humanos da ONU já rejeitou o pedido do ex-presidente Lula para que sua prisão fosse evitada, como parte de medidas cautelares solicitadas por seus advogados em 2016. A resposta ao apelo do ex-presidente saiu há poucos dias, já com Lula preso, e o pedido não foi atendido pelo organismo.

“O Comitê de Direitos Humanos não concederá medidas cautelares no caso de Lula da Silva”, declarou a porta-voz de Direitos Humanos da ONU, Julia Gronnevet.

Mas para continuar usando o nome da ONU na imprensa e alimentando as narrativas repetidas pelos apoiadores do condenado, a advogada de defesa de Lula, Valeska Martins, afirmou que estuda novas ações na ONU, na esperança de reverter o julgamento de seu cliente. “Estamos estudando medidas nacionais e internacionais”, disse a advogada em Genebra. Na sexta-feira, 1º de junho, ela teve reuniões na cidade europeia para definir os próximas passos da estratégia de defesa do condenado no âmbito internacional.

No que depender da ONU, conforme manifesto do organismo, Lula pode ficar preso sem qualquer problema. Só não há como evitar que a defesa do petista entre com recursos e mais recursos apenas para que Lula e seus apoiadores fiquem repetindo ONU aqui e ali todo dia. 

MST reclama: 2 mil integrantes tiveram que procurar emprego após cortes de verbas do governo


Setores da esquerda e da imprensa ainda se ressentem da onda de cortes promovidas pelo governo federal desde 2016. Esta semana, grupos voltaram a criticar o governo pelo corte de repasses essenciais para a manutenção dos movimentos sociais.

Numa matéria publicada em junho daquele ano, vários publicaram a seguinte notícia: "O governo do presidente interino Michel Temer cortou diversos repasses que seriam destinados aos movimentos sociais organizados tidos como braço do PT dentro da estrutura de Governo. O efeito Temer fez surgir um movimento contrário nas entidades ditas defensoras e protetoras dos direitos sociais. 

Milhares de membros do Movimento dos Sem Terra deixaram os acampamentos em busca de vagas de emprego nas cidades vizinhas onde os assentamentos estão organizados. Ao todo são mais de 2 mil integrantes do MST que já se consideram ex-membros e que entraram no programa de recolocação no mercado de trabalho".

De lá para cá, estima-se que o MST tenha perdido mais de 20 mil membros efetivos que atuavam exclusivamente em protestos, bloqueios de estradas e atos em favor dos integrantes do PT. Alguns integrantes do movimento tiveram que devolver carros que haviam financiado, por falta de condições de horar os compromissos. 

O partido lamenta o fato e desistiu de convocar manifestações pelo país, tamanha a desmobilização dos movimentos sociais ocorrida nos últimos meses, após o corte de verbas federais.

Edson Fachin defende retorno do imposto sindical obrigatório e ameaça trabalhador para atender sindicatos


O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, reconhecido por suas ligações históricas com a CUT e MST, defendeu o imposto sindical, banido na reforma trabalhista apresentada pelo governo e aprovada no Congresso. 

Em despacho divulgado nesta quarta-feira, 30, Fachin alegou que,  conforme o que está previsto no texto constitucional, “é necessário reconhecer” que a mudança pode ser “desestabilizadora” de todo o regime sindical. O ministro defendeu ainda que há elementos que justificam decisão monocrática, ou seja, uma decisão dele próprio, sem levar para o plenário.


Graças à reforma, os trabalhadores brasileiros com carteira assinada deixaram de ter um dia de trabalho descontado, valor que era revertido para os sindicatos que arrecadavam bilhões com o imposto obrigatório. 



Os recursos eram divididos entre centrais e sindicatos. Com a reformulação da CLT, essa contribuição deixou de ser obrigatória. 

Para Fachin, a nova regra gera possível “enfraquecimento dos direitos sociais com a redução da capacidade de financiamento das atividades sindicais”.



No despacho, o ministro afirmou que, se Plenário não julgar ação contra o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, analisará a possibilidade de conceder uma medida cautelar aos sindicatos.



O tema está previsto para ser analisado pelos 11 ministros da Suprema Corte no dia 28 de junho.

Sindicatos receberam o parecer de Fachin com alegria.

(Com informações do site Imprensa Viva)

Greve dos caminhoneiros serviu para acabar com as ilusões dos entusiastas da intervenção militar


A greve dos caminhoneiros provocou um enorme estrago na economia do país, mas o movimento grevista foi crucial para sepultar uma antiga aspiração de parte dos brasileiros: a possibilidade de ocorrer algum dia uma intervenção militar no Brasil.

Os entusiastas da volta do regime militar apostaram todas suas fichas no apoio ao movimento grevista dos caminhoneiros e há quem diga que houve até mesmo financiamento de ativistas infiltrados em meios aos manifestantes. A expectativa geral era mesmo a de criar um clima de caos de desabastecimento até que a situação se tornasse insuportável. Os articulistas de grupos intervencionistas acreditavam que após instalada uma convulsão social generalizada, os militares entrariam no jogo, assumindo o governo brasileiro, desmantelando o Congresso Nacional e prendendo todos os políticos investigados por supostos envolvimento em esquemas de corrupção.

Mas o sonho com a redenção verde oliva começou a se desvanecer quando o presidente Michel Temer anunciou o uso das Forças Armadas para ajudar a conter o ímpeto revolucionário de parte do movimento grevista dos caminhoneiros. O pesadelo dos intervencionistas tornou-se ainda mais aterrador quando parte das entidades assinou um acordo inicial com o governo e retirou sua tropa de caminhoneiros da batalha. Nesta primeira fase das negociações para conter o movimento grevista, o governo conseguiu diminuir em cerca de 70% o contingente de grevistas. Na sequência, um novo acordo com a maior entidade de caminhoneiros autônomos minou em mais 20% o poder de mobilização dos grevistas. Por fim, sobraram apenas pequenos focos de resistência pulverizados pelo país, que foram facilmente debelados pelas forças de segurança. O movimento grevista que alimentou as esperanças dos intervencionistas sucumbiu ao fim de dez dias.

Como se não bastasse, os comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica fizeram pronunciamentos incisivos refutando qualquer possibilidade de ocorrer a volta de um regime militar no Brasil. Praticamente todos os integrantes da alta cúpula das Forças Armadas se pronunciaram contrários a qualquer forma de intervenção militar no país e reafirmaram o compromisso com a Democracia. 

Como se não bastasse, até mesmo a turma de pijama que vivia falando em linguagem cifrada sugerindo que as Forças Armadas estariam se preparando para o grande momento sonhado pelos intervencionistas recuou. 

Os elucubradores do imaginário dos intervencionistas foram instados a vir a público para desdizer tudo aquilo que andaram insinuando nos últimos anos. Figuras cultuadas entre os intervencionistas, inclusive muitos que que exploraram as expectativas destes grupos de forma política, tiveram que reconhecer que iludiram muita gente com seus discursos de caserna.

Não é de hoje que milhões de brasileiros cultivam o sonho da volta dos militares ao poder. Entretanto, no que depender da atual geração de militares, como ficou claro, não haverá uma intervenção militar no Brasil tão cedo. 

A greve dos caminhoneiros serviu para sepultar este sonho cativado secretamente por milhões de cidadãos esperançosos de que somente um regime militar seria capaz de dar um jeito do país. 

O sonho acabou. Está na hora de acordar e encarar os fatos. 

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Em meio à crise, ministros do STJ ganham novo “mimo”, zerado e top de linha

Crise é para os fracos. Para os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a situação está no melhor dos mundos.
A instituição acaba de renovar a sua frota de veículos.
Segundo o Jornal da Cidade Online, o STJ desembolsou 3 milhões de reais para comprar 24 Ford Fusions 2018.
Todos os veículos são automáticos, com banco de couro e todos os demais acessórios. Top de linha.
Os possantes são coisa fina. Cada unidade custou a bagatela de R$ 125 mil.
O conforto dos senhores togados em primeiro lugar.

Decisão de Lindbergh vai deixá-lo sem mandato no próximo ano

O senador Lindbergh Farias voltou atrás em sua decisão anterior e será candidato à reeleição.
É o que se comenta entre petistas próximos ao parlamentar.
Para não ficar sem mandato, Lindbergh havia cogitado sair candidato a deputado federal ou mesmo deputado estadual.
Porém, compromissos assumidos com outros petistas, que pretendem se candidatar a esses cargos, estaria impedindo este recuo estratégico, segundo registra o Jornal da Cidade Online.
Diante do impasse, ele decidiu encarar o desafio da reeleição.
Está em 7º nas pesquisas, com uma rejeição astronômica.
Anotem: Vai ficar sem mandato.

Eleitor de Marun, cidadão indignado, define o ministro: “Lixo” e “Vagabundo”

O caso ocorreu em 2017, mas diante das aparições constantes do ministro nas negociações com os caminhoneiros, voltou a ser comentado nas redes sociais.
A sinceridade demonstrada pelo eleitor chama a atenção. Ele confessa o seu voto em Carlos Marun, que acreditava ser um homem de bem, mas que não passa de um ‘lixo’ e ‘vagabundo’, diz o cidadão.
No vídeo, o eleitor faz questão de declinar o seu nome - Omar Flores Mendonça - e garante que já havia votado por duas vezes no ministro.
Na época, Marun prometeu processar o autor do vídeo, pelo que julgou serem ‘ofensas’. 
O Jornal da Cidade Online publica que consultou o site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e não encontrou nenhuma ação envolvendo as partes.
Foi mais um blefe.
Veja o vídeo:

Gilmar soltou, em média, um preso pela Lava Jato por dia

Gilmar Mendes já soltou 15 presos pela Lava Jato do Rio de Janeiro nos últimos 15 dias.

Uma média, portanto, de um solto por dia.

Na quarta-feira, quando libertou de novo Paulo Preto, o ministro do STF escreveu que não havia “fatos concretos a justificar o novo decreto cautelar”.

E mais:

“A restrição da liberdade de um indivíduo não pode sofrer restrições amparada em hipóteses ou conjecturas.”

Petistas comemoram

Petistas estão em êxtase com o pedido de demissão de Pedro Parente.


Amôedo: “A velha política afasta os bons profissionais”

João Amôedo, pré-candidato ao Planalto pelo Novo, comentou o pedido de demissão de Pedro Parente no Twitter:

Saudade de Dilma

A Época dedicou uma longa reportagem aos manifestantes que bateram panelas pelo impeachment de Dilma Rousseff e que agora se dizem arrependidos.

E um professor da USP, em outra matéria, comentou:

“Quando a crise política se instalou e a remoção de Dilma foi posta como alternativa, muitos de nós, analistas políticos, alertamos que o remédio seria pior que a doença e que a solução poderia desencadear uma crise institucional e abalar as bases do próprio regime democrático. Penso que acertamos nessa previsão.”

A Época está com saudade de Dilma Rousseff.

Deve estar com saudade também do tempo em que ainda era uma revista, e não um encarte, segundo o site O Antagonista.

Guilherme Boulos: “Já vai tarde”

Guilherme Boulos, pré-candidato ao Planalto pelo PSOL, escreveu em seu Twitter:

“Pedro parente já vai tarde. A desastrosa política de preços da Petrobras e a privatização branca causaram um estrago que o povo brasileiro está sentindo no bolso. Parente já foi, agora falta o Temer!”

Distribuidoras dizem que não têm como repassar queda no diesel

As distribuidoras de combustíveis convocaram para hoje (01) uma reunião com Moreira Franco (ele respareceu!), para discutir a redução de R$ 0,46 nos preços do óleo diesel nas bombas, informa o Estadão.

Leonardo Gadotti, presidente da Plural, entidade que reúne distribuidoras como BR e Ipiranga, disse que não há como o desconto ser integral e teme que os critérios de fiscalização anunciados pelo governo provoquem uma “guerra” nos postos.

Para a Plural, a redução direta nas bombas seria de R$ 0,41 por litro, uma vez que o governo não colocou na conta os 10% de biodiesel –sem impostos reduzidos– que são misturados ao diesel.

No auge da crise

“Pedro Parente caiu porque tentou fazer o certo”, disse Miriam Leitão.

E mais:

“Pedro Parente deixará o cargo da Petrobras pelo mesmo motivo que Maria Silvia Bastos saiu do BNDES. Ambos tentaram implementar uma gestão empresarial sem interferências políticas, em um país acostumado com o jeitinho e os subsídios setoriais não contabilizados no Orçamento.

A resposta do governo Temer à greve dos caminhoneiros deixou Parente em uma posição insustentável. De salvador da empresa, ele passou a ser o culpado pela alta dos combustíveis, e não é da natureza dele ser parte do problema. No auge da crise, ele não sairia, mas depois era previsível que deixasse o governo à vontade.”

Sim, Pedro Parente salvou a Petrobras, mas ele deveria ter saído no auge da crise e acusado o governo de interferência política.

Sem golpe e sem Venezuela

Não tem golpe. E não tem Venezuela.

Eliane Cantanhêde, no Estadão, diz:

“A paralisação dos caminheiros sacudiu o governo, acionou o Legislativo e o Judiciário e deixou um rastro de prejuízos bilionários, mas ensinou duas lições: 

1) diferentemente do que ocorre na Venezuela, as crises são pontuais, enfrentadas por instituições sólidas e solucionadas; 

2) a insatisfação é generalizada, inclusive nos meios militares, mas não há lideranças dispostas a transformar o caos em inferno (…).

Está difícil encontrar homens-bomba contra a democracia. Há militares com liderança e força, mas não querem e sabem que não podem nem devem. E, se há militares que queiram e acham que podem e devem, não têm liderança nem força. Sem unir liderança, força e vontade, não tem golpe. Aliás, não terá golpe nenhum. Que venham as eleições!”

Escritor analisa ponto a ponto a entrevista de Ciro no Roda Viva e destrói o pré-candidato

O escritor Bernardo Kuster, que tem um canal político no youtube, teve a paciência de analisar ponto a ponto a entrevista de Ciro Gomes no programa Roda Viva, realizada na última segunda-feira (28).
Detidamente e com inspiradas pitadas de humor, Bernardo demonstra com clareza todas as incoerências do pretenso candidato a presidente da República.
A conclusão não poderia ser outra. Ciro é um embuste, um verdadeiro engodo.
Vale a pena ver o vídeo:

PT foi o ‘dedo duro’ da Operação Registo Espúrio, por vingança ao relator do Impeachment

Petistas que ainda permanecem infiltrados com cargos no Ministério do Trabalho foram os denunciantes que fizeram eclodir a Operação Registro Espúrio.
A mira do PT visava o deputado Jovair Arantes, relator da abertura do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff, registra o Jornal da Cidade Online.
Foi uma vingança saboreada pelos petistas.
Finalmente, mesmo que tenha sido por uma questão pessoal, os petistas prestaram um serviço à sociedade, fulminando mais uma Organização Criminosa incrustada na administração pública.
Segundo a revista Época ‘enquanto a Polícia Federal fazia busca e apreensão nos gabinetes dos deputados petebistas Jovair Arantes e Wilson Filho em razão da Operação Registro Espúrio, parlamentares da bancada atribuíam ao PT, no grupo de Whatsapp, as denúncias contra os colegas. 
Diziam haver remanescentes petistas dentro do Ministério do Trabalho e reclamavam de vingança por ter sido Jovair o relator da abertura do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff.’

Bolsonaro paz e amor

Na Marcha para Jesus, Jair Bolsonaro comentou declarações do organizador do evento, Estevam Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo, sobre referências ao “ódio” em seu discurso.

“Nós também somos contra. Aqui é lugar de perdão, é de entendimento, de amor ao próximo, não é lugar para atacar ninguém”, declarou o presidenciável.

Segundo o site O Antagonista, Bolsonaro chegou à marcha acompanhado de Magno Malta, cotado para ser seu vice. Brincou com os jornalistas dizendo que, ali, o senador evangélico era seu “chefe”.

Roberto Jefferson está novamente metido em falcatruas

Uma vez bandido, difícil a recuperação. Quase impossível...
Pois é, Roberto Jefferson, que alguns veem como bandido-herói, por ter delatado o mensalão, está novamente metido em falcatruas.
O ex-deputado está sendo investigado na Operação Registro Espúrio, deflagrada nesta quarta-feira (30) pela Polícia Federal, registra o Jornal da Cidade Online.
A operação autorizada pelo STF, apura esquema criminoso de registros sindicais montado no Ministério do Trabalho pela cúpula do PTB em parceria com o Solidariedade.
Não é sem motivo que ele pretendia ver a sua filha, a deslumbrada Cristiane Brasil, como ministra do trabalho.
Roberto Jefferson é um dos alvos dos mandados de busca e apreensão.
Por enquanto, vai permanecer solto.

Gilmar, o recordista...

Impressionante a velocidade auferida...
A juíza federal Maria Isabel do Prado, em despacho muito bem fundamentado, determinou novamente a prisão de Paulo Vieira de Souza, o abominável Paulo Preto.
A prisão foi decretada em São Paulo.
Em poucas horas – 12 horas – o advogado preparou o recurso, enviou para Brasília. Gilmar foi localizado, analisou o decreto de prisão, analisou a fundamentação da juíza, analisou as razões da defesa e decidiu. Mandou soltar o paciente.
Sem dúvida, um recorde, com a ressalva de que o recorde anterior pertencia ao próprio Gilmar.
O Brasil inteiro fez ‘apostas’ no sentido de quanto tempo Gilmar demoraria para soltar Paulo Preto.



As ações do ministro tornaram-se motivos de chacota.
Inadmissível! O que o cidadão espera da magistratura é ética e absoluta isenção.
O que causa asco é que Gilmar não está nem um pouco preocupado.
Ele realmente se sente supremo e se acha inatingível.
O duro é a constatação de que ele realmente é inatingível e de que nada, nem ninguém, pode freá-lo.

texto de Amanda Acosta, articulista e repórter.


(via Jornal da Cidade Online)

Moro dá bronca em procuradores da Lava Jato

Ontem, Sergio Moro deu um chega pra lá no MPF, depois que os procuradores disseram que ele havia omitido a corrupção passiva na sentença de 9 anos e dez meses de prisão do ex-tesoureiro petistas Paulo Adalberto Ferreira.

Segundo o site O Antagonista, Moro disse que “em nenhum momento, foi imputado a Paulo Adalberto Alves Ferreira o crime de corrupção passiva, mas tão somente crimes de lavagem e associação criminosa,”

E, em seguida, veio a bronca:

“Não pode o MPF alegar, em embargos, que houve omissão ou obscuridade do Juízo. Omissão e obscuridade houve da denúncia e esta deve ser sempre clara quanto às imputações, sob pena de prejudicar a ampla defesa e gerar nulidade.”

Mais de um observador já notou que a relação entre procuradores da Lava Jato e Moro não atravessa o melhor momento.

Temer irrita os militares

Os militares estão irritados com Michel Temer, publica o Painel.

Convocados para desobstruir rodovias, o Exército se viu depois tolhido no alcance das suas ações. Os militares, mais uma vez, se sentiram inutilmente expostos.

Segundo O Antagonista,Temer irrita os militares e todo mundo.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Depois da prisão de Lula, aumenta a doutrinação nas escolas

Educadores independentes constatam que, depois da prisão de Lula, o ativismo político dos professores petistas e assemelhados dentro das escolas e universidades recrudesceu. A coisa vai muito além da criação de curso universitários sobre “o golpe de 2016”, segundo o site O Antagonista.

Sob o pretexto de defender direitos salariais dos docentes, eles intensificaram a doutrinação nas salas de aula e mesmo em atividades extra-curriculares.

As madraças da esquerda não podem parar de lavar os cérebros das crianças e jovens, sob pena dos seus partidos deixarem de existir a médio e longo prazos.

O golpe de direita e o golpe de esquerda

Direita e esquerda pregam o golpe militar.

Diz Merval Pereira:

“À direita, na pressuposição de que os militares são a salvação nacional (…).

À esquerda, querem tumulto político, até mesmo com a intervenção militar, na crença nada ingênua de que uma crise política que levasse à renúncia de Temer poderia antecipar a eleição presidencial e, quebrada a institucionalidade, até mesmo a libertação de Lula para candidatar-se.

Mas o fato de os militares responsáveis pela condução das Forças Armadas virem a público rejeitar esses assédios demonstra que, apesar da desmoralização dos políticos e do próprio governo do presidente Temer, prevalece a ideia de que mais democracia é a solução para as crises, e não menos.”

Lula esteve no sítio de Atibaia em 72 fins de semana, diz segurança

O tenente Valmir Moraes da Silva, da equipe de segurança de Lula, disse ontem (30) a Sergio Moro que Lula esteve no sítio de Atibaia em cerca de 72 finais de semana de 2012 a 2015, informou a Folha.

O segurança depôs como testemunha de defesa no processo que apura se Lula se beneficiou de R$ 1,02 milhão em benfeitorias no sítio, pagas por Odebrecht e OAS.

A HORA ESCURA DO BRASIL E A IRRESPONSABILIDADE DOS GRANDES PARTIDOS

O indesculpável papel dos partidos históricos numa hora e numa eleição tão importante para o futuro do país.
Veja a brilhante explanação de Percival Puggina.

CONHEÇA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DE UM SENADOR

CONHEÇA AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DE UM SENADOR